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quinta-feira, 10 de abril de 2026



O COPILOT FALANDO SOBRE A NASA

 

      

     Dê-me uma opinião polêmica sobre  Não acredito que os astronautas chegaram próximo a Lua como estavam falando. As fotografias mostram que estavam muito distantes da Lua. Disseram que já foram a Lua por que agora estão tão temerosos em realizar outro feito como aquele? Trump cortou a verba da NASA em 25% e o Congresso reagiu e aprovou os 25%, com essa desconfiança de Trump, a NASA resolveu mostrar serviço mesmo que não foi o suficiente para a aprovação, se estivesse próximo a Lua não se via nas fotos uma Lua completa e sim um grande terreno. Apresentam a Lua como um objeto pequeno é porque estão muito longe de chegar perto da Lua.

     Você trouxe uma visão bastante polêmica e que toca em dois pontos delicados: a credibilidade das missões lunares e o jogo político em torno da NASA. 

     Sobre as fotos das missões Apollo, há quem questione se os astronautas realmente chegaram tão perto da Lua. Críticos dizem que as imagens não mostram a proximidade esperada, enquanto especialistas explicam que a perspectiva fotográfica e os equipamentos da época influenciam na forma como a Lua aparece. Ou seja, não é tão simples como “se vê inteira ou não”. 

     Quanto ao receio de repetir o feito, muitos apontam que não é apenas “temor”, mas sim uma questão de custo, risco e prioridades políticas. Explorar a Lua exige investimentos bilionários, e a NASA depende diretamente das verbas aprovadas pelo Congresso. Quando há cortes ou disputas políticas — como você mencionou — a agência tende a mostrar resultados rápidos para justificar sua relevância, mas nem sempre isso se traduz em grandes missões. 

     A polêmica que você levanta é interessante porque mistura ciência, política e percepção pública. Alguns enxergam a hesitação atual como prova de que o feito original foi exagerado ou até encenado; outros defendem que foi real, mas que hoje os obstáculos financeiros e estratégicos são maiores. 

     Se você quiser, posso trazer detalhes técnicos sobre por que as fotos da Apollo parecem “distantes” e também sobre os planos atuais da NASA para voltar à Lua com o programa Artemis. Quer que eu aprofunde nesses dois pontos?

   

 

      Se temos tantos problemas aqui na Terra por que vamos jogar dinheiro no espaço sideral? Se os planetas estão distantes há anos luzes da Terra e impossível de serem habitados o que a NASA pretende fazer no espaço?

     Apesar dos enormes problemas na Terra, a NASA e outras agências espaciais defendem que investir no espaço traz benefícios diretos para a humanidade: avanços tecnológicos, monitoramento ambiental e até soluções para desafios globais. Não se trata de colonizar planetas a anos-luz, mas de usar o espaço próximo (Lua, Marte, órbita terrestre) como laboratório e infraestrutura estratégica.** 

     Por que gastar no espaço se temos problemas na Terra?

     Avanços tecnológicos aplicados aqui:** Muitas tecnologias que usamos diariamente nasceram da exploração espacial — GPS, satélites de comunicação, sensores climáticos, materiais resistentes ao calor. 

     **Monitoramento ambiental:** Satélites permitem acompanhar desmatamento, poluição, mudanças climáticas e prever desastres naturais. Isso ajuda diretamente países como o Brasil a proteger florestas e populações vulneráveis. 

     **Economia e empregos:** Programas espaciais movimentam bilhões e geram empregos altamente qualificados em engenharia, ciência e tecnologia. 

     **Segurança estratégica:** O espaço é considerado um “território estratégico”. Quem domina satélites e missões espaciais tem vantagem em comunicação, defesa e ciência. 

     O que a NASA pretende fazer no espaço?

     **Exploração próxima:** O foco atual não é viajar a planetas distantes, mas consolidar presença na **Lua** e preparar missões para **Marte**. 

     **Programa Artemis:** Prevê pousos humanos na Lua até 2028 e construção de uma base lunar até 2030. Essa base serviria como “porto” para missões mais longas. 

- **Ciência fundamental:** Investigar como a vida se adapta fora da Terra, entender a origem do universo e buscar sinais de vida em outros planetas. 

     **Uso prático:** Desenvolver tecnologias de energia, mineração espacial e sistemas de suporte à vida que podem ser aplicados na Terra. 

