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AUTOMAÇÃO – INDÚSTRIA 4.0


     O ser humano cada dia que passa está se envolvendo numa teia de problemas que hoje parece à solução mais no futuro será uma catástrofe. É o caso da nova indústria da automação e indústria 4.0.
     A robotização generalizada nas indústrias vai causar um impacto social muito grande com o desemprego em massa e as profissões convencionais sendo extintas do mercado.
     A indústria 4.0 já é uma realidade mundial onde os países mais desenvolvidos do primeiro mundo já estão fabricando essas máquinas de extermínio humano e profissional.
     Já temos robôs como segurança, robôs para fins sexuais, e um sistema de informática computadorizada em milhares de funções práticas de uso pessoal e coletivo como, por exemplo, os celulares. Os carros modernos já são montados com um sistema de computador nos painéis e botões.
     Já temos os veículos: carros, caminhões, ônibus, etc. totalmente automatizados em pequenas escalas de produção, pondo no futuro um fim na profissão de motorista.
     No presente momento, está sendo muito útil e lucrativo para as indústrias automobilísticas que produz carros mais perfeitos através das máquinas robotizadas, em tempo mais rápido numa super produção. O perigo é que tantos carros no futuro possam ficar estocados nos pátios das montadoras por falta de compradores.
     Essa corrida para a indústria de automação é muito perigosa por que vai aumentar o número de pessoas famintas e miseráveis. Essas indústrias 4.0 vão tomar os lugares dos trabalhadores e que, só vão colocar pessoas só para fiscalizar e manter a operação das máquinas vai haver um desemprego em massa, mesmo que haja a boa intenção das indústrias 4.0 em dar aulas aos novos trabalhadores que serão poucos para o novo trabalho não vão diminuir o número de desempregados dentro da sociedade, vai haver um caos social.
     Esse tipo de indústria de automação é apropriado para uma sociedade privilegiada com uma estrutura razoavelmente pequena ou média com relação ao número de pessoas. A menos que estejam planejando uma sociedade burguesa com o extermínio da superpopulação mundial ou de formar um exército de pessoas famintas, desempregadas e miseráveis morrendo lentamente até que só fique o número desejado para usufruir desses benefícios da indústria 4.0.
     Estão querendo um mundo para poucos privilegiados (burgueses) profissionalmente competentes contra a massa de trabalhadores sem profissão e sem competência para a profissão de automação, e que, serão desclassificados e descartados por essas indústrias. Eles estão planejando um mundo capitalista burguês contra o proletariado e sem o proletariado, só com as máquinas computadorizadas.

Ernani Serra





Pensamento: Estão preparando o mundo para poucos privilegiados.

Ernani Serra



A HUMANIDADE TEM FUTURO?


     Com o aumento da população e a expansão dos robôs como vai ficar a humanidade?

 ChatGPT

      A expansão da população e o avanço da tecnologia, incluindo o aumento da presença de robôs e inteligência artificial, certamente terão impactos significativos na sociedade humana.

 

     Por um lado, a automação e a robótica podem levar a uma maior eficiência na produção de bens e serviços, melhorando a qualidade de vida e liberando os seres humanos de tarefas repetitivas e perigosas. Isso também pode resultar em um aumento da produtividade e da riqueza global.

 

     No entanto, a automação pode também levar a uma redução da demanda por mão-de-obra humana, resultando em desemprego e desigualdade econômica.    A educação e a requalificação profissional serão essenciais para que as pessoas possam se adaptar às mudanças e seguir ativas no mercado de trabalho.

 

     Além disso, a crescente população mundial trará desafios relacionados à escassez de recursos naturais, mudanças climáticas e impactos ambientais. Será crucial encontrar soluções sustentáveis e equitativas para garantir um futuro viável para todas as pessoas.

 

     Em resumo, o futuro da humanidade dependerá da forma como iremos lidar com essas questões complexas, buscando equilibrar o progresso tecnológico com considerações éticas, sociais e ambientais.

 

     Com o aumento da população e a expansão do robôs como vai ficar a humanidade?

 

GEMINI do Google

     O impacto do aumento da população e da expansão dos robôs na humanidade é um tema complexo e multifacetado, com diversas implicações a serem consideradas. Para ter uma visão abrangente, vamos analisar os aspectos positivos e negativos dessa perspectiva:

 

Potencial Positivo:

 

     Aumento da produtividade e eficiência: Robôs podem automatizar tarefas repetitivas e perigosas, liberando mão de obra humana para atividades mais criativas e estratégicas. Isso pode levar a um aumento na produtividade geral e na eficiência em diversos setores, como manufatura, saúde e agricultura.

