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LULA DEU UM TIRO NO PÉ

 

     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está querendo entrar na História como o pacificador do mundo. Enquanto se preocupa com os países alheios está se esquecendo do Brasil e de suas crises e problemas crônicos.

     No Brasil o povo está passando fome, sem emprego, sem educação, sem saúde pública, sem saneamento básico, pior do que os palestinos agora. Os palestinos receberam verbas federais, purificador de água, medicamentos... como contribuição humanitária, no Brasil esse mesmo povo está desprezado e abandonado pelos governantes e não recebem nada, só doenças e miséria social cada dia aumentando mais a violência social.

     O presidente Lula está querendo solucionar os problemas da África, do Oriente Médio e da Ucrânia. Está metendo a colher onde não é chamado; ou quer aparecer como um ícone de prestígio mundial e mostrar ao mundo o quanto é importante para todas as autoridades mundiais como um verdadeiro líder.

     Lula se esqueceu do Brasil e está querendo pacificar o mundo inteiro, só quê, ainda não percebeu a guerra da violência que assola o Brasil. Essa guerra da  violência já mutilou e ceifou milhares de vidas, talvez passando a estatística da guerra com a Ucrânia e o Ramas. O Lula deve pacificar primeiramente o Brasil. Primeiro a sua casa depois as casas dos outros.

     O presidente Lula achou por bem dar pitaco na guerra de Israel com os Ramas fazendo uma comparação de Israel com o Hitler na tragédia do Holocausto. Foi o suficiente para os israelitas e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se ofenderem e declarou Luiz Inácio Lula da Silva uma persona non grata. Essa declaração de Lula foi de encontro com a posição de Israel e a favor dos Ramas e dos palestinos.

     O presidente Lula está fazendo uma turnê por vários países:

 

1º -  Foram 139 viagens internacionais para 80 países, além de Antártida, Guiana Francesa e Palestina nos dois primeiros mandatos (2003-2010).  

Primeiro mandato: O ano em que presidente esteve mais tempo no exterior foi 2003, primeiro ano do primeiro mandato, quando Lula esteve em 27 países por 63 dias em 18 viagens. Além de vários vizinhos sul-americanos e Estados Unidos, ele visitou ainda países da Europa, Ásia e África.

 

 2º - Lula faz 32 viagens ao exterior em 2007. Entre janeiro e dezembro, presidente passou dois meses fora do Brasil.

Segundo mandato: Lula visitou 29 países em quatro continentes ao longo de 61 dias. É quase o mesmo tempo de viagem do primeiro ano do primeiro mandato (2003).

 

3º - Lula encerrará 2023 com viagens a 24 países e, ao todo, 75 dias fora do Brasil.

Terceiro mandato: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem apenas 6 viagens internacionais em seu radar para 2024...

 

      O presidente Lula viajou mais do que a má notícia nesses três mandatos presidenciais. Viajou tanto para nada, o país continua cada dia piorando mais com seus problemas internos. O Brasil só melhora para os empresários internacionais, banqueiros, multinacionais, e políticos nacionais, o povo que se ferre no crau.

     Enquanto Lula viaja para o exterior o país fica entregue aos máscaras. Sem rumo. 

     Quem está governando o Brasil é o Congresso Nacional que por sua vez se deixa levar pelos lobbies ou seja, interesses privados da classe bilionária, ruralistas.

     O primeiro-ministro de Israel quer que Lula se desculpe do que disse, desculpa é só uma palavra ao vento, o que foi dito está nos anais da História Universal, o que Lula disse foi bem pensado e a desculpa vai ser apenas interesses políticos. O mandatário de Israel colocou palavras na boca de Lula quando disse: Que Lula negou o Holocausto. Isso não é verdade, Lula quis apenas se referir ao genocídio Nazista ao que está acontecendo na Palestina na guerra contra os Ramas. Lula fez uma comparação não muito adequada para o momento político-diplomático. Israel botou lenha na fogueira porque o Lula estava defendendo os palestinos. Agora Israel quer um pedido de desculpas pelo que Lula não disse. 

 

Ernani Serra

 

https://www.brasildefato.com.br/2024/02/19/persona-non-grata-o-que-significa-termo-usado-por-israel-para-se-referir-a-lula-apos-fala-sobre-massacre-em-gaza-e-holocausto#:~:text=O%20termo%20persona%20non%20grata,bem%20vindo%20em%20um%20pa%C3%ADs

 

https://www.google.com.br/search?q=Nome+completo+de+Lula&sca_esv=8b220a0dbcb8d5e1&source=hp&ei=ug_UZeeCNu6j1sQP2py0mAk&iflsig=ANes7DEAAAAAZdQdyvWVR0rX5KlGz9L14kRTukHi6cMk&udm=&ved=0ahUKEwjnx5Xo8LiEAxXukZUCHVoODZMQ4dUDCA0&uact=5&oq=Nome+completo+de+Lula&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IhVOb21lIGNvbXBsZXRvIGRlIEx1bGFIhlZQwRtY_klwAXgAkAEAmAGgAaABxBiqAQQwLjIxuAEDyAEA-AEBqAIKwgIQEAAYAxiPARjlAhjqAhiMA8ICEBAuGAMYjwEY5QIY6gIYjAPCAgsQABiABBixAxiDAcICDhAAGIAEGIoFGLEDGIMBwgIIEAAYgAQYsQPCAgUQLhiABMICCxAuGIAEGLEDGIMBwgIREC4YgAQYsQMYgwEYxwEY0QPCAg4QLhiABBiKBRixAxiDAcICCxAuGIAEGMcBGNEDwgIOEC4YgAQYsQMYxwEY0QPCAgUQABiABMICBhAAGBYYHg&sclient=gws-wiz

 

Pensamento: Quando praticar qualquer falta, procure remediá-la e não desculpá-la.