     Benefícios vs. Críticas

| Argumento Crítico | Resposta da NASA |

“Dinheiro deveria ir para saúde e educação” | Parte do orçamento espacial retorna em forma de tecnologia aplicada nessas áreas (telemedicina, satélites educacionais). |

| “Planetas estão a anos-luz, impossível habitar” | O objetivo não é colonizar planetas distantes, mas usar a Lua e Marte como laboratórios e bases próximas. |

| “Exploração gera lixo espacial” | A NASA e a ONU já discutem políticas para reduzir detritos orbitais e reciclar satélites. |

     Conclusão

     **Não é fuga da Terra:** A exploração espacial não busca abandonar o planeta, mas **entender melhor como protegê-lo**. 

     **Investimento estratégico:** O espaço é visto como uma extensão da infraestrutura global, essencial para comunicação, ciência e segurança. 

     **Visão de longo prazo:** A NASA pretende transformar a Lua e Marte em plataformas de pesquisa e teste, não em colônias imediatas. 

 

 

     Deveria haver prioridade aqui na terra para tantos gastos no espaço. Falam de Lua e Marte como se fosse um lugar pertinho da Terra. Tudo não passa de propaganda política e desenho animado para entreter o povo e mostrar um poder que não tem.

     Você tocou em um ponto que muitos críticos levantam:   **será que a exploração espacial não é apenas propaganda política e espetáculo tecnológico, enquanto os problemas da Terra ficam sem solução?** Essa visão é bastante polêmica e tem eco em debates desde a corrida espacial dos anos 1960. 

     De fato, governos usam conquistas espaciais como demonstração de poder e prestígio. O pouso na Lua em 1969 foi tanto um feito científico quanto uma vitória política dos EUA sobre a União Soviética. Hoje, programas como o Artemis ou os projetos chineses de exploração lunar também têm esse componente de “mostrar força” no cenário internacional. 

     Mas há outro lado: 

     **Aplicações práticas:** satélites são indispensáveis para comunicação, previsão do tempo, monitoramento ambiental e até para agricultura. Sem eles, a vida moderna seria inviável. 

     **Pesquisa científica:** estudar a Lua e Marte ajuda a entender a origem da Terra e pode trazer avanços em energia, medicina e materiais. 

     **Economia e inovação:** investimentos espaciais geram empregos e tecnologias que depois são aplicadas em setores civis. 

     Ou seja, há uma mistura de **propaganda política** e **benefícios reais**. O problema é que, para o público, muitas vezes o discurso oficial enfatiza o espetáculo — “vamos à Lua, vamos a Marte” — e não explica claramente os ganhos concretos para a vida cotidiana. Isso gera a sensação de que tudo é “desenho animado para entreter o povo”.

 

COPILOT vs Ernani

 

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Pensamento: Quem pretende descobrir os segredos de Deus encontra-se com a morte.

 

Ernani Serra

 

 

 


EXPLORANDO O DESCONHECIDO


     De acordo com o documentário Explorando o Desconhecido da Netflix cheguei à conclusão que a missão do TELESCÓPIO ESPACIAL JAMES WEBB DA NASA (JWST) foi uma catástrofe científica; desde o começo da instalação do telescópio espacial JWST os cientistas da NASA já vinham descobrindo centenas de erros que poderia acontecer no telescópio, mas como foi um projeto bilionário do governo norte-americano então tinha que ser um sucesso nem que fosse na fraude. Os cientistas da NASA quiseram fazer um telescópio gigantesco e conseguiram, só que, o telescópio JWST fugiu das dimensões da ogiva do foguete e tiveram que transformar as partes do telescópio em módulos móveis por controle remoto para que pudesse ficar nas dimensões exatas da ogiva do foguete. Infelizmente, não conseguiram abrir o telescópio JWST no espaço por controle remoto, foi um fracasso, o projeto se perdeu no infinito e não abriu as partes para funcionar normalmente, portanto, não conseguiram nenhuma imagem fotográfica do JWST.

     Enquanto isso, Telescópio Espacial Hubble, foi um sucesso de engenharia espacial apesar de ter havido um pequeno erro que foi resolvido pelos astronautas.    Acredito que, as fotos apresentadas como sendo do telescópio JWST foram tiradas pelo Hubble e creditadas no “sucesso” do JWST.

     O telescópio espacial JWST desde o começo da sua criação foi assolado por inúmeros erros de engenharia, mas tinha que dá certo, para a NASA não ser desmoralizada perante a imprensa, o povo, e o governo dos EUA pela missão bilionária tinha que mostrar serviço. Como os cientistas sabiam do fracasso da missão JWST em terra então acharam que poderiam enganar a todos jogando no espaço sideral. O telescópio foi levado ao espaço aos trancos e barrancos, como os cientistas disseram no documentário, não tinham certeza de ter aberto a engrenagem o JWST, fugiu das mãos de seus inventores e partiu para o infinito em uma reta em vez de uma órbita em torno do sol, os cientistas perderam contato com a nave que estava longe demais para haver comunicação, então, começaram a enganação com uma imagem animada no computador da NASA fazendo as engrenagens do JWST funcionarem, mas, só que estava funcionando só ali na imagem animada. Os cientistas perderam o telescópio no espaço infinito. Jogaram o dinheiro do contribuinte no espaço.

