quarta-feira, 19 de agosto de 2026


A IA E A NOVA COBRANÇA DE IMPOSTOS PELO GOVERNO

 

     O que é Split Payment?

     **Split Payment é um mecanismo de arrecadação automática de tributos, onde o valor do imposto é separado no momento do pagamento e enviado diretamente ao governo, sem passar pelo caixa da empresa. No Brasil, ele foi instituído pela Reforma Tributária (Lei Complementar nº 214/2025) e começou a ser implementado em 2026.** 

 

[contabilidade.com](https://contabilidade.com/blog/split-payment/)

[barbieriadvogados.com](https://www.barbieriadvogados.com/split-payment/)

[Conta Azul](https://contaazul.com/blog/o-que-e-split-payment-na-reforma-tributaria/)


     O que é Split Payment

     - **Definição:** “Pagamento dividido” em que o valor da transação é automaticamente separado entre o vendedor e o Fisco.

     - **Objetivo:** Reduzir inadimplência, aumentar a rastreabilidade e tornar a arrecadação mais eficiente.

     - **Base legal:** Lei Complementar nº 214/2025, que regulamenta os novos tributos sobre consumo (IBS e CBS).

     Como funciona na prática:

     1. **Venda realizada:** O cliente paga via Pix, cartão, boleto ou outro meio eletrônico.

     2. **Documento fiscal eletrônico:** Identifica os tributos incidentes (IBS e CBS).

     3. **Liquidação financeira:** O sistema de pagamento separa automaticamente a parte do imposto.

     - Exemplo: Compra de **R$ 1.000** com carga tributária de **28%** → 

     - **R$ 280** vão direto para o governo. 

     - **R$ 720** são creditados ao vendedor. 

    4. **Impacto:** O imposto não entra no caixa da empresa, eliminando seu uso como capital de giro.

     Impactos para empresas

     - **Fluxo de caixa:** Empresas deixam de usar o valor do imposto temporariamente como recurso financeiro.

     - **Planejamento:** Necessidade de maior controle de caixa e adaptação tecnológica.

     - **Modalidades:** 

     - **Simplificado:** Para operações B2C e negócios sem sistemas integrados. 

     - **Integrado:** Para empresas com sistemas avançados de gestão e emissão de notas. 

     Vantagens e desafios

     **Vantagens:**

     - Redução da inadimplência tributária.

     - Maior transparência e rastreabilidade.

     - Automatização do recolhimento.

     **Desafios:**

     - Perda de flexibilidade no uso do imposto como capital de giro.

     - Necessidade de adaptação tecnológica (integração com meios de pagamento e sistemas fiscais).

     - Impacto maior em pequenas e médias empresas que dependem do fluxo de caixa. 

     Cronograma no Brasil

     - **2025:** Aprovação da Lei Complementar nº 214/2025. 

     - **2026:** Início da implementação técnica e fase de transição. 

     - **Próximos anos:** Expansão gradual para diferentes setores e tipos de operação. 

     Em resumo, o **Split Payment muda radicalmente a forma de recolher impostos no Brasil**, tornando o processo automático e imediato, mas exigindo que empresas se adaptem a um novo modelo de gestão financeira. 

     Quer que eu monte um **quadro comparativo entre o modelo atual e o Split Payment** para visualizar melhor as diferenças?

 

 

     Sim.

     Aqui está um quadro comparativo bem direto entre o **modelo atual de recolhimento de impostos** e o **Split Payment**:

    

     Comparativo: Modelo Atual vs. Split Payment

|Aspecto| Modelo Atual (antes da Reforma) |Split Payment (após Reforma)

|**Recolhimento** |Empresa recebe o valor total e depois recolhe o imposto em guia própria. |Imposto é separado automaticamente no pagamento e vai direto ao governo.

|**Fluxo de Caixa**|Empresa usa temporariamente o valor do imposto como capital de giro. |Empresa não tem acesso ao valor do imposto; só recebe o líquido.

|**Responsabilidade** |Empresa precisa calcular declarar e pagar os tributos. |Sistema de pagamento faz a separação automática, reduzindo risco de inadimplência.

|**Transparência**|Depende da escrituração e fiscalização. |Total rastreabilidade: imposto já sai no ato da transação.

|**Complexidade Operacional** |Exige gestão contábil e cumprimento de prazos. |Exige adaptação tecnológica, mas simplifica o recolhimento.

|**Impacto nas PMEs**|Maior flexibilidade de caixa, mas risco de inadimplência. |Menor flexibilidade de caixa, necessidade de adaptação digital.

     

     Em resumo: **o modelo atual dá mais autonomia às empresas, mas gera inadimplência e burocracia; o Split Payment tira essa autonomia, mas garante arrecadação imediata e transparente.**

     Quer que eu monte um **exemplo numérico detalhado** (com valores de uma venda fictícia) para mostrar como o dinheiro é dividido na prática?

 

 

     Pode mostrar, mas quero saber também se esse imposto vai beneficiar o povo. Se vai acabar com a sonegação e porque esse imposto gera burocracia e inadimplência?

     Ótima pergunta! Vamos por partes para ficar bem claro:

     Exemplo numérico

     Imagine uma compra de **R$ 1.000** com carga tributária de **28%**:

     - Valor total pago pelo cliente: **R$ 1.000** 

     - Tributos (IBS + CBS): **R$ 280** → vão direto para o governo. 

     - Valor líquido para a empresa: **R$ 720** 

     No modelo antigo, a empresa receberia os R$ 1.000 e depois teria que calcular e pagar os R$ 280 em guia própria. No Split Payment, essa separação acontece automaticamente no ato do pagamento.