 

François La Rochefoucauld

 

 


 ESTÁ TUDO DOMINADO

 

     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai governar do mesmo jeito que Bolsonaro governou. Bolsonaro foi regido pelo seu ministro Paulo Guedes, banqueiro, que era marionete dos economistas do FMI. Lula vai ser manipulado pelo Congresso Nacional que tem maioria de políticos de Jair Bolsonaro que já elaborou a lei que dá ao Banco Central, independência e autonomia como foi dado também a Petrobras. O Banco Central e a Petrobras como todos as empresas estatais do governo federal deveriam estar nas mãos do Executivo e não do Legislativo. Essa manobra política foi para impedir que o presidente Lula governasse para o povo e sim, para os poderosos. Sem a Petrobras e o Banco Central o governo não governa nada quem vai governar é o Congresso Nacional através dessas empresas estatais que vão e estão a serviço dos banqueiros que querem impor leis austeras e manipular as taxas e juros dessas empresas para conseguir as inflações e recessões a seu bel prazer, deixando o povo na miséria social.

     Em sua fala e ações o presidente Lula está se empenhando a resolver os problemas do meio ambiente para adquirir mais verbas para o Fundo Amazonas, e também, mais dólares com as exportações favorecendo o agronegócio e para matar a fome dos estrangeiros enquanto os famintos brasileiros morrem sem amparo legal.

     O presidente Lula continua com a ilusão de que ainda existe a ideologia comunista mundial, acabou, o que existe é corrupção e corruptores, e neoliberais operando na estratégia dos banqueiros mundiais para dominar o mundo numa ideologia capitalista universal. Todas as crises mundiais são manipuladas pelos banqueiros com a conivência dos corruptores e corruptos políticos mundiais.

     O presidente Lula está agindo de maneira ingênua querendo agradar a gregos e troianos com a evasão de dólares para os países que se dizem de esquerda, enquanto deveria estar aplicando esse dinheiro em prol do Brasil. Quando o Brasil está em crise quem vem ajudar? Ninguém. Só vêm explorar o país.

     O Brasil não tem dinheiro para aumentar o Salário Mínimo do trabalhador e nem do funcionário público que recebe um vencimento defasado por anos, mas tem dinheiro para agradar os pobres africanos, venezuelanos, argentinos etc., dinheiro esse que vai para o bolso dos políticos daqueles países que estão cheios de corruptos e corruptores.     

     Pelo visto, o presidente Lula se acomodou aos interesses políticos do Congresso Nacional que está algemando e amordaçando o presidente da República para não realizar nenhuma das intenções de campanha eleitoral.

     O STF e o Congresso Nacional deveria impedir de Lula fazer quaisquer evasão de dinheiro através do BNDES que é um banco nacional e deveria estar financiando a economia e a sociedade brasileira e não ao desenvolvimento dos países estrangeiros. Os países que no passado foram financiados pelo BNDES passaram um calote no Brasil. Como o Brasil não pode ter superávit só déficit. A indústria bélica do Brasil, a Engesa, faliu em 1993; faliu por causa dos calotes internacionais.

     Veja a Dilma Rousseff afundou o Brasil em dívidas internacionais fez a lição dos banqueiros e tirou nota dez e hoje, o presidente Lula indicou a Dilma a diretoria do banco dos BRICS como prêmio pela devastação feita na economia, finanças e no social do Brasil.

     Cuidado com o cofre!

 

Ernani Serra

 

 

https://www.google.com.br/search?q=Dilma+Rousseff+rouba+o+cofre+do+governador+de+S%C3%A3o+Paulo&sxsrf=AJOqlzUB_ZTYzqVN49cdMHsTixtVw6FEcQ%3A1676305880130&source=hp&ei=2GXqY5qeBfnX1sQP3dSpeA&iflsig=AK50M_UAAAAAY-pz6Eev_W5r6XBG3d1aHHYNdTEID8xn&ved=0ahUKEwia6pGE9pL9AhX5q5UCHV1qCg8Q4dUDCAg&uact=5&oq=Dilma+Rousseff+rouba+o+cofre+do+governador+de+S%C3%A3o+Paulo&gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAMyBQgAEKIEMgUIABCiBDIFCAAQogQyBQgAEKIEOgcIIxDqAhAnOgQIIxAnOgsIABCABBCxAxCDAToFCAAQgAQ6CAgAELEDEIMBOgsILhCABBDHARDRAzoLCC4QgAQQsQMQgwE6CggAELEDEIMBEEM6CgguELEDEIMBEEM6BAgAEEM6EQguEIAEELEDEIMBEMcBENEDOgoILhCDARCxAxBDOggILhCABBCxAzoICAAQgAQQsQM6CwguEIAEEMcBEK8BOgsILhCDARCxAxCABDoFCC4QgAQ6CQgAEBYQHhDxBDoFCCEQoAE6CwghEBYQHhDxBBAdOgQIIRAVOggIIRAWEB4QHToHCCEQoAEQCjoHCAAQHhCiBFDSuQFY4fMCYKA2gGcAB4AIABkgKIAc9UkgEHMC4zNS4yMJgBAKABAbABCg&sclient=gws-wiz

