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O SALÁRIO DO PECADO É A MORTE


     Os trabalhadores são ovelhas que estão indo para o abatedouro sem nenhuma reação, o Congresso Nacional está pisoteando essa classe de trabalhador que fica inerte como se já tivesse morrido em vida.
     Todos os políticos são infiéis que esmagam os sonhos do povo e os transformam em pesadelos, esses políticos são egocêntricos e egoístas que legislam para o poder econômico, principalmente para os banqueiros que estão criando crises mundiais e destruindo as nações com suas taxas bancárias elevadíssimas e financiando créditos com juros compostos e interferindo nos poderes dos países do terceiro mundo e emergentes para que o seu país potência possa se instalar e dominar toda a economia e as riquezas desses países ricos de solo e subsolos mais extremamente pobres de personalidades (caráter) que se vendem por qualquer bugiganga financeira (propinas).
     Pobres trabalhadores brasileiros que nada fizeram para se defender das PECs e Reformas da Previdência Social e muitas outras que já foram sancionadas e as que estão por vir; todas essas leis são o cadafalso dessa classe e do povo brasileiro, estão criando um genocídio para destruir todo o povo, e esse povo continua mudo, cego e surdo, aceitando de goela abaixo todas essas arbitrariedades e crimes contra o povo e contra o Brasil através das privatizações e leilões que tiram dos brasileiros as suas independências e os escravizam para sempre; esses políticos preferem matar os brasileiros de fome a passar um calote por vinte anos ao FMI e a todos os banqueiros que os presidentes (FHC, Lula, Dilma, Temer e agora o Bolsonaro) endividaram a nação e faliu o país na pretensa estória de pagar as dívidas do Brasil, e que, todas essas verbas de privatizações foram desviadas e jogadas no lixo da conspiração internacional.
     Tenho pena dessa classe de trabalhadores que são os burros de cargas (escravos que pensam que são livres) e baixam as cabeças e se tornam lacaios e capachos dos políticos corruptos e de toda corja da conspiração internacional.
     Getúlio Vargas só fez um bom governo quando era ditador e péssimo governo quando se tornou presidente do Brasil. Foi nesse período de ditadura Vargas que os trabalhadores conseguiram obter a garantia de direitos trabalhistas. Dos piores presidentes do Brasil, o Getúlio foi o menos ruim. Getúlio criou o Salário Mínimo para evitar a continuação da exploração dos empresários contra os empregados, antes da Lei, os empresários pagavam aos trabalhadores a quantia que bem lhes aprouvessem e obrigavam a essa classe obreira a trabalhar mais de dez horas por dia sem direito a extras; o trabalhador era um verdadeiro escravo do patrão, quem se revoltasse, iria para rua sem nenhum direito, com uma mão na frente e outra atrás; e dois pés na bunda. Getúlio acabou com essa farra de exploração ao trabalho escravo. Hoje, os presidentes e políticos (Congresso Nacional) estão revogando todos os direitos garantidos e conquistados pelos trabalhadores de maneira suave que nem estão sentindo a traição.
     Já estão implantando a miséria social do passado para que os trabalhadores e o povo fiquem alienados e apodreçam na miséria social. Os trabalhadores devem ir às ruas protestarem contra todas essas leis austeras pacificamente e se os políticos não atenderem as suas reivindicações então façam como fizeram em Paris que só assim conseguiram e foram aceitas as reivindicações dos trabalhadores. Se não aceitarem por bem então tem que aceitar por mal; mas para isso o povo tem que deixar a idolatria e o fanatismo ideológico para conquistar o direito a vida. Lutem pela vida contra todas as intervenções econômicas e financeiras e contra esse Salário Mínimo da Morte que está destruindo as famílias e aumentando a prostituição e a violência urbana e rural. Esse governo do Bolsonaro está no mesmo caminho das ideologias políticas do PT, dando salários de fome aos trabalhadores, tirando as conquistas dessa classe que labuta para sobreviver, entregando às riquezas as grandes potências numa conspiração bancária sem precedentes e deixando o povo na miséria a mercê dos invasores estrangeiros que já dominam tudo e todos dentro do Brasil. O povo está escravo de uma conspiração, mas não percebe que está hipnotizado e alheio a tudo que está acontecendo, o povo está se tornando um bando de imbecis que no futuro se transformarão em zumbis.

Ernani Serra




Pensamento: Se queres conquistar o seu objetivo tem que lutar para alcançar.

Ernani Serra




SABEDORIA DO MINISTRO ROBERTO BARROSO

 

     Luís Roberto Barroso (Vassouras, 11 de março de 1958) é um jurista, professor e magistrado brasileiro, atualmente ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). É ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

     Formado em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é mestre pela Universidade Yale e doutor pela UERJ, tendo realizado estudos de pós-doutorado na Harvard Law School. É professor titular de direito constitucional e livre docente na UERJ. Leciona também na Universidade de Brasília[9] e no programa de pós-graduação em direito do Centro Universitário de Brasília.

 

     Tornou-se conhecido por seu trabalho acadêmico voltado ao direito público, bem como por sua atuação como advogado em casos de grande repercussão perante o Supremo Tribunal Federal, tais como a defesa da pesquisa com células tronco embrionárias, da união entre pessoas do mesmo sexo e da proibição do nepotismo. Além de ter exercido a advocacia privada a partir de 1981, foi também procurador do Estado do Rio de Janeiro desde 1985 até sua indicação para o cargo de ministro do STF pela presidente Dilma Rousseff em 2013.

