SUBSIDÊNCIA

 

     Estudo indica que 8% da superfície terrestre  pode afundar em menos de 20 anos.

     Segundo os pesquisadores, o problema será causado por um fenômeno geográfico conhecido subsidência.

     Água: Cidades do mundo poderão afundar até 2040.

     Até 2040, pelo menos 8% da superfície terrestre deve afundar segundo um estudo publicado na revista científica Science. A pesquisa sugere que cerca de 12 milhões de quilômetros quadrados de terra estão ameaçados, com uma probabilidade de isso acontecer que passa dos 50% – e que afetaria mais de 635 milhões de habitantes.

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     Segundo os pesquisadores, o problema será causado por um fenômeno geográfico conhecido subsidência, causada pelo rebaixamento da superfície de um terreno por conta da extração de água, petróleo e gás do subsolo subterrâneo. As áreas mais afetadas, de acordo com os estudos, serão as próximas a locais urbanos e irrigados, com alto nível de estresse de água e grande demanda em relação à água encontrada no subsolo, como, por exemplo, locais na Ásia e na América do Norte.

     “A subsidência reduz permanentemente a capacidade de estoque do sistema aquífero, causando fissuras na terra, prejudicando prédios e infraestruturas civis, além de aumentar a suscetibilidade e o risco de inundações”, explicam os pesquisadores.

     Água da Terra pode ter sido trazida recentemente por meteoritos

     A demanda por água subterrânea já tem causado implicações sérias para a humanidade – e deve aumentar nas próximas décadas. A cidade que afunda mais rápido no mundo inteiro está localizada no Irã e, a cada ano, fica 25 centímetros mais funda por conta de um bombeamento irregular. Na Europa, o local mais impactado são os Países Baixos, onde a subsidência é responsável por colocar 25% do país abaixo do nível do mar, o que aumenta o risco de inundações. Sem falar também em Veneza que está afundando.

     Em outros continentes, como é o caso da África, da Austrália e da América do Sul com o aquífero Guarani os riscos da subsidência são menores devido ao esgotamento das águas subterrâneas, menos para o Aquífero Guarani: Ele é um dos maiores do mundo e o principal aquífero com área distribuída em diversos países. Trata-se de uma reserva de um milhão de quilômetros quadrados e um volume superior a 37 mil quilômetros cúbicos ao longo de quatro países: Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.

     Os maiores riscos para a população estão na Ásia (com 86% da população provavelmente exposta à subsidência) e na América do Norte e na Europa (ambos continentes com 9%). Os resultados, de acordo com os pesquisadores, mostra que 97% da população exposta globalmente estão concentradas em 30 países – sendo que a Índia e a China são as líderes em termos de extensão e população exposta.

Veja também

 

     CIÊNCIA: A Terra girou mais rápido em 2020 do que em qualquer outro ano desde 1960

     Isso tudo acontecerá por causa das mudanças climáticas, segundo os pesquisadores. “Durante esse século, o aquecimento global causará um impacto sério no recurso da água no mundo todo, por conta do aumento do nível dos mares, inundações cada vez mais frequentes e severas, bem como secas e mudanças no valor de precipitação (chuva versus neve), e um aumento na evapotranspiração. As secas prolongadas irão diminuir o carregamento de água subterrânea e aumentar o seu esgotamento, intensificando a subsidência”, explicam os cientistas.

     Essa não é a primeira (e nem a última) vez que a ciência alerta para os efeitos da subsidência. Em 2018, por exemplo, foi apontado que Jacarta, capital da Indonésia, havia afundado 2,5 metros em 10 anos, com uma expectativa de continuar descendo 25 centímetros por ano.

Um problema sério e que pode atingir o resto do mundo mais cedo do que o imaginado.

     Comentário:

     O mundo está em perigo final, ou seja, com a superpopulação mundial, a humanidade está cada dia mais sem higiene, estamos vivendo num mundo de excrementos sórdidos como se fossemos porcos em pocilgas. Os políticos não estão nem aí para o mundo que está se suicidando a cada dia e o ser humano está se autodestruindo. Verdadeiro apocalipse. Estão sujando os rios, os mares e os oceanos; e para compensar estão extraindo as águas dos aquíferos para sua sobrevivência, Os aquíferos é que estão sustentando essa superfície sólida e com o rebaixamento da superfície líquida vai ficar um vazio que vai desabar nas faixas mais estreitas da crosta terrestre com o peso das construções e habitações sobre o solo. O homem poluiu os rios que sujam os mares e estão usando e abusando das águas subterrâneas (aquíferos) por ser uma água pura e límpida, mas não sabem eles que, ao passar do tempo às águas sujas da crosta terrestre vão sujar os aquíferos com a poluição e envenenamento da superfície que vai se infiltrar pela terra e cair nas águas límpidas dos subterrâneos.

     Poderá acontecer também com o passar dos séculos a separação dos Continentes através das falhas tectônicas que poderão separar as placas tectônicas dos Continentes através de terremotos, maremotos, explosões nucleares, vulcões ativos, etc. As placas tectônicas são enormes blocos que fazem parte da camada sólida externa do planeta Terra, a crosta terrestre. Elas sustentam os continentes e os oceanos e são conduzidas pelas correntes de convecção, resultado do calor irradiado do magma incandescente da Terra, que está em constante movimento.