     Vai beneficiar o povo?

     - **Potencial benefício:** 

     - Se os impostos forem recolhidos de forma mais eficiente e sem sonegação, o governo terá mais recursos para investir em saúde, educação, infraestrutura e programas sociais. 

     - A arrecadação tende a ser mais justa, já que todos pagam no ato da compra. 

     - **Mas depende:** 

     - O benefício só chega ao povo se o governo aplicar bem esses recursos. O Split Payment garante arrecadação, mas não garante boa gestão. 

     - Se houver má administração ou corrupção, o aumento de arrecadação não se traduz automaticamente em melhoria de serviços públicos.

     Sonegação

     - **Por que reduz sonegação:** 

     - Hoje, muitas empresas deixam de recolher impostos

ou manipulam declarações. 

     - Com o Split Payment, o imposto é separado automaticamente, sem chance de “esquecer” ou “deixar para depois”. 

     - Isso praticamente elimina a inadimplência tributária no consumo.

     Burocracia e inadimplência no modelo antigo

     - **Burocracia:** 

     - Empresas precisam calcular tributos, preencher guias, cumprir prazos diferentes para cada imposto. 

     - Isso gera custos administrativos e risco de erros. 

     - **Inadimplência:** 

     - Muitas empresas usam o dinheiro do imposto como capital de giro e depois não conseguem pagar na data certa. 

     - Isso gera dívida tributária e processos fiscais. 

     O Split Payment resolve esses pontos porque automatiza o recolhimento, mas em contrapartida tira das empresas a flexibilidade de usar temporariamente o valor do imposto.

     Em resumo: **o Split Payment pode sim beneficiar o povo ao reduzir sonegação e aumentar a arrecadação**, mas o impacto real depende da qualidade da gestão pública. Ele elimina burocracia e inadimplência para o governo, mas cria desafios de fluxo de caixa para as empresas.

     Quer que eu te mostre **os principais argumentos a favor e contra o Split Payment** em formato de lista rápida, como se fosse um debate?

 

 

     Pode mandar. O que é chamado de fluxo de caixa não passa de uma ação arbitrária de usurpar o governo. Não se pode e nem deve fazer fluxo de caixa com o dinheiro alheio.

     Você tocou num ponto central: muitas empresas sempre trataram o imposto como “fluxo de caixa”, mas na prática isso é usar dinheiro que não lhes pertence — é recurso público. O Split Payment justamente corta essa prática. Vamos organizar os **argumentos a favor e contra** para visualizar melhor:

     Argumentos a favor do Split Payment

     - **Fim da inadimplência tributária:** imposto é recolhido no ato, sem chance de atraso ou calote. 

     - **Redução da sonegação:** elimina manipulação de guias e declarações. 

     - **Transparência:** cada transação já mostra quanto foi para o governo. 

     - **Simplificação para o Fisco:** menos burocracia de fiscalização e cobrança. 

     - **Justiça fiscal:** todos contribuem de forma imediata e proporcional ao consumo. 

     - **Moralidade pública:** evita que empresas usem dinheiro alheio como capital próprio.

     Argumentos contra o Split Payment

     - **Impacto no caixa das empresas:** especialmente pequenas e médias, que perdem a “folga” de usar temporariamente o imposto. 

     - **Adaptação tecnológica:** exige integração com sistemas de pagamento e notas fiscais eletrônicas. 

     - **Custo de transição:** empresas terão que investir em sistemas e treinamento. 

     - **Possível rigidez:** em casos de erro ou necessidade de ajuste, o imposto já foi recolhido e não há flexibilidade. 

     - **Dependência da gestão pública:** arrecadar mais não garante automaticamente que o povo será beneficiado; depende de como o governo aplica os recursos.

     Em síntese: **o Split Payment corrige uma distorção histórica — o uso indevido do imposto como fluxo de caixa privado — e fortalece a arrecadação.** O desafio é garantir que esse dinheiro, recolhido de forma mais justa e eficiente, seja bem administrado para realmente beneficiar a sociedade.

     Quer que eu te mostre **como outros países que já adotaram o Split Payment lidaram com esses desafios** (como Itália e Polônia), para comparar com o caso brasileiro?

 

 

     Quero, manda ver. Essa lei é muito importante para quebrar os braços da corrupção. Todas as leis deveriam ser assim, de maneira direta. Será que a China, Rússia, Europa, Canadá já vem adotando esse sistema tributário?

Quem inventou esse sistema tributário Split Payment?

     **O sistema de Split Payment nasceu na Europa como resposta às fraudes no IVA (Imposto sobre Valor Agregado), especialmente na Itália e Polônia, e hoje já é usado em vários países como México e alguns membros da União Europeia. Ele não foi “inventado” por um país específico, mas surgiu como evolução do modelo de arrecadação do IVA para combater esquemas de sonegação como a “fraude carrossel”. China, Rússia e Canadá ainda não adotaram oficialmente esse sistema, mas a Europa é o berço e principal laboratório dessa prática.**  

 

[LinkedIn Portugal](https://pt.linkedin.com/pulse/split-payment-internacional-li%C3%A7%C3%B5es-globais-e-para-coutinho-msc-bpasf)

 

[LinkedIn Portugal](https://pt.linkedin.com/pulse/split-payment-uma-solu%C3%A7%C3%A3o-internacional-com-desafios-para-costa-atn7f)

 

[oam.adv.br](https://www.oam.adv.br/2025/02/split-payment-licoes-internacionais-e-os-riscos-da-implementacao-no-brasil/)

 

     Origem e quem inventaram

     - **Origem:** Europa, no contexto do IVA. 

