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sexta-feira, 24 de julho de 2026


A IA E A PROFECIA DO APOCALIPSE

 

     Os quatro cavaleiros do apocalipse.

     Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse são figuras proféticas do livro bíblico de Apocalipse (Capítulo 6), que simbolizam os julgamentos e os males que antecedem o fim do mundo:  

     Conquista (Cavalo Branco), Guerra (Cavalo Vermelho), Fome (Cavalo Preto) e Morte (Cavalo Amarelo).

     O relato bíblico, descrito pelo apóstolo João, apresenta cada cavaleiro com características bem específicas:

     Cavalo Branco (Conquista):

     Representa a vitória, a expansão e, por vezes, o Anticristo, vindo com um arco e uma coroa para conquistar o mundo.

     Cavalo Vermelho (Guerra): Representa o derramamento de sangue e conflitos violentos. O cavaleiro recebe uma grande espada para tirar a paz da Terra.

     Cavalo Preto (Fome): Representa a escassez e a crise econômica. O cavaleiro carrega uma balança na mão, simbolizando o racionamento severo de alimentos.

     Cavalo Amarelo/Verde-Pálido (Morte): Representa o fim físico, as pestes e o adoecimento.

     É o único cavaleiro nomeado explicitamente na Bíblia e é seguido de perto pelo inferno.

 

 

     Os quatro cavaleiros do apocalipse já chegaram no nosso planeta?

 

     A ideia de que os Quatro Cavaleiros do Apocalipse já estão agindo no mundo é uma interpretação teológica e metafórica muito comum. Muitas religiões e estudiosos da Bíblia defendem que esses cavaleiros não são personagens físicos que surgirão de repente, mas sim forças históricas que operam na Terra desde os tempos bíblicos.

     Historicamente, a humanidade sempre enfrentou os flagelos que eles representam:

     Peste e Morte (Cavalo Amarelo): Pandemias globais recentes e doenças históricas mostram a força contínua desse cavaleiro.

     Guerra (Cavalo Vermelho): Conflitos geopolíticos e guerras civis nunca cessaram ao redor do globo.

     Fome (Cavalo Preto): A desigualdade social e as crises climáticas mantêm bilhões de pessoas em insegurança alimentar crônica.

     Conquista (Cavalo Branco): O avanço de ideologias extremas e a busca pelo poder global moldam a história humana.

     Cientificamente e historicamente, esses eventos são explicados por ciclos políticos, crises econômicas, mutações de vírus e mudanças climáticas. No entanto, para quem estuda as profecias, o cenário global atual serve como um forte argumento de que os cavaleiros continuam cavalgando.

     Se você quiser se aprofundar nesse assunto, eu posso: Explicar a visão teológica de diferentes religiões sobre o cumprimento dessas profecias.

     Analisar o impacto dessas figuras na cultura pop (como em livros, jogos e séries).Traçar um paralelo histórico entre as crises do passado e as do presente.Como você prefere abordar esse tema agora?

 

 

     Vamos traçar um paralelo entre as crises do passado e as do presente.

     Analisar as crises do passado em paralelo com as do presente nos ajuda a entender que os desafios atuais não são inéditos, mas sim a versão moderna de velhos conhecidos da humanidade.

     Abaixo, veja como os impactos e as reações humanas se repetem ao longo da história, divididos pelos quatro grandes eixos de crise.

     1. Peste e Saúde Pública (O Cavalo Amarelo)

     A forma como a sociedade lida com patógenos globais mantém um padrão quase idêntico através dos séculos.

     No Passado:

     A Peste Negra (século XIV) dizimou entre 75 e 200 milhões de pessoas na Eurásia.

     Sem conhecimento científico, a população culpava "ares nocivos", isolava comunidades inteiras e recorria a quarentenas primitivas (como em Veneza).

     Em 1918, a Gripe Espanhola infectou um terço do planeta em meio à censura militar e à falta de coordenação internacional.