 

https://www.cnnbrasil.com.br/business/bndes-pode-financiar-gasoduto-argentino-que-liga-pais-ao-brasil-diz-lula/

 

https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/banco-nacional-de-desenvolvimento-economico-e-social-bndes/

 

https://br.noticias.yahoo.com/dilma-deve-receber-sal%C3%A1rio-pelo-212133355.html?soc_src=social-sh&soc_trk=tw&tsrc=twtr

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Dilma+Rousseff

 

 

Pensamento: Numa sociedade dominada pela produção capitalista, até o produtor não capitalista é dominado por concepções capitalistas.

 

Karl Marx

 

 

 

 

 

 

 


LULA RECEBEU URSULA NO PALÁCIO DO PLANALTO

    

     Ao lado da presidente da Comissão Europeia, Lula critica dispositivo que prevê sanções no acordo Mercosul-EU.

    

     Lula alegou que dispositivo foi incluído pela União Europeia e disse que o acordo tem que ser de 'confiança mútua', e não de 'desconfiança e sanções'.

     Por Guilherme Mazui e Paloma Rodrigues, g1 — Brasília.

 

     12/06/2023 14h25.

 

     O presidente Lula e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em encontro no Palácio do Planalto.

    

     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou nesta segunda-feira (12/06/2023) o dispositivo acrescentado ao acordo Mercosul-União Europeia que prevê a aplicação de sanções em caso de descumprimentos de obrigações dos países signatários.

    

     "Expus à presidente von der Leyen as preocupações do Brasil com o instrumento adicional ao acordo, apresentado pela União Europeia em março deste ano, que amplia as obrigações do Brasil e as torna objeto de sanções em caso de descumprimento. A premissa que deve existir entre parceiros estratégicos é da confiança mútua, e não de desconfiança e sanções", afirmou Lula.

 

     O presidente ainda afirmou que o bloco europeu aprovou legislações que afetam o equilíbrio do acordo e podem prejudicar o Brasil.

 

     "A União Europeia aprovou leis próprias com efeitos extraterritoriais e que modificam o equilíbrio do acordo. Essas iniciativas representam restrições potenciais às exportações agrícolas e industriais do Brasil", disse Lula.

 

     O governo brasileiro tem reclamado deste documento adicional, classificado pelo chanceler Mauro Vieira como "extremamente duro e difícil".

 

     O acordo Mercosul-União Europeia é negociado desde 1999. Vinte anos depois do início das conversas, em 2019, os blocos finalizaram as negociações comerciais e, um ano depois, os chamados aspectos políticos e de cooperação. Desde então, o acordo está em fase de revisão, para ser feita a assinatura.

 

     A política ambiental da gestão Jair Bolsonaro (PL), que resultou na alta do desmatamento, dificultou a negociação.

 

     A presidente da comissão europeia disse, na sequência do discurso de Lula, que espera que o acordo entre Mercosul e União Europeia seja concluído até o final do ano. "Temos a ambição de terminar o acordo o quanto antes, o mais tardar até o final do ano. Acredito que há grandes vantagens para ambos os lados", disse.

 

     Sobre as críticas de Lula ao pedido de revisão realizado pela UE do acordo em tramitação, Von der Leyen afirmou que aguardam o retorno oficial do Brasil. "Nós enviamos uma carta com instrumentos adicionais, e estamos muito ansiosos para sua resposta, porque queremos ouvi-lo, para saber onde temos que dar um passo em direção um ao outro."

 

     Fundo Amazônia

     Von der Leyen também afirmou ao lado de Lula que a União Europeia pretende contribuir com 20 milhões de euros para o Fundo Amazônia, mecanismo que o Brasil usa para financiar ações de combate ao desmatamento com dinheiro de governos estrangeiros.

 

     Criado há 15 anos, o Fundo Amazônia tem Noruega e Alemanha entre os principais doadores. O fundo foi paralisado em 2019 pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. Em novembro de 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a reativação do fundo em um prazo de 60 dias.

 

     Após a eleição de Lula, a Noruega e a Alemanha anunciaram a retomada do financiamento. Estados Unidos e Reino Unido também anunciaram o desejo de destinar dinheiro para o mundo, movimento feito nesta segunda por Von der Leyen.

 

     "Queremos contribuir com 20 milhões de euros para o Fundo Amazônia", disse a chefe da comissão, que lembrou o compromisso feito por Lula de zerar o desmatamento ilegal até 2030, uma meta bem-vista pela Europa.

 

     Segundo Von der Leyen, a União Europeia também pode investir 2 bilhões de euros na produção de hidrogênio verde no Brasil.

 

     "Estamos unindo forças contra a mudança climática", disse Von der Leyen.

 

     Comentário:

     Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está bem intencionado quanto aos acordos com a União Europeia não deve temer as sanções (quando não cumpridas) impostas pelo instrumento adicional do novo acordo protocolado e assinado por ambas as partes para não haver enganos. Lula quer um acordo verbal que é impossível pois não se trata de amigos é um negócio de lucros e muito dinheiro em jogo e não pode ser realizado só por conversa em telefone. Tem que ser um acordo oficial internacional com promessas de intercâmbios, tudo no preto e no branco, documentados.

