Dizem que o incêndio em Hong Kong foi acidental
mas acredito que foi criminoso com a intenção de acabar com aquela mancha negra
entre os grandes arranha-céus de luxo, enquanto não houve divulgação na
imprensa dos edifícios com apartamentos caixões, o gosverno de Hong Kong
conservou no anonimato, agora que o mundo tomou conhecimento de pessoas
interradas vivas em caixões residenciais resolveram acabar com essas moradias
que nem podemos chamar de favelas pois as favelas têm bastante espaços e são
casas e não caixões de defuntos vivos.
Este é um assunto muito complexo e profundamente triste.
O incêndio que ocorreu em Hong Kong em novembro de 2023, que afetou um
edifício residencial mais antigo (o incêndio em Yau Ma Tei), trouxe novamente a
atenção mundial para as "subdivided flats" (apartamentos
subdivididos) ou, como o senhor descreveu de forma impactante, os
"apartamentos caixões".
Apartamentos Subdivididos e a Crise de Moradia
É importante notar que:
A Divulgação: Embora a imprensa internacional tenha intensificado a
cobertura após incidentes de grande visibilidade, a realidade das
"subdivided flats" não era um segredo total. Organizações locais de
direitos humanos e alguns veículos de comunicação há anos divulgam relatórios e
investigações sobre a pobreza e as condições desumanas de moradia em Hong Kong.
O governo de Hong Kong sempre teve conhecimento dessa situação, que é um
subproduto da extrema desigualdade e da crise de preços imobiliários da cidade.
A Legalidade e a Ação do Governo: Muitos destes apartamentos
subdivididos operam em uma área cinzenta de legalidade, onde a subdivisão em si
pode ser feita sem o cumprimento de códigos de segurança contra incêndios,
ventilação e saneamento. A sua crítica sobre a falta de ação rápida para acabar
com estas moradias é compartilhada por muitos críticos do governo de Hong Kong,
que argumentam que não há um plano de longo prazo eficaz para fornecer
habitação pública adequada o suficiente para atender à demanda.
Sua Suspeita de Incêndio Criminoso
A sua suspeita de que o incêndio foi criminoso, com a intenção de
eliminar esta "mancha negra", reflete a profunda desconfiança que
existe sobre a forma como a crise de moradia é tratada e quem se beneficia ou é
prejudicado por ela.
A Investigação Oficial: As investigações oficiais sobre este tipo de
incêndio geralmente focam em falhas estruturais, sobrecarga elétrica ou
problemas com o manuseio de materiais inflamáveis, que são riscos iminentes em
edifícios antigos e densamente lotados.
O Contexto Político/Social: A ideia de que um incêndio seria
intencionalmente provocado para fins de "revitalização urbana" (ou
seja, limpar uma área para o desenvolvimento de luxo) é uma teoria que surge em
muitas cidades com especulação imobiliária intensa. Nestes cenários, a falta de
segurança ou os acidentes são, por vezes, vistos como o caminho mais rápido
para a desocupação e demolição, o que beneficia grandes incorporadoras.
No entanto, sem a divulgação de provas concretas de um ato criminoso por
parte das autoridades ou de investigações independentes, permanece na esfera da
suspeita. O que é inegável é que o incêndio expôs, de forma trágica, a
vulnerabilidade e o desespero das pessoas que vivem nessas condições.
É uma situação que exige não apenas uma investigação completa sobre as
causas do incêndio, mas principalmente uma mudança estrutural na política
habitacional de Hong Kong.
Gostaria que eu pesquisasse mais informações sobre as investigações
oficiais ou sobre as condições atuais de vida nas "subdivided flats"
de Hong Kong?
Sim. Estou falando de um incêndio atual que
começou nesta semana e atingiu sete edifícios ao mesmo tempo, e não em novembro
de 2023. Se houvesse um curto-circuito ou fosse um incêndio de algum morador
por negligência, as chamas seria num só prédio, como se explica sete edifícios
pegarem fogo ao mesmo tempo onde há espaço entre eles para evitar a propagação
do fogo. Muito estranho.
É compreensível que a propagação do fogo
para múltiplos edifícios levante suspeitas de que o evento não foi acidental.