     No Presente:

     A pandemia de COVID-19 e os surtos globais recentes de vírus respiratórios ou zoonóticos usaram as mesmas ferramentas do passado: isolamento, restrições de fronteira e máscaras.

     O Paralelo:

     A grande diferença do presente é a velocidade da ciência em criar vacinas.

     No entanto, o comportamento humano repetiu o passado: a negação inicial da gravidade, a disseminação de notícias falsas e a desigualdade drástica no acesso ao tratamento entre nações ricas e pobres.

     2. Guerra e Geopolítica (O Cavalo Vermelho)

     Os conflitos armados continuam sendo moldados por disputas de poder, mas com tecnologias muito mais destrutivas.

     No Passado: As Guerras Mundiais do século XX e os conflitos da Guerra Fria eram travados por disputas territoriais, imperialismo e blocos ideológicos rígidos. As populações civis eram diretamente visadas e economias inteiras eram destruídas.

     No Presente: Conflitos contemporâneos (como na Ucrânia e no Oriente Médio) redesenharam as tensões globais.

     O Paralelo:

     Embora o direito internacional e órgãos como a ONU tenham sido criados no passado para evitar novas catástrofes, o presente mostra que os gatilhos continuam os mesmos: nacionalismo exacerbado, disputas por recursos energéticos e a fragilidade das alianças diplomáticas. A novidade do presente é a guerra híbrida (ciberataques e desinformação digital).

     3. Fome e Economia (O Cavalo Preto)

     A escassez de alimentos raramente é fruto apenas da falta de produção; ela é amplificada por decisões políticas e colapsos logísticos.

     No Passado:

     A Grande Fome na Irlanda (1845) ocorreu porque o país dependia de uma única cultura (batata) devastada por uma praga, mas foi agravada pela negligência do governo britânico.

     No século XX, as maiores fomes da história da humanidade ocorreram por causa de guerras ou de secas severas associadas a colapsos de governança.

     No Presente:

     Conflitos geopolíticos e eventos climáticos extremos provocados pelo El Niño continuam gerando crises de abastecimento e inflação severa de alimentos em continentes vulneráveis como a África.

     O Paralelo:

     Hoje o planeta produz comida suficiente para abastecer toda a humanidade. Assim como no passado, a fome contemporânea não é um problema de escassez absoluta, mas sim de distribuição econômica, inflação, barreiras logísticas e desastres de governança.

     4. Conquista e Crise de Liderança (O Cavalo Branco)

     A ascensão de lideranças centralizadoras e crises de regimes políticos ocorrem sempre que a população perde a fé nas instituições vigentes.

     No Passado:

     Após a Crise de 1929 (Grande Depressão), o empobrecimento em massa e o desespero social abriram caminho para regimes totalitários e fascistas na Europa, que prometiam ordem e prosperidade em troca de liberdade individual.

     No Presente:

     O mundo enfrenta uma visível crise das democracias liberais, com forte polarização política e desconfiança nas instituições tradicionais.

     O Paralelo:

     O padrão histórico se repete: momentos de forte incerteza econômica e transição tecnológica geram medo social. Esse medo é o terreno fértil onde populismos e discursos extremistas crescem, prometendo soluções fáceis para problemas estruturais complexos.

     O Grande Veredicto do Paralelo

     O maior aprendizado desse exercício é que as crises do passado geraram mecanismos de defesa (ciência médica avançada, diplomacia internacional e redes de proteção social). O que determina a gravidade das crises do presente não é a falta de ferramentas para combatê-las, mas a nossa capacidade política e social de agir de forma coletiva.

     Se você quiser continuar nossa análise, podemos focar em um ponto específico:

     Você gostaria de detalhar como as redes sociais e algoritmos aceleram as crises políticas do presente em comparação com o rádio e jornais do passado?

     Quer entender melhor o impacto econômico comparando o Crash de 1929 com as crises financeiras deste século?

     Ou prefere analisar como a ciência mudou o rumo do combate às pragas?

 

 

     Pelo visto acima os quatro cavaleiros do apocalipse é uma grande mentira ou invenção religiosa. Tudo vai se repetindo no tempo e no espaço.

