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CONVERSA COM O GEMINI

     O que a IA sabe sobre o IOF?

     A Inteligência Artificial sabe que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um imposto federal brasileiro que incide sobre diversas operações financeiras realizadas por pessoas físicas e jurídicas.

Aqui estão os pontos principais que a IA pode te informar sobre o IOF:

     O que é e para que serve:

     Imposto Federal: É um tributo cobrado pelo governo federal brasileiro.

     Instrumento regulatório: O principal objetivo do IOF é servir como um instrumento regulatório da economia. Ele permite ao governo monitorar e controlar o volume de crédito, câmbio e outras operações financeiras no país, podendo ajustar as alíquotas para influenciar a oferta e demanda de dinheiro.

     Fonte de receita: Também é uma fonte de receita para o governo.

     Onde ele incide: O IOF é cobrado em uma ampla gama de operações financeiras, incluindo:

     Operações de Câmbio: Compra e venda de moedas estrangeiras (em espécie, em cartão de crédito/débito internacional, cartões pré-pagos, cheques de viagem, remessas para o exterior).

Operações de Crédito: Empréstimos, financiamentos (exceto financiamentos imobiliários residenciais), cheque especial, crédito rotativo do cartão de crédito.

     Operações de Seguro: Sobre o valor do prêmio do seguro (com taxas variadas dependendo do tipo de seguro, como seguro de vida, de bens, etc.).

     Operações de Títulos e Valores Mobiliários:       Resgate de investimentos, compra e venda de títulos.

Operações com Ouro: Transações com ouro como ativo financeiro.

     Alíquotas (Taxas):

     As alíquotas do IOF variam consideravelmente dependendo do tipo de operação, do valor da transação e, em alguns casos, do prazo da operação.

Exemplos de alíquotas comuns (sujeitas a alterações):

     Compras internacionais (cartão de crédito/débito/pré-pago): Atualmente (Maio de 2025), a alíquota está padronizada em 3,5%. Houve uma redução gradual nos últimos anos e a expectativa era chegar a 0% em 2028, mas houve mudanças recentes que unificaram a alíquota em 3,5%.

     Compra de moeda estrangeira em espécie: 3,5%.

     Empréstimos e financiamentos (pessoa física): 0,38% sobre o valor total da operação, mais uma alíquota diária (por exemplo, 0,0082% ao dia) que incide sobre o saldo devedor.

     Existe um teto para a cobrança acumulada.

     Cheque especial ou crédito rotativo: 0,38% sobre o valor em atraso, mais uma alíquota diária (0,0082%) até o pagamento total da dívida, com teto de 3% no acumulado diário.

     Remessas para o exterior (mesma titularidade): 1,1%.

     Remessas para o exterior (terceiros): 0,38%.

     Resgates de investimentos (curto prazo): O IOF pode incidir sobre os rendimentos, com alíquotas regressivas que diminuem com o tempo de aplicação (desestimulando resgates antecipados).

     Recentemente (Maio de 2025): Houve alterações significativas nas regras do IOF, com algumas alíquotas sendo unificadas e outras ajustadas. As alíquotas para operações de câmbio, por exemplo, foram padronizadas em 3,5% para diversas transações.

     Como é cobrado:

     Na maioria dos casos, o IOF é deduzido na fonte, ou seja, a instituição financeira (banco, administradora de cartão de crédito, corretora) que processa a transação já retém o valor do imposto e o repassa ao governo.

     Em algumas poucas circunstâncias, pode ser necessário pagar o imposto posteriormente, mediante um documento de arrecadação (DARF).

     Diferença entre IOF e Juros: É importante notar que o IOF é um imposto, enquanto os juros são a remuneração pelo uso do capital (cobrados pelos bancos). Embora ambos possam incidir na mesma operação (como em um empréstimo), eles têm naturezas distintas.