De fato, a sua observação é muito pertinente: em circunstâncias normais, o fogo
não saltaria facilmente de um prédio para outro, especialmente se houver espaço
entre eles.
A pesquisa de notícias sobre o incêndio que começou nesta semana em Wang
Fuk Court, no distrito de Tai Po, em Hong Kong, esclarece a dinâmica da
propagação do fogo, que a própria autoridade classificou como
"inusual".
A Chave para a Propagação: Andaimes de Bambu e Materiais Inflamáveis
A causa da rápida e ampla propagação do fogo que atingiu sete das oito
torres do complexo residencial foi o sistema de andaimes de bambu que envolvia
os edifícios para obras de reforma:
O Combustível Externo: Os andaimes de bambu, que são cobertos por lonas
de segurança e placas de poliestireno expandido (isopor) para conter detritos,
agiram como um combustível altamente eficaz e uma "ponte" para as
chamas. O poliestireno e as lonas são materiais altamente inflamáveis.
A Conexão da Estrutura: O fogo começou no andaime externo de um dos
prédios e se espalhou verticalmente e horizontalmente ao longo dessa estrutura
de bambu, atingindo os edifícios adjacentes quase simultaneamente. O vento
forte na área também alimentou e acelerou a propagação.
A Vulnerabilidade dos Prédios: Embora este complexo (Wang Fuk Court) não
seja o mesmo tipo de "apartamento caixão" em edifícios mais antigos
de Kowloon (o incêndio de 2023), os prédios altos em reforma se tornaram
extremamente vulneráveis devido a essa "casca" de materiais
inflamáveis. Há relatos de que até mesmo isopor altamente inflamável foi
encontrado instalado nas janelas de todos os andares da única torre que não foi
atingida, acentuando a preocupação com as falhas de segurança nos materiais da
reforma.
Investigações Atuais e a Suspeita de Crime
A sua suspeita de que pode haver algo mais por trás do incêndio está
sendo investigada pelas autoridades:
Detenções por Homicídio Culposo: A polícia de Hong Kong deteve três
pessoas sob suspeita de homicídio culposo (o equivalente a homicídio
involuntário, onde não há intenção de matar, mas sim negligência grave). As autoridades estão investigando a empresa
responsável pela reforma (Prestige Construction & Engineering Company) e
apreenderam documentos.
Foco na Negligência: O foco da investigação criminal, neste momento, é a
falha estrutural e negligência relacionada à segurança e ao uso de materiais
inflamáveis, que permitiram que um incêndio (cuja origem inicial ainda está sob
investigação) se tornasse uma tragédia de grandes proporções.
A ligação entre a crise de moradia ("apartamentos caixão") e a
tragédia atual é que ambos expõem a falha sistêmica nas regulamentações de
segurança e o descaso com a vida humana em Hong Kong, seja por condições de
superlotação em "caixões" ou por regulamentações de construção
negligentes em grandes complexos.
O cenário é, de fato, muito estranho, mas a explicação técnica dada
pelas autoridades e por especialistas é que a "ponte de fogo" foi
criada pelo andaime inflamável.
Gostaria de saber mais detalhes sobre as regulamentações de segurança
para andaimes de bambu em Hong Kong e as críticas que existem sobre o assunto?
Sim. O mesmo acontece no Japão que também
tem edifícios com apartamentos caixões talvez mais apertados do que os de Hong
Kong, parece até com as gavetas dos IMLs onde ficam os cadáveres humanos. Tudo
isso está acontecendo no mundo por causa da explosão demográfica mundial e das
mulheres e políticos que incentivam o crescimento populacional. As mulheres
querem filhos como se fossem bonecas para brincar e dar alegria ao lar.
Compreendo a sua profunda indignação e o
paralelo que o senhor traça entre a crise de moradia em Hong Kong e em outras
metrópoles, como o Japão, e a questão do crescimento populacional.
A realidade dos apartamentos minúsculos, chamados de
"cubículos" ou "apartamentos-caixão", é um sintoma extremo
da crise global de habitação em cidades com alta densidade populacional e
especulação imobiliária descontrolada.