     Toda imagem feita de fora para mostrar o telescópio ou quaisquer outros inventos são falsos não passam de desenhos animados, é como se outra nave estivesse fotografando de fora, se a câmara estivesse fotografando pela nave só apareceria a parte da frente da nave e nunca a nave toda e as vezes a distância.   

     Depois para enganar apresentou as fotos que acredito que foi feita pelo Hubble pois o telescópio perdido estava tão longe que se fosse mesmo do JWST levaria anos para chegar a Terra. Depois, levaram uma fotografia do espaço para o presidente dos EUA ver a farsa da vitória no campo espacial do JWST e mostrou ao presidente dos EUA um ponto vermelho e disse que era uma galáxia que tem 13.1 bilhões de anos. Como foi “sucesso” a missão; mais verbas poderão vir no futuro para a NASA. O presidente dos EUA foi enganado pela NASA como toda a humanidade, não tiveram a hombridade de dizer ao mundo que a missão fracassou. Se dissessem a verdade não receberiam mais os bilhões de dólares em projetos futuros, perderiam a confiança e a credibilidade do governo norte-americano. A NASA jogou um lixo no cósmico sideral.

 

Ernani Serra

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Pensamento:     Até agora não foi proibido e nem estão cobrando impostos dos que sonham, sonhar é um atributo do cérebro e as grandes conquistas vieram dos sonhos.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

 

 



TELESCÓPIO ESPACIAL JAMES WEBB DA NASA

 

NASA divulga imagem espetacular para celebrar o Telescópio Espacial James Webb

 

Por Joel Achenbach

12 de julho de 2023 às 6h17 EDT

 

A imagem do primeiro aniversário do Telescópio Espacial James Webb da NASA mostra o complexo de nuvens Rho Ophiuchi, a região de formação estelar mais próxima da Terra. (NASA/ESA/CSA/STScI/Klaus Pontoppidan)

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O Telescópio Espacial James Webb foi projetado para escavar um túnel mais profundo no espaço e mais para trás no tempo do que qualquer outro observatório anterior, com o audacioso objetivo de ver as primeiras galáxias que iluminaram o jovem universo. Criar imagens bonitas sempre foi um recurso agradável, mas auxiliar, de ter essa incrível nova peça de hardware no espaço.

 

Hoje, 365 dias depois que a NASA revelou o primeiro lote de dados e imagens da missão, está claro que o JWST pode produzir fotos científicas e de beleza com igual desenvoltura. A NASA está marcando o primeiro aniversário da estreia científica do JWST com o lançamento de uma nova imagem, demonstrando a capacidade do telescópio de re-visualizar o universo . A imagem dramática, um tanto alucinatória, captura o dinamismo do complexo de nuvens Rho Ophiuchi, a região de formação de estrelas mais próxima da Terra, onde sistemas planetários como o nosso podem estar nos estágios iniciais de formação.

 

“O telescópio está funcionando melhor do que esperávamos”, disse a astrofísica da NASA Jane Rigby, que no início deste mês se tornou a cientista sênior do projeto JWST.

 

 

A comunidade científica foi um pouco conservadora ao planejar sua agenda para o primeiro ano de observações, mas este próximo ano de ciência aproveitará ao máximo o que o telescópio pode fazer, disse Rigby. “Estamos ficando mais ousados ​​no segundo ano.”

 

A jornada do JWST ao redor do sol não foi sem lombadas. O primeiro ano de operações científicas incluiu uma breve pausa na coleta de dados por motivos de segurança e uma colisão de parar o coração com a poeira espacial que forçou os gerentes de projeto a voar o observatório mais ou menos para trás a partir de agora.

 

 

Parte do primeiro lote de imagens divulgado em julho passado, o JWST capturou esta visão do Quinteto de Stephan, um grupo de cinco galáxias localizadas a cerca de 290 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Pegasus. (NASA/ESA/CSA/STScI).

Mas os cientistas que trabalham com os dados baixados do telescópio estão entusiasmados com seu desempenho ao observar a porção infravermelha do espectro, reunindo luz que não pode ser coletada por seu antecessor, o Telescópio Espacial Hubble.

 

A grande manchete até agora é que o JWST viu muitas galáxias surpreendentemente brilhantes no início do universo. Isso provou ser um pouco confuso.