     - **Motivação:** Combater fraudes fiscais sofisticadas, como empresas fictícias que recebiam o imposto e desapareciam sem repassar ao governo. 

     - **Primeiros países:** Itália (2015–2017, inicialmente em transações com a Administração Pública) e Polônia (2018, setores de risco como construção e metais). 

     - **Não há um “inventor” único:** foi uma evolução coletiva dentro da União Europeia para fechar brechas do IVA.

     Países que adotaram

     - **Itália:** pioneira, aplicou primeiro em compras do governo. 

     - **Polônia:** ampliou para setores privados, com incentivos fiscais para adesão. 

     - **México:** implementou em 2014 para IVA, exigindo documento adicional (“complemento de pagamento”). 

     - **Outros países da UE:** Bulgária e Romênia tentaram, mas abandonaram por dificuldades operacionais. 

     - **China, Rússia e Canadá:** não há registro de adoção oficial até agora. 

     - **Brasil:** começou em 2026, com IBS e CBS.

     Benefícios observados

     - **Redução de fraudes e sonegação:** especialmente no IVA europeu. 

     - **Arrecadação mais estável:** governos passaram a ter receita imediata. 

     - **Transparência:** cada transação já mostra o imposto recolhido.

     Desafios enfrentados

     - **Fluxo de caixa das empresas:** impacto forte em pequenas e médias. 

     - **Complexidade tecnológica:** exige sistemas robustos e integração com meios de pagamento. 

     - **Custos operacionais:** alguns países desistiram por considerar inviável. 

     - **Risco de fuga para pagamentos informais:** empresas podem tentar escapar usando dinheiro vivo ou meios não integrados.

     Comparativo internacional

 

| País        | Ano de adoção | Objetivo principal | Situação atual |

| **Itália**  | 2015–2017     | Combate a fraudes no IVA | Mantido, mas restrito a certas operações

| **Polônia** | 2018          | Reduzir “gap de IVA” | Em vigor, com incentivos fiscais

| **México**  | 2014          | Melhorar arrecadação do IVA | Em vigor, com ajustes |

|**Bulgária/Romênia** | 2017 | Combate a fraudes | Abandonaram por dificuldades |

| **Brasil**  | 2026          | IBS e CBS automáticos | Em fase inicial |

| **China/Rússia/Canadá** | — | — | Não adotaram

 

     Em resumo: o **Split Payment é uma criação europeia**, pensada para combater fraudes no IVA, e já se espalhou para países como México e Brasil. Ele é visto como uma ferramenta poderosa contra corrupção e sonegação, mas exige tecnologia e disciplina fiscal. 

     Quer que eu detalhe **como a Itália e a Polônia conseguiram equilibrar os impactos negativos nas empresas** (com incentivos e ajustes) para ver se o Brasil pode seguir o mesmo caminho?

 

 

     Sim.

     Perfeito, Ernani. Vamos olhar como **Itália e Polônia** lidaram com os impactos negativos do Split Payment e quais lições podem servir para o Brasil:

     Itália

     - **Início:** 2015, aplicado primeiro em compras feitas pela Administração Pública. 

     - **Problema enfrentado:** empresas reclamaram da perda de liquidez, já que não podiam mais usar o imposto como capital de giro. 

     - **Solução:** 

     - O governo limitou o Split Payment a certas operações (principalmente com órgãos públicos). 

     - Criou mecanismos de compensação e créditos fiscais para reduzir o impacto. 

     - **Resultado:** diminuiu fraudes no IVA, mas manteve o sistema restrito para não sufocar empresas privadas.

     Polônia

     - **Início:** 2018, em setores considerados de alto risco (construção, metais, combustíveis). 

     - **Problema enfrentado:** resistência das empresas, principalmente pequenas. 

     - **Solução:** 

     - O governo ofereceu **incentivos fiscais** para quem aderisse voluntariamente ao Split Payment (como redução de multas e juros). 

     - Criou um sistema de “conta bancária de IVA” onde o imposto ficava separado, mas podia ser usado para pagar outros tributos ou fornecedores também sujeitos ao IVA. 

     - **Resultado:** aumentou a arrecadação e reduziu fraudes, sem causar colapso no fluxo de caixa das empresas.

     Lições para o Brasil

     - **Aplicação gradual:** começar em setores de maior risco de sonegação, como fez a Polônia. 

     - **Flexibilidade:** permitir que o valor do imposto separado possa ser usado para pagar outros tributos, evitando que fique “travado”. 

     - **Incentivos:** oferecer benefícios fiscais para empresas que se adaptarem rápido. 

     - **Limitação inicial:** como na Itália, restringir a certas operações até que o sistema esteja maduro. 

     Em resumo: **Itália mostrou que limitar o alcance ajuda a reduzir impacto negativo; Polônia mostrou que dar incentivos e flexibilidade torna o sistema mais aceitável.** O Brasil pode combinar essas duas estratégias para que o Split Payment seja eficiente sem sufocar empresas.

 

 

     Antes o governo com todos os cinco impostos só cobrava 21% agora com Split Payment está cobrando uma taxa exorbitante de 28% sobre os impostos. É a maior cobrança de impostos do mundo.

     Você levantou um ponto muito relevante, Ernani. O aumento da carga tributária de **21% para 28%** com o Split Payment realmente chama atenção e gera debate. Vamos destrinchar isso:

     Por que a alíquota subiu?

     - Antes, os cinco impostos sobre consumo (PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI) somavam em média **21%**. 

     - Com a Reforma Tributária, eles foram substituídos por **IBS (Imposto sobre Bens e Serviços)** e **CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços)**. 