     A humanidade e todos os seres vivos estão em perigo de extinção e comprometendo o planeta Terra a se tornar um planeta estéril por causa de sua explosão demográfica e suas más ações contra o meio ambiente e a natureza.

     O homem tem que tomar com urgência uma atitude para salvar e limpar o meio ambiente sejam eles: no ar, nas águas, na terra, e no encolhimento populacional, diminuindo o perigo do homem contra o próprio homem e contra o planeta. O planeta através da consciência Divina está sendo pródiga nesta Pandemia, querendo salvar a humanidade e o planeta, mas o homem só pensa em papel moeda que movimenta toda a economia mundial. Se a humanidade não abrir logo os olhos estará perdida para sempre e sem volta. O homem está impotente e sentindo o peso da família invisível do Coronavírus, ou vai ou racha. Não adianta vacinas incompletas elaboradas às carreiras, a maior vacina é a higiene de cada um com uma boa alimentação e de todo o planeta.

     O que está acontecendo atualmente com o surto epidêmico que virou pandemia, a causa é o homem, a pandemia são os efeitos, não adianta botar a culpa em: macacos, cães, galinhas, ratos, etc., o homem tem que assumir a sua responsabilidade com todas essas doenças que estão afetando a saúde pública mundial ou regional.

     As principais causas de todas as doenças são: A Explosão Demográfica e a Poluição Geral do Planeta. Se a humanidade quer viver com saúde e longevidade tem que ter higiene em tudo e evitar proliferar a gestação humana (controle de natalidade).

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Higiene+mundial

 

https://outraspalavras.net/outrasmidias/sao-paulo-ja-contamina-o-aquifero-guarani/

 

https://gizmodo.uol.com.br/planeta-perdendo-agua-subterranea/

 

https://www.google.com/search?q=PLANETA+POLUIDO+YOUTUBE&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=PLANETA+POLUIDO+YOUTUBE&aqs=chrome..69i57.13390j1j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Ernani Serra

 

Pensamento: Quem está destruindo o planeta é a má educação mundial e os desleixos dos políticos.

 

Ernani Serra

 

 

 

                              



Demanda global por carne impulsiona desmatamento no Brasil

 

 

     A carne bovina é hoje um dos principais motores do desmatamento, diz análise de fundação alemã. Produção impacta meio ambiente devido à demanda por soja para ração e consequente uso de agrotóxicos.

     "Produção de carne afasta pessoas de suas terras, provoca desmatamento, uso de pesticidas e a perda de biodiversidade"

     O crescente consumo de carne no mundo e as ações do atual governo brasileiro são ingredientes de uma receita que está levando à destruição florestal no Brasil. Esta é uma das conclusões do relatório a Fleischatlas 2021.

     "A carne bovina é hoje um dos principais impulsionadores de desmatamento. Isso leva à destruição dos meios de subsistência de comunidades indígenas e de pequenos proprietários. Na Amazônia, o gado pasta em 63% de todas as áreas desmatadas. Entre 70% e 80% de todas as importações de carne bovina da UE vêm dos países do Mercosul. E 50% dos produtos agrícolas enviados à União Europeia (UE) vindos do Brasil são produto do desmatamento, especialmente soja, carne bovina e café", diz o texto.

     "A produção industrial de carne não é apenas responsável pela precariedade das condições de trabalho, mas também afasta as pessoas de suas terras, provoca o desmatamento, o uso de pesticidas e a perda de biodiversidade – e é uma das principais causas da crise climática", afirma Barbara Unmüssig, presidente da Fundação Heinrich Böll,

     Produzido pela Fundação Heinrich-Böll – ligado ao Partido Verde alemão –, pela organização ambientalista Bund e pela edição alemã do jornal francês Le Monde Diplomatique, o relatório apresenta soluções com o objetivo de reduzir o consumo de carne, aumentar a conscientização das pessoas para que desfrutem de produtos de maior qualidade e também fazer com que elas valorizem mais os animais e os produtos que originam.

     Destruição florestal

     A demanda global por carne está aumentando devido ao crescimento populacional e econômico – um grande problema para o clima e o meio ambiente. Em 1960, havia 3 bilhões de pessoas na Terra e, de acordo com o relatório, o consumo de carne era de cerca de 70 milhões de toneladas, o que é uma média global de 23 quilos por pessoa por ano.

     Em 2018, já havia mais do que o dobro de pessoas na Terra: 7,6 bilhões. Com cerca de 350 milhões de toneladas, o consumo de carne era sete vezes maior, e a média global era de 46 quilos por pessoa por ano.

     Um problema central é a imensa necessidade de terras para a produção de carne. De acordo com dados do governo alemão, (71%) da terra arável global são usadas atualmente para produção de ração animal, quatro vezes mais do que a parcela utilizada diretamente para a produção de alimentos (18%) e muito mais do que para outras matérias-primas, como algodão (7%) ou culturas energéticas, como milho para produção de biogás ou cana-de-açúcar para fabricação de etanol (4%).

     A pressão sobre as terras aráveis ​​disponíveis globalmente está crescendo com o aumento da demanda global por carne, e assim enormes áreas de floresta estão sendo desmatadas, especialmente para o cultivo de soja para produção de ração animal, como é o caso do Brasil. "Hoje 90% da soja são destinados à alimentação animal", diz Unmüssig.