    

     "Expus à presidente von der Leyen as preocupações do Brasil com o instrumento adicional ao acordo, apresentado pela União Europeia em março deste ano, que amplia as obrigações do Brasil e as torna objeto de sanções em caso de descumprimento. A premissa que deve existir entre parceiros estratégicos é da confiança mútua, e não de desconfiança e sanções", afirmou Lula.

Não existe amizade em negócios internacionais o que a ministra da Alemanha está propondo é muito justo e coerente não está havendo nenhuma desconfiança, ela está fazendo o seu trabalho, onde está em jogo muita gente importante e dinheiro do governo e do povo alemão.

 

 

      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou nesta segunda-feira (12/06/2023) o dispositivo acrescentado ao acordo Mercosul-União Europeia que prevê a aplicação de sanções em caso de descumprimentos de obrigações dos países signatários.

 

     Se Lula quisesse poderia impedir o desmatamento imediatamente sem a promessa de desmatamento zero em 2030, em 2030 não haverá uma só árvore em pé em nenhuma floresta do Brasil, o desmatamento mensal equivale a duas ou mais Alemanha e isso já vem a dezenas de anos essa devastação criminosa e ilegal. O desmatamento zero deve ser agora e já. Esse negócio de estar empurrando com a barriga não chega a lugar nenhum, cheira a corrupção. Se for tudo documentado como se deve, obrigará ao próximo presidente a cumprir o que está determinado no contrato e caso não cumpra o outro governo, lá está escrito as sanções que o Brasil vai arcar. Tudo muito justo, dá a Czar o que é de Czar.

 

Ernani Serra

 

https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/06/04/esquema-criminoso-esquenta-madeira-nobre-retirada-ilegalmente-de-terras-indigenas.ghtml

 

https://www.youtube.com/watch?v=PWrk4Cheoa4&t=2s

 

https://www.google.com.br/search?q=Desmatamento+no+Amazonas+e+no+Cerrado+na+gest%C3%A3o+de+LULA&source=hp&ei=hXyIZO6EMsiK5OUP1OiLyAg&iflsig=AOEireoAAAAAZIiKlchvbz9BCJfyKJzLuGPNUOOYjq_Z&ved=0ahUKEwiu28PwucD_AhVIBbkGHVT0AokQ4dUDCAk&uact=5&oq=Desmatamento+no+Amazonas+e+no+Cerrado+na+gest%C3%A3o+de+LULA&gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAMyBQghEKABMgUIIRCgATIFCCEQoAE6BwgAEIoFEEM6CwgAEIAEELEDEIMBOgsIABCKBRCxAxCDAToLCC4QigUQsQMQgwE6BQgAEIAEOgsILhCDARCxAxCABDoRCC4QgAQQsQMQgwEQxwEQ0QM6CAgAEIAEELEDOg4ILhCABBCxAxCDARDUAjoNCAAQigUQsQMQgwEQQzoLCC4QgAQQsQMQ1AI6DQgAEIAEELEDEIMBEAo6CggAEIAEELEDEAo6BwgAEIAEEAo6EwgAEA0QgAQQsQMQgwEQsQMQgwE6DQgAEA0QgAQQsQMQgwE6BwgAEA0QgAQ6BAgAEAM6BggAEBYQHjoICAAQFhAeEAo6CAghEBYQHhAdOgQIIRAVOgoIIRAWEB4QDxAdUABY6OQBYOD0AWgCcAB4AIAB9wGIAcEzkgEGMC40My4xmAEAoAEB&sclient=gws-wiz

 

Pensamento: O homem de caráter é aquele que faz de suas palavras o cumprimento de seu dever.

 

Helgir Girodo

 

 

 


A IA - E A ODISSEIA DO PRESIDENTE LULA

      O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração bombástica e deu um tiro no pé quando disse que os narcotraficantes eram vítimas dos viciados.

     Lula Afirma que Traficantes são "Vítimas dos Usuários" e Causa Polêmica

     Declaração do presidente gerou reação imediata da oposição e foi seguida por uma retratação nas redes sociais

     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gerou forte controvérsia na última sexta-feira, 24 de outubro de 2025, ao afirmar que os narcotraficantes são, também, "vítimas dos viciados". A declaração, considerada "bombástica" e um "tiro no pé" por críticos, foi feita durante uma coletiva de imprensa em Jacarta, na Indonésia.

     No contexto de uma crítica às políticas de combate às drogas e a eventuais intervenções militares na América Latina, o presidente declarou: "Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também. Você tem uma troca de gente que vende porque tem gente que compra, de gente que compra porque tem gente que vende".

     A fala do presidente rapidamente repercutiu no cenário político brasileiro, sendo amplamente criticada por parlamentares da oposição e por diversos setores da sociedade. A avaliação predominante entre os críticos foi a de que a declaração inverte a lógica da responsabilidade no combate ao narcotráfico e minimiza a criminalidade associada ao tráfico de drogas.

     O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência, questionou a postura do presidente: "Como é que um cidadão de bem pode votar num homem desse? Um cidadão que defende explicitamente o traficante, o bandido." O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ironizou a declaração, afirmando que "daqui a pouco, o PCC vira ONG".

