terça-feira, 18 de agosto de 2026
A violência está relacionada com os
políticos e suas ações contra o povo, ou seja, falta de educação, desemprego,
falta de oportunidades, salário mínimo etc.
Você tocou em um ponto muito importante: a violência não surge isolada,
mas está profundamente ligada a fatores sociais e políticos. Muitos estudiosos
e organizações internacionais apontam que problemas como **desigualdade social,
desemprego, falta de acesso à educação de qualidade, baixos salários e ausência
de oportunidades** criam um ambiente propício para o aumento da violência.
**Como isso se conecta com a política:**
- **Educação precária**: sem acesso a ensino de qualidade, as pessoas
têm menos chances de conseguir empregos formais e melhores salários.
- **Desemprego e subemprego**: quando o mercado de trabalho não absorve
a população, cresce a informalidade e, em alguns casos, atividades ilícitas
tornam-se alternativas.
- **Baixo salário mínimo e desigualdade**: a dificuldade de sustentar
uma vida digna gera frustração e aumenta tensões sociais.
- **Falta de políticas públicas eficazes**: ausência de investimentos em
saúde, cultura, lazer e segurança comunitária contribuem para que a violência
se torne uma forma de expressão ou sobrevivência.
Em outras palavras, a violência é muitas vezes consequência de **falhas
estruturais** que têm origem em decisões políticas. Não se trata apenas de
criminalidade individual, mas de um reflexo de como o Estado organiza (ou deixa
de organizar) a vida social.
Alguns especialistas defendem que **investir em educação, geração de
empregos e políticas sociais** é mais eficaz para reduzir a violência do que
apenas aumentar o policiamento.
Você gostaria que eu trouxesse exemplos concretos de países ou cidades
que conseguiram reduzir a violência através de políticas públicas voltadas para
educação e inclusão social? Isso poderia enriquecer ainda mais a análise.
Sim
**Diversos países conseguiram reduzir a violência ao investir em educação,
inclusão social e políticas públicas de qualidade. Exemplos marcantes incluem
Medellín (Colômbia), Nova York (EUA) e nações escandinavas, que mostram como
oportunidades e confiança social são tão eficazes quanto policiamento.**
Exemplos de sucesso
1. **Medellín e Bogotá (Colômbia)**
- **Contexto:** Nos anos 1990, Medellín era considerada uma das cidades
mais violentas do mundo, dominada pelo narcotráfico.
- **Políticas adotadas:**
- **Urbanismo social**: construção de bibliotecas, escolas e centros
culturais em áreas pobres.
- **Transporte inclusivo**: teleféricos e escadas rolantes conectando
favelas ao centro da cidade.
- **Participação comunitária**: envolvimento direto dos moradores em
projetos urbanos.
- **Resultados:** A taxa de homicídios caiu drasticamente, e Medellín
passou a ser reconhecida como referência mundial em inovação urbana.
[tvcopacabana.com](https://tvcopacabana.com/licoes-globais-contra-a-violencia-como-nova-york-colombia-e-escandinavia-mostram-caminhos-para-a-seguranca-publica-no-brasil/)
2. **Nova York (EUA)**
- **Contexto:** Nos anos 1980 e início dos 1990, a cidade enfrentava
altos índices de criminalidade.
- **Políticas adotadas:**
- **CompStat**: sistema de mapeamento criminal em tempo real, que
permitia decisões baseadas em dados.
- **Tolerância zero**: combate às pequenas infrações para evitar
sensação de desordem.
- **Resultados:** Os homicídios caíram de **2.245 em 1990 para 770 em
1998**, uma redução superior a 60%.
[Gazeta do
Povo](https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/ny-modelo-escandinavo-medelin-bogota-combate-a-violencia/)
3. **Escandinávia (Suécia, Noruega, Dinamarca)**
- **Contexto:** Países com baixos índices de violência e alta qualidade
de vida.
- **Políticas adotadas:**
- **Educação universal e gratuita**.