     Soja como vilão

     O relatório alerta que o aumento do consumo mundial de carne faz com que a procura por ração dispare no mercado, apontando a soja como o grande vilão.

     "Os maiores produtores de soja são: Brasil, com 133 milhões de toneladas anuais; os EUA, com 117 milhões; e a Argentina, com 53 milhões de toneladas", destaca o texto. O Brasil também é o maior exportador de soja, com 74 milhões de toneladas anuais, de acordo com o texto, seguido pelos EUA.

     Os especialistas pedem uma mudança para uma dieta com menos carne e mais alimentos vegetais, o que requer muito menos terras aráveis, com intuito de alimentar bem a população mundial, parar de derrubar florestas tropicais para produção de ração animal e criação de gado e, ao mesmo tempo, ter áreas para reflorestamento novamente.

     Amazônia e Cerrado sob ameaça

     O relatório aponta que entre 2006 e 2017; 220 mil quilômetros quadrados de floresta foram destruídos na Amazônia e nos Cerrados brasileiros, o que corresponde a mais de 60% do tamanho da Alemanha. Desse território, cerca de 10% foram utilizados para plantação de soja.

     O texto afirma também que o Cerrado vem sendo desmatado de forma massiva devido à moratória da soja na Amazônia, que "proíbe o comércio da soja que venha de área florestal desmatada após 2008, mas só na Amazônia". "E a produção da soja foi transferida para o Cerrado".

Provas de que houve retrocessos em relação à proteção ambiental seriam os incêndios florestais de 2019 e 2020, "que foram, sobretudo, resultado de queimadas – entre outras, para plantações de soja". O texto afirma que imagens de satélite mostram que muitas queimadas ocorreram na proximidade imediata de fábricas de carne e armazéns de soja. "Isso é apoiado pela política do presidente Jair Bolsonaro, que está continuamente relaxando as regras para proteção ambiental", ressalta o texto.

     De acordo com um estudo da prestigiada revista Science publicado em 2020, 20% das exportações de soja para a UE, é da Amazônia e do Cerrado, são originadas de terras desmatadas ilegalmente. Assim, o consumo de carne na Europa está diretamente relacionado ao desmatamento no Brasil.

     Novo cardápio para o mundo

     Cientistas de renome mundial como Johan Rockström, Diretor do Instituto Potsdam para Pesquisa do Impacto Climático (PIC) recomendam no Relatório de Vida Saudável em um Planeta Saudável uma mudança na dieta para uma média de 16 quilos de carne e 33 quilos de laticínios por pessoa por ano. A Índia e muitos países africanos mostram, com sua dieta tradicional, que isso é possível. Na América do Norte e do Sul e na Europa, por outro lado, atualmente são consumidas até sete vezes mais carne.

     Os autores do relatório Fleischatlas 2021 não apenas mostram o poder e a força da indústria internacional de carne e seus efeitos globais, mas também expõem suas conexões com a indústria química global.

     Por um lado, os grandes grupos produtores de carnes e alimentos (a gigante da carne brasileira JBS é um destaque citado) estão cada vez mais dominando o mercado de cultivo, transporte, abate e comercialização de rações, colocando assim, em risco, a existência de pecuaristas e matadouros de menor porte.

     Milhares de mortes por agrotóxico

     Também é demonstrado como, por outro lado, agrotóxicos altamente perigosos e às vezes proibidos para a alimentação animal são exportados pelas grandes empresas químicas e pulverizados em muitas regiões. Entre os produtores e exportadores de tais produtos químicos estão Bayer Crop Science, Basf e Syngenta da Europa, assim como Corteva e FMS, dos EUA.

     A utilização de agrotóxicos gera milhares de mortos, segundo Unmüssig. "O governo alemão deve fazer tudo para que os conglomerados alemães não mais exportem esses venenos proibidos na UE", ressalta Olaf Bandt, presidente da organização ambientalista Bund, alertando que esse tipo de comércio deve aumentar com o acordo entre Mercosul e UE.

     O Brasil está entre os maiores consumidores mundiais de pesticidas, com quase 230 mil toneladas anuais, atrás apenas dos EUA, com mais de 250 mil toneladas. Junto com Argentina (161 mil toneladas), os três países são responsáveis por 70% do consumo mundial de herbicidas. Hoje, são utilizadas nove vezes mais pesticidas no Brasil do que há 30 anos. Só o plantio de soja é responsável, de acordo com o relatório, por cerca de 52% da venda total de pesticidas no país.

     Antibióticos

     Além disso, a adição permanente de antibióticos na criação de animais para abate leva a germes, cada vez mais resistente. Isso ameaça a eficácia dos antibióticos na medicina humana e, portanto, põe em perigo vidas humana – incluindo as de vegetarianos e veganos, aponta o relatório.

     O desmatamento de florestas para produção de ração animal também é uma ameaça à saúde humana. Animais selvagens estão perdendo seus habitats, o contato deles com humanos está cada vez mais próximo o que favorece a transmissão de vírus e o surgimento de novas pandemias.

     DESMATAMENTO E FOGO NA AMAZÔNIA

     Chamas em agosto de 2019.