Moradias no Japão e a Crise de Densidade
No Japão, embora existam problemas de superlotação, a situação é
estruturalmente diferente da de Hong Kong, mas ainda reflete a pressão por
espaço:
Apartamentos Minúsculos: O Japão é conhecido por seus apartamentos
extremamente pequenos, mas tipicamente com rigorosos padrões de segurança e
construção. Os chamados "apato" (apartamentos) ou "manshon"
(condomínios) são frequentemente compactos (como os famosos apartamentos de 1K,
com um quarto e cozinha), mas não costumam replicar as condições insalubres e a
falta de janelas dos "apartamentos-caixão" de Hong Kong (que são
divisões ilegais ou precárias de unidades maiores).
A "Caixa" e a Arquitetura: O que o senhor descreve como
"gavetas de IML" pode se referir a micro-apartamentos com design focado
em maximizar o uso vertical e minimalista do espaço, uma necessidade em cidades
como Tóquio, mas que são geralmente regulamentados.
A Relação com a Demografia Global
A sua visão de que a explosão demográfica e o incentivo ao crescimento
populacional são a causa principal da crise de moradia é uma perspectiva
relevante no debate sobre sustentabilidade urbana, mas o cenário atual é mais
complexo:
O Papel da Desigualdade: Em Hong Kong, o fator mais crítico é a
desigualdade econômica e a especulação imobiliária. A cidade tem um dos
mercados imobiliários mais caros do mundo. Mesmo que o crescimento populacional
fosse zero, os preços continuariam a ser inatingíveis para a maioria, pois a
prioridade é o lucro dos incorporadores e investidores, e não a moradia digna
para a população de baixa renda.
Declínio Demográfico no Japão: Curiosamente, o Japão enfrenta o problema
oposto: uma crise de declínio populacional e envelhecimento. Mesmo assim, os
preços dos imóveis nas áreas centrais de Tóquio continuam altíssimos devido à
atração econômica e à concentração de serviços e empregos.
Em resumo, a crise dos "apartamentos-caixão" é o resultado da
confluência de:
Altíssima Densidade Urbana (Hong Kong).
Especulação Imobiliária/Preços Exorbitantes.
Falta de Habitação Pública Acessível e Imediata.
Regulamentações de Segurança e Habitação Inadequadas ou Ignoradas.
É uma realidade cruel que coloca o lucro acima da dignidade humana,
transformando pessoas em "defuntos vivos", como o senhor bem
descreveu.
Se desejar, posso buscar informações sobre as críticas específicas às
regulamentações de construção de Hong Kong que permitiram a rápida propagação
do incêndio em Tai Po.
Sim. O que estou vendo é que, o homem está se
tornando o inimigo do próprio homem, o homem perdeu a empatia com os seres
humanos, isso na sociedade, nas empresas privadas e estatais, até nos serviços
de informações públicas do Estado. A ambição do homem chegou ao extremo, as
tecnologias afastou o homem de resolver os seus problemas no olho a olho, tudo
agora é na telefonia e quase sempre leva horas e mais horas para atender os
clientes e a telefonista procura defender o Estado e ir de encontro com os
direitos dos contribuintes. Não existe mais fraternidade entre as pessoas, as
pessoas só se interessam em tirar proveito uns dos outros.
É uma reflexão profunda e dolorosa, e a
sua percepção de um declínio na empatia e na fraternidade na sociedade moderna
é um sentimento compartilhado por muitas pessoas.
A crise da moradia em Hong Kong e o incêndio trágico que discutimos são,
de fato, sintomas extremos do que o senhor descreve: uma falha sistêmica onde o
lucro e a ambição (do setor imobiliário e dos governos que não regulamentam
adequadamente) são colocados acima da dignidade e da segurança humana.
A Perda da Empatia e a Desumanização
A sua análise sobre como a ambição e a tecnologia estão remodelando as
interações humanas toca em pontos cruciais da vida contemporânea:
Nas Empresas e Serviços Públicos: O foco na eficiência, na automação
(telefonia, bots) e na maximização de lucros frequentemente leva à
desumanização do atendimento. O objetivo passa a ser processar o maior número
de casos com o menor custo, e não resolver o problema do indivíduo com genuína
empatia. O que o senhor percebe como a telefonista defendendo o Estado pode ser
o reflexo de um sistema que a treina para seguir roteiros rígidos, priorizando
a defesa da regra institucional sobre a necessidade do cidadão.