- **Sistema de bem-estar social robusto**: saúde pública eficiente,
apoio a famílias e desempregados.
- **Confiança social**: instituições sólidas e baixa desigualdade.
- **Resultados:** Mantêm índices de criminalidade entre os mais baixos
do mundo, reforçando que **igualdade e inclusão reduzem a violência
estrutural**.
4. **Islândia e Nova Zelândia**
- **Islândia:** Líder mundial em segurança por 19 anos consecutivos. O
segredo está na **coesão social, igualdade e serviços públicos
eficientes**.
- **Nova Zelândia:** Combina **controle rígido de armas** com forte
senso de comunidade e baixa militarização.
Comparação rápida
| Local | Estratégia principal | Resultado |
|--------------|---------------------------------------|-----------|
| Medellín | Urbanismo social e inclusão | Queda acentuada nos homicídios |
| Nova York | Dados (CompStat) + tolerância zero | -60% homicídios em 8 anos |
| Escandinávia | Educação + bem-estar
social | Baixa criminalidade
estrutural |
| Islândia | Igualdade + coesão comunitária | País mais seguro do mundo |
| Nova Zelândia| Controle de armas +
comunidade forte | Segurança natural e
estável |
Pontos de atenção
- **Não existe fórmula única**: cada país adaptou soluções à sua
realidade.
- **Investimentos sociais são mais sustentáveis** do que apenas aumentar
policiamento.
- **Confiança nas instituições** é essencial: sem credibilidade
política, políticas públicas perdem força.
Ernani, olhando para o Brasil e Pernambuco, políticas que combinem
**educação de qualidade, geração de empregos e urbanismo social** poderiam ter
impacto semelhante ao que se viu em Medellín. Quer que eu detalhe como algumas dessas
estratégias pudesse ser aplicadas especificamente em cidades brasileiras como
Recife ou Jaboatão dos Guararapes?
Manda ver.
Perfeito, Ernani! Vamos olhar para **exemplos aplicados ao Brasil**,
especialmente em cidades como Recife e Jaboatão dos Guararapes, que enfrentam
desafios sociais e índices elevados de violência.
Experiências brasileiras
1. **Recife (PE) – Programa Pacto pela Vida**
- **Contexto:** Pernambuco tinha uma das maiores taxas de homicídios do
país.
- **Política adotada:**
- Integração entre polícia, Ministério Público e sociedade civil.
- Investimento em prevenção social: cursos profissionalizantes, apoio a
jovens em situação de risco.
- Monitoramento constante dos indicadores de violência.
- **Resultados:** Nos primeiros anos, houve **redução significativa nos
homicídios** (queda de mais de 30% entre 2007 e 2013).
2. **Diadema (SP) – Fechamento de bares após 23h**
- **Contexto:** Cidade com altos índices de homicídios relacionados ao
consumo de álcool.
- **Política adotada:**
- Lei que obrigava bares a fechar mais cedo.
- Paralelamente, programas de lazer e cultura para jovens.
- **Resultados:** Em 10 anos, os homicídios caíram **mais de 60%**.
3. **Fortaleza (CE) – Programa Juventude Viva**
- **Contexto:** Altos índices de violência contra jovens negros.
- **Política adotada:**
- Criação de espaços culturais e esportivos em bairros periféricos.
- Incentivo ao empreendedorismo juvenil.
- **Resultados:** Embora os desafios persistam, houve **redução
localizada da violência** em áreas atendidas pelo programa.
O que Recife e Jaboatão poderiam aplicar
- **Urbanismo social**: investir em transporte, iluminação e espaços
públicos nas periferias, como Medellín fez.
- **Educação integral**: escolas que ofereçam não só ensino, mas também
cultura, esporte e alimentação.
- **Emprego e renda**: programas de capacitação e incentivo a pequenas
empresas locais.
- **Participação comunitária**: envolver moradores na definição das
prioridades de segurança e urbanismo.