     Com 30.901 focos de queimadas registrados por satélites no bioma Amazônia, o mês de agosto de 2019 superou o registrado no mesmo mês em todos os anos anteriores até 2010, quando o número chegou a 45.018. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora as queimadas desde 1998. O recorde para o mês de agosto ainda é de 2007, com 63.764 focos.

 

Ernani Serra

     LEIA MAIS:

Anistia Internacional liga JBS a ilegalidades na Amazônia

Produtos derivados de gado criado ilegalmente em reservas e terras indígenas foram identificados na cadeia de fornecimento da empresa brasileira. Maior exportadora de carnes do país, JBS nega irregularidades.  

 

Europa aperta o cerco contra produtos brasileiros

Grupos varejistas, ativistas e até a UE vêm defendendo a retirada de itens do Brasil das prateleiras em resposta à política ambiental do governo Bolsonaro. Há 14 anos, boicote semelhante desencadeou a moratória da soja.  

 

O real preço da carne

"Atlas da carne" alemão alerta para o consumo excessivo de produtos de origem animal e soa alarme sobre efeitos do consumo desenfreado nas mudanças climáticas.  

 

Investidores procuram alternativas à indústria da carne

Grandes investidores começam a se afastar de indústrias alimentícias associadas à destruição ambiental e se voltam para empresas que oferecem alimentos à base de plantas, causando revolta em alguns consumidores.

 

https://www.dw.com/pt-br/investidores-procuram-alternativas-%C3%A0-ind%C3%BAstria-da-carne/a-55166100

 

https://www.dw.com/pt-br/demanda-global-por-carne-impulsiona-desmatamento-no-brasil-diz-relat%C3%B3rio/a-56147225?fbclid=IwAR1KIjf9NBbC297kcqHSQsRcvIY6lvRbPJLuSlgBfqMDxcXDElp42gqQLkI

 

 

Pensamento: Em terra de cegos quem tem um olho é rei.

 

Provérbio

 

 

 

 

 

                       



METAMORFOSE


     O que está acontecendo com o nosso planeta Terra? A Terra está a cada dia sendo contaminada, poluída em seus quatro elementos ( a Água, a Terra, o Fogo e o Ar). O nosso planeta está sendo ameaçado pelo homem que está degradando (a terra, a floresta, a água, o ar e todo o meio ambiente natural). 

     O homem está deformando a estrutura molecular da Terra através da poluição química na terra, no ar, e na água. O ser humano governamental quer que a sociedade seja exterminada em grande escala através da fome e das doenças para que as elites sociais possam sobreviver com uma população menor, mas só que o tiro vai sair pela culatra.

     O ser humano está em fase de decadência social e moral; está no mesmo estado em que ele impôs ao planeta, ou seja, está destruindo a Terra e a si mesmo. Através de sua vaidade, poder, ambição, usura, perversidade, etc., não está enxergando o abismo que está em sua frente.

     O mesmo está acontecendo nas últimas décadas com o estado moral do ser humano que está se deteriorando, a humanidade perdeu a noção do certo e do errado, a sociedade já não é a mesma, está com ideias disformes incompatíveis com as leis da natureza. O gênero do homem está sendo manipulado pela medicina que está transformando essas pessoas em imagens distorcidas, hibridas, estão manipulando o ser humano como se fosse um boneco de moldagens ou transformando em seres biônicos sem sexo definido. Estão alterando a sexualidade e desejos com a inversão dos sentidos. A sociedade está toda bagunçada e se tornando um hospício e o pior é que, essas aberrações são bem vindas ao conceito social. É por isso, que o mundo está sendo destruído por essa humanidade de mentalidade doentia em todos os sentidos.

     O ser humano está sendo manipulado por grupos políticos mundiais que estão vendo o perigo iminente da destruição do planeta através da explosão demográfica mundial. Todas essas inversões de gêneros na humanidade como, por exemplo: homem com homem; mulher com mulher; transgêneros que também são inférteis em seus relacionamentos sexuais, estão até fabricando robôs sexuais, todos esses gamas de propaganda e de aceitação social estão sendo elaborado para diminuir a explosão demográfica, o mesmo está acontecendo com os agrotóxicos na agricultura, os hormônios e vacinas em grande escala nos animais, alimentos industrializados, a poluição, etc., tudo para exterminar com a população através de doenças fatais. Esses vírus da Pandemia nunca existiram na natureza, isso foi uma manipulação em laboratório de estratégia de guerra biológica que por algum motivo pode ter causado algum acidente e contaminou alguém que espalhou esse vírus mortal ou houve realmente a intenção de causar uma Pandemia para diminuir a população mundial.

 

Ernani Serra

 

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/10/cientista-constroi-homem-bionico-com-membros-e-orgaos-artificiais.html

 

https://www.tecmundo.com.br/ciencia/150351-cientistas-alertam-riscos-psicologicos-relacionamentos-robos.htm

 

 

Pensamentos: Já não temos mais mulheres e homens como antigamente.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

 

                              



O UNIVERSO É UMA INCÓGNITA


     Quanto ao Universo os cientistas têm muitas teorias, mas será que estão certos em seus cálculos matemáticos, físicos ou quânticos! Provavelmente existem dúvidas sobre esses devaneios da Ciência.

