Plano de Carreiras, Cargos e Salários (PCCS)

 

     Estou denunciando o Governo Federal e o STF pela usurpação do PCCS do funcionalismo federal através de um ministro do STF que bloqueou um direito inalienável dos servidores públicos referente aos seus salários que a Constituição Federal do Brasil garante no Art. 5º - XXXVI -  a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada; os que se referem a salários são intocáveis. Infelizmente, um ministro do STF impediu que os funcionários recebessem o PCCS dos últimos dez anos restantes.

     Na época, os advogados do SINDSPREV impetraram um processo para aquisição do PCCS e que, ganhou contra o governo, para que os servidores públicos adquirissem o direito ao PCCS que foi avalizado por um juiz que autorizou o pagamento total e imediato dos valores do PCCS que deveriam ser pagos através de precatórios, mas o governo federal achou por bem, pagar ao funcionalismo em parcelas e ao seu bel prazer, incorrendo em erros e numa prática arbitrária contra uma autorização jurídica e ferindo a Constituição Federal.  

 

     Foi aprovado o PCCS, instituído pela Lei 11.355/2006, antiga medida provisória 301/04. Na folha de pagamento de 2007 foram pagos integralmente os valores referentes à implantação do PCCS do período de maio de 2002 a dezembro de 2003.

 

     Foi apresentada a execução desmembrada em grupos de 10 autores de maneira irregular, referente ao período de janeiro/1988 a agosto/1992. Em 11 de maio de 2011 o funcionalismo recebeu outra pequena parcela referente ao período de janeiro de 1988 a agosto de 1992 pelos precatórios expedidos.

 

     O funcionalismo ainda não recebeu o período de setembro/1992 a abril/2002, ninguém sabe quando vai receber.

 

     Há mais de vinte anos que os funcionários públicos ativos e inativos vêm reivindicando o PCCS, e só conseguiu através da justiça, que autorizou o pagamento imediato, mas, o Governo Federal não acatou a ordem jurídica e vem pagando em pedaços como se fosse um crediário e assim mesmo, passou um calote nos últimos 10 anos das parcelas.

 

     Essas parcelas ao longo do tempo vão ficando mais defasadas, e quando o funcionário recebe não dá para nada, o governo não respeita a decisão do judiciário e quem perde com isso é o funcionário público federal. Se o PCCS tivesse sido pago de uma só vez, como a justiça autorizou, os funcionários poderiam realizar os seus sonhos.

 

     O pior disso tudo é que, ninguém sabe como é feito esse cálculo pelo SINDSPREV, Ministério da Saúde e órgãos federais, é uma incógnita; mais misterioso é o pagamento dessas pequenas parcelas que não dá para realizar os sonhos do funcionalismo público, porque não sai em contracheques e nem, em folha de pagamento suplementar, são verdadeiras verbas fantasmas, são depositados na rede bancária nos conta correntes dos funcionários que só vão tomar conhecimento do valor a receber quando retira o comprovante do caixa eletrônico.

 

     Os funcionários só tomam conhecimento da parcela a receber do PCCS através de carta aviso enviada para a residência, mas, sem nenhum valor especificado.

 

     Todo esse procedimento é irregular e deixa margem para usurpar a verba e os direitos do funcionalismo, sabe-se que têm dinheiro no banco, mas, não sabe quanto está depositado e nem é apresentado nenhum documento que comprove a retirada dessa verba. Tudo muito obscuro e o funcionalismo mordem a isca. Alguém se locupletou com essas verbas dos precatórios e dos direitos e garantias dos servidores públicos federais e ainda, desobedeceu a uma ordem do judiciário e também, foi de encontro com a Lei Constitucional do país. Esse é o verdadeiro país do faz de conta, da impunidade, da corrupção, e da usurpação dos direitos e das leis fundamentais contra os mais fracos em favor dos mais fortes.

     Por direito, quero o meu dinheiro com juros e correção monetária, que foi confiscado e bloqueado por gente incapaz e desonesto que usufruiu de suas altas funções para usurpar os direitos dos servidores públicos federal. Passaram um calote federal nas últimas parcelas (10 anos) do PCCS e os funcionários ficaram a ver navios. A própria justiça nesse país é injusta e arbitrária, (STF).

 

Ernani Serra

 

https://www.youtube.com/watch?v=TYTg4P9wmEE

 

https://www.google.com/search?q=PCCS+-+YOUTUBE&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=PCCS+-+YOUTUBE&aqs=chrome..69i57j0i22i30.8080j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: Quem dá aos pobres empresta a Deus. Quem tira dos pobres empresta ao diabo.

 

Ernani Serra

 

 

 

                          


DIA DA INDEPENDÊNCIA



     Esse foi o filme que me inspirou a fazer essa crônica (Independence Day) é um filme de ficção e ação que relata a invasão alienígena no planeta Terra.