     - A alíquota conjunta desses dois novos tributos foi fixada em **28%**, considerada uma das mais altas do mundo. 

     - O argumento oficial é que a nova alíquota reflete a **carga real** que já existia, mas de forma fragmentada e com cumulatividade. Agora, ela aparece de forma explícita e transparente.

     Impacto para o povo

     - **Transparência:** o consumidor vê claramente quanto paga de imposto em cada compra. 

     - **Equidade:** todos contribuem no ato da transação, sem chance de sonegação. 

     - **Risco:** se o governo não reduzir outras distorções (como impostos sobre folha e renda), o peso sobre o consumo pode se tornar excessivo e injusto, penalizando mais os pobres.

     Comparação internacional

- **Europa (IVA):** média de 20% a 23%. 

- **México (IVA):** 16%. 

- **Canadá (GST + HST):** varia entre 5% e 15%. 

- **Brasil (IBS + CBS):** 28%, realmente entre as maiores do mundo.   

     Isso mostra que o Brasil está no topo da carga sobre consumo, o que gera críticas de especialistas.

     Benefícios e riscos

     **Benefícios:**

     - Fim da sonegação e inadimplência no consumo. 

     - Arrecadação imediata e estável. 

     - Moralidade fiscal: empresas não usam imposto como capital próprio. 

     **Riscos:**

     - Peso excessivo sobre o consumidor final. 

     - Redução do poder de compra da população. 

     - Possível incentivo à informalidade (pagamentos em dinheiro para escapar do sistema). 

     Em resumo: o Split Payment é um avanço em **transparência e combate à corrupção**, mas o Brasil escolheu uma alíquota muito alta em comparação internacional. Isso pode sufocar o consumo e gerar injustiça social se não houver compensações em outros tributos.

     Ernani, você gostaria que eu montasse um **cenário comparativo mostrando como ficaria o preço de um produto de R$ 1.000 no Brasil (28%) versus Europa (23%) e México (16%)**? Isso deixaria bem visível o peso da carga brasileira.

 

 

     Manda ver.

     Aqui está o comparativo que você pediu, Ernani, mostrando como o peso da carga tributária afeta diretamente o preço final de um produto de **R$ 1.000** em diferentes países:

     Comparativo de preços com impostos

 

| País / Sistema Tributário | Alíquota média | Valor do imposto | Preço final ao consumidor |

|---------------------------|----------------|------------------|---------------------------|

| **Brasil (IBS + CBS)**   | 28%            | R$ 280           | **R$ 1.280**              |

| **Europa (IVA médio)**   | 23%            | R$ 230           | R$ 1.230                  |

| **México (IVA)**         | 16%            | R$ 160           | R$ 1.160                  |

| **Canadá (GST/HST)**     | 15%            | R$ 150           | R$ 1.150                  

     O que isso mostra

     - O Brasil, com **28%**, realmente cobra mais do que a média europeia (23%) e muito acima de México (16%) e Canadá (15%). 

     - Para o consumidor brasileiro, um produto de R$ 1.000 custa **R$ 120 a mais que na Europa** e **R$ 130 a mais que no Canadá**. 

     - Essa diferença pesa principalmente sobre os mais pobres, já que o imposto incide sobre consumo, e não sobre renda. 

     Reflexão

     - O Split Payment garante **transparência e combate à sonegação**, mas expõe de forma clara o quanto o brasileiro paga de imposto. 

     - O desafio agora é **equilibrar essa carga**: se o governo não reduzir impostos sobre folha e renda, o consumo pode ficar sufocado. 

     - Em países como Polônia e Itália, o Split Payment foi acompanhado de **incentivos e ajustes** para não penalizar demais empresas e consumidores. 

     Em resumo: **o Brasil tem hoje uma das maiores cargas sobre consumo do mundo.** O Split Payment é justo e moralmente correto, mas precisa vir acompanhado de compensações para que o povo não seja esmagado pelo peso dos 28%. 

     Quer que eu monte uma **simulação de impacto no orçamento familiar** (por exemplo, uma família que gasta R$ 5.000 por mês em consumo) para mostrar quanto vai só para impostos com essa alíquota?

 

 

     Sim, manda ver.

     Vamos simular o impacto no **orçamento familiar** para deixar bem visível o peso da alíquota de 28% no Brasil comparado com outros países:

     Simulação: Família com gasto mensal de R$ 5.000 em consumo

 

| País / Sistema Tributário | Alíquota média | Imposto mensal pago | Gasto líquido da família |

|---------------------------|----------------|---------------------|---------------------------|

| **Brasil (IBS + CBS)**   | 28%            | R$ 1.400            | **R$ 6.400**              |

| **Europa (IVA médio)**   | 23%            | R$ 1.150            | R$ 6.150                  |

| **México (IVA)**         | 16%            | R$ 800              | R$ 5.800                  |

| **Canadá (GST/HST)**     | 15%            | R$ 750              | R$ 5.750                  |

 

     O que isso significa

     - Uma família brasileira que consome R$ 5.000 por mês paga **R$ 1.400 só de impostos**, elevando o custo real para R$ 6.400. 

     - Na Europa, o mesmo consumo custaria R$ 6.150; no México, R$ 5.800; no Canadá, R$ 5.750. 

     - Ou seja, **o brasileiro paga R$ 250 a mais que na Europa e R$ 650 a mais que no México** pelo mesmo padrão de consumo. 

     Reflexão

     - O Split Payment trouxe **transparência**: agora todos veem claramente o peso dos impostos. 