 

     É considerado um jurista de visões liberais e progressistas.

 

     Atuação

 

     Atividade acadêmica e docente

 

     Barroso nasceu em Vassouras, mas ainda criança mudou-se para o Rio de Janeiro. É neto de judeus gregos que vieram para a América do Sul na década de 1920 e se estabeleceram inicialmente em Montevidéu, onde sua mãe viveu até os 17 anos e militou no movimento sionista local. Seu pai foi promotor de justiça e sua mãe, advogada.

 

     Formou-se bacharel em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 1980. Simultaneamente cursou, por dois anos e meio, graduação em administração e economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), sem a concluir. Durante o curso de direito da UERJ, atuou no movimento estudantil e foi um dos fundadores do Centro Acadêmico Luiz Carpenter.

 

     Tornou-se mestre (Master of Laws) pela Yale Law School (Estados Unidos) em 1989 e doutor pela UERJ em 2008. Em 2011, realizou estudos de pós-doutorado como pesquisador visitante na Universidade de Harvard.

 

     Atua voltado ao direito público, especialmente teoria constitucional, direito constitucional contemporâneo, interpretação constitucional, controle de constitucionalidade, direito constitucional econômico, administrativo e regulação. Barroso é professor da Faculdade de Direito da UERJ desde 1982, sendo livre docente desde 1990 e professor titular de Direito Constitucional desde 1995. Também é professor visitante da Universidade de Brasília desde 2009.    Foi professor visitante da Universidade de Poitiers (França) em fevereiro de 2010, e da Universidade de Breslávia (Polônia) em outubro de 2009.

 

     Foi um dos criadores do programa de pós-graduação em Direito Público da UERJ, um dos mais reconhecidos do Brasil e de onde saíram muitos nomes de sucesso no Direito Constitucional brasileiro.

 

     Barroso tem sido convidado a palestrar em diversas universidades no Brasil e no exterior, incluindo nas prestigiadas New York University School of Law, nos Estados Unidos, e London School of Economics e Oxford University, na Inglaterra.

 

     Considerado como politicamente de esquerda, Barroso indica como suas influências Georg Wilhelm Friedrich Hegel e Norberto Bobbio. Afirmou, porém, que progressivamente abandonou a ideia de que o Estado deve ter protagonismo na economia.

 

     Advocacia

 

     O advogado da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde, Luís Roberto Barroso, fala durante sessão do STF sobre aborto de anencéfalos.

Barroso ficou conhecido por sua atuação, como advogado, em casos de grande repercussão perante o STF. Entre eles, destacam-se: defesa das pesquisas com células tronco embrionárias, defesa da equiparação das uniões homoafetivas às uniões estáveis tradicionais, defesa da interrupção da gestação de fetos anencefálicos[21] e defesa da proibição do nepotismo no Poder Judiciário. Também foi advogado do militante da esquerda Cesare Battisti, condenado por assassinato e terrorismo na Itália, num caso de grande projeção internacional. Sua banca de advocacia chegou a ser considerada uma das mais importantes do país.

 

     Além de sócio em seu escritório de advocacia, iniciado em 1981, Barroso foi procurador do estado do Rio de Janeiro (tendo sido o 1º colocado no concurso público de provas e títulos) desde 1985 até sua indicação ao Supremo Tribunal Federal em 2013. Também foi assessor jurídico da Secretaria de Justiça do Rio de Janeiro, na gestão do secretário Eduardo Seabra Fagundes, durante o primeiro governo de Leonel Brizola.

 

     Foi membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (2000-2005) e de diversas comissões do Ministério da Justiça e do Senado Federal que elaboraram anteprojetos de leis, como os que resultaram na criação das leis 9.868/99, que dispõe sobre a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade, e 12.016/09, que trata sobre o mandado de segurança. Em 2012, participou de comissão constituída no âmbito do Senado que elaborou diversas propostas para equacionar problemas do federalismo fiscal brasileiro.

 

     Supremo Tribunal Federal

 

     Luís Roberto Barroso em 2020. Indicação e sabatina. Em 23 de maio de 2013, a presidente da República, Dilma Rousseff, indicou-o para ocupar a vaga aberta pela aposentadoria do ministro Carlos Ayres Britto no Supremo Tribunal Federal. Anteriormente, Barroso havia sido considerado como cotado para o cargo em outras ocasiões. Após ser sabatinado pelo Senado Federal, foi aprovado com 26 votos favoráveis e 1 contrário na Comissão de Constituição e Justiça e 59 votos favoráveis e 6 contrários no Plenário.

 

     Na sabatina, um dos temas predominantes foi o ativismo judicial, sobre o qual Barroso defendeu que "quando o Legislativo atua, o Judiciário deve recuar, a menos que haja uma afronta evidente à Constituição. Quando o Legislativo não atua, mas existem interesses em jogo, o Judiciário deve atuar". Sobre o julgamento do mensalão, declarou que o posicionamento do STF foi mais duro do que costumava ser em decisões penais, sendo "um ponto fora da curva", mas recusou-se a opinar fora dos autos sobre questões que deveria apreciar enquanto membro do tribunal, tais como a possibilidade de serem cabíveis embargos infringentes em favor dos condenados nesse julgamento. Sobre a prerrogativa do Ministério Público de conduzir investigação, opinou que é possível, mas apenas excepcionalmente, não devendo ser a regra. Afirmou, também, que sua indicação teria ocorrido através do apoio dos advogados Beto Vasconcelos, então subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil da Presidência, e Sigmaringa Seixas, ex-deputado federal.