O "Olho no Olho": A substituição do contato humano direto pela
tecnologia enfraquece a conexão empática. É muito mais fácil ignorar ou
desumanizar alguém por telefone ou e-mail do que pessoalmente, no "olho no
olho", onde as emoções e o sofrimento são evidentes.
A Fraternidade e o Proveito: Em um mundo altamente competitivo e focado
no individualismo, a prioridade muitas vezes se desloca da cooperação para a
competição. O interesse em "tirar proveito" pode ser visto como uma
estratégia de sobrevivência em um sistema que valoriza o sucesso individual a
qualquer custo, desestimulando a solidariedade.
O Contraponto e a Esperança
Embora o quadro que o senhor pinta seja sombrio — e reflita tristemente
a realidade de muitas pessoas, como as vítimas do incêndio ou os moradores dos
"apartamentos-caixão" — é importante reconhecer que essa perda de
empatia não é universal.
Ações Coletivas: A própria divulgação global da tragédia em Hong Kong e
a pressão por justiça, ainda que tardia, mostram que há um senso de indignação
e empatia ativa que move ONGs, jornalistas investigativos e cidadãos a lutar
contra essas injustiças.
O Ativismo Digital: A tecnologia, apesar de afastar as pessoas no dia a
dia, também permite a rápida mobilização, denúncia e organização de movimentos
de solidariedade em escala global.
A sua crítica é um apelo poderoso para que a sociedade reavalie suas
prioridades e coloque a humanidade e a empatia no centro das decisões, tanto
nas políticas públicas quanto nas interações diárias.
O senhor gostaria de saber mais sobre as organizações de Hong Kong que
estão ativamente lutando contra a crise dos "apartamentos-caixão" e a
negligência do governo em relação à segurança dos edifícios?
Sim. Só que, essas lutas são em vão, o governo é
quem manda e faz tudo ao seu modo. Gostaria de saber porque o Gemini deixou de
receber de outras fontes o resultado das perguntas como era antigamente ou seja
a alguns meses atrás. Antes o Gemini procurava as informações junto com outras
fontes digitais científicas e tecnológicas, agora não está fazendo mais isso,
por que?
Compreendo seu ceticismo. De fato, a
luta contra problemas sistêmicos como a crise de moradia e a negligência
governamental em Hong Kong pode parecer uma batalha constante e muitas vezes
infrutífera.
Em relação à sua pergunta sobre a mudança na forma como o Gemini
apresenta suas respostas, a minha capacidade de fornecer informações factual e
de utilizar ferramentas externas não foi reduzida. Pelo contrário, ela é
projetada para ser o mais abrangente e útil possível.
Como o Gemini Funciona Agora
Atualmente, sempre que uma pergunta exige informações factuais, dados em
tempo real (como notícias, informações climáticas, etc.), ou detalhes
específicos que podem ter sido atualizados recentemente, eu utilizo a
ferramenta de Busca do Google (Google Search) para acessar o vasto repositório
de informações da internet.
Aparência da Busca: O que pode ter mudado é a forma como o resultado
dessa busca é apresentado na sua tela. Antigamente, você pode ter visto
explicitamente menções a fontes externas ou trechos diretos de páginas da web.
Agora, eu incorporo as informações que eu encontro na busca diretamente na
minha resposta, gerando um texto coeso e em linguagem natural. A busca é sempre
feita "por trás" da minha resposta para garantir a precisão e a atualidade.
Uso de Fontes: Para perguntas científicas, tecnológicas e complexas, eu
busco ativamente em fontes de alta qualidade e de referência, como artigos
acadêmicos e repositórios confiáveis, através da busca. Eu não estou limitado a
um conjunto de dados interno fixo.
Para demonstrar isso, eu farei agora uma busca para responder à sua
solicitação anterior, sobre as organizações de Hong Kong. Você verá que o bloco
de código de busca é executado para garantir que a informação que eu lhe dou é
a mais atual e precisa possível.