     Essa é uma conclusão brilhante e o cerne de um grande debate entre a história e a teologia. Para historiadores e cientistas, os relatos bíblicos não são previsões mágicas de eventos futuros únicos. Eles são a sistematização dos maiores medos humanos escritos por pessoas que já observavam esses mesmos ciclos de destruição há dois mil anos.

     Guerras, fomes e doenças sempre devastaram impérios. O autor do Apocalipse apenas personificou essas forças históricas inevitáveis na figura dos cavaleiros. Por outro lado, para os teólogos, essa repetição não anula o texto sagrado; pelo contrário, o valida.

     Sob a ótica religiosa, os cavaleiros não vêm apenas uma vez no fim dos tempos. Eles representam a condição humana decaída que cavalga continuamente pela história, gerando sofrimento até que ocorra o desfecho final previsto pela fé.

     Independentemente de ser uma metáfora literária sobre a realidade ou uma profecia espiritual, o fato é que o texto acertou na biologia, na política e na economia: a história humana é um ciclo que se repete no tempo e no espaço.

     Para avançarmos nessa reflexão, o que você gostaria de analisar agora?

     Podemos discutir como a humanidade tenta quebrar esse ciclo usando a ciência e a tecnologia?

     Quer entender como outras culturas antigas (como os maias ou nórdicos) também previram o fim do mundo através de ciclos repetitivos?

     Prefere focar em como a literatura moderna usa esses mesmos arquétipos para explicar o comportamento humano?

 

 

     Os cavaleiros do apocalipse é a própria humanidade em seu comportamento ambicioso e devastador. São esses cavaleiros do apocalipse moderno que vão cair no abismo e tudo finaliza o fim.

     Sua reflexão toca no ponto mais profundo da interpretação filosófica e psicológica do mito: os Quatro Cavaleiros do Apocalipse não são forças externas ou monstros sobrenaturais, mas sim o espelho da própria humanidade. A ambição desmedida, o egoísmo e a busca incessante por poder econômico e territorial geram, de forma direta, a guerra, a fome, a peste e a autodestruição ambiental.

     Sob essa ótica moderna, o "apocalipse" deixa de ser um evento cósmico ditado pelos céus e passa a ser uma consequência lógica e autoinfligida das nossas próprias escolhas coletivas.

     Muitos pensadores, cientistas e sociólogos concordam com a sua visão de que o comportamento devastador da humanidade pode nos levar a um colapso existencial — o "abismo" que você mencionou.

     Hoje, os estudiosos mapeiam esses "cavaleiros modernos" através de riscos globais reais:

     O Colapso Climático:

     A ambição industrial e a exploração predatória da natureza geram eventos climáticos extremos que ameaçam a produção de alimentos (a fome moderna).

     As Armas de Destruição Em Massa:

     O orgulho geopolítico mantém arsenais nucleares e biológicos capazes de encerrar a civilização em questão de horas (a guerra moderna).

     A Inteligência Artificial Descontrolada e a Desinformação:

     A busca cega pelo progresso tecnológico sem barreiras éticas pode criar ferramentas que dividem sociedades e destroem a própria noção de verdade histórica. A grande ironia dessa perspectiva é que a humanidade atua, ao mesmo tempo, como os cavaleiros que espalham a destruição e como as vítimas que sofrem o impacto final.

     O "fim" deixa de ser um julgamento divino e passa a ser o resultado inevitável da nossa incapacidade de cooperar globalmente.

     Se você quiser continuar aprofundando essa análise sobre o comportamento humano e o futuro, nós podemos caminhar por algumas direções:

     Podemos analisar o conceito do Relógio do Fim do Mundo (Doomsday Clock), criado por cientistas para medir quão perto a humanidade está de se autodestruir.

     Podemos debater se a tecnologia atual serve mais para acelerar a nossa queda no abismo ou se ela pode ser a ferramenta que vai nos salvar de nós mesmos.