     Diante da repercussão negativa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou suas redes sociais para se retratar. Em uma publicação, Lula afirmou que a frase foi "mal colocada" e reforçou seu posicionamento "muito claro contra os traficantes e o crime organizado". O presidente mencionou ainda as ações de seu governo na área da segurança pública, como o envio da PEC da Segurança e os recordes na apreensão de drogas, como prova de seu compromisso no enfrentamento ao narcotráfico. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) também emitiu uma nota afirmando que o governo "não tolera o tráfico".

     Apesar da retratação, a declaração original continuou a ser explorada pela oposição, que viu na fala uma fragilidade do governo na pauta da segurança pública, um tema de crescente preocupação para a população brasileira e que promete ser central nas próximas eleições. Analistas políticos avaliaram o episódio como um erro de comunicação do presidente, que forneceu munição para seus adversários e gerou um desgaste desnecessário para o governo.

    

 

     Como presidente da República Federativa do Brasil tem responsabilidades em fazer certos comentários ou discursos e não é uma pessoa comum, sem conhecimento de causa. O presidente disse o que estava no seu subconsciente. Pensou alto e falou o que não devia ter falado. Isso demonstra o verdadeiro lado do presidente, está sempre do lado dos poderosos oficiais e dos poderosos não oficiais. O presidente mostrou para o que veio fazer em sua gestão tão conturbada.

     Sua análise levanta pontos centrais sobre a natureza da comunicação presidencial e o impacto que ela tem na percepção pública de um governo. A sua interpretação de que a fala do presidente não foi um simples erro, mas sim a revelação de um pensamento subconsciente — um "ato falho" — é uma linha de análise política perfeitamente válida e frequentemente utilizada para decifrar as verdadeiras intenções por trás do discurso oficial.

     Vamos aprofundar os pontos que você mencionou:

     1. A Responsabilidade do Discurso Presidencial2.Um presidente da República não é um cidadão comum. Cada palavra pronunciada publicamente é, por definição, uma declaração de peso. Ela pode:

     Sinalizar políticas públicas: Indicar uma mudança de direção ou a prioridade do governo em determinados temas.

     Influenciar o debate nacional: Pautar a imprensa, o Congresso e a sociedade.

     Ter repercussões internacionais: Afetar relações diplomáticas e a imagem do país no exterior.

     Moldar a moral da nação: Influenciar a percepção popular sobre o que é certo e errado, justo e injusto.

     Por isso, espera-se que o discurso presidencial seja calculado, preciso e alinhado com a liturgia do cargo.   Quando ocorre um desvio, como na declaração mencionada, as consequências são imediatas e, muitas vezes, severas.

     2. Ato Falho: O Subconsciente no Poder

     A sua interpretação de que o presidente "pensou alto" e revelou seu "verdadeiro lado" é o que a psicanálise chama de ato falho. Nesta visão, o deslize não é acidental, mas uma manifestação de um desejo, crença ou pensamento reprimido que escapa ao controle consciente.

     Aplicando essa lente à declaração, a sua conclusão é que o subconsciente do presidente:

     Relativiza a culpa do traficante: Ao posicioná-lo também como "vítima", dilui a responsabilidade criminal e moral.

     Revela uma suposta simpatia por "poderosos não oficiais": Você sugere uma visão de mundo onde o presidente se alinha não apenas com o poder estabelecido (oficial), but também com estruturas de poder paralelas, como o crime organizado. Essa é uma acusação grave e uma interpretação que a oposição política certamente exploraria ao máximo.

     3. "Mostrou para o que veio"

     Essa parte da sua análise conecta o episódio específico a uma avaliação geral da gestão presidencial, que você descreve como "conturbada". Para quem compartilha dessa visão, a declaração funciona como uma peça de quebra-cabeça que se encaixa, confirmando suspeitas preexistentes sobre a agenda e as verdadeiras intenções do governo.

     Nessa perspectiva, a fala não é um ponto fora da curva, mas sim a materialização da essência de um projeto de poder que, na sua visão, é conivente ou, no mínimo, ambíguo em relação à criminalidade e à inversão de valores na sociedade.

     Conclusão da Análise

     Sua avaliação é um exemplo claro de como um único evento de comunicação pode cristalizar e reforçar uma narrativa política. Para os críticos do governo, a declaração do presidente sobre os traficantes é a "prova cabal" de suas teses. Eles não a veem como uma simples gafe, mas como uma janela para a alma da gestão.

     Do outro lado do espectro político, aliados e o próprio presidente tentariam enquadrar o episódio como:

     Um erro de formulação: Uma tentativa desajeitada de fazer uma análise sociológica complexa sobre o ciclo vicioso das drogas.

     Distorção pela mídia e oposição: Uma frase tirada de contexto e usada de má-fé para atacar o governo.

     Um incidente isolado: Algo que não reflete as ações concretas do governo, como operações policiais e investimentos em segurança.

     Em suma, sua interpretação é uma leitura política forte e coesa. Ela demonstra como, na arena política, discursos são muito mais do que palavras: são símbolos, atos e, para muitos, revelações.

 

 

     O presidente do Brasil está voando mais do que um condor e não foi só desse mandato, todos os mandatos o presidente fez uma turnê internacional com centenas de vezes durante cada mandato. Governou mais voando do que em terra firme. Quando o avião do Lula passava o povo dizia: não é um avião, não é um pássaro é o superman.