     Em resumo, a IA tem um conhecimento abrangente sobre o IOF, sua finalidade, onde ele se aplica, as alíquotas (e suas recentes mudanças) e como ele é cobrado, demonstrando que é um imposto complexo e que afeta muitas transações financeiras no Brasil.

     Pode o governo diminuir os vencimentos dos funcionários públicos através do IOF?

     Não, o governo não pode diminuir os vencimentos (salários) dos funcionários públicos diretamente através do IOF.

     O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incide sobre transações financeiras específicas, como:

     Operações de Câmbio: Se um funcionário público fizer uma compra no exterior com cartão de crédito internacional, ou enviar dinheiro para fora do país, o IOF será cobrado sobre essa operação.

     Operações de Crédito: Se o funcionário público pegar um empréstimo (inclusive consignado, que é comum entre servidores), utilizar o cheque especial ou o crédito rotativo do cartão, haverá a cobrança de IOF sobre essas operações.

     Seguros: Ao contratar certos tipos de seguro, o IOF é aplicado sobre o prêmio.

     Investimentos: Ao resgatar certos tipos de investimento de curto prazo, o IOF pode incidir sobre os rendimentos.

     O salário em si não é uma operação financeira sujeita ao IOF. O que é descontado do salário do funcionário público são outros tributos, como:

     Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF):   Calculado com base na tabela progressiva do Imposto de Renda.

     Contribuição Previdenciária (INSS ou regime próprio de previdência): Descontada para fins de aposentadoria e outros benefícios.

     Qual o impacto indireto do IOF nos funcionários públicos?

     Embora o IOF não incida sobre o salário diretamente, ele pode indiretamente afetar o poder de compra e as finanças dos funcionários públicos da mesma forma que afeta qualquer cidadão:

     Custo de vida: Se o aumento do IOF, especialmente em operações de câmbio, impactar o preço de produtos importados ou serviços que eles consomem, isso pode reduzir o poder de compra do seu salário.

     Custo do crédito: Um IOF mais alto em empréstimos e financiamentos pode tornar o crédito mais caro para os funcionários públicos, caso eles precisem recorrer a essas operações.

     Custo de viagens e compras internacionais: Se o funcionário público costuma viajar para o exterior ou fizer compras em sites internacionais, o aumento do IOF sobre as operações de câmbio elevará os custos dessas transações.

     Em resumo, o IOF não é uma ferramenta para reduzir salários, mas sim um imposto que incide sobre diversas operações financeiras. O governo pode usar o IOF como instrumento de política econômica e para aumentar a arrecadação, o que afeta o bolso de todos os cidadãos, incluindo os funcionários públicos, através do encarecimento de certas transações financeiras.

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     Comentário:

     O governo não fez a lição certa e tudo foi para o ralo. O governo está gastando além do que a lei manda (Déficit)  e agora vem com o IOF para encher os cofres (Supeavit) que foram assaltados e o povo é que vai pagar com inflação e salários cada dia menor. Cada dia mais assalariados.

 

Ernani Serra

 

Pensamento: O governo não fez a lição certa e esbanjou o dinheiro do contribuinte e quem vai pagar é o povo: pato, bode expiatório.

 

Ernani Serra

 


O CONGRESSO DERRUBOU O DECRETO DE LULA


     Medida provisória como alternativa

     Para compensar a perda com os recuos no IOF, a equipe econômica editou uma medida provisória propondo aumento de outras receitas — como a taxação das apostas online (bets), tributação de criptoativos, fim da isenção para juros sobre capital próprio e unificação do Imposto de Renda sobre investimentos.

 

     A expectativa do governo é arrecadar cerca de R$ 10 bilhões com essa MP, mas a resistência no Congresso é grande. Se a medida também for rejeitada, técnicos da Fazenda alertam que será necessário ampliar ainda mais o bloqueio no orçamento deste ano.

 

     Descontentamento no Congresso

     A proposta enfrentou forte resistência no Legislativo, mesmo com o governo tendo recuado parcialmente em alguns pontos. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o projeto na pauta da noite de terça-feira (24) e acelerou a votação. O relator escolhido foi o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), da oposição.