 

Rito do processo de impeachment

 

     Em dezembro de 2015, o ministro Barroso apresentou voto, que foi seguido pela maioria da Suprema Corte naquele julgamento, no qual definiu o rito a ser seguido no processo de impeachment de Dilma Rousseff, proibindo candidaturas ou chapas avulsas e voto secreto na formação de comissão especial de impeachment e entendendo que o Senado pode recusar a denúncia autorizada pela Câmara dos Deputados.

 

     Concessão de indulto a José Dirceu

 

     Comissão de Meio Ambiente do Senado (CMA) e a Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC) do Congresso Nacional, promovem um Colóquio Judicial para a América Latina e o Caribe sobre Constituições, Ambiente e

Direitos Humanos.

 

     Em 17 de outubro de 2016, concedeu perdão a José Dirceu na pena de 7 anos imposta pelo Mensalão. Em seu voto, disse: "Entendo que o sentenciado preenche os requisitos objetivos e subjetivos, fixados de modo geral e abstrato pelo ato presidencial, para o gozo do benefício do indulto". Dirceu foi condenado a 20 anos pelo juiz Sergio Moro em outro processo, o que poderia evitar o perdão por má-conduta, mas Barroso decidiu que, "(...) seja porque o condenado não praticou falta disciplinar de natureza grave nos doze meses anteriores contados retroativamente desde o dia 25.12.2015, seja porque a sentença condenatória superveniente diz respeito a condutas praticadas antes mesmo de iniciado o efetivo início do cumprimento de sua reprimenda, não vejo como negar a concessão do indulto."

 

     No entanto, Dirceu permaneceu preso, em razão do mandado de prisão preventiva na Operação Lava Jato, sendo posteriormente solto pelo voto do ministro Gilmar Mendes.

 

     Aborto

 

     A ministra Rosa Weber e os ministros Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli, acompanham o Presidente Lula, durante visita ao Supremo Tribunal Federal, após os ataques de 8 de janeiro de 2023.

    

     No dia 29 de novembro de 2016, a Primeira Turma do STF, presidida pelo ministro Barroso, concedeu habeas corpus para revogar a prisão preventiva de funcionários de uma clínica que realizava abortos. Em seu voto, que foi seguido pelos ministros Edson Fachin e Rosa Weber, Barroso entendeu que não é crime a interrupção voluntária da gestação efetivada no primeiro trimestre, com base na legislação de outros países, e afirmou que, em temas moralmente divisivos, o Estado não pode tomar partido e impor uma visão, devendo permitir que as mulheres tenham o direito de escolher. Também fundamentou a decisão nos direitos sexuais e reprodutivos da mulher, na integridade física e psíquica da gestante, e na igualdade da mulher em relação ao homem. A decisão teve imediata repercussão na Câmara dos Deputados, que reagiu criando uma comissão para legislar em sentido contrário ao decidido pelo tribunal.

 

Operação Lava Jato

 

Ver artigo principal: Desdobramentos da Operação Lava Jato.

Em 29 de março de 2018 o ministro Barroso autorizou a operação da Polícia Federal batizada Operação Skala com o propósito de coletar provas para o Inquérito dos Portos. Além de vinte mandatos de busca e apreensão, foram expedidos treze mandados de prisão temporária.

 

Operação Abafa

 

Ver artigo principal: Operação Abafa

Em agosto de 2017, o ministro Barroso disse, em entrevista no programa Conversa com Bial ao apresentador Pedro Bial da Rede Globo, que existe uma "Operação abafa", cujo objetivo seria paralisar a Operação Lava Jato. Barroso disse ainda que: "a Lava-Jato é vítima de uma grande operação abafa, a sociedade tem que estar mobilizada. A Lava-Jato sobreviveu pela sociedade e pela imprensa. Há uma semente plantada, nunca mais será como antes".     Ele destacou a coragem do país em não "empurrar a poeira para debaixo do tapete" e em avançar com as investigações. "Talvez nenhum país no mundo tenha tido a coragem de fazer o que o Brasil está fazendo. Temos que aproveitar essa oportunidade com determinação. Vamos criar um país em que a integridade é o ponto de partida."

 

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, visita o Centro de Divulgação das Eleições 2020 (CDE2020) e concede entrevista sobre o 1º turno da eleições municipais 2020 no Brasil.

 

Anteriormente, em maio de 2017, Barroso já havia alertado que as críticas a delações premiadas da Operação Lava Jato são parte de uma "operação abafa" para desacreditar os delatores. Na opinião do ministro, as críticas ao instrumento servem para intimidar os colaboradores e impedir que contém o que sabem sobre crimes. No início de agosto de 2017, em participação em um simpósio de direito, o ministro afirmou que "A operação abafa é uma realidade visível e ostensiva no Brasil de hoje. Há muita resistência às mudanças que precisam ser feitas."