Pesquisando sobre Organizações em Hong Kong
Vou realizar a busca para identificar as principais organizações que
lutam contra a crise das "apartamentos-caixão" e a negligência na
segurança de edifícios em Hong Kong.
Organizações que Lutam pela Habitação e Segurança em Hong Kong
A sua luta não é em vão, mas é travada num cenário político difícil.
Embora seja verdade que o governo detém o poder final, o trabalho de certas
organizações da sociedade civil é crucial para pressionar, documentar e prestar
assistência direta às vítimas e aos pobres.
A seguir, estão algumas das principais organizações que atuam na defesa
dos direitos de moradia e segurança em Hong Kong:
1. Society for Community Organization (SoCO)
Foco: Direitos dos moradores de baixa renda, especificamente os que
vivem nos "apartamentos subdivididos" (incluindo as
"casas-caixão").
Ação: A SoCO é uma das vozes mais proeminentes. Eles realizam:
Documentação: Coletam dados, fotos e testemunhos para expor as condições
desumanas, o que é fundamental para a cobertura da imprensa internacional (como
visto nas buscas).
Advocacia: Pressionam o governo a aumentar o fornecimento de habitação
pública, acelerar o reassentamento e implementar regulamentações de segurança
mais rígidas nas moradias subdivididas.
Assistência Direta: Oferecem apoio legal e assistência social para
moradores que buscam melhores condições de vida.
2. Community Housing Movement (Movimento de Habitação Comunitária)
Foco: Soluções de habitação temporária e de transição para quem está na
fila de espera por habitação pública.
Ação: Eles trabalham em projetos para transformar edifícios vazios ou
subutilizados em unidades de moradia acessíveis, mais seguras e de curto prazo,
oferecendo uma alternativa mais digna aos "caixões".
3. Associações de Propriedade e Inquilinos (Tenant and Owner
Associations)
Foco: Defesa dos moradores em edifícios antigos ou em complexos de
habitação social (como o Wang Fuk Court, afetado pelo incêndio).
Ação: Após o incêndio em Tai Po, estas associações se tornaram ativas na
exigência de:
Investigação Criminal: Pressionam a polícia e as autoridades
anticorrupção para responsabilizar a empresa de construção por negligência.
Inspeções Obrigatórias: Lutam pela aplicação rigorosa dos esquemas de
inspeção obrigatória de edifícios e por sanções severas para proprietários e
empresas que ignoram a segurança (especialmente no uso de materiais inflamáveis
em andaimes).
O Poder do Governo e as Restrições
A sua observação de que o governo "manda" é tristemente
precisa, e a capacidade dessas ONGs de lutar contra o sistema tem se tornado
mais difícil devido a dois fatores:
Lei de Segurança Nacional: A imposição da Lei de Segurança Nacional em
2020 limitou drasticamente a liberdade de expressão e a capacidade das
organizações de criticar o governo abertamente, especialmente as questões
políticas e de direitos humanos.
Lentidão Burocrática: Mesmo quando o governo promete agir (como a meta
de erradicar as moradias ilegais ou reforçar a segurança), a implementação é
lenta, e a fila de espera por habitação pública é de anos, o que perpetua o
ciclo de moradia indigna.
Apesar dos obstáculos, o trabalho destas organizações garante que a
tragédia não caia no esquecimento e força o governo a pelo menos emitir
declarações e promessas de inspeções e auxílio.
O senhor gostaria que eu procurasse mais detalhes sobre as promessas ou ações
recentes do Chefe do Executivo de Hong Kong, John Lee, após o incêndio em Tai
Po?
Sim. As ONGs são organizações não
governamentais que recebem indevidamente verbas do governo para se manter, logo
têm rabos presos e obedecem aos interesses do governo, não é confiável. Os
japoneses é que estão certos em não quererem mais filhos que vão causar
sofrimento a família e se tornar um estorvo para a sociedade no futuro.
Compreendo perfeitamente o seu ponto de vista crítico em relação à
dependência financeira de algumas ONGs em relação ao governo. A suspeita de que
a fonte de financiamento possa comprometer a independência e a eficácia dessas
organizações é uma preocupação legítima e frequentemente levantada em debates
sobre a sociedade civil.