 

     O texto foi aprovado na Câmara por 383 votos a 98 e, horas depois, confirmado pelo Senado. Parlamentares apontam que a decisão reflete o descontentamento com aumentos de tributos e com a demora na liberação de emendas parlamentares, além de críticas à condução da política econômica de Fernando Haddad.

 

     Impacto fiscal

     De acordo com a equipe econômica, a elevação do IOF era uma das principais apostas para fechar as contas públicas e perseguir a meta de déficit zero. Sem os decretos, a estimativa de arrecadação cai em R$ 10 bilhões, o que deve exigir novos bloqueios de gastos.

 

     O governo informo[u] que, sem o aumento do IOF, o bloqueio no orçamento, de R$ 31,3 bilhões — o maior dos últimos cinco anos — teria de ser ainda maior”, afirmou a Fazenda. A alternativa seria aprovar aumento de outros tributos, mas o Congresso tem se mostrado resistente a essas propostas.

 

     O que previa o aumento do IOF

     O governo elevou o IOF sobre operações de crédito, especialmente para empresas, e também sobre operações de câmbio, seguros e certos tipos de investimentos. Parte dessas medidas foi revertida após críticas do Legislativo:

 

     Crédito para empresas: a alíquota fixa foi inicialmente elevada de 0,38% para 0,95%, mas voltou ao patamar anterior.

 

     Risco sacado: o governo desistiu da alíquota fixa, mas manteve a alíquota diária em 0,0082%.

     VGBL: o IOF passou a incidir apenas sobre valores acima de R$ 300 mil (e, a partir de 2026, acima de R$ 600 mil).

 

     Fundos e investimentos externos: o governo recuou e manteve a alíquota zero em casos como FIDCs e retorno de capital estrangeiro.

 

G1 – Política

 

     Comentário:

     A política do Executivo é só para prejudicar o povo, com taxas e impostos, enquanto quê, o governo poderia solucionar o problema do rombo orçamentário se tivesse a coragem de aplicar os impostos sobre as grandes fortunas e ao combate a sonegação fiscal e também, aumentar os impostos de importações e exportações das commodities. Em pouco tempo não haveria mais um orçamento em vermelho (déficit).

 

Ernani Serra

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=IOF+

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Sonega%C3%A7%C3%A3o

 

Pensamento: Os pobres e a classe média muitas vezes permitem que o poder do dinheiro os controle.

 

Robert Kiyosaki

 

 

 


A IA OPINANDO SOBRE O IOF


     O IOF pode ser resolvido com a aplicação dos impostos sobre as grandes fortunas, combate a sonegação fiscal e aumentos sobre as importações e exportações?

     O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) tem uma dupla finalidade no Brasil: ele serve como uma fonte de arrecadação para o governo e também como um instrumento de regulação econômica. Ou seja, suas alíquotas podem ser ajustadas para controlar a oferta de crédito, o câmbio e até mesmo o consumo.

     A ideia de substituir ou compensar a arrecadação do IOF com outras medidas tributárias é complexo, mas vamos analisar as propostas que você mencionou:

     Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)

     A implementação de um Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) no Brasil é um debate antigo e recorrente. Estudos indicam que a taxação de super-ricos poderia gerar uma arrecadação significativa, com estimativas que chegam a centenas de bilhões de reais por ano. Isso poderia, em tese, ajudar a compensar a receita do IOF.

     Vantagens:

     Potencial de arrecadação: Grande volume de recursos.

     Justiça social: Contribui para a redução da desigualdade, fazendo com que os mais ricos contribuam proporcionalmente mais.

     Desafios:

     Complexidade de implementação: Definir o que constitui uma "grande fortuna" e como tributá-la de forma eficaz é um desafio.