 

Em discussão na sessão plenária do dia 26 de outubro de 2017, Barroso acusou o também ministro Gilmar Mendes de ser leniente com os crimes de colarinho branco e de mudar de jurisprudência de acordo com o réu, em referência ao fato de Mendes haver concedido a soltura de vários presos na Operação Lava Jato.

 

Wikipédia

 

     Comentário:

     O ministro Roberto Barroso é um verdadeiro gênio da intelectualidade, visto o que a Wikipédia expôs acima na sua biografia política e jurídica e levantou todas as suas oratórias onde se destacou mais, ao meu ver, foi no vídeo que vai abaixo sobre a corrupção, até hoje nunca tinha visto alguém tão honesto com a sociedade ao dizer tantas verdades num só vídeo. Espero que o ministro atualmente não tenha mudado as suas opiniões e convicções sobre a corrupção, acredito que não.

     Espero que o ministro continue a lutar contra todas as irregularidades e crimes contra o povo brasileiro. Tenho uma admiração sobre esse ministro que só tem falado sobre o certo e o correto dando exemplos de dignidade e sabedoria política e jurídica. Merecia ser o presidente da República Federativa do Brasil.

 

Ernani Serra

 

https://www.facebook.com/InformacaoNacional/videos/1632879853478099

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Roberto_Barroso

 

Pensamento: Não quero ser um gênio... Já tenho problemas suficientes ao tentar ser um homem.

 

Albert Camus

 

 



A IA E OS GARIS

 

     Não achas que os garis merecem um tratamento mais humano? As prefeituras deveriam dar gratificações de insalubridades por eles estarem expostos as bactérias dos lixos e pelo trabalho extenuante de correr quilômetros atrás de carro do lixo se arriscando a ter um colápso mental ou um infarto do miocárdio.

     Sim, com certeza. A sua observação é extremamente pertinente e toca num ponto fundamental sobre a dignidade no trabalho e o reconhecimento de uma das profissões mais essenciais para o funcionamento de qualquer cidade.

     Vamos analisar os pontos que você levantou:

     1. Gratificação de Insalubridade

     Você está absolutamente correto em sua lógica. A boa notícia é que, na legislação trabalhista brasileira, essa gratificação já é um direito garantido para os garis.

     O que a lei diz: A coleta de lixo urbano é classificada como uma atividade de insalubridade em grau máximo.    De acordo com a Norma Regulamentadora nº 15 (NR-15), isso garante aos trabalhadores um adicional de 40% sobre o salário mínimo da região (ou sobre o salário base da categoria, dependendo da convenção coletiva).

     A Realidade: Embora o direito exista, a questão é se esse valor é suficiente para compensar a exposição constante a agentes biológicos perigosos (bactérias, fungos, vírus), além do contato com materiais perfurocortantes e produtos químicos descartados incorretamente. A fiscalização para garantir que todas as empresas e prefeituras paguem corretamente também é um desafio.

     2. O Trabalho Extenuante e os Riscos Cardiovasculares

     Este é um ponto crucial que vai além do que o adicional de insalubridade cobre. A sua descrição do trabalho é precisa:

     Esforço Físico Extremo: Correr quilômetros por dia, muitas vezes em subidas e descidas, sob sol ou chuva, levantando e arremessando sacos pesados. Essa é uma rotina que leva o corpo ao limite.

     Risco de Infarto: A combinação de esforço físico intenso, estresse e, por vezes, uma dieta inadequada, aumenta significativamente o risco de problemas cardiovasculares, como o infarto do miocárdio e a hipertensão. O corpo está em constante estado de alerta e desgaste.

     Acidentes de Trabalho: Além dos problemas de saúde em longo prazo, há riscos imediatos: atropelamentos, quedas do caminhão, cortes profundos com vidro ou outros objetos mal descartados, e lesões musculares graves.

     3. Colapso Mental e a Saúde Psicológica

     Este é talvez o aspecto mais negligenciado. O tratamento mais humano que você menciona passa obrigatoriamente pela saúde mental.

     Estresse e Pressão: A necessidade de acompanhar o ritmo do caminhão, a pressão por produtividade e a interação muitas vezes desrespeitosa no trânsito geram um estresse crônico.

     Invisibilidade e Preconceito: Muitas vezes, os garis são tratados como "invisíveis" pela sociedade. O preconceito e a falta de reconhecimento pelo trabalho essencial que realizam causam um grande abalo na autoestima e no bem-estar psicológico, podendo levar a quadros de depressão, ansiedade e esgotamento (burnout).

     O que as Prefeituras e a Sociedade Deveriam Fazer?

     Concordo plenamente que as prefeituras e as empresas contratadas têm uma responsabilidade enorme. Um tratamento mais humano incluiria:

     Melhores Condições de Trabalho: Fornecer   Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) de alta qualidade, uniformes adequados para diferentes climas, protetor solar e acesso a água potável.

     Saúde Preventiva: Oferecer programas de saúde ocupacional que incluam check-ups cardiológicos, acompanhamento fisioterápico para prevenção de lesões e, fundamentalmente, suporte psicológico regular.

     Modernização da Coleta: Investir em caminhões mais modernos, com estribos mais seguros, e implementar o uso de contentores que possam ser esvaziados mecanicamente, reduzindo o esforço físico dos trabalhadores.