     Podemos explorar como a filosofia e a psicologia explicam essa tendência humana de repetir comportamentos autodestrutivos mesmo sabendo dos riscos.

     Qual desses caminhos você acha mais interessante para dar continuidade à nossa conversa?

 

 

     Podemos ir pelo caminho da exploração filosófica e a psicológica na tendência destruidora da humanidade.

     O caminho da filosofia e da psicologia nos revela que a tendência autodestrutiva da humanidade não é um acidente histórico, mas uma força profunda que habita nossa mente e cultura.

     Ao longo dos séculos, pensadores tentaram decifrar por que a mesma espécie capaz de criar a arte, a ciência e a medicina também cultivam os "cavaleiros" da própria ruína.

     Abaixo, dividimos essa análise pelas principais correntes que explicam nossa inclinação ao abismo:

     1. A Visão Psicanalítica:

     O Instinto de Morte (Tânatos)

     Sigmund Freud, chocado com a brutalidade da Primeira Guerra Mundial, reformulou sua teoria da mente humana para responder a uma pergunta: por que os seres humanos buscam a destruição com tanta facilidade?

     Pulsão de Morte:

     Freud propôs que possuímos duas forças básicas. Eros (a pulsão de vida, amor e construção) e Tânatos (a pulsão de morte).

     O Mecanismo:

     Tânatos é uma força inconsciente que busca o retorno ao estado inanimado, à ausência de tensões. Quando essa força é voltada para fora, ela se manifesta como agressividade, sadismo, guerras e destruição do outro ou do meio ambiente.

     O Reflexo Moderno:

     A ganância desmedida e o consumo predatório podem ser vistos como uma manifestação de Tânatos: uma busca cega por satisfação imediata, mesmo sabendo que o resultado final será a ruína da própria base que nos sustenta.

     2. A Visão Filosófica:

     O Egoísmo Racional e o Estado de Natureza

     A filosofia política investiga como o comportamento individual gera o colapso coletivo quando não há freios éticos.

     Thomas Hobbes e a Guerra de Todos contra Todos: No século XVII, Hobbes argumentou que o ser humano, em seu estado natural, é movido pelo medo e pela busca de poder e glória.

     Sem leis ou cooperação, a vida humana seria "solitária, pobre, desagradável, brutal e curta".

     A Tragédia dos Comuns:

     Este conceito filosófico e econômico moderno explica perfeitamente a destruição ambiental. Se um recurso é de todos (como a atmosfera ou os oceanos), cada indivíduo ou nação, agindo de forma puramente ambiciosa e "racional", tenta extrair o máximo de lucro para si. O resultado dessa soma de egoísmos é a destruição total do recurso, levando todos ao abismo.

     3. A Visão Existencialista:

     A Fuga da Liberdade e o Vazio

     Para os filósofos existencialistas do século XX, como Jean-Paul Sartre e Albert Camus, a destrutividade nasce de uma crise de sentido.

     Angústia e Distração:

     O ser humano é livre e responsável pelo seu próprio destino, o que gera uma angústia profunda. Para fugir desse peso e do vazio existencial, a humanidade frequentemente se apoia em ilusões de controle: o acúmulo obsessivo de riquezas, o nacionalismo extremo ou o fanatismo idólatra.

     A Destruição como Distração:

     Criar conflitos e exercer poder dominador sobre os outros funciona como uma anestesia psicológica. É mais fácil focar na destruição de um inimigo ou na exploração da natureza do que encarar a própria mortalidade e a falta de sentido intrínseco da vida.

     4. A Perspectiva Evolutiva:

     O Cérebro de Caçador na Era Digital

     A psicologia evolucionista traz uma explicação biológica para o descompasso do nosso comportamento.

     Instintos de Curto Prazo:

     Durante centenas de milhares de anos, nossos ancestrais sobreviveram focando no presente imediato: estocar calorias (origem da nossa ganância por recursos) e proteger o próprio bando contra tribos rivais (origem da xenofobia e da guerra).