     Risco de fuga de capitais: Alguns críticos argumentam que o imposto poderia levar à saída de fortunas do país, embora outros apontem que a maioria dos países já possui alguma forma de tributação sobre a riqueza, o que mitiga esse risco.

     Baixa efetividade em outros países: Em alguns países onde foi implementado, o IGF não se mostrou tão eficaz na redução das desigualdades quanto o esperado, ou enfrentou problemas de arrecadação.

     Combate à Sonegação Fiscal

     O combate à sonegação fiscal é, sem dúvida, uma medida fundamental para aumentar a arrecadação e promover a justiça fiscal. A sonegação desvia bilhões de reais anualmente que poderiam ser utilizados em serviços públicos.

     Vantagens:

     Aumento da arrecadação: Ao coibir a sonegação, o governo consegue recuperar impostos devidos, elevando a receita sem criar novos tributos.

     Justiça fiscal: Garante que todos, pessoas físicas e jurídicas, contribuam de acordo com a lei.

     Melhora do ambiente de negócios: Um ambiente com menor sonegação pode ser mais justo para as empresas que cumprem suas obrigações.

     Desafios:

     Aperfeiçoamento da fiscalização: Exige investimentos em tecnologia, recursos humanos e inteligência fiscal.

     Legislação mais clara: A complexidade do sistema tributário brasileiro pode facilitar a sonegação, tornando a simplificação um fator importante.

     Aumento de Impostos sobre Importações e Exportações

     O aumento de impostos sobre importações e exportações (tarifas aduaneiras e outros tributos) é uma ferramenta que impacta diretamente o comércio exterior.

     Vantagens (potenciais, dependendo do objetivo):

     Proteção à indústria nacional (importações): Tarifas mais alta podem tornar produtos importados mais caros, incentivando o consumo de produtos nacionais.

     Aumento pontual da arrecadação (importações/exportações): Pode gerar receita adicional em momentos específicos.

     Desafios:

     Impacto na inflação (importações): Aumentar impostos sobre produtos importados pode elevar seus preços no mercado interno, pressionando a inflação.

     Perda de competitividade (exportações): Aumentar impostos sobre exportações pode tornar os produtos brasileiros mais caros no mercado internacional, prejudicando a competitividade e reduzindo o volume exportado.

     Restrições de acordos internacionais: O Brasil faz parte de acordos comerciais que limitam a autonomia para aumentar certas tarifas.

     Prejuízo à cadeia produtiva: Empresas que dependem de insumos importados podem sofrer com o aumento dos custos.

     Conclusão

     É possível que a combinação dessas medidas possa, em parte, compensar a arrecadação proveniente do IOF. No entanto, é importante considerar os impactos econômicos e sociais de cada uma:

     O Imposto sobre Grandes Fortunas tem um alto potencial de arrecadação e apelo social, mas enfrenta desafios práticos e o risco de fuga de capitais.

     O combate à sonegação fiscal é uma medida essencial e benéfica em todos os sentidos, mas seus resultados dependem de um esforço contínuo e aprimoramento da fiscalização.

     O aumento de impostos sobre importações e exportações é uma ferramenta mais delicada, que pode ter efeitos negativos na inflação, na competitividade e nas relações comerciais.

     É fundamental que qualquer alteração na matriz tributária seja feita com um estudo aprofundado de seus impactos, buscando um equilíbrio entre arrecadação, justiça social e desenvolvimento econômico. O governo brasileiro, inclusive, já tem planos de zerar o IOF cambial até 2028, buscando alternativas de receita e corte de despesas para compensar essa perda.

    

     Como a taxação das apostas online (bets), tributação de criptoativos, fim da isenção para juros sobre capital próprio e unificação do Imposto de Renda sobre investimentos?

     Você tocou em pontos cruciais que estão, de fato, em debate e implementação no Brasil para aumentar a arrecadação e modernizar o sistema tributário. Essas medidas visam justamente buscar novas fontes de receita ou otimizar a tributação de setores e investimentos que antes tinham tratamentos diferenciados.