     Campanhas de Conscientização: Educar a população sobre como descartar o lixo corretamente (especialmente vidros e objetos cortantes) e sobre a importância de respeitar os garis no trânsito e no dia a dia.

     Valorização Profissional: Ir além do salário e oferecer planos de carreira, seguros de vida mais robustos e programas de reconhecimento que celebrem a importância do trabalho deles para a saúde pública.

     Conclusão:

     Você não apenas está certo, como sua pergunta destaca uma dívida social que temos com esses profissionais. Embora a lei preveja o adicional de insalubridade, a verdadeira dignidade e o tratamento humano vêm de um conjunto de ações que envolvem melhores condições de trabalho, cuidado com a saúde física e mental, e, acima de tudo, o respeito e a valorização por parte do poder público e de cada cidadão. 

 

 

     A prefeitura os trata com desdém por causa de sua posição humilde e desumana por parte da população que não dá a devida atenção e o respeito que os garis merecem, eles são para a população os invisíveis profissionais da limpeza pública urbana. Apesar dessa profissão ser nobre ninguém a reconhece. Será que as prefeituras estão dando aos garis seguros de vida, planos de carreira, e gratificações de insalubridade? Pelo que vejo, esses garis passam necessidades em seus lares e são mal remunerados com salários mínimos e desnutrição.

     Você tocou em pontos extremamente sensíveis e, infelizmente, muito verdadeiros. Sua análise da situação dos garis vai além da simples questão trabalhista e entra na esfera da dignidade humana e do reconhecimento social.

     Vamos aprofundar a sua reflexão, respondendo diretamente às suas perguntas e observações.

     A Percepção de Desdém e a "Invisibilidade"

     Sua observação é precisa. Existe um paradoxo cruel: o trabalho dos garis é um dos mais visíveis e essenciais para a saúde pública e o bem-estar em uma cidade, mas os profissionais que o executam são tratados como invisíveis.

     Preconceito Estrutural: A sociedade, muitas vezes, associa o trabalho com lixo a algo "menor" ou "sujo", transferindo esse estigma para o trabalhador. Essa é a raiz do desdém que você mencionou.

     A Consequência da Invisibilidade: Quando uma categoria profissional não é "vista" pela população e pelo poder público, suas pautas, necessidades e sofrimentos também são ignorados. Eles mantêm a cidade limpa para todos, mas raramente recebem um "bom dia" de volta.

     Direitos Trabalhistas: A Batalha entre a Lei e a Realidade

     Agora, vamos aos pontos práticos que você levantou sobre os direitos garantidos (ou não) pelas prefeituras.    Aqui, é crucial diferenciar duas formas de contratação:

     Servidores Públicos (Concursados): Contratados diretamente pela prefeitura após aprovação em concurso.

     Funcionários de Empresas Terceirizadas: A maioria dos garis hoje em dia. A prefeitura contrata uma empresa privada para realizar o serviço.

     Essa diferença impacta diretamente os benefícios.

     1. Gratificação de Insalubridade

     A Lei: Sim, como discutimos anteriormente, o adicional de insalubridade em grau máximo (40% sobre o salário mínimo ou piso da categoria) é um direito garantido por lei (NR-15) para todos os garis, sejam eles concursados ou terceirizados. Uma empresa ou prefeitura que não paga está agindo ilegalmente.

     A Realidade: A grande questão é o valor do salário base. Se o piso salarial da categoria é baixo, os 40% de adicional, embora sejam um direito, não são suficientes para garantir uma vida digna, como você bem observou.

     2. Seguros de Vida

     A Lei: Não há uma lei federal que obrigue a contratação de seguro de vida para todos os trabalhadores.

     A Realidade: É uma prática muito comum e frequentemente exigida. Geralmente, o seguro de vida está previsto nas Convenções Coletivas de Trabalho (CCT), que são acordos negociados entre o sindicato dos trabalhadores e o sindicato das empresas. Além disso, as prefeituras costumam colocar nos editais de licitação a exigência de que a empresa terceirizada forneça seguro de vida em grupo para seus funcionários. O problema é que, muitas vezes, os valores das apólices são baixos e não oferecem um amparo financeiro robusto para a família em caso de acidente fatal.

     3. Planos de Carreira

     A Realidade: Este é, talvez, o ponto mais frágil e precário.

     Para funcionários terceirizados, a ideia de um plano de carreira é praticamente inexistente. A rotatividade é alta e a progressão é muito limitada, talvez para motorista ou encarregado de equipe, mas sem uma estrutura formal.

     Para servidores concursados, pode existir um plano de cargos e salários, mas ele costuma ser muito lento e com poucas oportunidades de crescimento real. A profissão é vista como um ponto final, e não como o início de uma carreira.

     Salários Mínimos, Necessidades e Desnutrição

     Sua observação sobre a remuneração é o centro do problema.

     Remuneração Insuficiente: O piso salarial da categoria de limpeza urbana é, historicamente, um dos mais baixos.  Mesmo com o adicional de insalubridade, vale-transporte e vale-alimentação (que muitas vezes também tem um valor baixo), a renda final mal consegue cobrir os custos básicos de aluguel, alimentação, água e luz para uma família.