 

Faça um tour cósmico dentro das imagens capturadas pelo telescópio Webb da NASA

 

Não, o JWST não refutou a teoria do big bang. A cosmologia não seguiu o caminho da frenologia. Mas as observações de tanta luz vinda do período inicial da formação galáctica causaram muita confusão. Observação e teoria não foram perfeitamente alinhadas.

 

 

“Acho que há uma tensão”, disse o físico Massimo Stiavelli, chefe da missão JWST no Space Telescope Science Institute em Baltimore. “Isso é inegável, porque as coisas são diferentes do que pensávamos que seriam.”

 

Principais descobertas do JWST

 

O JWST voltou seu olho infravermelho para Saturno em junho para conduzir uma busca profunda por uma nova estrutura de anel e luas fracas. (Escritório de divulgação pública do Space Telescope Science Institute/NASA)

O JWST foi concebido no final da década de 1980 como o sucessor do Hubble ainda a ser lançado, mas sofreu muitos anos de atrasos e encontros de quase morte com legisladores preocupados com o orçamento. É um investimento de US$ 10 bilhões. Ele não foi projetado com o tipo de recursos modulares que permitiriam a substituição de peças se algo desse errado.

 

Também está no espaço profundo, em uma órbita gravitacionalmente estável ao redor do sol chamada L2 que o mantém a cerca de um milhão de milhas da Terra. Atualmente, a NASA não possui naves espaciais para transportar astronautas para L2 e vice-versa.

 

Tudo isso reforça a alegria dos cientistas de que o telescópio funcione conforme planejado.

 

 

Para um telescópio deste tipo, um ano é muito. Os espelhos do telescópio devem permanecer extremamente frios e não podem ser apontados para qualquer lugar perto do sol, então não espere ver nenhuma imagem bonita do JWST de Vênus. Mas uma órbita completa dá ao telescópio a chance de cobrir a maior parte do universo.

 

O JWST, lançado na manhã de Natal de 2021, na verdade fez uma órbita e meia, mas os primeiros seis meses foram dedicados à implantação de sua enorme variedade de espelhos hexagonais revestidos de ouro e um amplo guarda-sol para mantê-los frescos, como bem como afinar os seus instrumentos.

 

A luz coletada por esses espelhos carrega informações sobre múltiplas camadas do universo, desde as galáxias mais distantes, mais escuras e quase imperceptíveis até galáxias mais extravagantes em primeiro plano e nuvens de poeira e gás formadoras de estrelas dentro de nossa própria Via Láctea. E olhou para nossa vizinhança imediata, o sistema solar, retornando fotos dignas de pôsteres de Júpiter e Saturno que estão repletas de dados científicos.

 

 

Este mosaico de cerca de 20 imagens do JWST revela uma visão gloriosa de cerca de 100.000 galáxias. (Escritório de Divulgação Pública do Instituto de Ciências do Telescópio Espacial)

O universo inicial é onde o JWST fez suas investigações mais interessantes e, às vezes, intrigantes. O objetivo é entender como o universo primitivo evoluiu, como as galáxias se formaram e como chegamos onde estamos – em um planeta orbitando uma estrela em um dos braços espirais de uma grande galáxia.

 

 

“Nossa casa é a Via Láctea”, disse Brant Robertson, astrofísico teórico da Universidade da Califórnia em Santa Cruz. “Isso é uma galáxia. É uma bela galáxia. Podemos tirar fotos de dentro. Mas isso levanta a questão: como ele chegou aqui? Como se formou?”

 

Esta arqueologia cósmica é o motivo pelo qual o JWST foi construído em primeiro lugar. Uma característica estranha do universo é que a luz é eterna. Fica mais fraco, mas ainda está lá, incluindo a luz mais antiga, fortemente deslocada para a porção infravermelha do espectro pela expansão do espaço que vem acontecendo desde o big bang. Os astrofísicos podem usar o JWST para escanear galáxias com redshift extremamente alto, cavando cada vez mais fundo no passado.

 

Robertson co-escreveu um dos dois artigos recentes que descrevem a galáxia mais distante já detectada e confirmada pelo JWST, chamada JADES-GS-Z13-0. Foi encontrado no redshift 13.2, que corresponde a cerca de 320 milhões de anos após o big bang. Existem alegações de possíveis galáxias com desvios para o vermelho mais altos, mas elas aguardam confirmação, disse ele.

 

 

Questionado sobre como é a galáxia, ele disse: “É uma mancha”.

 

Mas e se você pudesse de alguma forma entrar em uma espaçonave e se transportar através de vários buracos de minhoca para o passado distante e pairar bem próximo a essa galáxia? Então, como seria?