     Taxação das Apostas Online (Bets)

     A regulamentação das apostas online (bets) no Brasil é um avanço significativo na busca por mais arrecadação. A Lei nº 14.790/2023, que entrou em vigor, estabelece a tributação tanto para as operadoras quanto para os apostadores.

     Para as operadoras: Elas serão tributadas sobre o Gross Gaming Revenue (GGR), além dos impostos corporativos habituais como: IRPJ, CSLL, PIS e COFINS. A alíquota do GGR tem sido discutida para, potencialmente, aumentar de 12% para 18%.

     Para os apostadores: Os prêmios líquidos (ganhos menos o valor apostado) acima de determinado limite (atualmente R$ 2.112,00) são sujeitos a uma alíquota de 15% de Imposto de Renda. Há a possibilidade de deduzir perdas acumuladas ao longo do ano.

     Potencial de Arrecadação: Este setor tem um enorme potencial de crescimento no Brasil, e a regulamentação visa justamente formalizar e tributar uma atividade que já ocorre em larga escala. A expectativa é que a arrecadação com as bets ajude a compor o orçamento, contribuindo para áreas como saúde, educação e turismo, como previsto na legislação.

     Tributação de Criptoativos

     A tributação de criptoativos no Brasil também tem passado por atualizações, visando trazer clareza e previsibilidade para um mercado que cresceu exponencialmente.

     Ganhos de Capital: Atualmente, a venda de criptoativos está sujeita à tributação sobre o ganho de capital, com alíquotas progressivas que variam de 15% a 22,5%, dependendo do valor do lucro. Existe uma isenção para vendas de até R$ 35 mil mensais para pessoas físicas.

     Unificação do IR sobre investimentos: Há propostas para unificar a alíquota de IR sobre ganhos de capital em investimentos financeiros, incluindo criptoativos, para 17,5%. Essa mudança traria uma simplificação e, dependendo do volume, poderia aumentar a arrecadação ao taxar operações que antes tinham alíquotas menores ou eram isentas em algumas situações.

     Potencial de Arrecadação: Embora seja um mercado volátil, a crescente adoção de criptoativos e a regularização tributária têm o potencial de gerar uma receita considerável para o governo.

     Fim da Isenção para Juros sobre Capital Próprio (JCP)

     O Juros sobre Capital Próprio (JCP) é um mecanismo que permitia às empresas deduzir os valores pagos aos acionistas da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), gerando uma economia tributária para as companhias.

     Histórico: Criado nos anos 90, o JCP tinha como objetivo incentivar o investimento em capital próprio.

     Fim da Dedução: O governo propôs o fim da dedutibilidade dos JCP para fins de IRPJ e CSLL. Isso significa que as empresas não poderão mais abater esses valores do lucro tributável, o que, na prática, aumenta a carga tributária para elas.

     Potencial de Arrecadação: A expectativa do governo com o fim da dedução do JCP é aumentar a arrecadação em bilhões de reais anualmente. Embora controverso para o setor empresarial, que argumenta a perda de competitividade e incentivo a investimentos, o governo defende que o mecanismo não cumpria mais seu propósito original e era uma forma de "planejamento tributário abusivo" para algumas empresas.

     Unificação do Imposto de Renda sobre Investimentos

     A proposta de unificação do Imposto de Renda sobre investimentos visa simplificar a tributação de diversas aplicações financeiras, que hoje seguem regras e alíquotas diferentes, muitas vezes regressivas (diminuindo com o tempo).

     Alíquota Única: A ideia é estabelecer uma alíquota única, por exemplo, de 17,5% (como tem sido amplamente discutido), para a maioria das aplicações financeiras. Isso incluiria CDBs, Tesouro Direto, debêntures, fundos de investimento e até mesmo criptoativos, como mencionado anteriormente.