Ernani, se Pernambuco conseguisse combinar o **modelo de urbanismo
social de Medellín** com o **monitoramento integrado do Pacto pela Vida**,
teríamos uma estratégia poderosa contra a violência.
Quer que eu monte uma **proposta prática de políticas públicas** que
poderia ser aplicada em Jaboatão dos Guararapes, como se fosse um plano de ação
municipal?
Por que um jovem no Rio Grande do Sul com
23 anos deixa sua casa para se arriscar na guerra da Ucrânia pela importância
de R$ 6.000.00 esses jovens quando não perdem a vida ficam mutilados para
sempre, valeu a pena esse maldito dinheiro?
Ernani, sua indignação é muito legítima. Jovens brasileiros que se
arriscam em guerras estrangeiras, como na Ucrânia, em troca de uma remuneração
de cerca de R$ 6.000,00, estão diante de uma escolha marcada por **desespero
econômico e falta de perspectivas sociais**.
**Por que isso acontece?**
- **Desemprego e subemprego**: muitos jovens não encontram oportunidades
dignas no Brasil.
- **Baixos salários**: o valor oferecido em conflitos externos pode
parecer alto em comparação ao salário mínimo nacional.
- **Sedução da promessa rápida**: a ideia de “ganhar dinheiro rápido” em
cenários de guerra atrai quem já vive em vulnerabilidade.
- **Ausência de políticas públicas eficazes**: sem programas sólidos de
inclusão, cultura e emprego, o jovem vê a guerra como uma saída.
**O preço real:**
- Muitos não voltam.
- Outros retornam mutilados, com traumas físicos e psicológicos permanentes.
- O dinheiro, quando comparado ao custo da vida perdida ou destruída,
**não compensa**.
Em termos humanos, não vale a pena. A guerra não é apenas um campo de
batalha, mas um **moedor de vidas**. O que deveria ser oferecido a esses jovens
é **educação, emprego e dignidade aqui mesmo**, para que não precisem buscar
sobrevivência em cenários de morte.
Se quiser, posso trazer dados recentes sobre **quantos brasileiros já
foram recrutados para lutar na Ucrânia** e como o governo tem se posicionado
diante disso. Quer que eu pesquise essa informação para contextualizar melhor?
Manda ver.
**Mais de 100 brasileiros já morreram na guerra da Ucrânia, e outros 92
estão oficialmente desaparecidos segundo o Itamaraty. Muitos foram atraídos por
promessas de salários elevados (até R$ 50 mil mensais), mas enfrentam riscos
extremos, mutilações e até condenações judiciais na Rússia. O dinheiro, diante
da perda de vidas e da destruição de famílias, não compensa.**
[sociedademilitar](https://www.sociedademilitar.com.br/2026/08/brasileiros-guerra-ucrania-legiao-estrangeira-salario-mortos-mercenarios-2022j.html)
[RevistaMilitar](https://www.sociedademilitar.com.br/2026/07/com-promessas-de-salarios-de-ate-r-50-mil-fbnc.html)
Situação dos brasileiros na guerra da Ucrânia
- **Mortos:** Mais de **100 brasileiros** já perderam a vida no
conflito.
- **Desaparecidos:** O Itamaraty confirma **92 desaparecidos**, cujas
famílias vivem sem notícias.
- **Condenações:** Alguns foram capturados e condenados pela Rússia,
como o caso de Jean Carlo Johnson, sentenciado a 14 anos de prisão.
- **Salários prometidos:** Variam de **US$ 3 mil a US$ 5 mil** (cerca de
R$ 15 mil a R$ 25 mil), podendo chegar a **R$ 50 mil** em casos de linha de
frente.
- **Realidade:** Muitos relatam que os pagamentos não são cumpridos
integralmente, e que as condições de combate envolvem frio extremo (-20 °C),
bombardeios constantes e risco diário de morte.
Por que jovens aceitam esse risco?
- **Desemprego e falta de oportunidades** no Brasil.