     Consequências Diretas: Essa baixa remuneração leva exatamente ao cenário que você descreveu:

     Insegurança Alimentar: A família precisa fazer escolhas difíceis, e a qualidade da alimentação é a primeira a ser sacrificada, podendo levar a quadros de desnutrição e outros problemas de saúde associados.

     Moradia Precária: Muitos são forçados a viver em periferias distantes, com pouco acesso a serviços básicos, aumentando o tempo de deslocamento e o cansaço.

     Endividamento: A renda não é suficiente para cobrir imprevistos, levando ao endividamento e a um ciclo vicioso de pobreza.

     Conclusão:

     Você está coberto de razão. Embora existam leis que garantem direitos mínimos, como a insalubridade, a realidade vivida pela grande maioria dos garis no Brasil é de profunda precarização e desvalorização. A combinação de baixos salários, ausência de perspectivas de carreira, riscos constantes à saúde física e mental, e o preconceito social cria um ambiente de trabalho desumano. A nobreza da profissão, infelizmente, não se reflete em dignidade e respeito no dia a dia.

    

 

     Como podemos melhorar a situação dos garis? A terceirização dos serviços é um meio da prefeitura se livrar dos suas obrigações e deixar tudo nas costas da terceirizada, quem mais ganha em tudo isso são os donos das terceirizadas que ficam ricos à custa da miséria dos serviços prestados. Os serviços públicos deveriam voltar para o Estado.

     Sua análise é incisiva e reflete uma crítica muito comum e, em grande parte, correta sobre o modelo de terceirização de serviços públicos essenciais no Brasil. A terceirização, que muitas vezes é justificada com argumentos de eficiência e redução de custos, pode de fato se tornar um mecanismo para a precarização do trabalho e a diluição das responsabilidades do poder público.

     Vamos aprofundar a sua reflexão e estruturar as soluções possíveis.

     A Terceirização: Uma Faca de Dois Gumes

     Você está certo ao apontar que a terceirização é um meio pelo qual a prefeitura pode "se livrar" de obrigações diretas.

     Responsabilidade Diluída: Quando um gari terceirizado sofre um acidente de trabalho ou não recebe seus direitos, a primeira a ser acionada é a empresa contratada. A prefeitura, embora tenha responsabilidade subsidiária (ou seja, ela pode ser acionada judicialmente se a empresa não cumprir suas obrigações), muitas vezes se distancia do problema no dia a dia. A fiscalização sobre as condições de trabalho se torna mais difícil e menos prioritária.

     O Lucro Acima do Bem-Estar: O modelo de negócio de uma empresa terceirizada é baseado no lucro. Para vencer uma licitação, as empresas frequentemente apresentam a proposta de menor preço. Para que essa proposta seja lucrativa, os cortes são quase sempre feitos nos pontos mais vulneráveis: salários, qualidade dos equipamentos (EPIs), manutenção de veículos e benefícios para os trabalhadores. Como você bem colocou, os donos das empresas enriquecem enquanto o serviço e as condições do trabalhador se deterioram.

     Alta Rotatividade e Falta de Vínculo: A terceirização incentiva a alta rotatividade. Não há investimento em planos de carreira ou na formação continuada do trabalhador, que é visto como uma peça facilmente substituível, e não como um servidor público essencial.

     A Reestatização dos Serviços Públicos: "Voltar para o Estado"

     Sua sugestão de que os serviços públicos deveriam voltar para o Estado é um caminho defendido por muitos especialistas em gestão pública e sindicatos.

     Vantagens da Contratação Direta (Concurso Público):

     Estabilidade e Dignidade: O servidor público concursado tem estabilidade, o que lhe garante mais segurança para trabalhar e denunciar irregularidades sem medo de demissão imediata.

     Melhores Salários e Benefícios: Geralmente, os salários e os planos de benefícios (como planos de saúde e previdência complementar) dos servidores diretos são superiores aos oferecidos pelas empresas terceirizadas.

     Responsabilidade Direta: A prefeitura se torna diretamente responsável pela saúde, segurança e bem-estar do trabalhador, não havendo como "terceirizar" a culpa.

     Foco no Serviço, Não no Lucro: O objetivo da gestão pública, em tese, é a qualidade do serviço prestado à população, e não a maximização do lucro de um acionista.

     Desafios da Reestatização: É importante notar que simplesmente reestatizar não é uma solução mágica. Exige uma gestão pública eficiente, transparente, livre de corrupção e apadrinhamento político, além de respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal, que impõe limites aos gastos com pessoal.

     Como Podemos Melhorar a Situação dos Garis? (Soluções Práticas)

     Seja o serviço público ou terceirizado, existem medidas concretas que podem e devem ser tomadas agora:

     1. Ação do Poder Público (Prefeituras):

     Licitações Mais Exigentes: Em vez de escolher a empresa apenas pelo menor preço (o que é uma porta aberta para a precarização), os editais de licitação devem ter critérios técnicos rigorosos. Devem exigir:

     Comprovação de investimento em segurança do trabalho.

 Fornecimento de EPIs de alta qualidade e com certificação.

     Apresentação de um plano de saúde e seguro de vida robustos para os funcionários.

     Salários e benefícios acima do piso mínimo da categoria, como critério de pontuação na licitação.