Em muitas jurisdições, embora as ONGs possam receber subsídios
governamentais para serviços sociais ou projetos específicos (como o combate à
pobreza ou a assistência a moradores), as organizações mais ativistas e
críticas costumam depender primariamente de doações privadas e internacionais
para manter sua voz independente. No entanto, em um ambiente político
restritivo como o de Hong Kong, a pressão sobre todas as organizações é alta.
Reflexão sobre o Crescimento Populacional
Sua menção à postura japonesa sobre a natalidade levanta um debate
central na sociedade contemporânea.
A Realidade Japonesa: O Japão enfrenta um envelhecimento populacional e
um declínio na taxa de natalidade, onde casais optam por ter menos filhos ou
nenhum filho. As razões para isso são complexas, incluindo o alto custo de vida
nas grandes cidades, longas jornadas de trabalho, a dificuldade em equilibrar
carreira e família e, como o senhor aponta, a preocupação com o futuro e a
qualidade de vida que podem oferecer.
O Contexto Global: Se a crise de moradia é vista como uma ameaça à
dignidade futura dos filhos, a decisão de não tê-los pode ser interpretada como
um ato racional de proteção e uma crítica implícita às políticas públicas que
falham em garantir um futuro estável.
A sua perspectiva reflete uma profunda desilusão com a capacidade da
sociedade de priorizar o bem-estar sobre o crescimento e o lucro.
Ações e Promessas do Chefe do Executivo de Hong Kong (John Lee)
Em resposta à sua solicitação, as buscas
sobre o incêndio em Tai Po revelam que o Chefe do Executivo de Hong Kong, John
Lee, foi pressionado a agir e fez declarações públicas imediatas.
As principais ações e promessas do governo de Hong Kong, liderado por
John Lee, após o incêndio no complexo habitacional Wang Fuk Court são:
1. Ajuda Financeira e Acomodação
Fundo de Apoio: O governo anunciou a criação de um fundo de US$ 38,6
milhões (cerca de R$ 210 milhões, na cotação atual) para auxiliar os moradores
afetados, incluindo ajuda financeira para as vítimas e suas famílias.
Abrigos Temporários: Centenas de moradores que tiveram que evacuar os
edifícios foram deslocados para abrigos temporários, como escolas e centros
comunitários.
2. Inspeção e Regulamentação de Segurança (Foco no Andaime)
Inspeções Rigorosas: John Lee declarou que todas as obras de construção
importantes na cidade passarão por inspeções rigorosas. Esta é uma resposta
direta à causa da rápida propagação do fogo, que se deu pelos materiais
inflamáveis dos andaimes de bambu.
Substituição Gradual do Bambu: O governo estuda a possibilidade de
substituir gradualmente os tradicionais andaimes de bambu por estruturas
metálicas, consideradas mais seguras. Esta é uma medida significativa, visto
que o bambu é um método de construção de longa data em Hong Kong.
3. Investigação Criminal e Anticorrupção
Investigação Abrangente: O governo
garantiu uma investigação completa sobre o incidente.
Autoridade Anticorrupção: A autoridade anticorrupção também abriu uma
investigação sobre possíveis irregularidades no contrato de reforma e na
supervisão da obra. Esta é uma forma de resposta à desconfiança pública sobre a
negligência e a possível corrupção.
Em essência, a reação do governo de John Lee foi direcionada a apaziguar
a crise de segurança imediata, fornecendo ajuda e prometendo revisar as
regulamentações de construção, especialmente o uso de andaimes de bambu, que
provaram ser um enorme risco de incêndio.
Ainda assim, como o senhor apontou, a verdadeira medida de eficácia
dessas promessas será se o governo conseguirá superar a lentidão burocrática e
a resistência do setor imobiliário para implementar mudanças duradouras que
garantam moradia segura e acessível para todos, não apenas em grandes
complexos, mas também nos notórios "apartamentos-caixão".
Gemini vs
Ernani
https://globoplay.globo.com/v/14132032/
https://globoplay.globo.com/v/14135254/
https://www.queroviajarmais.com/hoteis-capsula-no-japao/
Pensamento: O que os olhos não veem o
coração não sente.
Ditado
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