- **Baixos salários nacionais**: o valor oferecido parece atrativo em
comparação ao salário mínimo.
- **Campanhas de recrutamento em português**: a Ucrânia direciona
propaganda diretamente aos brasileiros.
- **Sonho ou ilusão de aventura**: alguns acreditam estar cumprindo uma
“missão” ou buscando reconhecimento.
Consequências reais
- **Morte ou mutilação permanente**: muitos voltam sem membros ou com
sequelas graves.
- **Trauma psicológico**: estresse pós-traumático é comum entre sobreviventes.
- **Famílias destruídas**: esposas, filhos e pais ficam sem apoio, já
que não há respaldo oficial do governo brasileiro.
- **Risco jurídico**: quem é capturado pela Rússia pode enfrentar
**prisão severa ou até pena de morte**.
Reflexão
O valor de R$ 6.000,00 ou mesmo R$ 50.000,00 **não compensa a perda da
vida ou da saúde**. O que esses jovens realmente precisam não é de contratos de
guerra, mas de **políticas públicas no Brasil** que ofereçam educação, emprego
e dignidade. A guerra transforma o ser humano em mercadoria descartável — e o
preço pago é sempre maior do que qualquer salário prometido.
Ernani, se quiser, posso montar um **plano de alternativas concretas**
que o Brasil poderia oferecer a jovens em situação de vulnerabilidade (emprego,
capacitação, bolsas de estudo, programas culturais) para evitar que eles
busquem esse caminho trágico. Quer que eu faça isso?
Não adianta o governo não está nem aí para
esses jovens que vão para uma guerra no estrangeiro. Estamos na porta das Eleições
para presidente, governadores, senadores e deputados e o povo continua sendo
emprenhado pelo ouvido, todos os anos é a mesma coisa: promessas e dizem o que
não podem fazer e o povo acredita. No final vão todos governar para as classes
que deram dinheiro e o povo fica a ver navios.
Ernani, você está descrevendo um sentimento que muitos brasileiros
compartilham: a **desconfiança no sistema político**. De fato, em períodos
eleitorais, é comum vermos uma enxurrada de promessas que raramente se
concretizam. Isso acontece porque:
**Campanha eleitoral**: candidatos prometem mudanças profundas, mas
muitas vezes sem base realista, apenas para conquistar votos.
**Financiamento político**: quem banca campanhas geralmente espera
retorno, e isso cria uma relação de dependência entre governantes e grupos
econômicos.
**Desigualdade estrutural**: o povo continua sem acesso pleno a
educação, saúde e oportunidades, enquanto elites mantêm privilégios.
**Narrativa repetida**: todos os anos, discursos semelhantes são
reciclados, e parte da população, por falta de alternativas ou esperança, acaba
acreditando.
O resultado é exatamente o que você disse: **governos que governam para
quem tem poder econômico, enquanto o povo fica “a ver navios”**.
Mas há um ponto importante: **participação popular e fiscalização**. Em
lugares onde a sociedade civil se organiza, pressiona e cobra, os políticos têm
menos espaço para enganar. Exemplos como o orçamento participativo em Porto
Alegre ou conselhos comunitários em algumas cidades mostram que é possível
reduzir essa distância entre povo e poder.
Em resumo: enquanto o povo não tiver **educação política, consciência
crítica e organização coletiva**, continuará sendo manipulado por promessas
vazias.
Você gostaria que eu montasse uma análise prática de **como o eleitor
pode se proteger das falsas promessas eleitorais** e identificar propostas mais
sérias? Isso poderia ser útil agora, já que estamos na porta das eleições.
Sim.
Você tem razão, Ernani: em época de eleição, o povo é bombardeado por
promessas que muitas vezes não passam de discurso vazio. Mas existem formas
práticas de **se proteger das falsas promessas eleitorais** e identificar
propostas mais sérias.
Como se proteger das promessas eleitorais
1. **Desconfie de soluções milagrosas**
- Se um candidato promete resolver problemas complexos (como desemprego
ou violência) em pouco tempo, sem explicar **como**, é sinal de promessa
vazia.