     O presidente dos EUA no filme recebeu por telepatia alienígena uma visão que declarou aos seus militares que os alienígenas são povos que vivem a conquistar os planetas das galáxias cada vez que o seu planeta fica destruído e passam a procura de outro planeta para fazer o mesmo no futuro (como os vírus fazem). Então cheguei a conclusão que nós é que somos os verdadeiros alienígenas do espaço sideral, só que, estamos destruindo o nosso planeta, na esperança, de um dia possamos ir para outro planeta para poluir e destruir. Só que nós estamos no devaneio de um dia conseguir condições ideais para se mudar para outro planeta, não se iludam porque somos únicos nessa galáxia Via Láctea e se houver outros seres vivos inteligentes estão a milhares ou milhões de anos luzes, portanto eles nunca vão chegar aqui e nem nós vamos até eles.

     Homem atual chamado de humanidade não passa de um ciborgue bem aperfeiçoado com átomos e células que agem no comando central (cérebro) através de associações de ideias que as transformam em suas próprias ideias, só que, em sua maioria de pensamentos e ideias natas, eles as usam para o mal, o homem é um ciborgue militar que as vezes constrói e por vezes destroem a natureza e a si próprio sem saber.

     O ser humano está atualmente num labirinto mas não sabe ao certo o local da saída. Como um militar nato está apelando para uma guerra biológica (Pandemia) enquanto existem inúmeras saídas humanitárias que não precisa sacrificar vidas humanas como: A conscientização mundial de que as pessoas não devem procriar por dez ou vinte anos, ou então, usar os anticoncepcionais em escala mundial, mostrando ao mundo que é melhor ter uma vida livre e prazerosa do que viver escrava de filhos; Aplicar sanções com impostos altos para quem procriar, com isso, baixaria a explosão demográfica mundial. Com uma população razoavelmente aceita na natureza não era preciso mais fazer desmatamento e nem incendiar as florestas e o homem iria viver em ressonância com a natureza. É isso que o mundo precisa viver em harmonia com a natureza. Em vez de destruir a natureza porque o homem não vai construir ou sanar o que vem fazendo com a natureza, por exemplo: Limpar: os rios mundialmente, os mares e oceanos, aplicar multas altas as indústrias que não colocarem filtros ou estarem trabalhando com combustíveis fósseis, etc. Temos meios para limpar o ar, as águas, e a terra e ficar de bem com a natureza. O homem é capaz de aplicar bilhões de dólares em construções faraônicas mais não é capaz de gastar um centavo com o meio ambiente que representa a sua vida.

     Temos uma população mundial que consomem e poluem como uma praga ou nuvem de gafanhotos.

     O homem se torna mais perigoso quando está com medo e foi o medo que fez o homem optar pelas guerras e pela destruição em massa. O homem é egoísta e egocêntrico, só pensa no seu próprio bem estar, é aí que está a sua própria destruição. Se o homem não tomar novos rumos não vão chegar ao ano de 2100. A própria natureza que o homem destruiu vai destruir o seu algoz.

 

Ernani Serra

 

https://www.oei.es/historico/divulgacioncientifica/reportajes_183.htm

 

https://www.google.com/search?q=intelig%C3%AAncia+artificial+youtube&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=intelig%C3%AAncia+artificial+youtube&aqs=chrome..69i57j0i22i30l7.11848j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: O homem não confia em ninguém e muito menos nele próprio. O homem pensa que é um gigante mais na verdade é um micro dos micros. 

 

Ernani Serra

 

                                                                               


MATRIX

    

     Tirei esta oração de um dos agentes do filme Matrix que disse o seguinte:

     Gostaria de lhe contar uma revelação que tive... Durante o meu tempo aqui.   Ela ocorreu quando tentava classificar sua espécie... Descobri que vocês não são realmente mamíferos.

     Todo mamífero deste planeta... Instintivamente desenvolvem um equilíbrio natural com o meio ambiente... Mas os humanos não. Vocês vão para uma área e se multiplicam... E se multiplicam até que todas as reservas naturais sejam consumidas. A única forma de sobreviverem é mudando para outra área. Há outro organismo neste planeta... Que segue o mesmo padrão. Sabe o que é... Um vírus. Os seres humanos são um mal, um câncer neste planeta, vocês são uma praga. E nós somos a cura. Matrix.

     Esta oração define muito bem o que é o homem neste planeta que está sendo exterminado pela sua insanidade e incapacidade de prever o futuro.

     O homem está proliferando como um vírus ou um câncer e deixando a Terra sem espaço para sua própria sobrevivência, está como uma nuvem de gafanhotos a devorar toda a colheita sem deixar nada. O homem está tão imbecilizado que está devastando todas as florestas do mundo e criando áreas desertas e estéreis. O homem está indo contra a natureza no seu ego monstruoso e no futuro, é a escassez e a morte. A inteligência artificial vai levar o homem a decadência social e a autodestruição da humanidade.

     Está difícil conter a explosão demográfica mundial e o homem não tem outra opção se não de morrer aqui. Ele gostaria que tivesse outro lugar (planeta) para poluir e proliferar como um ser viral ou cancerígeno, mais não tem, graças a Deus! Só tem uma opção, ficar e salvar o planeta da UTI para que o planeta salve o homem.

 

Ernani Serra

 

https://www.tudocelular.com/curiosidade/noticias/n161779/matrix-4-nao-tera-lawrence-fishburne-papel-de-morpheus.html

 

https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=matrix-ou-skynet-programas-vao-se-programar-sozinhos&id=010150180523#.X6oPrEVKhaQ

 

http://www.vibreleve.com/blog/2013/09/14/o-que-e-a-vida-afinal-saia-da-matrix/

 

Pensamento: O futuro não tem certificado de garantia.