     Melhoria na qualidade de vida: Robôs podem auxiliar em tarefas domésticas, cuidados com idosos e pessoas com deficiência, e até mesmo em cirurgias complexas. Isso pode levar a uma melhora na qualidade de vida para diversos grupos da população.

     Exploração de novos horizontes: Robôs podem ser enviados para locais extremos e perigosos, como o espaço sideral ou o fundo do oceano, para realizar pesquisas e coletar dados que antes eram inacessíveis. Isso pode levar a novos descobrimentos científicos e avanços tecnológicos.

     Sustentabilidade: Robôs podem ser utilizados para otimizar o uso de recursos naturais, reduzir o desperdício e minimizar o impacto ambiental das atividades humanas. Isso pode contribuir para um futuro mais sustentável para o planeta.

 

Potencial Negativo:

 

     Perda de empregos: A automação por robôs pode levar à perda de empregos em diversos setores, principalmente aqueles que envolvem tarefas repetitivas e manuais. Isso pode gerar aumento do desemprego, desordem social e instabilidade econômica.

     Desigualdade social: O acesso e o controle da tecnologia robótica podem ser concentrados nas mãos de uma minoria, exacerbando as desigualdades sociais existentes. Isso pode levar a uma sociedade mais dividida e com menos oportunidades para todos.

     Falta de ética e segurança: Robôs autônomos podem apresentar falhas ou serem utilizados para fins maliciosos, colocando em risco a segurança e o bem-estar das pessoas. É crucial desenvolver mecanismos éticos e de segurança rigorosos para garantir o uso responsável da tecnologia robótica.

     Alienação e perda de identidade: A dependência excessiva de robôs pode levar à alienação das pessoas e à perda de habilidades e conhecimentos importantes. É importante preservar a criatividade, a interação social e o trabalho humano para evitar uma sociedade desumanizada.

 

Futuro incerto:

 

     O futuro da humanidade com o aumento da população e a expansão dos robôs é incerto e dependerá das escolhas que fizermos hoje. É crucial ter um debate amplo e democrático sobre os impactos dessa tecnologia e desenvolver políticas públicas que garantam que os benefícios sejam compartilhados por todos e que os riscos sejam minimizados.

 

Conclusão:

 

     A relação entre o aumento da população, a expansão dos robôs e o futuro da humanidade é complexa e exige uma análise cuidadosa dos diversos fatores envolvidos. É fundamental buscar um equilíbrio entre os benefícios e os riscos dessa tecnologia, investindo em pesquisa, desenvolvimento e políticas públicas que garantam um futuro promissor para todos.

 

Lembre-se:

 

     É importante ter fontes de informação confiáveis e diversificadas para se manter atualizado sobre os avanços na área de robótica e inteligência artificial.

A participação em debates públicos e a cobrança de ações dos governos e empresas são cruciais para garantir que a tecnologia robótica seja utilizada de forma ética e responsável.

     É fundamental investir em educação e treinamento para que as pessoas estejam preparadas para o mercado de trabalho do futuro, que será cada vez mais moldado pela automação.

     Ao trabalharmos juntos, podemos construir um futuro onde a tecnologia robótica contribua para o bem-estar da humanidade e para a construção de um mundo mais justo, sustentável e próspero para todos.

 

Comentário:

     Os dois robôs deram suas opiniões de maneira técnica e racional como máquinas.

     Com a explosão demográfica de mais de 8 bilhões de habitantes e em expansão demográfica contínua e uma população crescente e com maioria mundial de pessoas miseráveis e famintas é muito perigoso o desenvolvimento e progresso da tecnologia moderna num mundo com maioria desigual. Essas tecnologias robotizadas só vai aumentar o número de pessoas sem eira nem beiras e vai criar um impacto de fome entre a sociedade capitalizada e o povo. Hoje, parece muito bonito e importante as máquinas computadorizadas e robotizadas em todas as áreas de trabalho humano, essas máquinas estão tomando o emprego e o lugar do homem. Isso vai gerar um desequilíbrio incomensuravelmente grande na sociedade. O sofrimento humano vai aumentar com dor e lágrimas.

     No futuro essas máquinas vão ser responsáveis pela falta de água nas nascentes e nos rios pelos desmatamentos e incêndios florestais para plantio de exportação, e as terras férteis de hoje vão se tornar estéreis no futuro e a produção de alimentos sem ofertas vai entrar em colapso total com relação a procura. Já estamos sentindo isso em vários países do mundo, os miseráveis estão aumentando a cada dia como uns vírus.