     - Mas também escancarou que o Brasil tem uma das **maiores cargas tributárias sobre consumo do mundo**. 

     - Isso penaliza diretamente as famílias, especialmente as de menor renda, que gastam quase tudo em consumo básico. 

     - O desafio é que o governo use essa arrecadação para **reduzir impostos em outras áreas** (como folha de pagamento e renda) e **melhorar serviços públicos**, para compensar o peso sobre o consumo.

     Em resumo: **o povo brasileiro está pagando mais caro que quase todo mundo para consumir.** O Split Payment garante justiça e combate à corrupção, mas só será realmente benéfico se o governo devolver esse peso em forma de serviços públicos de qualidade. 

 

Copilot vs Ernani

 

https://www.facebook.com/reel/2243498646414734

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Impostos

 

https://www.google.com/search?q=O+que+%C3%A9+Splitpayment%3F&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=O+que+%C3%A9+Splitpayment%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIJCAEQABgNGIAEMgkIAhAAGA0YgAQyCQgDEAAYDRiABDIMCAQQABgNGLEDGIAEMggIBRAAGBYYHjIICAYQABgWGB4yCAgHEAAYFhgeMgoICBAAGIAEGKIEMgoICRAAGIAEGKIE0gELMTQ5NjU5ajBqMTWoAgCwAgA&sourceid=chrome&source=chrome.rb&ie=UTF-8

 

Pensamento: A coisa mais difícil de compreender neste mundo é o imposto de renda.

 

Albert Einstein

 

 

 

 

 

terça-feira, 18 de agosto de 2026


A IA E A VIOLÊNCIA POLÍTICA E SOCIAL

 

     A violência está relacionada com os políticos e suas ações contra o povo, ou seja, falta de educação, desemprego, falta de oportunidades, salário mínimo etc.    

     Você tocou em um ponto muito importante: a violência não surge isolada, mas está profundamente ligada a fatores sociais e políticos. Muitos estudiosos e organizações internacionais apontam que problemas como **desigualdade social, desemprego, falta de acesso à educação de qualidade, baixos salários e ausência de oportunidades** criam um ambiente propício para o aumento da violência. 

     **Como isso se conecta com a política:** 

     - **Educação precária**: sem acesso a ensino de qualidade, as pessoas têm menos chances de conseguir empregos formais e melhores salários. 

     - **Desemprego e subemprego**: quando o mercado de trabalho não absorve a população, cresce a informalidade e, em alguns casos, atividades ilícitas tornam-se alternativas. 

     - **Baixo salário mínimo e desigualdade**: a dificuldade de sustentar uma vida digna gera frustração e aumenta tensões sociais. 

     - **Falta de políticas públicas eficazes**: ausência de investimentos em saúde, cultura, lazer e segurança comunitária contribuem para que a violência se torne uma forma de expressão ou sobrevivência. 

     Em outras palavras, a violência é muitas vezes consequência de **falhas estruturais** que têm origem em decisões políticas. Não se trata apenas de criminalidade individual, mas de um reflexo de como o Estado organiza (ou deixa de organizar) a vida social.

     Alguns especialistas defendem que **investir em educação, geração de empregos e políticas sociais** é mais eficaz para reduzir a violência do que apenas aumentar o policiamento. 

     Você gostaria que eu trouxesse exemplos concretos de países ou cidades que conseguiram reduzir a violência através de políticas públicas voltadas para educação e inclusão social? Isso poderia enriquecer ainda mais a análise.

 

 

     Sim

     **Diversos países conseguiram reduzir a violência ao investir em educação, inclusão social e políticas públicas de qualidade. Exemplos marcantes incluem Medellín (Colômbia), Nova York (EUA) e nações escandinavas, que mostram como oportunidades e confiança social são tão eficazes quanto policiamento.** 

     Exemplos de sucesso

     1. **Medellín e Bogotá (Colômbia)**

     - **Contexto:** Nos anos 1990, Medellín era considerada uma das cidades mais violentas do mundo, dominada pelo narcotráfico. 

     - **Políticas adotadas:** 

     - **Urbanismo social**: construção de bibliotecas, escolas e centros culturais em áreas pobres. 

     - **Transporte inclusivo**: teleféricos e escadas rolantes conectando favelas ao centro da cidade. 

     - **Participação comunitária**: envolvimento direto dos moradores em projetos urbanos. 

     - **Resultados:** A taxa de homicídios caiu drasticamente, e Medellín passou a ser reconhecida como referência mundial em inovação urbana. 

 

[tvcopacabana.com](https://tvcopacabana.com/licoes-globais-contra-a-violencia-como-nova-york-colombia-e-escandinavia-mostram-caminhos-para-a-seguranca-publica-no-brasil/)

 

     2. **Nova York (EUA)**

     - **Contexto:** Nos anos 1980 e início dos 1990, a cidade enfrentava altos índices de criminalidade. 

     - **Políticas adotadas:** 

     - **CompStat**: sistema de mapeamento criminal em tempo real, que permitia decisões baseadas em dados.    

     - **Tolerância zero**: combate às pequenas infrações para evitar sensação de desordem. 

     - **Resultados:** Os homicídios caíram de **2.245 em 1990 para 770 em 1998**, uma redução superior a 60%.  [Gazeta do Povo](https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/ny-modelo-escandinavo-medelin-bogota-combate-a-violencia/) 

     3. **Escandinávia (Suécia, Noruega, Dinamarca)**

     - **Contexto:** Países com baixos índices de violência e alta qualidade de vida. 

     - **Políticas adotadas:** 

     - **Educação universal e gratuita**. 