     O caso da teoria da Grande Explosão do Universo (Big Bang) em que, os cientistas englobam o universo como uma grande bola de fogo que em determinado momento explode e são criados as galáxias, estrelas, os planetas, meteoros, etc.

     Isso não passa de uma teoria imaginária e baseada no princípio das estrelas e outros corpos cósmicos que flutuam no espaço em chamas.

     Ninguém sabe o princípio e nem o fim do Universo. O Universo é infinito, mesmo que fossem finitos (como os cientistas criaram em suas imaginações), então os Universos era uma bola de fogo, e onde essa bola de fogo estava sendo sustentada se ela é o próprio Universo, então teríamos outro Universo para sustentar essa bola universal e outros e outros, então chegaríamos a teoria de que o Universo não tem fim, o mesmo acontecendo com a ideia de que, o Universo é infinito, para a mente humana o infinito teria um fim e onde estaria o sendo sustentado ou apoiado esse Universo finito. Isso é um verdadeiro quebra-cabeça, essa mentalização pode dar um curto-circuito nos neurônios e fundir a cabeça do homem pensador.

     Outra coisa que deixa as pessoas intrigadas são os fatos de certas pessoas terem o dom da premonição.

     Se não existe o futuro só presente e que, o presente é que faz o futuro, como vamos entender uma pessoa que é capaz de prever o futuro! Se alguém prevê o futuro é porque existiu um mundo paralelo matriz e que, somos atualmente a filial desse universo interrogativo e secreto, então, temos que acreditar em destino que não podemos mudar porque já foi um passado e que, estamos de novo no mesmo caminho. Se o mundo já foi destruído pelo homem e estamos no mesmo caminho que já percorremos não tem como evitar a sua destruição atual, já está escrito e já aconteceu no passado.

     Vou dar um exemplo de um médico Dr. Murilo que passou por Recife e que, minha esposa atual foi enfermeira e conheceu o médico no hospital que trabalhava. Os outros médicos tinham medo dele e até cortavam caminho para não falar com ele. Ele tinha o dom da premonição da morte, uma vez um médico disse que ia viajar para o Sul e ele disse que não fosse pois ia lhe acontecer um desastre e ele ia ficar na cadeira de rodas, ele não acreditou e foi, e aconteceu o que o seu amigo médico lhe disse. Outro caso foi de uma enfermeira que estava com uma dor na perna e ele disse que ela ia perder uma banda da vulva, e ela disse, mais o meu problema é na perna, vá fazer os exames e você vai direto para a cirurgia e lá foi constatado que a enfermeira tinha um câncer numa parte da vulva que foi amputada. Em sua clínica particular uma mulher foi consultar e ele disse que ela tinha poucos dias de vida e o marido dela foi ao consultório para brigar com o médico depois da morte da esposa. E tem muitos outros casos sobre o poder da premonição do Dr. Murilo.

     Então se uma pessoa pode prever o futuro é porque esse futuro já existiu em algum tempo no espaço. É difícil de a humanidade leiga acreditar num mundo paralelo que já existiu e que, nós estamos de novo trilhando o mesmo caminho, isso é difícil de entrar na cabeça de qualquer pessoa, mas como o Universo é uma incógnita cheia de mistérios, é melhor não se aprofundar muito para não fundir o cérebro.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com/search?q=Qual+cientista+que+acreditou+em+mundos+paralelos&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=Qual+cientista+que+acreditou+em+mundos+paralelos&aqs=chrome..69i57.17875j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: O mundo é uma miragem construída pela mente humana.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

                     


AS BENESSES DO GOVERNO

 

     Em números, a farra fiscal do agronegócio

     Em 2019, o Brasil arrecadou um centavo a cada R$ 323 exportados pelo setor. Cifra representa 0,000003%.   Agrotóxicos entram no país sem impostos. Reforma Tributária precisa enquadrar os grandes proprietários rurais.

     Todas as vendas de produtos do agronegócio para fora do Brasil em 2019 renderam aos cofres públicos apenas R$ 16,3 mil em imposto de exportação.   A cifra representa 0,000003% do valor total das vendas, ou seja, o Estado brasileiro arrecadou um centavo em imposto de exportação a cada R$ 323 mil faturados. A alíquota oficial é 30% – a mesma aplicada na Argentina, por exemplo –, mas a legislação permite que o governo altere o percentual tributado para estimular setores específicos da economia.

     Esse e outros dados reveladores sobre o modelo agroexportador foram reunidos no artigo Agrotóxicos, capital financeiro e isenções tributárias.O texto é um dos 38 que compõem o livro Direitos Humanos no Brasil 2020lançado nesta segunda-feira (7) pelo Movimento Humanos Direitos e pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos. 

     Novaes é advogado, membro da Defensoria Pública do Estado de São Paulo e do Fórum Paulista de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos. Jensen é economista, assessor sindical e membro da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos e da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra). 

 

     O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e sua família são defensores ferrenhos das isenções fiscais e dos subsídios estatais ao agronegócio. Em novembro, quando o governo de São Paulo retirou a isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre alguns insumos agrícolas para 2021, as redes sociais bolsonaristas, incluindo dois dos filhos do presidente, se referiram ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB), como “inimigo do agronegócio” e “inimigo da nação.”