 

Ernani Serra

 

                                 



5G – apartheid      


     Essa nova radiação 5G é uma enganação ao povo em geral, foi inventada para facilitar o poder econômico do país que está adotando, interfere e beneficia diretamente a indústria, comércio e residências. As pessoas estão fascinadas pela sua rapidez e na tecnologia de primeiro mundo, em compensação vai haver milhares de antenas para manter esse serviço e mais radiação de maneira direta nas pessoas.

     A 5G veio para facilitar as exportações e importações, como também para dar um falso progresso na economia e finanças do Estado e das pessoas ricas (poder econômico); o povo em geral apenas vai pegar uma carona nesse sistema através dos novos aparelhos celulares que vão comprar para seus passatempos nas redes sociais e de pesquisas.

     O Brasil que já está sob o comando internacional esse novo sistema vai favorecer esses megalomaníacos e as multinacionais facilitando tudo, inclusive a escravidão trabalhista que já está em uso através das leis austeras que foram implantadas em benefício do poder econômico. Esse governo atual vem governando para os poderosos da economia nacional e internacional e esmagando com leis austeras o povo frágil e sem nenhuma defesa.

     A China que inventou esse sistema 5G tem a aparência de um país muito desenvolvido mais por trás desses refletores têm uma grande miséria social.

     Agora vão implantar no Brasil a 5G para facilitar a vida de uma economia internacional, enquanto isso, esse mesmo 5G vai devastar todo o sistema trabalhista nacional com cortes drásticos no quadro de pessoal e a miséria vai campear com os desempregos em massa que vão substituir por robôs, (inteligência artificial) e profissões que vão desaparecer com esse novo sistema do 5G.

     O mundo vai ter duas classes as dos ricos e as dos miseráveis e ao mesmo tempo, essas novas tecnologias que estão descobrindo vão levar a humanidade a falência e a morte. Não vai só desaparecer no futuro as profissões, mas todo o sistema vai ruir. Por algum tempo a classe abastada vai viver à custa dos miseráveis trabalhadores, mas no futuro sem essa classe trabalhadora e só com os robôs e toda tecnologia cibernética, ciborgues, automatizações e inteligência artificial, o homem está a caminho da autodestruição.  Isso não é progresso nem desenvolvimento é suicídio coletivo. O homem só pensa em coletar dinheiro através dessas novas tecnologias suicidas, enquanto isso se esquece de despoluir os rios, os mares, o ar, a terra e de proteger todos os ecossistemas do meio ambiente, como também, de controlar a explosão demográfica mundial e dar ao seu povo melhores dias com salários e vidas dignas. O homem é o carrasco do próprio homem.

     Veja o Brasil um país cheio de miseráveis e trabalhadores sem empregos, comércio nacional falido, todos vivendo numa situação caótica, o governo se acha que deve modernizar os sistemas políticos e econômicos com o 5G, quando deveria estar preocupado com a crise social do país e promovendo leis que desenvolvesse e desse progresso e bem estar ao povo brasileiro. O G5 é sinônimo de apartheid social e econômico-político; veio para escravizar os trabalhadores com salários de fome, miséria social e entregar o povo a governança internacional dos banqueiros e as multinacionais.

 

Ernani Serra

 

https://globoplay.globo.com/v/8969034/

 

https://noomis.febraban.org.br/temas/infraestrutura/o-que-e-a-tecnologia-5g

 

https://investnews.com.br/geral/entenda-a-disputa-pelo-5g-na-inovacao-nos-negocios-e-na-geopolitica/

 

https://incrivel.club/inspiracao-gente/o-fotografo-kim-kyung-hoon-mostrou-o-tamanho-do-abismo-entre-a-vida-dos-ricos-e-pobres-na-china-370360/

 

https://www.google.com/search?q=PR%C3%93S+E+CONTRAS+DO+5+G&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=PR%C3%93S+E+CONTRAS+DO+5+G&aqs=chrome..69i57j0i13.10806j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: A tecnologia, a sapiência e a corrupção cegou o homem. 

 

Ernani Serra

 

 

 

                                 








EUA vs AMAZONAS


     

     O Amazonas sempre foi cobiçado pelas potências do primeiro mundo principalmente os EUA que já dizia que essa região pertencia aos norte-americanos.

     Coincidiu que ambos foram eleitos no mesmo período em que, Donald Trump e Jair Bolsonaro que se dizem bons amigos fizeram um trato para entregar de uma vez por todas o território do Amazonas.

     Com as árvores de pé era impossível à invasão naquela região e que, ia constranger muita gente, e possivelmente ia haver protestos e movimentos contrários ao invasor.

     Acharam por bem, criar uma conspiração dos EUA contra o Brasil com relação ao território do Amazonas e chegaram a bom termo de aproveitar de uma situação ecológico-climática para realizar o Dia do Fogo com o aval do presidente Jair Bolsonaro e as FFAA.