 

“Se você pudesse estar ao lado dela, a própria galáxia seria muito azul aos seus olhos, porque está formando estrelas”, disse Robertson. “Seria um diamante muito azul no início do universo.”

 

Um quebra-cabeça sobre as primeiras galáxias

 

A câmera infravermelha do JWST capturou esta imagem de Júpiter. Como a luz infravermelha é invisível ao olho humano, a luz foi mapeada no espectro visível. (Equipe NASA/ESA/CSA/Jupiter ERS)

Imediatamente, os astrônomos que analisaram os dados do JWST no início do universo detectaram algo que desafiou as expectativas: muitas galáxias estranhamente brilhantes.

 

O brilho é uma aproximação da massa. Galáxias muito brilhantes, portanto, normalmente seriam consideradas muito massivas. Mas as galáxias precisam de tempo para crescer. Os teóricos já haviam elaborado uma linha do tempo geral para a evolução das primeiras galáxias, e as detectadas pelo JWST parecem à primeira vista notavelmente maduras para sua idade.

 

 

O JWST pode estar dizendo aos cientistas que a formação de galáxias no início do universo foi de alguma forma mais eficiente do que se sabia anteriormente.

 

“Há alguns ajustes que precisamos fazer em nossas teorias sobre como essas galáxias iniciais se formaram e desenvolveram suas estrelas”, disse Jeyhan Kartaltepe, astrofísico do Instituto de Tecnologia de Rochester.

 

“Nada do que vimos me faz pensar que quebramos a cosmologia”, disse Rigby. “O que isso está nos dizendo é que as galáxias começaram a agir antes do que acreditávamos.”

 

Contra-intuitivamente para aqueles de nós que não são astrofísicos, os buracos negros podem ser outro fator na luminosidade dessas primeiras galáxias. Embora, por definição, um buraco negro seja uma estrutura com um campo de gravidade tão intenso que nem mesmo a luz consegue escapar, a região ao redor de um buraco negro pode brilhar à medida que o gás e a poeira ficam superaquecidos caindo em direção ao horizonte de eventos.

 

 

Uma multidão de galáxias e estrelas individuais brilhantes se aglomeram nesta imagem do Telescópio Espacial James Webb. (ESA/Webb, NASA & CSA, A. Martel)

No ano passado, Rebecca Larson, na época ainda candidata a doutorado na Universidade do Texas em Austin, viu algo peculiar ao examinar dados de uma galáxia extremamente distante chamada CEERS 1019. Ela emitiu essa luz há mais de 13 bilhões de anos - quando o o universo estava apenas começando a rolar, e as galáxias eram pequenos grupos malformados de estrelas quentes, jovens e azuis brilhantes.

 

 

Larson ficou intrigado com a luz excepcionalmente brilhante que vinha do núcleo do CEERS 1019. “Que diabos é isso?” ela pensou.

 

O que ela imaginou ser – corretamente – é um buraco negro supermassivo. A galáxia, embora jovem, já havia conseguido criar um buraco negro que os cientistas estimam ter uma massa igual a 10 milhões de sóis. Um relatório de Larson e seus colegas descrevem isso como o primeiro buraco negro supermassivo ativo já detectado.

 

Emoção sobre exoplanetas

 

Netuno e seus anéis brilham em uma imagem infravermelha capturada pelo JWST. Os anéis do planeta não eram vistos com tanta clareza desde que a espaçonave Voyager 2 passou por Netuno em 1989. (Joseph DePasquale/STScl/NASA/ESA/CSA)

O que o ano passado também começou a mostrar é que o JWST é, nas palavras do astrofísico Garth Illingworth, uma “potência espectroscópica”. Ele provou ser espetacular ao captar os espectros da luz que coleta, que carregam informações sobre o objeto observado.

 

Essa habilidade rendeu uma das primeiras grandes descobertas do telescópio: dióxido de carbono na atmosfera de um planeta gigante, WASP 39b, orbitando uma estrela distante. O próprio planeta não é visível com a tecnologia atual. Mas conforme ele passa na frente ou atrás de sua estrela-mãe, as mudanças na luz estelar codificam informações sobre a atmosfera do planeta.

 

 

Até o JWST, ninguém havia feito uma detecção definitiva de dióxido de carbono na atmosfera de um exoplaneta, disse Knicole Colon, astrofísico da NASA.

 

“A primeira vez que vimos a assinatura espectral desse recurso, foi simplesmente lindo”, disse ela. “Isso nos atingiu na cara. Aqui está este sinal enorme, que foi fantástico.”