     Adubos e fertilizantes, milho em grão, farelo de soja, sementes, produtos veterinários, agrotóxicos e rações são alguns dos itens que hoje são isentos e sobre os quais passará a incidir taxa de 4,14% no estado. O artigo de Novaes e Jensen não menciona essa medida específica, mas deixa claro que mudanças pontuais não alteram a lógica de “agro-dependência”.

     Indústria do veneno

     “Não há crise de governança em matéria de agrotóxicos. Trata-se da consecução de uma política estrategicamente pensada e aplicada, direcionada para o fomento do agronegócio, um dos eixos fundamentais do modelo de reprodução do capitalismo rentista e especializado na exportação de bens primários, com baixíssimo valor agregado”, diz o texto, acrescentando que cerca de 80% do agrotóxico consumido no país destina-se para apenas quatro culturas: soja, cana de açúcar, milho e algodão.

     Os autores ressaltam que o mercado de fabricação de agrotóxicos é oligopolizado por empresas estrangeiras e movimenta, em média, US$ 10 bilhões – mais de R$ 55 bilhões – anualmente no Brasil.

 

     As indústrias do setor desoneram-se integralmente do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), do Programa de Integração Social e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (PIS/COFINS). Além disso, são beneficiadas por desoneração parcial de ICMS.

     “Chega-se, assim, a […] um subsídio tributário direto de uma quantia próxima a US$ 3 bilhões por ano, correspondente a 30% das vendas do setor, o que está em consonância com a carga tributária vigente no país, que beira os 35%”, concluem os autores.

     Os agrotóxicos são considerados insumos para atividade agrícola, assim como os fertilizantes, sementes, aviões e maquinário. Por isso, o gasto com a sua aquisição é abatido integralmente nos tributos sobre a renda, o que os autores chamam de “subsídio indireto.”

     Financeirização

     Cerca de 90% dos agrotóxicos são vendidos diretamente a grandes e médios produtores rurais.

     Troca-se o pacote tecnológico”, composto por sementes e agrotóxicos, por parte da produção futura”, descreve o texto, em uma operação complexa que classificam como escambo.

     “O produtor rural emite um título de crédito que é repassado às indústrias e aos outros agentes da cadeia de financiamento, tais como bancos, securitizadoras, serviços de estocagem e comercialização externa (tradings), gerando novos títulos de crédito em cada fase da operação, que é finalizada, no mais das vezes, com um contrato de hedge para “trancar o preço futuro”.

     “Trata-se de uma operação estruturada e complexa que envolve, numa perspectiva contida, a emissão de cinco títulos creditícios (existem mais de vinte à disposição dos operadores), calculados com o valor-base da venda. São US$ 9 bilhões comercializados mediante “escambo”, com a operação lastreada em cinco títulos, no mínimo. Isso representa US$ 45 bilhões que alimentam o sistema financeiro e a circulação da riqueza-capital”.

     Os títulos de crédito do agronegócio, em sua grande maioria, são isentos de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cuja alíquota é de 0,38%, além de Imposto de Renda incidente sobre o lucro da operação.      O montante poderia chegar a US$ 1 bilhão ao ano.

     Agro-dependência

     O artigo reúne ainda dados que mostram a baixa participação do agronegócio nas receitas públicas.

     Em 2019, a União arrecadou, excetuadas as contribuições previdenciárias, R$ 1,04 trilhão de reais, sendo que o setor da Agricultura, Pecuária e Serviços Relacionados contribuiu com apenas 0,27% dessas receitas. 

     Em São Paulo, a participação da agricultura e pecuária na receita do ICMS não passa de 0,1% do total.  O texto mostra ainda que o estado concede ao setor agroexportador subsídios que representam mais que toda a economia estimada com a reforma da Previdência do Servidor Público paulista e com a venda de empresas e fundações públicas em dez anos.

     Na conclusão do artigo, os autores defendem que a financeirização do capital investido no agronegócio e as “absurdas benesses tributárias” concedidas pelo Estado brasileiro evidenciam a necessidade de se atacar o problema da agro-dependência em sua totalidade, tendo em vista um projeto de Nação com soberania popular e alimentar.

     Entre outras medidas, a urgência de revogação da Lei Kandir, que veda a tributação de ICMS incidente sobre as operações de exportação de bens primários e semi-processados, e uma “tributação agressiva sobre as atividades rentísticas do mercado financeiro e dos grandes complexos agroindustriais.”

     O vídeo do lançamento do livro Direitos Humanos no Brasil 2020 estará disponível no canal da TVT no Youtube a partir desta terça-feira (8).

     Comentário:

     Todos os países do mundo deveriam boicotar os produtos de exportação do Brasil enquanto o governo não revogassem as leis sancionadas sobre agrotóxicos diminuindo ao máximo esse uso abusivo que persiste no envenenamento dos produtos de exportação: agropecuária, agronegócio e a agroindústria; por estarem contaminados com venenos em grandes quantidades acima do permitido mundialmente e exigidos em leis ambientais; e ainda, com o aval da lei do governo que permitiu aos ruralistas usarem agrotóxicos perigosos a saúde humana e animal de maneira indiscriminada; condenados esses venenos nos países do primeiro mundo. O Brasil está infringindo as normas e leis ambientais internacionais e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

     Esses agrotóxicos empregados na lavoura estão prejudicando a saúde humana e animal e sendo responsável pelo aumento de casos: de câncer; suicídios; infertilidade; TDAH; espectro autista; doenças nos rins; danos ao fígado; Alzheimer; má formação de feto; depressão; hipotireoidismo; doenças cardíacas; alergias; e loucuras, (alterando as funções cerebrais). Foram constatados agrotóxicos: no leite materno; agrotóxicos em água de chuva; nas urinas dos professores de escolas rurais; e intoxicações nos camponeses.