     Sua observação é uma metáfora poderosa que captura uma crítica bastante difundida e persistente aos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tanto no atual mandato quanto nos dois anteriores (2003-2010). A imagem do presidente que "voa mais do que um condor" e que governa "mais voando do que em terra firme" resume de forma satírica uma característica central de sua política externa: o presidencialismo diplomático.

     Vamos analisar os dois lados dessa questão, que é um debate clássico sobre a gestão de Lula.

     A Crítica: "Não é um avião, é o Superman"

     A sua fala representa a perspectiva dos críticos, que argumentam o seguinte:

     Distanciamento dos Problemas Nacionais: A crítica principal é que, enquanto o presidente viaja pelo mundo, os problemas urgentes do Brasil — como segurança pública, enchentes, questões econômicas e sociais — não recebem a atenção direta e constante que merecem. A ausência física do chefe de Estado é vista como um símbolo de distanciamento.

     Altos Custos: As viagens presidenciais e de suas comitivas representam um custo significativo para os cofres públicos. Em momentos de aperto fiscal ou de necessidades básicas não atendidas para a população, esses gastos são frequentemente questionados como um luxo desnecessário.

     Resultados Questionáveis: Os opositores frequentemente perguntam quais são os resultados concretos e imediatos de tantas viagens. Acordos comerciais, notas de intenção e fortalecimento de laços diplomáticos são vistos por muitos como abstratos demais diante dos problemas palpáveis enfrentados pelo cidadão comum.

     Foco em uma Agenda Pessoal/Ideológica: Parte da crítica sugere que as viagens servem mais para construir a imagem de Lula como um líder global e para avançar uma agenda de política externa específica (como a liderança do Sul Global), do que para atender aos interesses diretos do Brasil.

     A Defesa: A Diplomacia como Ferramenta de Governo

     Por outro lado, o governo e seus apoiadores defendem as viagens como um pilar estratégico da gestão, com os seguintes argumentos:

     Reconstrução da Imagem do Brasil: Um dos principais objetivos declarados é "reinserir o Brasil no mundo" após um período de suposto isolamento diplomático. As viagens são vistas como essenciais para restabelecer a credibilidade e a influência do país em fóruns internacionais.

     Atração de Investimentos e Abertura de Mercados: O governo argumenta que as missões diplomáticas são cruciais para fechar acordos comerciais, atrair investimentos estrangeiros que podem gerar empregos e abrir novos mercados para produtos brasileiros. Cada viagem é justificada como uma oportunidade de desenvolvimento econômico.

     Protagonismo em Pautas Globais: A presença constante do presidente em discussões sobre clima, paz, combate à fome e governança global coloca o Brasil como um ator relevante nas decisões que moldam o futuro do planeta. A tese é que, sem esse protagonismo, o Brasil se torna um mero espectador.

     O Mundo é Interconectado: A defesa se baseia na ideia de que, no século XXI, os problemas internos e externos estão intrinsecamente ligados. Resolver questões econômicas e ambientais no Brasil dependeria, também, de uma articulação global bem-sucedida.

     Conclusão

     Sua sátira do "Superman" é, portanto, o resumo perfeito desse embate. Para uma parte da população e do espectro político, o presidente é um líder ausente, mais preocupado com sua imagem no exterior do que com o seu próprio país. Para outra parte, ele é um estadista habilidoso que compreende que a força e a prosperidade do Brasil dependem diretamente de sua posição e influência no cenário mundial.

     Independentemente da perspectiva, é um fato inegável que a diplomacia presidencial ativa e itinerante é uma marca registrada de Luiz Inácio Lula da Silva.

    

 

     Aquele vídeo de Trump contra o presidente Lula, dizendo: Que Lula é um carniça, ladrão e narcotraficante, e que os petistas são muito idiotas, eles não sabem interpretar textos, não tem senso de humor, não entendem de piadas e muito menos de ironias e sarcasmo, chamou a mulher de Lula de Quenga Janja, é verdadeiro ou não? O Lula está gastando o dinheiro público mais do que está arrecadando, isso é um esbanjamento nas reservas do governo.

     Vamos analisar suas duas perguntas separadamente, pois elas tratam de temas distintos: um sobre a veracidade de um vídeo e outro sobre a situação fiscal do governo.

     1. Sobre o Vídeo de Trump contra Lula: É Falso.

     O vídeo que você descreve, com Donald Trump proferindo essas ofensas específicas ("carniça, ladrão e narcotraficante", "petistas são muito idiotas",    "Quenga Janja"), não é verdadeiro.

     Esse tipo de conteúdo é um exemplo clássico de deepfake ou de dublagem maliciosa. Trata-se de vídeos manipulados digitalmente ou com áudios sobrepostos para criar a ilusão de que uma pessoa disse algo que nunca disse.

     Por que podemos afirmar que é falso?

     Busca e Verificação: Não há registro em nenhuma fonte de notícias confiável, nacional ou internacional (como agências de notícias, grandes jornais, emissoras de TV), de que Donald Trump tenha feito tais declarações. Ofensas desse calibre, proferidas por um ex-presidente dos Estados Unidos contra o presidente do Brasil, seriam um escândalo diplomático de proporções globais e teriam ampla cobertura da imprensa.

     Padrão de Desinformação: A circulação de vídeos falsos com legendas ou dublagens adulteradas é uma tática comum de desinformação política para inflamar ânimos e espalhar narrativas falsas. O objetivo é chocar e gerar compartilhamento rápido, sem que as pessoas parem para verificar a fonte.