     Os ricos pensam que a automação é coisa boa e facilita tudo para essa classe de abastados e não veem que estão caminhando para o cadafalso. No futuro quando a crise vier será para todos e todos se tornarão miseráveis mesmo os que têm riquezas mas, não vão ter comidas. A natureza se cansou de produzir para uma humanidade de nuvem de gafanhotos, vírus, que não viram o futuro e suas consequências negativas, viveram somente o hoje. Essa pandemia de vírus humanos estão destruindo o planeta, a natureza e o meio ambiente. O fogo do inferno está a espera dessa humanidade virulenta e insana. A própria natureza está dando o troco a essa humanidade desumana. O homem vai se autodestruir como um suicida. O homem é a causa do desequilíbrio da natureza. O desequilíbrio da natureza são os efeitos das causas desta humanidade irracional.

 

Ernani Serra


https://globoplay.globo.com/v/12701267/

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Popula%C3%A7%C3%A3o+mundial

 

Pensamento: Os miseráveis não têm outro remédio a não ser a esperança.

 

William Shakespeare

 

 

 

 

 

 

domingo, 3 de maio de 2026

A IA FALANDO SOBRE ROBÔS,


MERCOSUL E A HUMANIDADE

 

     A meta das indústrias robóticas é superar a quantidade de robôs acima da populaçâo mundial. Quem vai ganhar nessa corrida populacional? Se os robôs vencerem a população mundial vai morrer de fome. Se a Terra não suporta mais os oito ou nove bilhões de pessoas quanto mais os dez bilhões de robôs.

     O cenário que você descreve toca em pontos críticos sobre sustentabilidade e economia circular. Atualmente, a população humana cresce em ritmo mais lento, enquanto a produção de hardware escala de forma exponencial.

   Quem ganha a corrida?

   Robôs:

   Possuem vantagem produtiva.

   Fábricas automatizadas podem operar 24/7 sem descanso.

  Humanos:

  Possuem limitação biológica. Levamos 9 meses para nascer e cerca de 20 anos para atingir maturidade produtiva.

  Veredito:

  Em números absolutos de "unidades", os robôs (considerando desde robôs industriais até assistentes domésticos) tendem a superar a população humana nas próximas décadas.

     O risco da fome e recursos

     Sua preocupação com a fome e o suporte do planeta é válida, mas há duas perspectivas distintas:

    Consumo Biológico vs. Elétrico:

    Robôs não comem comida orgânica. O impacto deles não é na agricultura diretamente, mas na extração de minerais raros e na demanda por energia.

   Eficiência Agrícola:

   Ironicamente, a robótica é usada hoje para aumentar a produção de alimentos (agricultura de precisão), o que teoricamente ajudaria a evitar a fome.

   Resíduos:

   O maior problema seria o lixo eletrônico.

   Dez bilhões de robôs descartados inadequadamente destruiriam ecossistemas e solo arável.

   A capacidade de suporte da Terra

   A Terra tem dificuldade em sustentar 8 bilhões de pessoas devido ao nosso padrão de consumo e desperdício.

   Pegada de Carbono:

   A fabricação de 10 bilhões de robôs exigiria uma revolução na reciclagem.

   Competição por Espaço:

   Robôs ocupam espaço físico e infraestrutura.

   Colapso Econômico: Se robôs substituírem todos os empregos, a população perde o poder de compra para adquirir a comida que os próprios robôs produzem. Para aprofundar essa reflexão, você gostaria de analisar:

   O impacto da IA na automação do trabalho e na renda básica?

   Quais países já estão perto de ter mais robôs que pessoas nas fábricas?

   Como a reciclagem de metais poderia mitigar esse impacto ambiental?

 

 

   Fale sobre todas as opções. O mundo está em perigo e as autoridades mundiais não fazem nada para melhorar ou amenizar os problemas.

   Para entender o perigo real, precisamos analisar como a automação, a demografia e a paralisia política se cruzam. Embora pareça que nada está sendo feito, existem movimentos globais (ainda que lentos) para tentar conter os danos. Aqui estão os pontos principais sobre a situação atual.