     O governo brasileiro vem acobertando as multinacionais dos agrotóxicos dando a todos esses fabricantes de venenos um incentivo fiscal, ou seja, a isenção total de todos os impostos que hoje os brasileiros pagam e ficam sufocados com as taxas tributárias.

     O governo sabe muito bem dos prejuízos que esses venenos agrícolas vêm trazendo ao meio ambiente e a saúde pública, mas nada vem fazendo para defender o povo, porque as multinacionais são poderosas e mandam nesses políticos, essas empresas estrangeiras não querem perder os bilhões de dólares que ganham com a venda desses venenos.

     Esses venenos são usados em grande escala nas lavouras de monoculturas e mecanizados de exportação que degradam a terra e as deixam estéreis, sem se falar no prejuízo com a fauna e flora; com a derrubada de grandes áreas de cerrado para plantar uma monocultura, os animais que ali viviam tem dificuldades para se alimentar, não encontram mais abrigos e dificilmente conseguem se reproduzir. Aqueles que sobrevivem procuram outros locais, invadindo áreas urbanas, tornando-se então presas fáceis.

     O governo brasileiro está sendo conivente com os envenenamentos e uma morte lenta por doenças de origem na aplicação de agrotóxicos nas lavouras causando a morte da população em grande escala e ainda beneficia esses fabricantes criminosos com isenção de incentivos fiscais.

     O povo não se revolta contra essa situação porque são leigos e não conhecem o perigo que estão sendo expostos no dia a dia e são submetidos a uma câmara de gás lenta, invisível, mais de uma eficácia criminosa que surte um grande efeito nocivo ao povo.

Ernani Serra

 

Pensamento: A ignorância do povo é que move a esperteza dos políticos.

Ernani Serra

 

 

 

 

                                                                                                

 Sars-Cov-2 = D614G


     O coronavírus que está ameaçando o mundo no momento não é o mesmo que o coronavírus que surgiu pela primeira vez na China.

     O Sars-Cov-2, o nome oficial do vírus que causa a doença covid-19 e que continua a abrir um caminho de destruição em todo o mundo, está mudando.

     Mas, embora os cientistas tenham visto milhares de mutações ou alterações no material genético do vírus, apenas uma delas foi apontada como uma que possivelmente pode alterar seu comportamento.

https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001580;ord=1607974252159     As questões cruciais sobre essa mutação são: isso torna o vírus mais infeccioso — ou letal — em humanos? E poderia representar uma ameaça para o sucesso de uma futura vacina?

     Na verdade, esse coronavírus está mudando muito lentamente em comparação com vírus semelhantes que causam gripe. Com níveis relativamente baixos de imunidade natural na população, sem vacina e poucos tratamentos eficazes, não há pressão para que o vírus se adapte. Até agora, este coronavírus está fazendo um "bom trabalho" em manter-se em circulação como está.

     A mutação relevante - denominada D614G e situada na proteína que compõe a "ponta" do vírus usado para invadir nossas células — apareceu algum tempo após o surto inicial de Wuhan, provavelmente na Itália. Agora é visto em 97% das amostras em todo o mundo.

     Evolução

     A questão é se essa mutação está dando alguma vantagem ao vírus ou se é apenas por acaso.

     Os vírus não têm um grande plano. Eles sofrem mutações constantemente e, embora algumas alterações ajudem a reprodução de um vírus, outras podem atrapalhá-la. Outras são simplesmente neutras. Eles são "um subproduto da replicação do vírus", diz Lucy van Dorp, da University College London, no Reino Unido. Eles "pegam carona" no vírus sem mudar seu comportamento.

     A mutação que surgiu pode ter se espalhado muito apenas porque aconteceu no início do surto e se espalhou algo conhecido como "efeito fundador". É isso que o Van Dorp e sua equipe acreditam ser a provável explicação para a mutação ser tão comum. Mas isso é cada vez mais controverso.

     Um número crescente — talvez a maioria — de virologistas acredita agora, como explica o Thushan de Silva, da Universidade de Sheffield, que há dados suficientes para dizer que esta versão do vírus tem uma "vantagem seletiva" —uma vantagem evolutiva — sobre a versão anterior.

     Embora ainda não haja evidências suficientes para dizer que essa versão "é mais transmissível" nas pessoas, o pesquisador diz ter certeza de que a mutação "não é neutra".

     Quando estudados em condições de laboratório, o vírus mutante foi melhor na entrada de células humanas do que aquelas sem variação, dizem os professores Hyeryun Choe e Michael Farzan, da Universidade Scripps, na Flórida.   Alterações na proteína "spike" que o vírus usa para se prender às células humanas parecem permitir que "se grude melhor e funcione com mais eficiência".

     Mas para por aí.