- Bons programas apresentam **etapas, prazos e fontes de
financiamento**.
2. **Verifique o histórico**
- Veja o que o candidato já fez em cargos anteriores.
- Compare o discurso atual com suas
ações passadas. Quem nunca cumpriu promessas antes dificilmente vai cumprir
agora.
3. **Analise a viabilidade**
- Pergunte: “De onde virá o dinheiro para essa proposta?”
- Projetos sérios explicam se os recursos virão de impostos, cortes de gastos
ou parcerias.
4. **Observe quem financia a campanha**
- Candidatos apoiados por grandes empresários ou grupos econômicos
tendem a governar em favor desses interesses.
- O financiamento eleitoral é público e pode ser consultado no site do
**Tribunal Superior Eleitoral (TSE)**.
5. **Priorize propostas estruturais**
- Políticas de **educação, saúde e geração de empregos** têm impacto
duradouro.
- Promessas de “dar dinheiro rápido” ou “resolver tudo com polícia”
geralmente são populistas e pouco sustentáveis.
6. **Acompanhe após a eleição**
- O voto não termina na urna. É preciso **cobrar, fiscalizar e
participar** de conselhos comunitários, audiências públicas e movimentos
sociais.
- Quanto mais pressão popular, menor a chance de o político governar
apenas para quem financiou sua campanha.
Reflexão
O problema não é só o político que promete, mas também a falta de
**educação política** da população, que muitas vezes acredita sem questionar. A chave está em formar cidadãos críticos,
capazes de analisar propostas e exigir resultados.
Não existem políticos que possa defender
os interesses do povo, todos os políticos estão comprometidos com o poder econômico
e financeiro do país, eles usam o povo como degrau. Todos os candidatos passam
pelo crivo dos Partidos Políticos e tem que pensar por igual.
Ernani, sua crítica é dura, mas reflete
uma percepção bastante difundida: muitos acreditam que os partidos políticos
funcionam como filtros que selecionam candidatos alinhados ao poder econômico,
deixando pouco espaço para vozes realmente independentes.
**Por que isso acontece?**
- **Sistema partidário fechado**: no Brasil, ninguém pode se candidatar
sem estar vinculado a um partido. Isso significa que o partido decide quem
entra na disputa.
- **Dependência financeira**: campanhas eleitorais custam caro. Mesmo
com o fundo eleitoral, candidatos precisam de apoio de grupos econômicos ou
políticos já estabelecidos.
- **Disciplina partidária**: parlamentares muitas vezes votam conforme a
orientação do partido, mesmo que isso contrarie interesses locais ou
populares.
- **Cultura política tradicional**: a política brasileira ainda é
marcada por clientelismo e troca de favores, o que reforça a ideia de que o
povo é usado como “degrau”.
**Consequência:** o eleitor sente que não há opção real de mudança,
porque todos os candidatos passam pelo mesmo “crivo” e acabam comprometidos com
os mesmos interesses.
Caminhos possíveis para romper esse ciclo
- **Fortalecimento de candidaturas coletivas e independentes**: já
existem experiências de mandatos compartilhados, onde grupos de cidadãos
dividem uma cadeira legislativa.
- **Participação popular
direta**: orçamento participativo, conselhos comunitários e plebiscitos podem
reduzir a distância entre povo e poder.
- **Educação política**: quanto mais consciência crítica o povo tiver,
menos espaço haverá para manipulação.
- **Transparência radical**: exigir que partidos e candidatos publiquem
claramente quem financia suas campanhas e quais compromissos assumem.
Em resumo: enquanto os partidos forem os únicos “portões de entrada” e o
financiamento dependerem de grandes grupos, a sensação de que todos estão
comprometidos com o poder econômico continuará.
Copilot vs
Ernani
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Pensamento: Ter muitos amigos é não ter
nenhum.
Aristóteles