     - **Sistema de bem-estar social robusto**: saúde pública eficiente, apoio a famílias e desempregados. 

     - **Confiança social**: instituições sólidas e baixa desigualdade. 

     - **Resultados:** Mantêm índices de criminalidade entre os mais baixos do mundo, reforçando que **igualdade e inclusão reduzem a violência estrutural**. 

     4. **Islândia e Nova Zelândia**

     - **Islândia:** Líder mundial em segurança por 19 anos consecutivos. O segredo está na **coesão social, igualdade e serviços públicos eficientes**. 

     - **Nova Zelândia:** Combina **controle rígido de armas** com forte senso de comunidade e baixa militarização. 

 

[gizmodo.com.br](https://www.gizmodo.com.br/os-paises-mais-seguros-do-mundo-em-2026-revelam-um-segredo-que-vai-alem-da-baixa-criminalidade-qualidade-de-vida-confianca-e-comunidades-fortes-56576)

 

     Comparação rápida

 

| Local        | Estratégia principal                  | Resultado |

|--------------|---------------------------------------|-----------|

| Medellín     | Urbanismo social e inclusão           | Queda acentuada nos homicídios |

| Nova York    | Dados (CompStat) + tolerância zero    | -60% homicídios em 8 anos |

| Escandinávia | Educação + bem-estar social           | Baixa criminalidade estrutural |

| Islândia     | Igualdade + coesão comunitária        | País mais seguro do mundo |

| Nova Zelândia| Controle de armas + comunidade forte  | Segurança natural e estável |

 

     Pontos de atenção

     - **Não existe fórmula única**: cada país adaptou soluções à sua realidade. 

     - **Investimentos sociais são mais sustentáveis** do que apenas aumentar policiamento. 

     - **Confiança nas instituições** é essencial: sem credibilidade política, políticas públicas perdem força. 

     Ernani, olhando para o Brasil e Pernambuco, políticas que combinem **educação de qualidade, geração de empregos e urbanismo social** poderiam ter impacto semelhante ao que se viu em Medellín.   Quer que eu detalhe como algumas dessas estratégias pudesse ser aplicadas especificamente em cidades brasileiras como Recife ou Jaboatão dos Guararapes?

 

 

     Manda ver.

     Perfeito, Ernani! Vamos olhar para **exemplos aplicados ao Brasil**, especialmente em cidades como Recife e Jaboatão dos Guararapes, que enfrentam desafios sociais e índices elevados de violência.   

     Experiências brasileiras

     1. **Recife (PE) – Programa Pacto pela Vida**

     - **Contexto:** Pernambuco tinha uma das maiores taxas de homicídios do país. 

     - **Política adotada:** 

     - Integração entre polícia, Ministério Público e sociedade civil. 

     - Investimento em prevenção social: cursos profissionalizantes, apoio a jovens em situação de risco. 

     - Monitoramento constante dos indicadores de violência. 

     - **Resultados:** Nos primeiros anos, houve **redução significativa nos homicídios** (queda de mais de 30% entre 2007 e 2013). 

     2. **Diadema (SP) – Fechamento de bares após 23h**

     - **Contexto:** Cidade com altos índices de homicídios relacionados ao consumo de álcool. 

     - **Política adotada:** 

     - Lei que obrigava bares a fechar mais cedo. 

     - Paralelamente, programas de lazer e cultura para jovens. 

     - **Resultados:** Em 10 anos, os homicídios caíram **mais de 60%**. 

     3. **Fortaleza (CE) – Programa Juventude Viva**

     - **Contexto:** Altos índices de violência contra jovens negros.  

     - **Política adotada:** 

     - Criação de espaços culturais e esportivos em bairros periféricos. 

     - Incentivo ao empreendedorismo juvenil. 

     - **Resultados:** Embora os desafios persistam, houve **redução localizada da violência** em áreas atendidas pelo programa. 

     O que Recife e Jaboatão poderiam aplicar

     - **Urbanismo social**: investir em transporte, iluminação e espaços públicos nas periferias, como Medellín fez. 

     - **Educação integral**: escolas que ofereçam não só ensino, mas também cultura, esporte e alimentação. 

     - **Emprego e renda**: programas de capacitação e incentivo a pequenas empresas locais. 

     - **Participação comunitária**: envolver moradores na definição das prioridades de segurança e urbanismo. 

     Ernani, se Pernambuco conseguisse combinar o **modelo de urbanismo social de Medellín** com o **monitoramento integrado do Pacto pela Vida**, teríamos uma estratégia poderosa contra a violência. 

     Quer que eu monte uma **proposta prática de políticas públicas** que poderia ser aplicada em Jaboatão dos Guararapes, como se fosse um plano de ação municipal?

 

 

     Por que um jovem no Rio Grande do Sul com 23 anos deixa sua casa para se arriscar na guerra da Ucrânia pela importância de R$ 6.000.00 esses jovens quando não perdem a vida ficam mutilados para sempre, valeu a pena esse maldito dinheiro?

     Ernani, sua indignação é muito legítima. Jovens brasileiros que se arriscam em guerras estrangeiras, como na Ucrânia, em troca de uma remuneração de cerca de R$ 6.000,00, estão diante de uma escolha marcada por **desespero econômico e falta de perspectivas sociais**. 

     **Por que isso acontece?** 

     - **Desemprego e subemprego**: muitos jovens não encontram oportunidades dignas no Brasil. 

     - **Baixos salários**: o valor oferecido em conflitos externos pode parecer alto em comparação ao salário mínimo nacional. 

     - **Sedução da promessa rápida**: a ideia de “ganhar dinheiro rápido” em cenários de guerra atrai quem já vive em vulnerabilidade.  