     Farzan diz que as proteínas "spike" desses vírus eram diferentes de uma maneira "consistente com, mas não provando, maior transmissibilidade".

     Prova de resultado de laboratório

     No Centro de Tecnologia do Genoma da Universidade de Nova York, o cientista Neville Sanjana, que dedica seu tempo trabalhando na tecnologia de edição de genes Crispr, deu um passo adiante.

     Sua equipe editou um vírus para que ele tivesse essa alteração na proteína "spike", e o colocou contra um verdadeiro vírus Sars-CoV-2 do surto inicial de Wuhan, sem a mutação, nas células dos tecidos humanos. Os resultados, ele acredita, provam que o vírus mutante é mais transmissível que a versão original, pelo menos no laboratório.

     Van Dorp ressalta "não está claro" os quão representativos eles são da transmissão em pacientes reais. Mas o professor Farzan diz que essas "diferenças biológicas marcantes" foram "substanciais o suficiente para pesar as evidências um pouco" em favor da ideia de que a mutação está melhorando a propagação do vírus.

     Fora do laboratório, existem evidências indiretas de que essa mutação torna o coronavírus mais transmissível em humanos. Dois estudos sugeriram que pacientes com esse vírus mutante têm quantidades maiores do vírus em suas amostras de swab. Isso pode sugerir que eles eram mais infecciosos para os outros.

     Eles não encontraram evidências de que essas pessoas ficaram mais doentes ou ficaram no hospital por mais tempo.

     Em geral, ser mais transmissível não significa que um vírus é mais letal — na verdade, o oposto é frequentemente verdadeiro. Não há evidências de que este coronavírus tenha sofrido uma mutação para tornar os pacientes mais ou menos doentes.

     Mas, mesmo quando se trata de transmissibilidade, a carga viral é apenas uma indicação de quão bem o vírus está se espalhando dentro de uma única pessoa. Isso não explica necessariamente de que forma é bom para infectar os outros. O "padrão ouro" da pesquisa científica — um estudo controlado — ainda não foi realizado. Isso pode envolver, por exemplo, a infecção de animais com uma ou outra variante do vírus, para ver qual se espalha mais na população.

     Uma das líderes dos estudos, Bette Korber, do Laboratório Nacional Los Alamos, nos Estados Unidos, disse que não havia consenso, mas a ideia de que a mutação aumentava a carga viral dos pacientes estava "ficando menos controversa à medida que mais dados se acumulam".

     A mutação é a pandemia

     Quando se trata de observar a população como um todo, é difícil observar o vírus se tornando mais (ou menos) infeccioso. Seu curso foi drasticamente alterado por intervenções, incluindo os lockdowns.

     Mas Korber diz que o fato de a variante agora parecer ser dominante em todos os lugares, inclusive na China, indica que essa nova versão pode ter se tornado melhor em se espalhar entre as pessoas do que a versão original. Sempre que as duas versões estavam em circulação ao mesmo tempo, a nova variante assumia o controle.

     De fato, a variante D614G é tão dominante que agora é a pandemia. E já faz algum tempo — talvez até desde o início da epidemia em lugares como o Reino Unido e a costa leste dos EUA. Portanto, enquanto surgem mais evidências de que essa mutação não é neutra, ela não muda necessariamente a maneira como devemos pensar sobre o vírus e sua propagação.

     Para tranquilizar: a maioria das vacinas em desenvolvimento é baseada em uma região diferente do "spike", portanto isso não deve ter impacto no seu desenvolvimento. E há algumas evidências de que a nova forma é igualmente sensível a anticorpos, que podem proteger as pessoas contra uma infecção depois de uma primeira infecção — ou de uma vacina.

     Mas como a ciência da covid-19 é tão veloz, isso é algo que todos os cientistas — não importa em que acreditem em relação às mutações atuais — estarão ansiosos para ficar de olho.

     Comentário:

     Os cientistas estão na corda bamba sem saber muito sobre o COVID-19 e a mutação do vírus D614G, porque são vírus recentes e desconhecidos dos cientistas que estão começando agora a estudar e pesquisar; até as vacinas que estão sendo distribuídas e aplicadas não são totalmente eficazes a imunização das pessoas em 100% e agora, com essa mutação genética do vírus os cientistas terão que correr contra o tempo para estudar novas vacinas para combater o vírus mutante.    Se o vírus continuar a se transformar e se tornar mais forte e resistente às vacinas e medicamentos só Deus terá misericórdia dessa humanidade que poderá desaparecer nessa guerra biológica do invisível contra o físico. É a natureza querendo proteger a humanidade de uma extinção em massa através da diminuição da explosão demográfica mundial, pior seria, se Deus abandonasse o homem e deixasse que ele mesmo se autodestruísse através de uma explosão demográfica mundial. É o sacrifício de uns para salvar outros. Já diz a Bíblia, que Deus escreve certo em linhas sinuosas.

 

Ernani Serra

 

Pensamento: É uma maioria sendo sacrificada para o bem estar de uma minoria, é a Lei de Causa e Efeito. Quem mandou o homem proliferar sua espécie ao ponto de prejudicar a Natureza e a si mesmo. A Terra está ficando pequena e estéril para os seres humanos nessa explosão demográfica.

 

Ernani Serra

     

 

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