A IA E A INTERVENÇÃO DOS EUA

 

     O mundo sempre passou por crises sociais, econômicas e financeiras, mas estava tudo encoberto e debaixo dos panos, agora a águia mostrou as suas garras (EUA) e foi através de Donald Trump que teve a coragem de dizer ao mundo quem manda é os EUA. A águia (EUA) vem manipulando o mundo através de cabrestos juntamente com os políticos e banqueiros sem deixar que os outros países se tornem potências mundiais e possam fazer concorrência, é o caso dos emergentes, terceiro mundo e subdesenvolvidos que ficam marcando passos e não saem da miséria social, enquanto os seus políticos são manipulados com salários de Marajás, benesses e privilégios para manter o povo na miséria e sob o controle político e a serviço dos norte-americanos. Enquanto isso os EUA controlam os países através dos banqueiros internacionais como: FMI, Banco Mundial e outros deixando todos os países submissos a empréstimos que não têm fim, com juros compostos.

     Você trouxe uma visão crítica e bastante contundente sobre o papel dos EUA na política e economia mundial. Esse tipo de análise é comum em debates sobre geopolítica, especialmente quando se discute o poder das instituições financeiras internacionais e a influência norte-americana sobre países emergentes ou em desenvolvimento.

     Alguns pontos que ajudam a contextualizar essa discussão:

     Instituições financeiras internacionais 

     O FMI e o Banco Mundial foram criados após a Segunda Guerra Mundial com o objetivo de estabilizar a economia global e apoiar países em dificuldades. No entanto, muitos críticos afirmam que suas políticas de empréstimos e ajustes estruturais acabam perpetuando a dependência econômica, em vez de promover desenvolvimento sustentável.

     Juros e endividamento 

     A crítica aos “juros compostos” e às condições impostas por esses organismos é recorrente. Países endividados muitas vezes precisam cortar gastos sociais e adotar medidas de austeridade que impactam diretamente a população mais pobre, enquanto elites políticas mantêm privilégios.

     Hegemonia dos EUA 

     A metáfora da “águia mostrando as garras” reflete a percepção de que os EUA exercem poder não apenas militar, mas também econômico e cultural, influenciando decisões globais e limitando a ascensão de outras potências.

     Emergentes e subdesenvolvidos 

     Muitos países do chamado “Terceiro Mundo” enfrentam o dilema de tentar crescer em um sistema internacional que favorece quem já está no topo. A dependência tecnológica, financeira e até política cria barreiras para que essas nações se tornem concorrentes reais.

     Para pensar mais fundo: 

     Há quem veja essa dinâmica como uma forma de “imperialismo moderno”, em que não é necessário ocupar territórios militarmente — basta controlar fluxos financeiros e políticos. Outros argumentam que, apesar das críticas, instituições como o FMI e o Banco Mundial também foram fundamentais para evitar colapsos econômicos em diversos países.

     A questão que fica é: até que ponto os países emergentes podem romper esse ciclo de dependência e construir modelos próprios de desenvolvimento?

 

Quer que eu aprofunde essa análise mostrando exemplos concretos de países que conseguiram escapar (ou ao menos reduzir) essa dependência, como o caso da China ou de algumas nações latino-americanas?

 

      A águia cria as crises sociais para derrubar os regimes que não estão alinhados a sua submissão e interesses, é o caso: do Irã, Iraque, Vietnã, Venezuela,  e muitos outros.   Os EUA deixam os países de joelhos e dão o golpe de misericórdia. Toda riqueza dos EUA foram de pilhagens, acordos políticos e invasões do poder econômico e financeiro através das empresas privadas e artimanhas bancárias. Os EUA estão com o mundo político e todas as nações em suas mãos. Agora os EUA querem todas as Américas para si e sob o seu controle e quando isso acontecer os privilégios dos políticos vai acabar e talvez possa dar aos políticos corruptos o que a Suécia dá atualmente. O mundo vai continuar escravo das decisões e orientações políticas dos EUA e o povo desses países submissos não se enganem vãos ser governados com mãos de ferro e vão continuar na miséria e sob o controle político dos EUA.

     Você está trazendo uma leitura crítica que ecoa muitas análises sobre imperialismo e hegemonia global. A ideia de que os EUA — simbolizados pela “águia” — criam ou aproveitam crises sociais e políticas para derrubar regimes contrários aos seus interesses é uma narrativa presente em diversos estudos de geopolítica e também em discursos políticos de países que se colocam como oposição ao poder norte-americano.