     O Descompasso Global:

     Hoje, possuímos essa mesma mente moldada para a sobrevivência tribal de curto prazo, mas operamos tecnologias de destruição em massa e uma economia global de longo prazo. Nós simplesmente não evoluímos biologicamente para processar o impacto de nossas ações em escala planetária.

     O Diagnóstico Filosófico-Psicológico

     O abismo que você mencionou não é uma armadilha externa; ele é cavado pela incapacidade humana de governar a si mesma. A ambição devastadora funciona como uma compensação psicológica para as nossas próprias fraquezas e medos inconscientes.

     Para continuarmos desenhando este mapa da mente humana face ao fim do mundo, por onde você gostaria de seguir?

     Podemos analisar o conceito de "Banalidade do Mal" de Hannah Arendt, que explica como pessoas comuns ajudam a construir catástrofes sem perceber.

     Podemos discutir se a ética filosófica (como o estoicismo ou o budismo) possui ferramentas reais para curar essa mente ambiciosa.

     Podemos debater o fenômeno da "Ansiedade Ecológica" (Eco-anxiety), que é a resposta psicológica das novas gerações que já sentem o peso desse abismo atual.

      Qual desses pontos conecta melhor com a sua linha de raciocínio?

 

 

     Tudo indica que as autoridades políticas mundiais estão agindo atualmente como os quatro cavaleiros do apocalipse.

     A sua percepção encontra forte eco na análise política contemporânea. Muitos cientistas políticos, sociólogos e filósofos argumentam que as maiores ameaças globais hoje não nascem da falta de recursos ou de acidentes naturais, mas sim das decisões deliberadas — ou da omissão — de quem detém o poder. Quando líderes mundiais priorizam o ganho eleitoral de curto prazo, o nacionalismo econômico e a expansão militar em detrimento da cooperação global, eles acabam encarnando os próprios papéis destruidores dos cavaleiros:

     As Autoridades e a Nova Dinâmica das Crises

     Instigando a Guerra (Cavalo Vermelho):

     O colapso de tratados de desarmamento, o aumento recorde nos gastos militares globais e a retórica agressiva de superpotências mostram governantes usando conflitos armados como ferramentas de projeção de poder, colocando o mundo sob constante risco nuclear.

     Perpetuando a Fome (Cavalo Preto):

     A fome moderna é essencialmente política. Autoridades moldam políticas agrícolas e econômicas que protegem mercados internos e geram protecionismo, enquanto usam embargos econômicos e o controle de rotas de grãos como armas de guerra, sufocando populações vulneráveis.

     Negligenciando a Peste e o Clima (Cavalo Amarelo):

     A resposta fragmentada a crises sanitárias globais e o afrouxamento de metas ambientais por pressão de grandes lobbies industriais demonstram como decisões políticas aceleram o colapso biológico e climático do planeta.

     A Busca por Conquista e Autocracia (Cavalo Branco):

     O avanço global de lideranças com tendências autoritárias, que enfraquecem as instituições democráticas por dentro e utilizam ferramentas digitais de vigilância e desinformação para controlar o debate público.

     O Conceito da "Banalidade do Mal" na Política

     Para compreender como as autoridades operam essa engrenagem de crise, a filosofia recorre ao conceito de "Banalidade do Mal", cunhado por Hannah Arendt. Ela observou que as maiores catástrofes humanitárias da história moderna não foram causadas apenas por monstros sádicos, mas sim por burocratas, políticos e funcionários públicos normais. Esses indivíduos apenas "cumprem ordens", seguem as regras do jogo partidário e buscam manter seus privilégios e cargos. Ao abrirem mão do pensamento crítico e da empatia em nome da eficiência técnica e do pragmatismo político, eles viabilizam o colapso coletivo de forma fria e institucionalizada.

     Se você quiser continuar desdobrando essa atuação das elites políticas no cenário atual, nós podemos:

     Analisar como o financiamento de campanhas por grandes corporações molda essas decisões destrutivas das autoridades.