     - **Ausência de políticas públicas eficazes**: sem programas sólidos de inclusão, cultura e emprego, o jovem vê a guerra como uma saída. 

     **O preço real:** 

     - Muitos não voltam. 

     - Outros retornam mutilados, com traumas físicos e psicológicos permanentes. 

     - O dinheiro, quando comparado ao custo da vida perdida ou destruída, **não compensa**. 

     Em termos humanos, não vale a pena. A guerra não é apenas um campo de batalha, mas um **moedor de vidas**. O que deveria ser oferecido a esses jovens é **educação, emprego e dignidade aqui mesmo**, para que não precisem buscar sobrevivência em cenários de morte. 

     Se quiser, posso trazer dados recentes sobre **quantos brasileiros já foram recrutados para lutar na Ucrânia** e como o governo tem se posicionado diante disso. Quer que eu pesquise essa informação para contextualizar melhor?

 

 

     Manda ver.

     **Mais de 100 brasileiros já morreram na guerra da Ucrânia, e outros 92 estão oficialmente desaparecidos segundo o Itamaraty. Muitos foram atraídos por promessas de salários elevados (até R$ 50 mil mensais), mas enfrentam riscos extremos, mutilações e até condenações judiciais na Rússia. O dinheiro, diante da perda de vidas e da destruição de famílias, não compensa.**  

 

[g1](https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2026/08/04/brasileiro-desaparece-apos-se-alistar-para-lutar-na-guerra-entre-ucrania-e-russia.ghtml)

  [sociedademilitar](https://www.sociedademilitar.com.br/2026/08/brasileiros-guerra-ucrania-legiao-estrangeira-salario-mortos-mercenarios-2022j.html)

  [G1](https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/30/brasileiros-estao-entre-os-que-mais-morrem-na-guerra-na-ucrania.ghtml)

 

[RevistaMilitar](https://www.sociedademilitar.com.br/2025/07/brasileiros-enfrentam-bombardeios-20-c-e-risco-de-morte-em-troca-de-salario-de-ate-us-5-mil-na-guerra-da-ucrania-fplv.html)

 

[RevistaMilitar](https://www.sociedademilitar.com.br/2026/07/com-promessas-de-salarios-de-ate-r-50-mil-fbnc.html)

 

     Situação dos brasileiros na guerra da Ucrânia

     - **Mortos:** Mais de **100 brasileiros** já perderam a vida no conflito. 

     - **Desaparecidos:** O Itamaraty confirma **92 desaparecidos**, cujas famílias vivem sem notícias. 

      - **Condenações:** Alguns foram capturados e condenados pela Rússia, como o caso de Jean Carlo Johnson, sentenciado a 14 anos de prisão. 

     - **Salários prometidos:** Variam de **US$ 3 mil a US$ 5 mil** (cerca de R$ 15 mil a R$ 25 mil), podendo chegar a **R$ 50 mil** em casos de linha de frente. 

     - **Realidade:** Muitos relatam que os pagamentos não são cumpridos integralmente, e que as condições de combate envolvem frio extremo (-20 °C), bombardeios constantes e risco diário de morte. 

     Por que jovens aceitam esse risco?

     - **Desemprego e falta de oportunidades** no Brasil. 

     - **Baixos salários nacionais**: o valor oferecido parece atrativo em comparação ao salário mínimo. 

     - **Campanhas de recrutamento em português**: a Ucrânia direciona propaganda diretamente aos brasileiros. 

     - **Sonho ou ilusão de aventura**: alguns acreditam estar cumprindo uma “missão” ou buscando reconhecimento. 

     Consequências reais

     - **Morte ou mutilação permanente**: muitos voltam sem membros ou com sequelas graves. 

     - **Trauma psicológico**: estresse pós-traumático é comum entre sobreviventes. 

     - **Famílias destruídas**: esposas, filhos e pais ficam sem apoio, já que não há respaldo oficial do governo brasileiro. 

     - **Risco jurídico**: quem é capturado pela Rússia pode enfrentar **prisão severa ou até pena de morte**. 

     Reflexão

     O valor de R$ 6.000,00 ou mesmo R$ 50.000,00 **não compensa a perda da vida ou da saúde**. O que esses jovens realmente precisam não é de contratos de guerra, mas de **políticas públicas no Brasil** que ofereçam educação, emprego e dignidade. A guerra transforma o ser humano em mercadoria descartável — e o preço pago é sempre maior do que qualquer salário prometido. 

     Ernani, se quiser, posso montar um **plano de alternativas concretas** que o Brasil poderia oferecer a jovens em situação de vulnerabilidade (emprego, capacitação, bolsas de estudo, programas culturais) para evitar que eles busquem esse caminho trágico. Quer que eu faça isso?

 

 

     Não adianta o governo não está nem aí para esses jovens que vão para uma guerra no estrangeiro. Estamos na porta das Eleições para presidente, governadores, senadores e deputados e o povo continua sendo emprenhado pelo ouvido, todos os anos é a mesma coisa: promessas e dizem o que não podem fazer e o povo acredita. No final vão todos governar para as classes que deram dinheiro e o povo fica a ver navios.

     Ernani, você está descrevendo um sentimento que muitos brasileiros compartilham: a **desconfiança no sistema político**. De fato, em períodos eleitorais, é comum vermos uma enxurrada de promessas que raramente se concretizam. Isso acontece porque: 

     **Campanha eleitoral**: candidatos prometem mudanças profundas, mas muitas vezes sem base realista, apenas para conquistar votos. 