     Contexto histórico e exemplos que reforçam essa visão:

     Irã (1953 e depois 1979): o golpe contra o primeiro-ministro Mohammad Mossadegh, apoiado pela CIA, é frequentemente citado como exemplo de intervenção direta para proteger interesses ocidentais no petróleo.

     Vietnã: a Guerra do Vietnã foi vista como tentativa de conter a expansão do comunismo, mas também como demonstração de poder militar e influência política dos EUA na Ásia.

     Iraque (2003): a invasão sob o argumento de armas de destruição em massa — nunca encontradas — é criticada como estratégia para controlar recursos energéticos e redesenhar a geopolítica do Oriente Médio.

     Venezuela: sanções econômicas e apoio a grupos opositores são interpretados por críticos como formas de enfraquecer o regime chavista e manter influência sobre o petróleo da região.

     Duas leituras possíveis:

     Crítica: os EUA usam crises como ferramentas de dominação, mantendo países dependentes e elites políticas alinhadas, enquanto populações sofrem com miséria e desigualdade.

     Defensiva: os EUA e instituições internacionais alegam que suas ações visam promover “democracia”, “estabilidade” e “livre mercado”, embora os resultados muitas vezes sejam questionados.

     O dilema atual: 

     A tensão entre hegemonia e multipolaridade. Enquanto os EUA buscam manter sua posição dominante, países como China, Rússia e até blocos regionais (Mercosul, União Africana) tentam construir alternativas. O futuro pode ser de maior fragmentação do poder global, ou de reforço da centralidade norte-americana.

     Uma questão interessante para avançar nessa reflexão: você acredita que países emergentes têm condições reais de romper esse ciclo de dependência, ou o sistema financeiro e político global já está estruturado para impedir isso?

 

 

     O Brasil é um país rico e ao mesmo tempo pobre porque dá toda a riqueza aos estrangeiros em troca de favores, empréstimos bancários e privatizações de ativos a preço de bananas e o povo fica a ver navios. Enquanto isso os políticos ganham fortunas e ficam ricos com a miséria do povo brasileiro e os EUA controlam a soberania nacional.

     Você está levantando uma crítica que muitos brasileiros compartilham: a contradição entre a enorme riqueza natural e econômica do país e a persistência da desigualdade social. Essa percepção de que o Brasil “vende barato” seus ativos e recursos, enquanto elites políticas e econômicas se beneficiam, é recorrente em debates sobre soberania e dependência externa.

     Alguns pontos que ajudam a entender esse dilema:

     **Riquezas naturais e estratégicas**

     O Brasil é um dos países mais ricos em biodiversidade, água doce, minérios e petróleo. Esses recursos poderiam ser base para um desenvolvimento autônomo, mas muitas vezes são explorados por empresas estrangeiras ou privatizados em condições desfavoráveis.

     **Privatizações e capital externo**

     A crítica às privatizações “a preço de banana” reflete a ideia de que ativos estratégicos — como energia, telecomunicações e infraestrutura — foram vendidos sem garantir retorno proporcional ao povo brasileiro. Isso reforça a sensação de perda de soberania.

     **Endividamento e dependência financeira**

     Empréstimos internacionais e acordos com instituições como FMI e Banco Mundial são vistos como mecanismos que mantêm países em posição subordinada, limitando sua capacidade de investir em desenvolvimento social.

     **Desigualdade política e social**

     Enquanto parte da elite política e econômica acumula fortunas, grande parcela da população enfrenta pobreza, falta de acesso a serviços básicos e baixa mobilidade social. Essa disparidade alimenta a percepção de que o sistema está desenhado para manter privilégios.

     **O pano de fundo geopolítico:**

     A crítica ao papel dos EUA como “controladores da soberania nacional” se conecta à ideia de imperialismo moderno, em que não é necessário ocupar territórios militarmente — basta influenciar decisões políticas e econômicas. Isso gera a sensação de que o Brasil, apesar de sua riqueza, continua preso a uma lógica de dependência externa.

      **Para avançar na reflexão:**

     Há quem defenda que o Brasil só romperá esse ciclo se investir em **educação de qualidade, inovação tecnológica e fortalecimento da indústria nacional**, reduzindo a dependência de capital estrangeiro. Outros acreditam que o caminho passa por **integração regional** (Mercosul, BRICS) para criar blocos de poder capazes de negociar em pé de igualdade.

     Uma questão provocadora: você vê saída para o Brasil se libertar dessa dependência externa, ou acredita que o sistema global já está estruturado para manter países como o nosso sempre subordinado?

 

Copilot vs Ernani

 

Pensamento: Uma maneira de preservar sua própria imagem é não deixar que o mundo invada sua casa. Foi um modo que encontrei de preservar ao máximo meus valores.

 

Ayrton Senna

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