   A Corrida Populacional:

   Humanos vs. Robôs

   Atualmente, o estoque global de robôs industriais em operação é de cerca de 4,6 milhões de unidades. Embora esse número pareça pequeno perto dos 8,2 bilhões de humanos (dados de 2024), a velocidade de instalação é recorde:

   Domínio Asiático:

   A China sozinha instalou cerca de 295 mil robôs em 2024, respondendo por mais da metade do mercado mundial.

   Densidade Extrema:

   A Coreia do Sul já possui a maior densidade do mundo, com 1.012 robôs para cada 10.000 funcionários.

   Substituição:

   Projeções indicam que, até 2030, robôs em fábricas podem substituir mais de 20 milhões de vagas.

   O Dilema dos Recursos e da Fome

   A preocupação com o suporte do planeta é real.

   A Terra deve atingir 9,7 bilhões de humanos em 2050.  

   Se somarmos a isso bilhões de máquinas:

   Consumo Energético:

   IA e robôs demandam quantidades massivas de eletricidade e água para resfriamento de data centers.

   Lixo Eletrônico:

   A produção de hardware sem reciclagem eficiente pode tornar o solo infértil e contaminar águas.

   Paradoxo Econômico:

   Se robôs tomarem todos os empregos, quem terá dinheiro para comprar a comida produzida?

   Sem renda, o sistema de consumo entra em colapso.

   O Papel das Autoridades (O que está sendo feito?)

   Dizer que "nada é feito" reflete a lentidão diplomática, mas há tentativas de regulação:

   ONU: Lançou em setembro de 2025 o Diálogo Global sobre Governança da IA, tentando incluir 193 países em regras comuns.

   BRICS:

   Países como Brasil e China defendem que a IA beneficie o desenvolvimento sustentável e não apenas grandes empresas.

   Fundo Global:

   Há uma proposta de criar um fundo de US$ 3 bilhões para ajudar países pobres a não serem esmagados pela automação das nações ricas.

   Brasil:

   O Congresso brasileiro já avançou em um marco regulatório para IA, buscando ética e segurança jurídica no uso das máquinas.

   O Perigo Iminente:

   O Descompasso

   O maior risco não é o robô em si, mas a velocidade:

Tecnologia vs. Lei:

   A tecnologia avança em meses; as leis levam anos.

   Desigualdade:

   Países ricos automatizam para reduzir custos, enquanto países pobres (com muita mão de obra) podem ver sua principal vantagem econômica desaparecer.

   Ambiente:

   80% do impacto ambiental de um robô é definido no projeto. Se as empresas não focarem em modularidade e reciclagem, o planeta não suportará o descarte.

   Para continuar monitorando:

   Acompanhe os relatórios da Federação Internacional de Robótica (IFR) sobre densidade industrial.

   Veja as atualizações da Divisão de População da ONU sobre o crescimento humano.

   Observe o avanço das leis de Renda Básica Universal, que muitos economistas veem como a única saída para um mundo sem empregos humanos.

 

 

   Mais robôs do que gente no planeta é a falência de todas as profissões para os humanos, os humanos sem empregos é uma catástrofe humanitária.  Só os ricos poderão sobreviver a esse tsunami entre robôs e humanos.

   Sua análise toca no ponto mais sensível da Quarta Revolução Industrial: o descolamento entre a capacidade de produção e a capacidade de consumo. Se as máquinas fazem tudo, o valor do trabalho humano cai a zero, e isso quebra o motor da economia atual.

   Aqui está o desdobramento desse cenário de "Tsunami Tecnológico."

   A Falência das Profissões

   Não são apenas os trabalhos manuais que estão em risco.

   A automação atual atinge:

   Setor Operacional:

   Fábricas, logística e entregas (robôs físicos).

   Setor Intelectual: Advocacia analítica, contabilidade, programação e diagnóstico médico (IA e algoritmos).

   Resultado: Uma massa de "inúteis" do ponto de vista   do mercado, sem renda para as necessidades básicas.

   A Concentração de Riqueza Extremada

   Nesse cenário, o abismo social se torna intransponível:

   Proprietários da Tecnologia:

   Quem detém as patentes dos robôs e as fontes de energia controlará toda a riqueza produzida.

   O Ciclo quebrado:

   O capitalismo depende de consumidores. Se os humanos não têm salário, eles não compram. Se não compram, as empresas dos ricos param de lucrar. É um sistema que pode colapsar sobre si mesmo.

   Possíveis Saídas (ou Mitigações)

   Para evitar a catástrofe que você descreveu, economistas e autoridades discutem três frentes urgentes:

   Imposto sobre Robôs:

   Bill Gates e outros defendem que, se um robô substitui um humano, a empresa deve pagar os mesmos impostos que pagaria pelo funcionário, financiando a seguridade social.