     Agora vai se concretizar o desejo dos EUA de ficar proprietário das riquezas do Amazonas, já que esse território está em cinzas pronto para a economia norte-americana (as multinacionais das mineradoras) entrarem e começarem como tatus a escavarem e deixar imensas crateras no solo amazonense.

     Os EUA não querem o território do Amazonas e sim, todas as riquezas que nela existirem. Não importa para o invasor o genocídio indígena ou dos ribeirinhos e muito menos a mortandade da fauna e flora amazonense.

     Os EUA já é proprietário de quase toda a economia nacional através do comércio e indústria e também, da maioria do patrimônio nacional, ou seja, os ativos das estatais que ainda vão continuar a serem leiloados e privatizados em favor das multinacionais norte-americanas. Estamos sob a intervenção dos EUA e também, sob o comando do FMI que tomou de assalto a soberania nacional e estão no comando dando ordens ao ministro Paulo Guedes como devem fazer para destruir o povo brasileiro com leis austeras e privatizações estatais.       O presidente Jair Bolsonaro está como marionete do ministro Paulo Guedes e do FMI que está controlando tudo e todos no Brasil. Estamos sob intervenção econômica e financeira dos EUA.

     O presidente Jair Bolsonaro prefere destruir o patrimônio nacional e perder a soberania do Brasil para as multinacionais que estão tomando todas as riquezas do país, mas não deixa de pagar os juros compostos do FMI dando um calote, isso nunca vai fazer, o Brasil pode se explodir e implodir, mas não vai contra os EUA. A América do Norte e o seu povo em primeiro lugar. O Brasil é um país tupiniquim que só tem tamanho e imbecilidade nunca vai ser um gigante brasileiro e uma grande potência internacional. Enquanto tivermos políticos entreguistas jamais seremos livres e sim, sempre escravos.

 

Ernani Serra

 

https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2020/08/25/bolsonaro-insistiu-no-convite-para-que-os-eua-venham-explorar-a-amazonia.htm

 

https://www.megacurioso.com.br/teorias-da-conspiracao/85434-afinal-e-verdade-que-parte-da-amazonia-pertence-aos-estados-unidos.htm

 

https://www.cartacapital.com.br/opiniao/nos-delirios-de-jair-bolsonaro-a-amazonia-tem-dono-donald-trump/

 

Pensamento: Quem ama outros países não merece o país que tem.

 

Ernani Serra

 

 

             


Pátria Queimada Brasil


     Política incendiária do governo ameaça futuro do país.

por Greenpeace Brasil

 

     Após erguer estátua de “Bolsonero” em área devastada no Pantanal, ativistas do Greenpeace escrevem mensagem “Pátria Queimada Brasil” para revelar o absoluto descaso do governo federal com a proteção do patrimônio ambiental do país.

     Ativistas do Greenpeace Brasil estiveram em uma enorme área devastada pelas queimadas no Pantanal para protestar contra uma das piores crises ambientais da história do país, resultado de uma mistura explosiva de secas severas e absoluto descaso do poder público com a proteção do patrimônio ambiental dos brasileiros. A mensagem, uma clara referência ao slogan do governo federal, complementa a estátua de “Bolsonero”, que “surgiu” no Pantanal e começou a circular nas redes sociais um dia antes. 

     “Com essas ações não queremos chamar atenção apenas para a destruição sem precedentes do patrimônio ambiental dos brasileiros, mas apontar as causas e seus responsáveis. O Brasil está literalmente em chamas graças à política incendiária do atual governo que, em vez de apresentar ações coordenadas e efetivas de proteção ao meio ambiente e à vida das pessoas, segue tocando a melodia desvairada do seu projeto de destruição, ameaçando e queimando a biodiversidade brasileira e fragilizando a já combalida economia do país”, afirma Tica Minami, diretora de programas do Greenpeace Brasil.  

     “Ao desdenhar o meio ambiente, é como se o governo Bolsonaro queimasse uma marca extremamente valiosa chamada Brasil – investidores, empresários, banqueiros, chefes de Estado e entidades nacionais e estrangeiras já advertiram que devem retirar investimentos do país por não quererem estar associados a prática de crimes ambientais”.

     Enquanto os incêndios avançam sobre os biomas brasileiros, o país queima também sua imagem e prejudica a economia. © Christian Braga / Greenpeace

     No Pantanal, maior planície interior inundável do mundo, o fogo já atingiu 26% do bioma, uma área maior que o estado de Alagoas, sendo que 2020 foi ano em que o bioma mais queimou desde que os focos de calor começaram a ser monitorados, em 1998. No Cerrado, a savana mais biodiversa do mundo, até o momento já foram registrados mais de 54 mil focos de calor este ano e, na Amazônia, bioma que forma os rios voadores, o mês de setembro registrou um aumento de 60,6% nos focos de calor em comparação com o mesmo período do ano passado. Apesar do negacionismo do governo, imagens de satélite comprovam que mais da metade dos focos de incêndio na Amazônia ocorrem em terrenos de desmate recente ou áreas de floresta, não em áreas que já eram usadas pela agropecuária.