     Impacto: Para o investidor, isso significa que a rentabilidade de algumas aplicações pode ser mais ou menos tributada do que antes, dependendo do prazo e do tipo de investimento. Por exemplo, aplicações de curto prazo que hoje pagam 22,5% teriam uma alíquota menor, enquanto as de longo prazo (hoje 15%) teriam uma alíquota maior.

     Potencial de Arrecadação e Simplificação: A unificação busca trazer maior equidade na tributação dos investimentos e, ao mesmo tempo, simplificar o sistema, facilitando o cálculo e a fiscalização. A expectativa é de que, no balanço geral, essa medida também contribua para o aumento da arrecadação.

     Considerações Finais

     Todas essas medidas são parte de um esforço do governo para reestruturar a matriz tributária brasileira.     Elas buscam compensar possíveis perdas de arrecadação (como a futura zeragem do IOF cambial) e aumentar a receita de forma mais eficiente e justa, de acordo com as diretrizes da atual gestão.

     É importante notar que qualquer mudança tributária gera debates sobre seus impactos na economia, no ambiente de negócios e na vida dos cidadãos. O sucesso dessas iniciativas dependerá de uma implementação cuidadosa e da capacidade de fiscalização para garantir o cumprimento das novas regras.

 

Gemini

 

Pensamento: Preço é o que você paga e valor é o que você recebe. Enquanto não aprendermos que essa diferença existe, estamos fadados a viver uma vida onde jogamos diamantes no lixo, para colocar os restos em cima da mesa.

 

Thiago Nigro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                         

BRASIL NO VAREJO


     
     Os economistas da presidência da república estão querendo fazer do Brasil um boteco econômico-fiscal, querem governar o país através de impostos elevados e estagnação da produção interna, depois querem elevar o PIB; de que maneira? Vendendo o país a varejo! Se o produto interno bruto da nação está caindo na exportação e na produção industrial interna, como vão elevar o superávit primário e sair do vermelho/2014 se estão remando contra a correnteza, estão fazendo tudo ao contrário num rolo compressor que vai esmagar toda a nação, já dizia a Dilma: Não vai ficar pedra sobre pedra. É isso aí que está fazendo, a destruição da nação.
     Esses novos economistas do governo estão indo pela cartilha econômica e fiscal do primeiro mundo, que só beneficia os banqueiros, os ricos e o mercado estrangeiro, a economia deles é diferente da nossa. Ainda tem economistas medíocres que diz na mídia que esses economistas do governo estão no caminho certo, certo da destruição.
     O governo vai tributar a gasolina em R$ 0,22 e o diesel em R$ 0,15 por litro a partir de fevereiro via PIS/COFINS. Isso quer dizer que vamos ter uma inflação galopante em que todos os produtos internos vão aumentar inclusive os transportes de cargas; vai haver uma retenção no mercado de varejo                 e atacado, e consequentemente na fonte produtora que vai produzir menos por não ter um mercado de consumo (oferta e procura).
     A crise vai aumentar na população por haver uma recessão econômica em que o povo vai ficar com os seus salários cada dia mais mínimo por causa da inflação e também pelas demissões no mercado por falta de capital de giro suficiente nas empresas, e também vai haver falências empresariais.   Estamos sendo governados por economistas tsunamis que vai levar o povo a fome e a miséria social.
     Vai haver por decreto um aumento dos Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) para indústria de cosméticos. Aumentou de 1,5 para 3% sobre Impostos sobre Operações Financeiras (IOF), o PIS/COFINS sobre produtos importados será elevado de 9,25 para 11,75%; ao ser questionado pela mídia se outros aumentos de impostos estavam sendo preparados pela equipe econômica, disse: que outras medidas estavam sendo “desenhadas” para estimular a economia, e não “só aumento de impostos”. O que o governo federal quer é assaltar a nação, extorquindo e sangrando toda economia para aprovar em 2015 a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) fazendo um superávit primário, que ficou no déficit em 2014 e de maneira irregular foi aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional. Estão querendo tirar do povo para fechar o rombo orçamentário que deixou em 2014 e ainda fechar com um superávit no próximo ano (2015). É dinheiro que não acaba mais, nas costas do povo.
     Esse sangramento pode causar uma revolução interna que vai custar muito caro para o governo federal, a corda muito esticada um dia vai romper, o povo vai ficar no débito com as empresas financeiras e na ociosidade, ao serem despedidas do trabalho, vão ficar furiosos.
     O pacote ideal seria baixar os impostos: IPI, IOF, PIS/COFINS, IPTU, ENERGIA ELÉTRICA, ÁGUA, PETRÓLEO ETC; com a baixa de impostos em geral a economia cresceria, o poder de compra do trabalhador, e o salário mínimo aumentava (inversamente proporcional ao baixo custo de vida), a produção seria beneficiada e os produtos internos brutos (PIB) seriam exportados e os excedentes vendidos internamente na praça, o real se valorizava no câmbio, o governo teria de conter os gastos públicos e só construir as obras uma de cada vez.
     Infelizmente, os governantes não olham o lado bom do povo e sim, o lado do arrocho salarial, apertando os cintos da população e afrouxando os cintos dos banqueiros e da classe rica; o povo que se exploda!
     Não esperem o povo nada de bom desse governo que está aí e que, vai sufocar a nação e matar muita gente de fome. Governo do povo contra o povo.