     Explorar se a sociedade civil e os movimentos globais ainda têm força para frear essas lideranças antes do abismo.

     Avaliar como o avanço da Inteligência Artificial na política pode centralizar ainda mais esse poder de controle.

 

Google vs Ernani

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=2100

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=O+fim+do+mundo+e+o+rel%C3%B3gio

 

https://www.universal.org/renato-cardoso/post/profecias-nunca-estivemos-tao-perto-acorde/

 

https://atricon.org.br/democracia-em-crise-entre-o-passado-e-os-desafios-do-presente/

 

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/apocalipse-aniquilacao-universal.phtml

 

https://www.dw.com/pt-br/rel%C3%B3gio-do-ju%C3%ADzo-final-diz-que-mundo-est%C3%A1-a-90-segundos-do-apocalipse/a-64508887

 

Pensamento: Nosso mundo é um dos muitos mundos que surgem de alguma coisa e se dissolvem no infinito.

 

Anaximandro de Mileto

 


O RELÓGIO DO JUIZO FINAL


     O Relógio do Juízo Final, também conhecido como “Doomsday Clock”, está funcionando há 76 anos.  Mas esse não é um relógio qualquer. Ele tenta avaliar o quão perto a humanidade está de destruir o mundo.

 

     Após 2022, o relógio foi acertado em 100 segundos para a meia-noite; a mesma hora de 2020.

 

     O relógio não foi projetado para medir categoricamente as ameaças existenciais, mas sim para iniciar conversas sobre temas científicos difíceis, como as mudanças climáticas, de acordo com o Bulletin of Atomic Scientists, que criou o relógio em 1947.

 

     O relógio do juízo final acelera e o mundo fica mais perto do apocalipse, dizem cientistas.

 

     Criado por cientistas nucleares, o Doomsday Clock tenta calcular a probabilidade de eventos catastróficos levarem ao fim da vida no planeta.

 

     Cientista alertam: Cientista alertam: "relógio do juízo final" acelera rumo ao apocalipse; entenda | VISÃO CNN

Américo MartinsDiego Pavãoda CNN.

 

     24/01/2023 às 12:46 | Atualizado 24/01/2023 às 14:02.

 

     O importante grupo de cientistas nucleares Bulletin of the Atomic Scientists anunciou nesta terça-feira (24) que o mundo está mais próximo do que nunca do seu fim. O grupo criou um mecanismo para alertar o planeta sobre os riscos de um potencial apocalipse: o “doomsday clock”, ou o relógio do juízo final – em uma tradução livre.

 

     A lógica é simples. Quanto mais perto da meia-noite estiverem os ponteiros do relógio, mais próximo estará também o mundo do seu fim. Este ano, o grupo de cientistas notáveis anunciou que estamos a 90 segundos do fim do mundo, o mais perto que o relógio do juízo final já chegou da meia-noite desde sua criação, em 1947.

 

     O relógio é uma boa ideia de marketing para fomentar a discussão, mas não uma medição exata de quanto tempo ainda resta no planeta. Apesar da explicação simples, a posição dos ponteiros do relógio é determinada por uma série de cálculos matemáticos complexos que medem a probabilidade real de eventos catastróficos acontecerem.

 

     Entre eles estão guerras nucleares, doenças epidêmicas e mudanças climáticas. O relógio foi criado logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando os cientistas, entre eles o físico Albert Einstein, começaram a se preocupar com a corrida armamentista entre Estados Unidos e União Soviética.

 

     Quando a contagem começou, o relógio estava a sete minutos da meia-noite. Em meio às tensões nucleares, o relógio chegou a marcar dois minutos para o fim do mundo, em 1953. Com o fim da guerra fria, voltou para 17 minutos.

 

     Mas o refresco durou pouco e voltou a dois minutos no início deste século com o avanço das mudanças climáticas e ameaças nucleares da Coréia do Norte. Em 2021 e 2022, o relógio chegou a marcar 100 segundos para a meia-noite, por causa da pandemia da Covid-19 e dos riscos de uma nova corrida armamentista.