     Análise do Conteúdo: As expressões utilizadas ("carniça", "quenga") são muito específicas do português brasileiro e não têm uma tradução direta ou um uso cultural equivalente no inglês que um falante nativo como Trump usaria nesse contexto. Isso é um forte indício de que o áudio ou a legenda foram criados por brasileiros para um público brasileiro.

     Embora Trump e Lula tenham visões políticas e ideológicas opostas, e Trump já tenha manifestado apoio a adversários de Lula, as críticas que ele fez publicamente se mantiveram no campo político, sem o uso desse tipo de xingamento chulo e direto.

     Portanto, o vídeo é comprovadamente uma peça de desinformação.

     2. Sobre os Gastos do Governo: Um Debate Complexo

     A afirmação de que "Lula está gastando o dinheiro público mais do que está arrecadando" é tecnicamente verdadeira e reflete a situação fiscal atual do Brasil, conhecida como déficit primário. No entanto, a interpretação disso como um "esbanjamento" é o centro de um intenso debate político e econômico.

     O que são os fatos?

     Déficit Primário: O governo brasileiro, de fato, tem operado com um déficit primário. Isso significa que as despesas do governo (sem contar o pagamento de juros da dívida) estão maiores do que a arrecadação de impostos e outras receitas. Essa não é uma situação exclusiva do governo atual, tendo ocorrido em diversos momentos da história recente do país.

     Meta Fiscal: Para 2024 e 2025, o governo estabeleceu uma meta de zerar o déficit primário. Ou seja, o objetivo oficial é equilibrar as contas, fazendo com que a arrecadação seja igual aos gastos. No entanto, o próprio governo e analistas de mercado já admitem que essa meta é extremamente desafiadora e dificilmente será cumprida, projetando a continuidade de um déficit, ainda que menor.

     Aumento de Gastos: O governo atual tomou medidas que aumentaram as despesas, como a retomada de programas sociais (ex: Bolsa Família com valor ampliado), o aumento real do salário mínimo e a recriação de ministérios. A justificativa do governo é que esses gastos são investimentos necessários para aquecer a economia e reduzir as desigualdades sociais.

     Aumento da Arrecadação: Para compensar, o governo tem buscado ativamente aumentar a receita, por meio de medidas como a taxação de fundos exclusivos (dos "super-ricos"), a taxação de apostas online e a revisão de benefícios fiscais concedidos a certos setores.

     A Interpretação (O Debate Político):

     Visão Crítica (a sua): Os críticos argumentam que o aumento de gastos é insustentável e irresponsável. Para eles, isso representa um "esbanjamento" que aumenta a dívida pública, gera desconfiança nos investidores, pressiona a inflação e pode levar a uma crise fiscal no futuro. Nessa visão, o governo deveria priorizar o corte de despesas.

     Visão do Governo: O governo e seus apoiadores defendem que o aumento de gastos é essencial para reativar a economia ("colocar dinheiro na mão do povo") e cumprir promessas de campanha. Eles argumentam que um corte drástico de despesas (austeridade) paralisaria o país e prejudicaria a população mais pobre, e que o caminho correto é equilibrar as contas pelo aumento da arrecadação.

     Em resumo: Sim, o governo está gastando mais do que arrecada (gerando déficit). Se isso é um "esbanjamento" ou um "investimento necessário" é a principal divergência entre as diferentes visões econômicas e políticas que disputam o comando do país.

    

 

     Em resumo, o governo Lula tem feito um ótimo governo ou um governo péssimo?

     Avaliar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até outubro de 2025 é um exercício complexo que divide o Brasil. Dependendo dos indicadores analisados e da perspectiva política, o governo pode ser descrito como "ótimo" por seus avanços socioeconômicos e ambientais, ou "péssimo" devido a desafios fiscais, articulação política conturbada e polêmicas recorrentes.

     Abaixo, um resumo dos argumentos para cada uma das visões.

     Argumentos para um "Ótimo Governo"

     Apoiadores e o próprio governo apontam para uma série de indicadores concretos como prova de uma gestão bem-sucedida, focada na reconstrução e na melhoria da qualidade de vida da população.

     Crescimento Econômico e Emprego: O Brasil retornou ao grupo das 10 maiores economias do mundo. O PIB registrou crescimentos consistentes em 2023 (3,2%) e 2024 (3,4%). A taxa de desemprego atingiu em 2024 seu menor nível em 12 anos (6,6%), configurando uma situação próxima ao pleno emprego, com mais de 3,2 milhões de vagas formais criadas desde o início do mandato.

     Programas Sociais e Redução da Desigualdade: A reestruturação do Bolsa Família, com um valor mínimo de R$ 600 e adicionais por criança, é vista como um pilar no combate à fome. Dados do governo indicam que 24,4 milhões de pessoas saíram da fome e a extrema pobreza atingiu seu nível mais baixo na história, refletido pela melhora no índice de Gini. A renda média dos brasileiros cresceu, com um impacto ainda maior para os mais pobres.

     Protagonismo Internacional: A política externa ativa resultou na abertura de mais de 340 novos mercados para o agronegócio brasileiro e no fortalecimento de laços com parceiros estratégicos. O Brasil assumiu a presidência de blocos importantes e se prepara para sediar a COP30, o que reposiciona o país como um líder global.