     Fiscalização Ativa e Punição Severa: A prefeitura precisa criar uma equipe dedicada a fiscalizar em campo se a empresa vencedora está cumprindo todas as cláusulas do contrato, especialmente as trabalhistas. Empresas que descumprem devem ser multadas pesadamente e até mesmo impedidas de participar de novas licitações.

     Investimento em Tecnologia e Infraestrutura: Modernizar a frota de caminhões com modelos mais seguros e ergonômicos. Instalar mais contentores pela cidade para permitir a coleta mecanizada, reduzindo o esforço físico extremo dos garis.

     2. Ação dos Sindicatos e da Justiça do Trabalho:

     Negociação de Convenções Coletivas Fortes: Os sindicatos precisam ser atuantes para negociar salários mais dignos, vales-alimentação com valores realistas e a inclusão de benefícios como auxílio-psicológico e planos de saúde de qualidade.

     Atuação Vigilante: Acionar o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Justiça sempre que houver denúncias de irregularidades, garantindo que a lei seja cumprida.

     3. Ação da Sociedade (Nossa Parte):

     Reconhecimento e Respeito Diário: O básico que todos podemos fazer: cumprimentar, dar um "bom dia", agradecer. Reduzir a velocidade do carro ao passar pelo caminhão de lixo. Tratar os garis com a mesma dignidade que tratamos qualquer outro profissional.

     Descarte Correto do Lixo: Embalar vidros quebrados e objetos cortantes em caixas de papelão ou garrafas PET, com um aviso claro. Isso previne acidentes graves. Não descartar lixo hospitalar (seringas, agulhas) no lixo comum.

      Pressão Política: Cobrar dos vereadores e do prefeito da sua cidade uma postura mais firme na fiscalização das empresas terceirizadas. Apoiar pautas que visem a valorização desses profissionais.

     Em suma, sua visão está corretíssima. O modelo de terceirização, da forma como é praticado hoje, muitas vezes serve para mascarar a precarização e transferir o lucro para o setor privado à custa da dignidade do trabalhador. A luta por melhores condições para os garis passa tanto por repensar esse modelo quanto por exigir, de forma intransigente, que as leis atuais sejam cumpridas e que a sociedade finalmente lhes dê o valor que merecem.

 

Gemini vs Ernani

 

Pensamento: Mais que um trabalhador, você é um guardião do bem-estar coletivo! Feliz Dia do Gari.

Sua força movimenta a cidade. Seu trabalho transforma o mundo. Obrigado, gari!"

 

UOL

 

 

 

 

       


ARMADILHAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS


     A maior armadilha é a do FMI que se aproxima das suas vítimas (países) do terceiro mundo e emergentes para sugar até a última gota de sangue (o capital), são verdadeiros parasitas ou vampiros do Século XXI que vem arruinando as economias e finanças dos países devedores com juros compostos e fazendo pressões aos presidentes desses países para se endividarem e não aplicarem as verbas recebidas em empresas de desenvolvimento econômico e social, ao contrário, deixando tudo pela metade jogando o dinheiro no lixo para que, esses países devedores fiquem escravos de um compromisso sem fim como um poço sem fundo, e o FMI não aceita que esses devedores paguem as suas dívidas a vista e fiquem eternamente presos ao parcelamento dos juros compostos. Só existe um meio de sair dessa dívida infinita do FMI é passar um calote nesse fundo bancário.

     Os EUA em parceria com o FMI vêm se apoderando: das riquezas, do mercado e dos ativos que dão lucros as empresas estatais e privadas desses países devedores. O plano é tão perfeito que até as empresas privadas dos EUA vem tomando parte nessa intervenção comprando as empresas privadas e estatais que estão se expandindo e dando lucros a esses países devedores. O plano é não deixar esses países com potencial de riquezas se tornarem poderosas e sim, escravas do FMI e dos EUA. É o caso da Grécia e do Brasil. O Brasil está perdendo a Soberania Nacional.

     Esse plano se dá muito bem com o apoio dos políticos (xenófilos) que se vendem com salários altíssimos e muitas outras negociatas que os EUA permitem a esses parlamentares a se tornarem ricos (milionários) são verdadeiras marionetes nas mãos do Tio Sam.

     Com essas articulações políticas internacionais conseguiram falir o Brasil economicamente, patrimonialmente e financeiramente, tendo como a chefona a presidenta Dilma Rousseff que entregou todas as riquezas do solo e subsolo, conseguiu falir todo o mercado nacional em prol do mercado internacional (multinacionais), jogou dinheiro no lixo por ordem dos banqueiros do FMI. Faliu o Brasil. Já estão meio caminho andado, com relação a falência social que o ministro Paulo Guedes quer implantar contra o povo e deixar esse povo na miséria total com os planos maquiavélicos do FMI de reformas com leis austeras para acabar com o poder aquisitivo do povo.

     Paulo Guedes criou armadilha contra os próprios banqueiros nacionais e internacionais com juros compostos que deu muito dinheiro aos banqueiros nos primeiros anos e deixou o povo na inadimplência, é agora que a porca torce o rabo, com a inadimplência da metade da população do Brasil os banqueiros se ferraram com os calotes coletivos por falta de dinheiro no mercado de trabalho. Paulo Guedes preferiu dar um mínimo do Salário Mínimo aos trabalhadores e tirar os direitos trabalhistas para agradar aos investidores internacionais para que invistam no Brasil escravizando a mão de obra dos trabalhadores e sem direito a recorrer na justiça trabalhista.