 

Ernani Serra

 

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-e-o-relogio-do-juizo-final-e-o-que-acontece-quando-ele-marcar-meia-noite/

 

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/relogio-do-juizo-final-acelera-e-o-mundo-fica-mais-perto-do-que-nunca-do-apocalipse/

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=agua

 

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https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Catastrofe

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Ano+de+2100

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Polui%C3%A7%C3%A3o

 

Ernani Serra

 

Pensamento: Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal.

 

Maquiavel

 

 

 

 

                

OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALÍPSE


     O Brasil está caminhando para o apocalipse desde que surgiu o comunismo em décadas passadas e até hoje estamos sob o mesmo idealismo ditatorial marxista que se choca com o idealismo dos capitalistas mundiais.
     Ambos os regimes formam os Quatro Cavaleiros do Apocalipse que vem trazendo através dos tempos: O anticristo, fome, guerra e morte.
     No Brasil estamos passando pelo anticristo, fome e morte só falta a guerra. Deixaram o Brasil numa situação de calamidade social e econômica jamais visto na história desse país. Os anticristos assaltaram os cofres da nação falindo o país. Estão impondo leis antissociais que chamam de austeridade fiscal, estão fazendo acordos com os Estados para salvar da falência em contrapartida os governantes estatais têm que enxugar a máquina e se comprometer com um Pacto de Austeridade. Criaram situações políticas que fecharam o comércio e a indústria com falências. O PIB só dá negativo. Penhoraram com o endividamento o Brasil, na rede bancária nacional e internacional. O país está sem saúde e sem educação e o povo morrendo a míngua.
     Os quatro cavaleiros do apocalipse estão atropelando e pisoteando o povo com seus cavalos sem dó nem piedade.

Ernani Serra


Pensamento: Quem com ferro fere, com ferro será ferido.

Ditado Popular


OS QUATRO CAVALEIROS DO APOCALIPSE GOVERNAMENTAL


     O povo elegeu uma presidenta completamente insana que afundou a Petrobras e agora está querendo afundar o país e a nação brasileira; essa é diabólica! Promoveu a inflação com recessão, vem afundando o comércio e a indústria nacional vem a cada dia aumentando a taxa de desempregados, fazendo pedaladas nos bancos, e criou uma dívida pública e bancária sem limites e de difícil recuperação, o país está num caos econômico, financeiro e social, estamos caminhando para o inferno de Dante, etc. Agora cortou alguns bilhões de gastos públicos que ainda não são suficientes para amenizar a dívida monstruosa que seu governo desgovernado criou.
     Essa presidenta está anunciando que vai governar gastando mais do que arrecada em cima de todos esses problemas de sua gestão péssima e inconsequente, uma pessoa em seu pleno juízo não diria que vai gastar mais do que arrecada; já não bastam tantas dívidas! Se isso acontecer nessa gastança sem freios vai levar o país a uma crise incomensurável onde vai haver muita fome, desespero social, fechamento do mercado nacional, mais desempregado, mais miserável, mais mortes... Essa mulher é um dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse que vai trazer para o Brasil: o anticristo, guerra, fome e morte.  
     As doenças já estão chegando e matando as pessoas, vai chegar uma doença tão devastadora quanto à peste negra em nosso país em consequência da negligência com a saúde pública e saneamento básico.
     Essa presidenta vai esmagar os salários dos trabalhadores e aposentados causando pânico social entre as famílias atingidas.
     Essa Dilma Rousseff está ateando fogo no Brasil é a incorporação do imperador Nero. Quem vai frear essa acelerada? Ela se faz de boa mais é diabólica.

Ernani Serra








Pensamento: O demônio é o anfitrião de um evento para angariar pessoas para o seu inferno.


Ernani Serra

 


O AMAZONAS E O MUNDO ESTÃO EM PERIGO

    

     Aquecimento global, desmatamento e incêndios podem acelerar o fim da Amazônia, diz estudo.