     A gravidade da situação é resultado, sobretudo, do projeto de terra arrasada conduzido pelo governo Bolsonaro em 21 meses de mandato. Trata-se do desmonte sistemático das estruturas e políticas públicas que promovem a proteção ambiental, somada a ausência premeditada de plano, meta ou orçamento capazes de proteger, de forma concreta, as riquezas naturais do Brasil – conforme diversos levantamentos realizados por servidores, Ministério Público Federal e sociedade civil.

     A proteção das Unidades de Conservação, assim como investimentos em fiscalização e treinamento de brigadistas locais, deveriam ser prioridade neste momento de crise. No entanto, o governo federal cortou 58% da verba direcionada para a contratação de pessoal para prevenção e combate a incêndios florestais em 2020. Esse orçamento caiu de R$ 23,78 milhões em 2019 para apenas R$ 9,99 milhões neste ano. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) só gastou 0,4% dos recursos  para ações diretas e já prevê cortes no orçamento para 2021

     O bom funcionamento da economia depende da conservação da natureza. Os ecossistemas naturais e sua biodiversidade prestam serviços ambientais à sociedade que tornam diversas atividades econômicas viáveis, como por exemplo a produção de alimentos, acesso à água e qualidade do ar.

Por outro lado, o fogo e as mudanças climáticas alteram os ecossistemas de maneira que a biodiversidade, muitas vezes, não consegue se adaptar. Em equilíbrio, a biodiversidade mantém a natureza saudável e funciona como um escudo para evitar a ocorrência de doenças e pandemias. Em vez disso, as fumaças das queimadas na Amazônia e no Pantanal já chegaram a diversas cidades como Cuiabá, Manaus e Rio Branco, e podem aumentar ainda mais o risco de doenças respiratórias em um momento em que o país ainda enfrenta a pandemia da Covid-19. 

     Quem ama o Brasil, cuida.

     Como Presidente da República, Bolsonaro pode e deve agir para combater as graves crises ambientais e de saúde que assolam o país. © Greenpeace.

     Como Presidente da República, Bolsonaro pode e deve agir para combater as graves crises ambientais e de saúde que assolam o país. Em vez de negar as evidências e ignorar sua responsabilidade, o governo federal deve comandar e coordenar esforços de combate às queimadas e à devastação ambiental, assim como deveria ter agido para proteger a população da pandemia da Covid-19, mas não o fez. O governo federal precisa reconhecer a gravidade da crise ambiental e climática em vez de fechar os olhos para os problemas e usar dados falsos para confundir a população.

     O Poder Executivo deve reverter imediatamente o desmonte da governança e das estruturas responsáveis pela proteção ambiental no país, fortalecendo os órgãos de fiscalização e controle, fazendo bom uso do orçamento para fiscalização em campo, valorizando a ciência e os dados produzidos pela comunidade científica para informar políticas públicas que combatam o desmatamento e os crimes ambientais, e protejam a sociedade.

     “Quem ama o Brasil, cuida. É por amor ao país que, indígenas ONGs, voluntários, banqueiros e empresários estão se organizando para proteger o maior patrimônio dos brasileiros: nossas riquezas naturais”, completa Tica. 

     Há 28 anos, o Greenpeace Brasil defende a vida e o patrimônio ambiental dos brasileiros. Temos denunciado incansavelmente a política antiambiental atual, cujos resultados políticos não respeitam fronteiras e têm impacto direto na natureza. Na Amazônia, seguimos investigando, expondo e denunciando os crimes contra a floresta, bem como seus responsáveis. No Pantanal, estamos expondo os impactos no bioma e apoiando pontualmente as populações locais afetadas com doação de materiais anti-incêndio e cestas básicas, entre outras iniciativas. 

     Não podemos e não vamos assistir calados ao nosso patrimônio natural virar cinzas. 

    

Comentário:

 

     Bolsonaro, Mourão, Paulo Guedes, Ricardo Telles, têm que ser condenados esses quatro porque rezam na mesma cartilha, são farinhas do mesmo saco, deveria estar sendo julgado pela Corte Internacional de Haia pelos crimes de genocídio contra os índios que vão morrer de fome e sede por causa dos rios envenenados pelo mercúrio e a floresta em cinzas e desmatadas. Contra a contaminação generalizada do COVID-19 que foi negligenciado pelo atual governo que queria que a população morresse em 70%. Pelo desmonte dos órgãos do meio ambiente e demora em combater o fogo, uma política de faz de conta. Pelo crime contra a fauna e a flora exterminando vários biomas. Tudo para beneficiar os poderosos do poder econômico e financeiro dos EUA.

     Faz-se necessário um boicote em todas as exportações mundiais do Brasil para punir o estrago que esse governo vem fazendo com o apoio das Forças Armadas que concordam em número, gênero e grau com os desmandos e crimes contra o país. Obrigar esse governo a reflorestar todas as áreas que foram queimadas e alimentar os animais silvestres que estão a morrer de fome e sede; ou então, uma penalidade que impeça por cem anos ou mais, do governo brasileiro de usar as áreas queimadas e desmatadas para serem usadas em quaisquer benefícios civis ou públicos de modo lucrativo como: agropecuária, agronegócio, investimentos de mineração, grilagem, garimpos, construções civis etc.