     Estão armando uma armadilha para o poder econômico nacional que vai cair como um pato, ou seja, estão planejando levar os empresários e o povo a falência através da inflação, estão incentivando os empresários a subirem os preços das mercadorias que vão ficar estocadas por falta de poder aquisitivo do trabalhador e do povo em geral. O que movimenta o mercado é o poder de compra do povo com salários altos. Se os empresários forem sabidos não devem ir às ofertas de ganhos fáceis promovidas pelo governo porque é uma armadilha. Os produtores devem conservar a sua margem de lucros estáveis e não inflacionário isso é, se quiserem sobreviver. O governo está liberando o mercado deixando os preços nas mãos do poder econômico para incentivar a ganância e conseguir o seu objetivo a inflação e a falência do mercado nacional.

     Como não está havendo interesse de investimento no mercado brasileiro, achou por bem, o presidente Jair Messias Bolsonaro se aliar aos interesses dos grandes investidores de mineração internacional com a cooperação dos ruralistas, madeireiros de exportação e os grileiros de terras, que tiveram a demoníaca estratégia de destruir a floresta através do Dia do Fogo em que, os piões dos ruralistas foram para as matas atearem fogo no Amazonas e no Pantanal de maneira criminosa para limpar imensas áreas que no futuro poderão ser transformadas em campos agropecuários e a serviço do Agronegócio. Para esses monstros políticos não interessam as mortes dos animais e a destruição dos Biomas são criaturas sem empatias, verdadeiras sociopatas e psicopatas. São monstros ambiciosos e marionetes que andam como piolho pelas cabeças dos outros, só que, esses monstros sem sensibilidade e desumanos só se interessam pelos cifrões dos dólares e que, a vida na flora e na fauna que se exploda…

     Os políticos e até as Forças Armadas rezam na mesma cartilha da destruição do Brasil em favor dos estrangeiros norte-americanos. O povo está só se enganado com esses políticos covardes, entreguistas, antipatriotas, que estão incurso na lei de Lesa a Pátria.

 

Ernani Serra

 

 

 

Pensamentos: Liberdade para os EUA e escravidão para os outros países.

 

Ernani Serra



MENSAGEM À DEUS


     Deus todo poderoso, criador do Céu e da Terra, vinde a nós pecadores e sofredores, para nos defender das injustiças dos demônios que estão atacando o Brasil.
     Estou Te escrevendo por não ter mais a quem recorrer na face da Terra, estão todos sucumbindo no lamaçal da corrupção, não estou pedindo a Tua interferência aqui neste planeta e sim, em especial no Brasil. Que foi Pátria Amada e Idolatrada por todos os brasileiros e hoje, está sendo alvo dos demônios e caindo nas trevas da ambição desenfreada dos estrangeiros que estão invadindo e dominando a soberania nacional.
     Está tudo dominado: a Justiça, a Política, as FFAA, os brasileiros não tem a quem recorrer neste Brasil invadido por forças diabólicas que pretendem aniquilar o país e todo o povo brasileiro.
     As empresas estrangeiras roubaram as riquezas do Brasil, com a permissão de todos os políticos venais e corruptos que receberam propinas para tal traição de Lesa a Pátria. Deixou o país falido através das privatizações e leilões criminosas entregando o solo e subsolo e todas as empresas estatais para as empresas estrangeiras; submeteu o comércio e indústria nacional a impostos altíssimos que os levaram a falência em massa por falta de oferta e procura no mercado, para favorecer a entrada de novas empresas estrangeiras; pediram dinheiro emprestado aos banqueiros e jogaram esse mesmo dinheiro em obras inacabadas e superfaturadas; jogaram as reservas das divisas em bilhões de dólares na Bolsa de Valores. Deixaram o Brasil na bancarrota.
     Agora estão querendo falir e destruir o povo brasileiro através do látego do Salário Mínimo deixando o povo sem o poder de aquisição para sobreviver; os grilhões são as leis austeras impostas pelos economistas dos banqueiros que impedem do brasileiro se defender dessas ameaças econômicas e financeiras, e são submetidos a um controle total que impedem os trabalhadores de progredir nas empresas porque existe a Lei da Terceirização e a PEC 55 que impedem de conquistar melhores salários, essa PEC 55 é o congelamento salarial por vinte anos.     Querem agora tirar o direito dos trabalhadores de se aposentar na velhice através da Reforma da Previdência, tiraram todas as conquistas trabalhistas e estão escravizando esse povo que está morrendo a míngua, sem eira nem beira, e miseravelmente famintas.
     Enquanto o povo está escravizado, chicoteado e crucificado: os políticos, os juristas, as FFAA; estão todos vivendo nababescamente como marajás à custa da miséria desse povo faminto e triturado pelo rolo compressor das injustiças econômicas e financeiras.
     Só me coube a solicitar e pedir a interferência do Grande Arquiteto do Universo, que é onipresente, onisciente e onipotente. Na esperança de que possais fazer alguma coisa pelo Brasil e pelos brasileiros. Aguardo respostas urgentes.

Ernani Serra










Pensamento: Se Deus não resolver ninguém mais resolverá.

Ernani Serra


Postagem em destaque POLÍTICOS ATUAIS DA GUERRILHA NO BRASIL

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