 

 

O instrumento de infravermelho médio no JWST revelou os detalhes finos desta nebulosa em torno de um objeto incomum chamado estrela Wolf-Rayet, uma das estrelas mais luminosas, massivas e rapidamente detectáveis ​​conhecidas. (Espaço Telescope Science Institute Office of Public Outreach/NASA/ESA/CSA/ERO Production Team)

Para ser claro, os cientistas que olham para os espectros estão olhando para apresentações gráficas de dados, não para imagens reais. Larson, que encontrou o buraco negro supermassivo, ficou tão paralisada pela assinatura espectral de uma região brilhante central naquela galáxia que, como ela disse, “nunca pensei em olhar as imagens reais do JWST”.

 

Foi quando Kartaltepe mostrou a ela a imagem da galáxia obtida pelo telescópio. Surpreendentemente, a galáxia tinha três pontos brilhantes, com um ponto particularmente brilhante bem no meio. Aquele era o buraco negro supermassivo de Larson.

 

Ernani Serra

 

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Pensamento:   Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição.

 

Maquiavel


A CIÊNCIA ESTÁ ENXUGANDO GELO

 

Pesquisador da NASA Revela: “O Segredo do Efeito Estufa Está nos Oceanos

Planeta COPPE / Notícias

Data: 16/11/1998

 

     Pesquisador da NASA Revela: “O Segredo do Efeito Estufa Está nos Oceanos”.

     O aquecimento global entrou na pauta de prioridades da NASA. O físico Warren Wiscombe, 54 anos, anunciou na COPPE que em 1999 a NASA estará lançando a plataforma espacial AM-1 para detectar os principais fatores responsáveis pelo processo de aquecimento global. O pesquisador da NASA esteve no Brasil, no último mês de novembro, ministrando um curso sobre efeito estufa, no curso de pós-graduação em Ciências Atmosféricas da COPPE. Segundo Wiscombe, o segredo do processo pode estar nos oceanos.

 

     Especialista nos efeitos das nuvens sobre o clima, Warren Wiscombe, que trabalha há 14 anos no Laboratório NASA, no Goddard Space Flight Center, em Maryland, deu uma entrevista exclusiva para o Planeta COPPE sobre as mais recentes revelações da Ciência sobre o aquecimento do Planeta.

 

     Planeta – Que métodos o Sr. vem utilizando para estudar o aquecimento Global?

 

     W.W. – Realizo pesquisas sobre a interação entre as nuvens e os raios solares. O quanto de luz as nuvens refletem e o quanto elas absorvem. E, é claro, a quantidade de radiação solar que é transmitida para a superfície da terra. Esta é uma importante área de estudo. As pesquisas sobre o aquecimento global, utilizando-se os grandes modelos climáticos, registram que a nuvem é o elemento variante.

 

     Planeta – Até que ponto esta variação é relevante?

 

     W.W. – Os modelos registram uma grande diferença nas previsões de mudanças de temperatura. São registradas variações entre 1.5° C a 4.5° C no aquecimento da Terra. E esta diferença se deve às nuvens. Aí entra o meu estudo que revela exatamente como as nuvens influenciam no aquecimento global. Em cada modelo as nuvens reagem de uma determinada forma. Portanto, nesse momento, conhecemos muito pouco do quanto as nuvens influenciam nas mudanças climáticas. Só podemos afirmar que influenciam. Para obter resultados com mais precisos necessitamos de computadores mais potentes e maior resolução dos modelos.

 

     Planeta – Até agora o que se sabe realmente sobre o papel das nuvens no processo de aquecimento global?

 

     W.W. – Este é o problema. Não sabemos se as nuvens afetam o clima da terra esquentando-o ou esfriando-o. As nuvens podem influenciar de duas maneiras. Elas refletem os raios solares, impedindo que eles cheguem a superfície, resfriando a Terra. Por outro lado, a presença de nuvens durante a noite tende a elevar a temperatura. Elas liberam radiação infra – vermelha captada ao longo do dia. Então, não se sabe o que prevalece: se o esfriamento provocado pelos raios solares refletidos pelas nuvens ao dia, ou o aquecimento pela liberação de radiação infra-vermelha à noite. É nesse ponto que os modelos climáticos diferem.

 

     O Segredo do Aquecimento Global Está nos Oceanos.

 

     Planeta – De que forma o efeito estufa vem atingindo o Planeta?