     Agora vem uma ministra e o próprio Jair Messias Bolsonaro falar de gado bombeiro tudo para justificar os incêndios criminosos e garantir as áreas queimadas para o uso da agropecuária, dizendo eles que: Onde há pecuária não existe incêndios, claro que não vai haver mais incêndios naquelas áreas que já foram incineradas pelo fogo, a vegetação vai ser rasteira e usada pelo gado. Nunca mais vamos ver uma árvore centenária como foram derrubadas pelos madeireiros, talvez a duzentos ou mil anos, isso é, se ainda existir florestas.   Tudo que está acontecendo no meio ambiente de ruim é por causa da ambição de adquirir divisas para os cofres do país e também, para pagar a dívida externa com juros compostos ao FMI. Estamos alimentando e matando a fome dos países estrangeiros na razão inversa das necessidades dos brasileiros, aqui estão aumentando a fome e a miséria social. Em vez, de exportarmos os excedentes para o exterior estamos exportando toda a safra e de melhor qualidade para os gringos e chineses.

     O presidente Jair Bolsonaro vai ficar na História do Brasil como o presidente mais execrado de todos pelas suas más ações contra o povo e contra o meio ambiente.

     É preciso conter o avanço populacional (explosão demográfica) de maneira racional e usando os meios científicos. Todas as crises e males que a população mundial vem sofrendo são pela causa da explosão demográfica.

 

Ernani Serra

 

https://www.facebook.com/ernani.serra.50/videos/668115220756270

 

https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2020/10/07/setembro-foi-o-mes-mais-quente-do-mundo-na-historia-aponta-estudo-europeu.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral&fbclid=IwAR1nNCxfoFds1KZoGX1RqCgH9V-hEvTIbr5JpCTKEQ8dwXAioA-bbvzf5cY

 

https://www.facebook.com/ernani.serra.50/videos/667502754150850

 

Pensamento: Têm duas maneiras de pensar: Os inteligentes e os imbecis.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

                



INDÍGENAS NO XINGU PARAENSE DENUNCIAM INVASÃO DE TERRAS E QUEIMADAS 

 

     Territórios registram altos números de focos de calor em setembro, após área desmatada mais que o dobro em 2019. Com presença crescente, invasores apostam na regularização, inclusive loteando áreas dentro das reservas.

     Das cinco terras indígenas (TIs) que mais queimaram em setembro no Pará, quatro estão na bacia do rio Xingu, somando 83% dos focos de calor nesse tipo de área no estado. As TIs Kayapó (do povo mebêngôkre kayapó), Apyterewa (dos parakanã), Cachoeira Seca (dos arara) e Trincheira Bacajá (dos xikrin) têm também altos índices de desmatamento: em 2019, estavam nas primeiras posições, em toda a Amazônia.

     O grande número de queimadas deste ano acompanha o aumento exponencial do desmatamento em 2019, quando a área de floresta derrubada nas quatro terras indígenas mais que dobrou em relação ao ano anterior. O fogo completa, assim, o ciclo do desmatamento, iniciado com a retirada da floresta.

     Os dados de desmatamento e queimadas nesses territórios tradicionais e os relatos dos indígenas indicam uma relação entre o aumento da presença de invasores com um aumento da retirada de mata e focos de fogo, que ameaçam os povos indígenas do Xingu.

     Veja o mapa interativo do InfoAmazonia

     Mais de 60% dos focos de calor registrados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em terras indígenas localizadas no Pará, entre 1o e 30 de setembro, foram na TI Kayapó, que tem 3,2 milhões de hectares.

     Segundo Bhepnhoti Athydjare Kayapó, da Associação Floresta Protegida, as queimadas que invadem o território vêm principalmente de fazendas de gado do lado de fora. "O fogo entra e começa a se alastrar onde é mata fechada, não tem como ninguém apagar esse fogo. Agora tá começando a chover, aí tá diminuindo”, conta o Kayapó.

     Dentro da TI Kayapó, há ainda focos próximos de áreas de garimpo, não pela atividade mineradora em si, mas por serem locais que passam a ser desmatados, povoados pelos garimpeiros, que por vezes se utilizam do fogo no entorno de seus acampamentos.

     Apyterewa tem alta densidade de focos.

Nos últimos sete dias, entre 24 e 30 de setembro, é a TI Apyterewa, de 773 mil hectares, que ocupa o topo dos casos de fogo (46,8% do total em TIs do estado, no período). Os maiores causadores das queimadas são invasores, principalmente pecuaristas, que provocam uma série de danos ao território.

     Nos últimos sete dias, entre 24 e 30 de setembro, é a TI Apyterewa, de 773 mil hectares, que ocupa o topo dos casos de fogo (46,8% do total em TIs do estado, no período). Os maiores causadores das queimadas são invasores, principalmente pecuaristas, que provocam uma série de danos ao território.

     "Queimada, tem muito. Garimpo tem muito. Invasor novo tem demais também. Tão derrubando e queimando a floresta”, relata a liderança Temekwaryyma Parakanã, da aldeia Xaytata.

     As aldeias da Apyterewa ficam na beira do rio Xingu, no igarapé Bom Jardim e na área do Paredão. Os parakanã têm plena posse de apenas 20% da terra indígena. Na maior parte do território, estão invasores que instalam vilas, grilam terras, retiram madeira, abrem lavras ilegais de garimpo e áreas de pastagem para gado.