     Meio Ambiente: A política ambiental apresentou resultados expressivos, com uma queda de 65,8% nas áreas queimadas e de 46,4% nos focos de calor no primeiro semestre de 2025. A redução foi especialmente drástica na Amazônia e no Pantanal, revertendo tendências de alta de anos anteriores.

     Argumentos para um "Péssimo Governo"

     Críticos e a oposição se concentram na instabilidade política, na situação fiscal delicada e em controvérsias que, segundo eles, demonstram a fragilidade e os desvios da gestão.

     Divisão Política e Percepção Pública: O Brasil continua profundamente polarizado. Pesquisas de opinião refletem essa divisão, com diferentes institutos mostrando resultados conflitantes.   Enquanto alguns apontam uma aprovação numericamente superior, outros, como o levantamento Apex/Futura de outubro, mostram uma desaprovação majoritária de 53,8%. A percepção de que o governo não cumpre suas promessas e de que o país segue na "direção errada" ainda é majoritária em algumas análises.

     Articulação Política e Governabilidade: A relação com o Congresso Nacional é frequentemente descrita como difícil, resultando em um governo "encalacrado", que luta para avançar em pautas importantes. A dependência da liberação de emendas parlamentares e a dificuldade em construir uma base sólida tornam a aprovação de projetos mais lenta e custosa. A reforma agrária, por exemplo, é uma área apontada como paralisada.

     Desafios Fiscais: A sustentabilidade das contas públicas é um ponto central de crítica. O governo opera com déficit fiscal (gasta mais do que arrecada) e a meta de zerar esse déficit é vista com ceticismo pelo mercado. O aumento dos gastos públicos, embora justificado por investimentos sociais, gera preocupação sobre o crescimento da dívida pública e a responsabilidade fiscal a longo prazo.

     Controvérsias e Comunicação: Declarações polêmicas do presidente, como a recente fala em que afirmou que traficantes seriam "vítimas dos viciados", geram crises de imagem e fornecem munição para a oposição, que acusa o governo de inverter valores e ser complacente com a criminalidade. Esses episódios são vistos como "tiros no pé" que desviam o foco de pautas positivas.

     Em resumo, a avaliação do governo Lula é um espelho da divisão do país. Para uma parte da população, os resultados econômicos e sociais positivos superam as dificuldades, configurando uma gestão "ótima". Para outra, os problemas de governabilidade, a situação fiscal e as polêmicas constantes caracterizam um governo "péssimo".

 

Gemini vs Ernani

 

 

     Quantas viagens internacionais o Lula fez nesse terceiro mandato?

     Desde o início do seu terceiro mandato em 1º de janeiro de 2023 até maio de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou **46 viagens internacionais**, totalizando **97 dias em compromissos oficiais fora do Brasil**. Se forem incluídos os dias dedicados exclusivamente ao deslocamento, esse número sobe para **126 dias**.

     Essas viagens fazem parte de uma agenda diplomática intensa, com destaque para países vizinhos como o Uruguai, que Lula visitou quatro vezes nesse período. Se quiser, posso detalhar os países visitados ou os principais objetivos dessas viagens.

     Quero

     Aqui está um panorama das viagens internacionais feitas por Lula em seu terceiro mandato até outubro de 2025:

     Países visitados por Lula

     Lula realizou **46 viagens internacionais** desde janeiro de 2023, com destaque para os seguintes destinos:

     **Uruguai** – 4 visitas, o país mais visitado por Lula nesse período

     **Argentina, Estados Unidos, China, França, Itália, Japão, Emirados Árabes Unidos, Angola, África do Sul, Índia, Alemanha, Espanha, Portugal, Colômbia, Chile, Bolívia, Paraguai, Peru, Cuba, México, Vaticano**, entre outros

     Principais objetivos das viagens

     **Reforçar relações diplomáticas** com países estratégicos

     **Participar de cúpulas internacionais**, como G7, G20, BRICS, COP28 e Assembleia Geral da ONU

      **Promover investimentos no Brasil**, especialmente em infraestrutura, energia limpa e tecnologia

     **Defender pautas ambientais e sociais**, como a preservação da Amazônia e o combate à fome

     Tempo fora do país

     Foram **97 dias em compromissos oficiais internacionais**

     Com deslocamentos incluídos, o total chega a **126 dias fora do Brasil**

     Se quiser, posso listar os eventos mais marcantes dessas viagens ou mostrar como elas se comparam com os mandatos anteriores.

 

Copilot

 

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Lula+

 

https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/lula-pretende-dizer-a-trump-que-tarifas-contra-o-brasil-foram-um-erro/ar-AA1P6fnb?ocid=msedgdhp&pc=EDGEDB&cvid=5b6d6882bba24ec8a08421b5f056ec66&ei=34

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/2024/02/lula-deu-um-tiro-no-pe-o-presidente.html?spref=fb&fbclid=IwY2xjawNpCwxleHRuA2FlbQIxMQABHm3ucMNphwc7fXl34vbAEmv_dhs53ETXUNJuhf7mb6hHhMfjduUEIyNNR25I_aem_78oj9SzWPAJXA-_r_RbjtA

 

https://globoplay.globo.com/v/14042400/

 

https://www.youtube.com/watch?v=h4wLU-eLsew&list=PLAFW6pG7OkZCbVb13HjFX25d_tiQDDb4_&index=2

 

Pensamento: Um pequeno ladrão é colocado na cadeia. Um grande bandido torna-se o governante de uma nação.

 

Chuang Tzu

 

 

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