Ernani Serra
Pensamento: Pacote fiscal, inflação, recessão..., são maneiras de o governo empobrecer um país e facilitar a pirataria e a invasão estrangeira.
Ernani Serra




LULA NA CORDA BAMBA

 

     O Congresso Nacional não aprovou a Medida Provisória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva porque acharam que o Brasil já está saturado de juros, taxas e impostos e devolveu o IOF. O Congresso Nacional quer que Lula e o Haddad envie outra proposta com Corte de Gastos que Lula rejeita. Lula está entre a cruz e a espada. O Congresso Nacional não quer aumento de juros e impostos, é o que Lula quer. Por sua vez Lula não quer Corte de Gastos, é o que o Congresso Nacional quer. Lula e o Congresso Nacional estão num verdadeiro cabo de guerra. Nenhumas das partes estão se entendendo ou chegando a um acordo final. Vamos esperar para ver quem ganha nesse cabo de guerra.

     Lula comprometeu o Erário Público e usou e abusou do dinheiro público e agora quer cobrir o rombo com o sacrifício do povo brasileiro, fazendo do povo um bode expiatório e banco do governo, quando estão no bem bom não se lembram desse povo sofrido, ao contrário, governa para os poderosos: banqueiros, empresários, ricos, etc. Quando ficam na pior recorrem ao banco popular (povo) passando o rolo compressor por cima, sem dó nem piedade.

     Extraindo a última gota de sangue desse povo que vai pagar caro as farras dos governantes com o dinheiro público, farras essas que só vai trazer inflação, desemprego, salários cada dia mais mínimo, fome, miséria social, mortes, etc., mesmo em crises os políticos continuam no bem bom e vivendo nababescamente nada lhes afetam, são intocáveis.

 

Ernani Serra

 

https://www.gazetadopovo.com.br/economia/governo-e-congresso-empurram-pais-para-o-colapso-fiscal/

 

https://www.google.com/search?sca_esv=3cb799b7ed00e3de&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&udm=7&sxsrf=AE3TifMa3qzDqD2i0J5nDYyxeutRBMi6ag:1749775138744&q=Decreto+de+Lula+no+Congresso&sa=X&ved=2ahUKEwiistOslO2NAxUODbkGHVxwGh8Q8ccDKAJ6BAgyEAQ&biw=1163&bih=516&dpr=1.65#ip=1

 

https://www.youtube.com/watch?v=lSAKq5JmATA

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=IOF

 

https://www.google.com/search?q=Er%C3%A1rio+P%C3%BAblico&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Er%C3%A1rio+P%C3%BAblico&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyCQgAEEUYORiABDIHCAEQABiABDIHCAIQABiABDIHCAMQABiABDIICAQQABgWGB4yCAgFEAAYFhgeMggIBhAAGBYYHjIICAcQABgWGB4yCAgIEAAYFhgeMggICRAAGBYYHtIBCjEyNjEwajBqMTWoAgiwAgHxBZZphTuqw-4t&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: A vida é realmente simples; nós é que insistimos em torná-la complicada.