     Entre os invasores, há também colonos usados por fazendeiros e madeireiros para ampliar a apropriação não indígena do território. "As pessoas que tão lá, tão loteando a TI Apyterewa. Há muito tempo, a luta é pra que tenha a desintrusão da TI”, diz o indígena Xokarowara Parakanã.

     A desintrusão da Apyterewa, que significa a retirada de não indígenas, era uma das condicionantes para a instalação da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. Além do afastamento dos invasores não ter sido cumprido, a ameaça ao território é reforçada por decisões como a tomada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que abriu possibilidade para uma ‘conciliação' entre a União e invasores que contestam a demarcação da terra.

     Enfrentando diversos conflitos, a TI Trincheira Bacajá, com 1,6 milhão de hectares, tem invasores em três áreas principais: uma no município de Pacajá, outra ao lado da TI Apyterewa e outra perto da TI Ituna-Itatá (terra indígena mais desmatada na Amazônia em 2019). As invasões na Trincheira Bacajá envolvem casos de grilagem e revenda de terra, além da presença de fazendas de gado e produções agrícolas, como de cacau.

     "Nossa aldeia é pertinho dos invasores. Já desmataram muito. E nós ficamos vendo fogo e fumaça perto de nós”, conta Bekoro Xikrin, da aldeia Kenkro.

     "São os invasores que tão tocando fogo na floresta. Porque, nós, indígenas, a gente controla. A nossa roça, a gente controla. Na hora de tocar fogo, a gente faz um aceiro, fica controlando pro fogo não passar pra floresta. A gente controla. Agora, eles, não. Tão tocando fogo aí adoidado. São os invasores que tão tocando fogo”, reitera Bebere Bemarai Xikrin, presidente da Associação Instituto Bepotire Xikrin.

     Segundo os xikrin, invasores já foram retirados da TI pelos próprios indígenas, pelos órgãos públicos em ocasiões anteriores, mas eles sempre voltam. Há uma base no território, instalada pela Norte Energia, também como condicionante de Belo Monte, mas sem a presença de agentes da lei, apenas com vigilantes contratados, que, no máximo, registram o que ocorre. Ultimamente, por conta da pandemia do novo coronavírus e de ameaças sofridas, os xikrin têm evitado ir a essas áreas invadidas. Eles reivindicam que o Estado atue para resolver a situação.

     Já na TI Cachoeira Seca, de 734 mil hectares, a presença de não indígenas é anterior à criação do território, estabelecida como compensação de Belo Monte. Lá, o fogo tem relação com a presença crescente da pecuária. "O principal problema da TI

Cachoeira Seca é a invasão para criação de gado de grandes pecuaristas. Grandes “madeireiros e políticos dos municípios também estão investindo em gado dentro da TI”, revela um agente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que já atuou na região. No território dos araras, foi instalada, recentemente, uma base fixa do órgão, na tentativa de inibir mais invasões e práticas criminosas.

     Agentes públicos encontraram cerca de um milhão de metros quadrados tomados por garimpeiros dentro da Terra Indígena Apyterewa.

     Os relatos ouvidos pelo InfoAmazonia indicam que, embora as pressões sobre as terras indígenas na porção paraense da bacia do Xingu sejam antigas, essa recorrência de invasões e prática de ilícitos no interior dos territórios protegidos dos povos tradicionais se intensificou durante os governos Michel Temer e Jair Bolsonaro.

     Aumento exponencial

     Os dados do Prodes/Inpe evidenciam o avanço desenfreado nos incrementos de desmatamento nas TIs Cachoeira Seca, Apyterewa, Trincheira Bacajá e Kayapó. Enquanto, em 2017, elas tiveram 32 km² de área desmatada, a extensão suprimida passou para 94 km², no ano seguinte, e 201 km², em 2019.

Em um ano, o fenômeno quadruplicou no território dos parakanã, passando de menos de 20 km² de novos desmatamentos, em 2018, para 85 km², em 2019. De toda a área já desmatada na TI, mais da metade (54,69%) foi aberta nos últimos cinco anos, corroborando os relatos de aumento exponencial da velocidade de invasão e atos predatórios no território.

As quatro TIs citadas estão entre as áreas protegidas que formam o Corredor Xingu de Diversidade Socioambiental, garantindo conectividade e resiliência à floresta.

     "Esse é um corredor que tem terras indígenas e unidades de conservação. As terras indígenas são a maior parte desse território, e são as áreas mais e melhor conservadas. A gente afirma, com toda a clareza, que, nos lugares onde tem povos fazendo uso tradicional do território, tem floresta”, diz Biviany Rojas, coordenadora do Programa Xingu, do Instituto Socioambiental (ISA).

     "Isso mudou, de dois anos pra cá, porque há uma contraofensiva de ocupação de terras indígenas sem precedentes, e os povos indígenas estão sendo acuados. Na Apyterewa, os parakanã têm feito tentativas de criação de novas aldeias em áreas que eles já não conseguem fazer, porque estão totalmente ocupadas. Talvez a Trincheira Bacajá seja o caso mais claro desse ataque às terras indígenas, dessa coisa que começou em 2018 e, com o início do governo Bolsonaro, parece que teve uma permissão que, de fato, autorizou a entrada nos territórios”, comenta Rojas.