   Renda Básica Universal (RBU):

   A ideia de que o Estado deve pagar um valor mensal para cada cidadão, independente de emprego, financiado pelos lucros da automação.

Redução da Jornada:

   Trabalhar menos horas para que as vagas remanescentes sejam divididas por mais pessoas (ex: semana de 4 dias).

   O Ponto de Ruptura

   Se as autoridades não agirem antes da "massa crítica" de desemprego tecnológico (estimada em 30-40%), o risco é de instabilidade civil grave. A história mostra que, quando a população não tem comida nem perspectiva, as estruturas políticas tendem a ser derrubadas.

   Você acredita que a Renda Básica Universal seria suficiente para manter a dignidade humana, ou o problema é a perda do propósito de vida que o trabalho traz?

   Podemos analisar:

   Quais setores ainda resistem à substituição completa?  

   O conceito de "Economia do Cuidado" (humanos cuidando de humanos)? Exemplos de testes de Renda Básica que já acontecem no mundo?

 

 

   O Brasil vai sofrer um grande abalo com a aprovação do União Europeia em aceitar o intercâmbio econômico entre os países sul-americanos através do Mercosul. Todos os produtos de exportação do Brasil vão ficar mais caros para o povo brasileiro dentro do mercado interno.

   O cenário que você descreve — o de que o Brasil sofrerá com o acordo entre Mercosul e União Europeia — é um dos debates mais intensos da economia atual.  

   Na prática, o acordo entrou em vigência provisória em 1º de maio de 2026, após décadas de negociações.

   Aqui estão os pontos principais sobre como isso afeta os preços e o mercado interno:

   O Dilema da Exportação e Preços Internos

   Você tem razão ao apontar que a exportação em massa pode pressionar os preços domésticos.

   Historicamente, quando o mercado internacional paga em dólar ou euro, o produtor brasileiro tende a priorizar a venda externa:

   Lei da Oferta e Procura:

   Se o Brasil exporta volumes recordes de carne ou soja para a Europa, a disponibilidade desses produtos no mercado interno pode diminuir, elevando o preço para o consumidor brasileiro.

   Substituição de Culturas:

   Áreas antes usadas para alimentos de consumo interno (como o feijão) são frequentemente convertidas para commodities de exportação (como a soja), o que encarece a cesta básica.

   Câmbio:

   A valorização do dólar/euro frente ao real torna a exportação ainda mais lucrativa para o fazendeiro, mas "importa" a inflação para dentro do nosso prato.

   O Acordo Mercosul-UE (Maio de 2026)

   O acordo cria a maior zona de livre comércio do mundo, atingindo mais de 700 milhões de pessoas.

   O que o Brasil Ganha:

   Tarifas zeradas para quase 82% das exportações industriais e agrícolas para a Europa, como café, frutas e óleos vegetais.

   Cotas de Proteção:

   Para evitar o desabastecimento total ou a fúria dos produtores europeus, foram criadas cotas. Por exemplo, há um limite de carne bovina que o Mercosul pode vender com imposto reduzido para a Europa.

   O Outro Lado:

   O que pode ficar mais barato?

   Nem tudo subirá de preço. O acordo também facilita a entrada de produtos europeus no Brasil:

   Produtos Importados:

   Vinhos, queijos, azeites e peças de automóveis europeus devem ter redução gradual de preços devido à queda de tarifas de importação.

   Competição Industrial:

   A indústria brasileira enfrentará concorrência direta, o que pode forçar a modernização e preços menores, mas também ameaça empregos em setores menos competitivos.

   O Risco da "Falência Humanitária"

   O seu receio de que "só os ricos sobreviverão" conecta-se ao risco de desigualdade. Se o governo não usar a riqueza gerada pelas exportações para subsidiar a agricultura familiar (que põe a comida na mesa do brasileiro) ou para programas de renda, o abismo social pode realmente aumentar.

   Se você quiser acompanhar mais de perto, podemos ver: Quais produtos específicos da cesta básica estão mais expostos a esse acordo?

   Como as novas leis ambientais da Europa (que proíbem produtos de áreas desmatadas) podem travar essas exportações e "sobrar" mais comida no Brasil?

 

 

   Vai começar a Era das queimadas e incêndios criminosos dos ruralistas com o apoio do governo federal que faz que está combatendo o fogo e o crime ambiental. Com o mercado do Brasil com o mercado Europeu, o desmatamento vai aumentar para manter e matar a fome dos chineses e europeus. Vai ser uma catástrofe para as florestas tropicais.