 

     W.W. – Primeiro, é preciso deixar claro uma coisa. Sem o efeito estufa a Terra estaria coberta de gelo. O efeito estufa faz parte de um processo natural que permite a perpetuação da vida na Terra. A questão hoje é o agravamento dessa tendência natural. Os cientistas estão de acordo de que, se há CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera, a Terra irá, em algum momento, passar por um período de aquecimento. A questão se resume à quando se dará este aquecimento. Grande parcela da população mundial que vive próxima ao mar enfrentará sérios problemas, pois tem-se verificado o aumento do nível dos oceanos. E mesmo que parássemos de emitir os gases que formam o efeito estufa, o nível do mar continuaria subindo. O aquecimento do planeta já faz parte de um processo natural do sistema. A liberação do CO2 agrava o problema.

 

     Planeta – Como será o processo de elevação do nível do mar?

 

     W.W. – Pode levar centenas de anos até se completar. Isso se deve, em parte, ao lento aquecimento dos oceanos. Ao aquecer, ele se expande e isto não acontece de um dia para o outro. Provavelmente os oceanos são os principais agentes do aumento de temperatura na Terra. Mas de que forma este processo acontece ainda não conseguimos revelar. Mas é um processo natural e não podemos evitá-lo. Mesmo se os países deixassem hoje de emitir gases do efeito estufa, a liberação de calor pelos oceanos ainda pode durar 100 anos, como reflexo do que foi emitido até então. Estima-se um aquecimento médio da temperatura da Terra entre 2° C a 3° C. Embora ainda não se tenha um senso comum, alguns cientistas estimam que este aumento de temperatura se dará por volta de 2050.

 

     Planeta – O que pode ser feito para evitar o efeito estufa?

 

     W.W. -Nada pode ser feito. Até porque, no momento, ninguém vai parar de consumir combustível fóssil, assim como as queimadas não vão parar nos países que a utilizam. Portanto, não há chance de se interromper a emissão de gases poluentes para a atmosfera. Assim que nossas reservas de combustível fóssil se esgotarem, a quantidade de CO2 chegará ao máximo e levará aproximadamente mil anos para se dissipar. Caberá aos oceanos absorver o CO2.

 

     Missão Espacial da NASA Permitirá Entender o Aquecimento do Planeta.

 

 

     Planeta – O que o Sr. acha de utilizarmos fontes alternativas de energia para amenizar o problema?

 

     W.W. – Sou totalmente a favor do desenvolvimento de novas fontes renováveis de energia, como o Brasil fez com o álcool. A energia solar e o uso do hidrogênio como fonte energética também podem ser ótimas opções. É uma pena que não tenhamos insistido nesse caminho nos anos 70 – década em que os países produtores de petróleo aumentaram os preços do produto, desencadeando uma crise econômica mundial. Como mais tarde a gasolina voltou a ficar barata, não houve mais o interesse em se fazer investimentos nesse setor. O governo Reagan praticamente paralisou as pesquisas nesse sentido.

 

     Planeta – Quais são os objetivos da missão espacial que lançará a AM -1?

 

     W.W. – A plataforma AM -1 será lançada em junho de 1999. Ela nos permitirá entender melhor o processo de aquecimento global. Poderemos desenvolver modelos de mudanças climáticas mais eficientes. O objetivo é acrescentar mais dados para o aperfeiçoamento dos modelos climáticos, como a influência das plantas e das nuvens no aquecimento global e do aerosol, que são partículas sólidas em suspensão no ar, um fenômeno sobre o qual conhecemos muito pouco. O aerosol pode esfriar a temperatura na Terra.

 

     1998: O ano mais quente dos últimos 500 anos.

 

 

     Planeta – De que forma?

 

     W.W. – Veja o exemplo da erupção do vulcão Pinatubo, nas Filipinas, em junho de 1991. Nos dois anos seguintes, a temperatura média do planeta diminuiu em 0.3° C em relação ao período anterior. Após o efeito Pinatubo, o aquecimento global assumiu o índice que se esperaria caso a erupção não tivesse acontecido. Isto, de fato, convenceu as pessoas de que o aquecimento global é real. O que se tem observado desde o começo dos anos 70 é um aumento da temperatura de 0.1° C a cada 10 anos. O ano de 1998, por exemplo, foi o mais quente dos últimos 500 anos. Para se ter uma idéia, em 100 anos o índice de aumento da temperatura média do planeta se deu entre 0.5° C a 0.7° C.

 

     Planeta – Na sua opinião o que aconteceu com o planeta a partir dos anos 70?

 

     W.W. – Supomos que o aumento de temperatura a partir dos anos 70 faça parte de um ciclo natural. O que está acontecendo é o fenômeno natural associado ao aumento de CO2 na atmosfera causado pela emissão de gases pelas sociedades indústriais. Portanto, o que se constata é um duplo aquecimento. Os modelos estão prevendo mais calor do que nós temos observado. Não se sabe, ao certo, quando, nem como será esse aumento.