     Em todo o país, segundo o relatório do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), divulgado esta semana, o número de casos registrados de invasões em terras indígenas saltou 134%, em 2019.

     Descontinuidade de ações

     Para tentar enfrentar a situação descontrolada, há um ano, a Polícia Federal realizava na Apyterewa ações da operação Azougue, que inutilizou máquinas e apreendeu mercúrio, ouro e munições no garimpo denominado Pista 2, de cerca de 1 milhão de metros quadrados. Ninguém foi preso durante a operação.     Em abril deste ano, uma operação do Ibama flagrou estruturas de acampamento e escavação, além de maquinário pesado vigiado por guarda armada.

     A falta de ações continuadas de fiscalização compromete o combate à entrada de invasores e atividades irregulares nas TIs. "Você faz o trabalho.   Quando vira as costas, você perde todo o trabalho que fez. Por isso que a presença constante é necessária. São quadrilhas que estão envolvidas por trás disso. Se você não consegue ficar, não consegue avançar na investigação”, explica o agente do Ibama.

     O Ministério Público Federal (MPF) informou, em nota, que vem emitindo recomendações, desde o ano passado, para que o Ibama realize ações de fiscalização e contenção do avanço do desmatamento em terras indígenas e unidades de conservação no Pará, além de fiscalizações em garimpos clandestinos nas terras indígenas Trincheira-Bacajá, Apyterewa, Ituna-Itatá e Cachoeira Seca.

     Segundo a nota, o MPF também atua contra o desmonte da política de fiscalização ambiental, "que identificamos como causa principal desse incremento significativo do desmatamento, das invasões e queimadas em terras indígenas”. Um dos exemplos dados é a série de ações que motivaram a suspensão da instrução normativa n° 9, da Fundação Nacional do Índio (Funai), que liberava o registro de grilagem em terras indígenas ainda não homologadas pelo governo federal.

 

https://www.google.com/search?q=TRATORES+BLINDADOS+EM+TERRAS+IND%C3%8DGENAS&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=TRATORES+BLINDADOS+EM+TERRAS+IND%C3%8DGENAS&aqs=chrome..69i57.15634j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

 Relatório aponta que 99% do desmatamento no Brasil em 2019 foi ilegal.

Levantamento inédito mostra que áreas mais atingidas são a Amazônia e o Cerrado. Cerca de 11% dos alertas foram registrados em unidades de conservação e quase 6% em terras indígenas.  

 

https://www.dw.com/pt-br/pandemia-avan%C3%A7a-na-amaz%C3%B4nia-e-amea%C3%A7a-povos-ind%C3%ADgenas/a-53787765

 

Uma tragédia está em curso nas áreas mais remotas do Brasil: coronavírus se espalha rapidamente por aldeias e mata mais de 260 indígenas. Falta de plano do governo e presença de invasores aumentam drama.  

 

Mineração em terras indígenas pode causar prejuízo anual de US$ 5 bi, diz estudo.

Levantamento aponta que projeto de lei ameaça cerca de 860 mil km² de Floresta Amazônica, cuja devastação impactaria cadeias produtivas e regime de chuvas, com efeitos negativos para outras regiões e para o agronegócio.  

 

Relatório mostra disparada na violência contra indígenas

Estudo aponta intensificação e diversificação das formas de expropriação do território indígena em 2019, primeiro ano de Bolsonaro. Invasões e ataques mais que dobraram na comparação com 2018.  

Data 02.10.2020

     Autoria Guilherme Guerreiro Neto/InfoAmazonia

     Assuntos relacionados Especial AmazôniaAmazônia   

 

     Comentário:         

     Os índios brasileiros estão ameaçados de extinção pela COVID-19 e pela política de extermínio do ministro Ricardo Salles e do presidente Jair Messias Bolsonaro, atualmente muitas tribos que eram populosas e sadias agora são pequenos grupos de pessoas em situação de miséria social, desnutridas e doentes, os rios estão envenenados com mercúrio e as matas (flora e fauna) foram dizimadas pelo fogo. Os índios estão sem caça e sem pesca, estão a mercê de um governo que não se importa com as nações indígenas. Os índios estão vivendo de favores como mendigos. E a humanidade e as autoridades internacionais não estão nem aí para esse genocídio ambiental e social. Que a floresta Amazônica, o Pantanal, os Cerrados e os índios que se explodam nas ações governamentais. O governo achou pouco o que vem fazendo com as florestas e os índios, estão agora, querendo destruir os manguezais e as restingas. É o fim do Brasil falido, sem eira nem beira, tudo nas mãos dos estrangeiros.

 

https://www.dw.com/pt-br/justi%C3%A7a-suspende-decis%C3%A3o-de-salles-que-revogou-normas-ambientais/a-55098858?maca=pt-BR-Facebook-sharing&fbclid=IwAR1OlGu9oy4pDjsN-KntXU0WaZr1goeRusPig0RiqKjoEUAyx65OWdZS5Dg

 

Ernani Serra

 

Pensamento: O tempo dirá quem vão ser os verdadeiros réus.      

Ernani Serra

 

 

 

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