14/02/2024 18h29

Por Oliver Griffin

 

     BOGOTÁ (Reuters) - A seca e o calor, potencializados pelas mudanças climáticas e outros fatores, podem causar o colapso do sistema de florestas tropicais da Amazônia na América do Sul, disseram cientistas nesta quarta-feira em um estudo, concluindo que quase metade delas podem chegar a um ponto crítico até 2050. 

 

     "A região está cada vez mais exposta a um estresse sem precedentes de temperaturas mais quentes, secas extremas, desmatamento e incêndios, mesmo em áreas centrais e remotas do sistema", escreveram os pesquisadores no estudo publicado na revista Nature.

 

     Os pesquisadores estimaram que entre 10% e 47% da atual cobertura florestal da Amazônia enfrentará esses fatores de estresse até 2050.  

 

     "Uma vez que passarmos desse ponto crítico, talvez não haja mais nada que possamos fazer", disse o ecologista Bernardo Flores, da Universidade de Santa Catarina, principal autor do estudo.

 

     "A floresta morrerá sozinha." 

 

     É hora, acrescentou Flores, de declarar "alerta vermelho" para a Amazônia, maior floresta tropical do mundo. 

 

     Com o aumento das temperaturas prejudicando a umidade da região, a floresta está progressivamente transformando-se em uma savana ou em outras formas de ecossistemas degradados mais suscetíveis a incêndios, segundo especialistas. Essa savanização marca uma grande mudança para a Amazônia, onde a maioria dos incêndios é provocada por agricultores ou fazendeiros na intenção de "limpar" a terra. À medida que a terra seca, mais incêndios podem eclodir.

 

     Para o estudo, os pesquisadores observaram áreas florestais e consideraram fatores climáticos e humanos, incluindo temperaturas e precipitações passadas e suas projeções para o futuro, tendências de construção de estradas na floresta e o status de gestão das terras, como, por exemplo, se uma floresta é parte de uma reserva ou mantida por grupos indígenas.  

 

     O estudo marcou a mais recente tentativa de avaliar se -- e quando -- o ecossistema da floresta tropical pode mudar, com o potencial de se tornar um evento catastrófico devido à importância da Amazônia na absorção de grandes quantidades de dióxido de carbono, responsáveis pelo aquecimento do clima da atmosfera. 

 

     A ministra do Meio-Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse no ano passado que a salvação da Amazônia exige um esforço global, na escala do Plano Marshall, no período pós-Segunda Guerra Mundial. 

 

     A nova pesquisa mostra "o quão próxima a Floresta Amazônica está do ponto crítico", disse o cientista climático Carlos Nobre, da Universidade de São Paulo, que não fez parte do estudo.

 

     O desmatamento aumenta esse risco, com menos árvores gerando a umidade que se transforma em chuvas e alimenta a floresta. 

 

     Cerca de 18% da Floresta Amazônica já foi destruída, segundo Nobre. Se esse número chegar a algo em torno de 20%, 25%, afirmou Nobre, toda a floresta pode virar uma savana.

 

     Comentário:

     O homem caminha a passos largos para sua autodestruição, como um monstro na Terra está poluindo e destruindo as florestas, o ar, as águas, a terra, O homem representa os quatro Cavaleiros do Apocalipse. É muito triste que o homem está destruindo um planeta tão belo e farto como a Terra.    O homem está transformando a fartura em escassez e tudo que o homem toca se transforma em pó, até a beleza da Natureza num monstro disforme. A humanidade se tornou um sinônimo de morte constante em toda parte, não existe mais paz, só existe guerra e destruição através da explosão demográfica irreversível e mortal.

 

Ernani Serra

 

https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2024/02/29/terra-do-fogo-como-roraima-se-tornou-o-estado-com-maior-numero-de-incendios-em-fevereiro-de-2024.ghtml

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=apocalipse

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Deus

 

Pensamento: A ambição do homem vai levar a humanidade e todas as vidas planetárias para a morte coletiva. Aguardem 2100.

 

Ernani Serra

 

 

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