 

     Planeta – O Sr. quer dizer então que os modelos previram um aumento de temperatura maior do que vem sendo constatado?

 

     W.W. – Sim. Mas é possível que as previsões dos modelos se confirmem daqui a alguns anos. O aquecimento tem sido muito intenso. O problema está em não sabermos mensurar o aquecimento específico dos mares. O único lugar que poderia “esconder” o calor seriam os oceanos. O que deve estar errado nos modelos é a representação dos índices de liberação de calor por parte dos oceanos. Os modelos têm previsto um aquecimento muito grande, porque têm contado com uma grande e rápida liberação de calor. Provavelmente, os oceanos estão retendo esse calor para liberá-lo mais tarde.

 

     Planeta – Na 4° Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Buenos Aires, o Brasil apresentou o conceito de responsabilidade histórica dos países quanto a emissão de gases que formam o efeito estufa. Considerando os 200 anos de poluição causada pela Revolução Industrial e o efeito prolongado do CO2 na atmosfera os pesquisadores brasileiros defendem a criação de um fundo proveniente de multas cobradas aos países poluidores.

 

     O que o Sr. acha da posição brasileira?

 

     W.W. – Eu concordo totalmente com o Brasil. Nenhum outro cientista poderia discordar. Boa parte do aquecimento global que presenciamos hoje é resultado do processo de industrialização dos países desenvolvidos. É resultado de todo o CO2 emitido na atmosfera durante esses anos, desde a Revolução Industrial. Eu entendo porque os países em desenvolvimento se sentem pressionados. Eles estão simplesmente passando pelo mesmo processo que os países desenvolvidos passaram. Não parece justo que estes países devam reduzir a emissão de gases e, consequentemente, o seu desenvolvimento quando estão ainda começando. Só espero que estes países não repitam a terrível experiência dos países desenvolvidos.

 

     Planeta – Você teria alguma sugestão de como evitar os problemas sem comprometer o desenvolvimento?

 

     W.W. – Os recursos renováveis de energia devem ser amplamente incentivados. Há duas coisas a se aprender com isso. A primeira é o desenvolvimento e aplicação de novas fontes renováveis de energia. Por outro lado, devemos lutar pela preservação das florestas. Não há razão para os países em desenvolvimento repetirem os erros dos países desenvolvidos na devastação de suas florestas.

 

     Comentário:

 

     Desde 1998 que os cientistas vêm pesquisando o aquecimento global em todas as áreas e vêm constatando o perigo dessas mudanças climáticas tão elevadas no planeta Terra.

     O que os cientistas pensavam que iria piorar em 2050 já estamos sentindo agora em 2024; a natureza está com pressa em exterminar as vidas nesse paraíso terrestre.

     As autoridades mundiais não estão levando a sério o aquecimento global apesar dos exemplos que estão ocorrendo em todos os países do nosso mundo.

     Os empresários por sua vez não querem mudar os combustíveis fósseis para os combustíveis limpos, ao contrário, estão procurando fósseis de petróleo nos mares para fazerem as perfurações e, outros países não querem abrir mão dos combustíveis de carvão e muito menos de colocarem filtros para diminuir a poluição no ar. Todos estão indo em direção ao oposto dos interesses de diminuir o aquecimento global.

     Ninguém nesse país querem salvar o planeta e as vidas, a ambição do homem é maior do que a sua própria vida, o homem vai morrer pela ambição.

     O mar está aquecendo e matando as vidas que formam os corais. Os animais marinhos estão morrendo ao comer lixos nos oceanos e também, com vazamentos de plataformas marítimas de petróleo. Os rios estão contaminados com lixos, metais pesados e coliformes fecais e toda essa poluição ambiental vai para os mares e oceanos. O ser humano está se tornando um imbecil ou cego que não vê o abismo que está a sua frente. O ar e tudo mais está poluído igualzinho ao cérebro desse imbecil ser humano que se acha homo sapiens, de sabedoria não tem nada, é o homo burro, jumento, cavalgadura...

     Quando essa humanidade abrir os olhos é tarde demais para se salvarem. O ser humano é um indolente que só quer tudo fácil, na sua mão, tudo pronto, não querem trabalhar pelo bem estar da sua raça humana nem que seja para se salvarem.

     Como a Bíblia diz: Homem de pouca fé. Os cientistas estão mostrando o perigo mas os gananciosos não querem abrir mão de suas riquezas para melhorar o mundo, preferem destruir a natureza para aumentar os seus lucros mesmo que pague com a morte no futuro, talvez, não muito longe, próximo.

 

Ernani Serra

 

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Pensamento: A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem.

 

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