 

Confúcio



OS GRANDES CAPITAIS SÃO BENEFICIADOS

                                       

     O Governo Federal continua jogando dinheiro no lixo, agora está beneficiando as multinacionais das automotivas em plena crise financeira, o governo achou por bem financiar a indústria automotiva com R$ 3,1 bilhões pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal com R$ 5,0 bilhões; para os grandes capitais estrangeiros a política tem dinheiro e parece que não há nenhuma crise econômica em pauta, mas, para os pequenos e médios capitalistas brasileiros a crise está altíssima e sem nenhuma perspectiva de melhorar tão cedo, está igual à cantiga da perua de pior a pior.
     O governo federal ainda deu de gratificação as automotivas uma redução do IOF, queda nos juros e spread bancários, desoneração via BNDES e do IPI em até sete pontos percentuais, com tudo isso, o governo espera uma retomada das vendas, o que pode acalentar a cadeia produtiva automotiva, estimulando a atividade econômica e na percepção do governo para conter as demissões dos empregados. O governo está fazendo o mesmo que o ministro Mantega fez só que, as indústrias automotivas não vão aplicar esses bilhões numa produção de carros que estão estocados nos pátios e sabem muito bem que não adianta produzir em grande escala, pois o povo não tem poder de compra e o mercado está estagnado.
     Só um governo energúmeno que tem uma ideia tão brilhante como essa, ou quer acabar com o resto do dinheiro e jogar o Brasil na falência total, ou quer fazer o povo de idiota, ou são um bando de incompetentes querendo beneficiar as grandes indústrias (multinacionais) do Brasil, é sabido que se o povo não tem poder de compra atualmente, como poderá estimular a cadeia produtiva. Um governo honesto começaria a estimular a economia nacional e aumentar os salários com dignidade para que houvesse uma máquina produtiva através da compra e venda.
     Tantas benesses para uma indústria automotiva que só vai dar mais déficit aos cofres da nação, para economia nacional nunca houve essas quedas nos impostos como está havendo para a indústria de automóvel.
     Como se pode acreditar num governo que tira da boca do povo brasileiro para salvar indústrias automotivas de capital internacional. Esse governo está contra o povo e a favor dos grandes capitais estrangeiros. Estão desestabilizando a economia e o social, pondo em risco uma revolução interna, até quando vamos ser explorados e aniquilados por um sistema político inoperante, corrupto e de ideologia revolucionária de escravidão? Cada dia mais está afundando o país com esses pacotes de austeridade e financiamentos, cada dia o brasileiro fica mais pobre e o miserável mais miserável. Só os cegos é que não vêem.
     Temer agora quer escravizar e esmagar o poder aquisitivo do povo brasileiro com a Reforma da Previdência e Reforma Tributária em 2018, salvem-se quem puder!
     Estão muito estranho essas reformas que estão se espalhando pela América do Sul como uma doença epidêmica. A Argentina já aprovou a Reforma da Previdência e a Tributária como um rolo compressor sobre a massa humana principalmente os mais pobres. O Brasil vai ao mesmo caminho em 2018. Todos os impostos pagos ao governo estão indo para os cofres dos banqueiros em forma de juros compostos: FMI, Banco Mundial, etc. Graças a Lula, Dilma e Temer.

Ernani Serra









Pensamento: Só lutamos por aquilo que amamos, só amamos aquilo que respeitamos e só respeitamos aquilo que conhecemos.

Adolf Hitler




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