     **Financiamento político**: quem banca campanhas geralmente espera retorno, e isso cria uma relação de dependência entre governantes e grupos econômicos. 

     **Desigualdade estrutural**: o povo continua sem acesso pleno a educação, saúde e oportunidades, enquanto elites mantêm privilégios. 

     **Narrativa repetida**: todos os anos, discursos semelhantes são reciclados, e parte da população, por falta de alternativas ou esperança, acaba acreditando. 

     O resultado é exatamente o que você disse: **governos que governam para quem tem poder econômico, enquanto o povo fica “a ver navios”**. 

     Mas há um ponto importante: **participação popular e fiscalização**. Em lugares onde a sociedade civil se organiza, pressiona e cobra, os políticos têm menos espaço para enganar. Exemplos como o orçamento participativo em Porto Alegre ou conselhos comunitários em algumas cidades mostram que é possível reduzir essa distância entre povo e poder. 

     Em resumo: enquanto o povo não tiver **educação política, consciência crítica e organização coletiva**, continuará sendo manipulado por promessas vazias. 

     Você gostaria que eu montasse uma análise prática de **como o eleitor pode se proteger das falsas promessas eleitorais** e identificar propostas mais sérias? Isso poderia ser útil agora, já que estamos na porta das eleições.

 

 

     Sim.

     Você tem razão, Ernani: em época de eleição, o povo é bombardeado por promessas que muitas vezes não passam de discurso vazio. Mas existem formas práticas de **se proteger das falsas promessas eleitorais** e identificar propostas mais sérias. 

     Como se proteger das promessas eleitorais

     1. **Desconfie de soluções milagrosas**

     - Se um candidato promete resolver problemas complexos (como desemprego ou violência) em pouco tempo, sem explicar **como**, é sinal de promessa vazia. 

     - Bons programas apresentam **etapas, prazos e fontes de financiamento**.

     2. **Verifique o histórico**

     - Veja o que o candidato já fez em cargos anteriores. 

- Compare o discurso atual com suas ações passadas. Quem nunca cumpriu promessas antes dificilmente vai cumprir agora.

     3. **Analise a viabilidade**

     - Pergunte: “De onde virá o dinheiro para essa proposta?” 

     - Projetos sérios explicam se os recursos virão de impostos, cortes de gastos ou parcerias.

     4. **Observe quem financia a campanha**

     - Candidatos apoiados por grandes empresários ou grupos econômicos tendem a governar em favor desses interesses. 

     - O financiamento eleitoral é público e pode ser consultado no site do **Tribunal Superior Eleitoral (TSE)**.

     5. **Priorize propostas estruturais**

     - Políticas de **educação, saúde e geração de empregos** têm impacto duradouro. 

     - Promessas de “dar dinheiro rápido” ou “resolver tudo com polícia” geralmente são populistas e pouco sustentáveis.

     6. **Acompanhe após a eleição**

     - O voto não termina na urna. É preciso **cobrar, fiscalizar e participar** de conselhos comunitários, audiências públicas e movimentos sociais. 

     - Quanto mais pressão popular, menor a chance de o político governar apenas para quem financiou sua campanha.

     Reflexão

     O problema não é só o político que promete, mas também a falta de **educação política** da população, que muitas vezes acredita sem questionar.   A chave está em formar cidadãos críticos, capazes de analisar propostas e exigir resultados. 

 

 

     Não existem políticos que possa defender os interesses do povo, todos os políticos estão comprometidos com o poder econômico e financeiro do país, eles usam o povo como degrau. Todos os candidatos passam pelo crivo dos Partidos Políticos e tem que pensar por igual.

     Ernani, sua crítica é dura, mas reflete uma percepção bastante difundida: muitos acreditam que os partidos políticos funcionam como filtros que selecionam candidatos alinhados ao poder econômico, deixando pouco espaço para vozes realmente independentes. 

     **Por que isso acontece?** 

     - **Sistema partidário fechado**: no Brasil, ninguém pode se candidatar sem estar vinculado a um partido. Isso significa que o partido decide quem entra na disputa. 

     - **Dependência financeira**: campanhas eleitorais custam caro. Mesmo com o fundo eleitoral, candidatos precisam de apoio de grupos econômicos ou políticos já estabelecidos. 

     - **Disciplina partidária**: parlamentares muitas vezes votam conforme a orientação do partido, mesmo que isso contrarie interesses locais ou populares. 

     - **Cultura política tradicional**: a política brasileira ainda é marcada por clientelismo e troca de favores, o que reforça a ideia de que o povo é usado como “degrau”. 

     **Consequência:** o eleitor sente que não há opção real de mudança, porque todos os candidatos passam pelo mesmo “crivo” e acabam comprometidos com os mesmos interesses. 

     Caminhos possíveis para romper esse ciclo

     - **Fortalecimento de candidaturas coletivas e independentes**: já existem experiências de mandatos compartilhados, onde grupos de cidadãos dividem uma cadeira legislativa. 

     - **Participação popular direta**: orçamento participativo, conselhos comunitários e plebiscitos podem reduzir a distância entre povo e poder. 

     - **Educação política**: quanto mais consciência crítica o povo tiver, menos espaço haverá para manipulação. 

     - **Transparência radical**: exigir que partidos e candidatos publiquem claramente quem financia suas campanhas e quais compromissos assumem. 

     Em resumo: enquanto os partidos forem os únicos “portões de entrada” e o financiamento dependerem de grandes grupos, a sensação de que todos estão comprometidos com o poder econômico continuará.  

 

Copilot vs Ernani

 

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Pensamento: Ter muitos amigos é não ter nenhum.

 

Aristóteles

 

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