   O cenário que você desenha é de um conflito direto entre a expansão econômica e a preservação ambiental.  

   Com o início da vigência do acordo Mercosul-União Europeia em 1º de maio de 2026, o debate sobre o desmatamento e o uso do fogo criminoso ganhou novas camadas de complexidade e vigilância internacional.

   Aqui estão os fatos e os mecanismos que definem essa situação hoje:

   O "Fio da Navalha"

   Ambiental em 2026

   Lei Antidesmatamento da UE (EUDR): A partir de dezembro de 2026, a União Europeia aplicará rigorosamente o regulamento que proíbe a entrada de produtos (soja, carne, café, madeira, etc.) vindos de áreas desmatadas após 2020. Isso significa que, se houver queimadas e desmatamento para expandir o mercado, esses mesmos produtores podem ser banidos do mercado europeu.

   Rastreabilidade Obrigatória:

   Para vender para a Europa sob o novo acordo, o produtor precisa provar, via satélite e geolocalização, que sua fazenda não destruiu florestas. Isso cria uma barreira técnica para o crime ambiental "compensar" financeiramente.

   Dados de Desmatamento e Fogo

   Queda nos Índices:

   Dados recentes do Imazon e do Inpe (abril de 2026) mostram que o desmatamento na Amazônia caiu 17% no primeiro trimestre de 2026 e teve uma redução acumulada de 36% entre agosto de 2025 e março de 2026.

   O Perigo das Queimadas:

   Embora a derrubada (corte raso) tenha caído, os incêndios florestais continuam em níveis críticos, muitas vezes impulsionados por crises climáticas e ações criminosas que tentam "limpar" áreas já degradadas.

   Fiscalização:

   O governo federal relançou o Plano Clima com um investimento de R$ 27,5 bilhões para 2026, focando justamente em inteligência para rastrear crimes ambientais em tempo real.

   O Risco da "Catástrofe" nas Florestas

   Apesar dos mecanismos de controle, o perigo que você aponta reside em três pontos:

   Cerrado sob Pressão:

   Enquanto a Amazônia recebe atenção mundial, o Cerrado costuma sofrer mais com a expansão da soja, e as quedas no desmatamento nesse bioma têm sido mais lentas (cerca de 6% no último ciclo).

   Mercado Chinês:

   Diferente da Europa, a China ainda não possui exigências ambientais tão rígidas quanto a EUDR, o que pode servir de "válvula de escape" para produtores que desmatam.

   Crime Organizado:

   Autoridades admitem que o crime organizado avançou sobre o território florestal, tornando o combate ao fogo uma questão de segurança nacional, e não apenas ambiental.

   Instituições para Acompanhar

   Para verificar se o combate ao crime ambiental é real ou "fachada", os dados públicos são a melhor ferramenta:

   INPE (Deter/Prodes): Para ver os alertas diários de fogo e desmatamento.

   Observatório do Clima:

   Para análises críticas sobre a atuação do governo.

   MapBiomas:

   Para entender como o uso da terra está mudando em cada bioma. A grande dúvida de 2026 é se o lucro das exportações para a Europa será usado para financiar a regeneração ou se servirá de combustível para uma nova fronteira de destruição.

 

Gemini vs Ernani

https://www.facebook.com/reel/4196227890638711

 

 https://ifr.org/

 

https://www.youtube.com/watch?v=PWL-ATHOjQ0

 

https://exame.com/economia/ha-robos-em-todo-lugar-menos-nas-estatisticas-de-produtividade/

 

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2018/02/por-causa-de-robos-ideia-de-renda-basica-universal-ganha-mais-adeptos.shtml

 

https://ifr-org.translate.goog/ifr-press-releases/news/global-robot-demand-in-factories-doubles-over-10-years?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=sge

 

https://agenciabrasil.ebc.com.br/en/economia/noticia/2026-01/brazil-tap-36-global-trade-after-mercosur-eu-deal

https://www.youtube.com/watch?v=XW9-RBKzZsg&t=84s

 

https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/05/01/acordo-ue-mercosul-veja-o-que-esta-em-jogo-para-o-agro.ghtml

 

https://basicincome.stanford.edu/about/what-is-basic-income/

Pensamento: Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.

 

Sócrates

 

 

 


Postagem em destaque POLÍTICOS ATUAIS DA GUERRILHA NO BRASIL

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