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OS RESPONSÁVEIS PELAS ENCHENTES NO BRASIL


     As principais causas das enchentes em todo o Brasil são:

1º - O povo: A população contribui muito pelos ocorridos no país a respeito das enchentes. O povo por não ter princípio e as vezes por que o serviço público de limpeza não passa em suas ruas e nas casas construídas a beira dos rios, obrigando a população a jogar os lixos nas margens e nas águas, sem falar, nos dejetos e metais pesados jogados pelas indústrias nos rios provocando o assoreamento.

 

2º - O governo: É responsável pelas enchentes porque fazem vistas grossas nas construções clandestinas ou invasões as margens dos rios pelos sem tetos, e a favor das construções civis que invadem os rios e as suas margens com edificações horizontais e verticais. Os rios atuais já foram largos e caudalosos e hoje por causa das construções civis se tornaram canais que não são vistoriados e muito menos conservados. O governo ganharia muito mais se fizessem o aprofundamento e o alargamento desses “rios” e canais em toda sua extensão para evitar o transbordamento e as inundações nas cidades. As enchentes provocam mais danos e mais dinheiro para a recuperação do que se fizessem o alargamento das margens e a profundidade dos leitos dos rios. Com as enchentes o povo fica sem patrimônio, sem dinheiro, a mercê da caridade pública e por vezes perdem a vida, e perdem também os seus rebanhos e animais domésticos; uma verdadeira catástrofe por causa da negligência das autoridades públicas que nada fazem para melhorar a vida dos cidadãos e contribuintes; e fiscalizar os patrimônios antes mesmos de serem construídos em locais impróprios ou sejam, nas margens ou próximos dos rios e também nos morros com perigo de desmoronamentos. 

     Com o aprofundamento dos leitos dos rios poderiam ser aproveitados as areias e sedimentos para formar diques nas margens alargadas dos rios. O importante é aumentar a largura da passagem das águas para o mar, facilitando o escoamento rápido das águas evitando as enchentes. Se não fizer essas três coisas acima mencionados, todo ano vai ter enchentes catastróficos no Rio Grande do Sul. Quanto as edificações construídas ao longo dos anos tem que ser demolidas para dar lugar o aumento das margens dos rios, todo esse dinheiro gasto, vai ser para o bem estar do povo gaucho que não vai conviver mais com as enchentes catastróficas, vale a pena gastar em obras que dá retorno financeiro e proteção a sociedade.

     As águas das enchentes no Rio Grande do Sul estão demorando abaixar porque no encontro do rio com o mar existe um gargalo ou funil impedindo que a água passe para o mar em grandes volumes, cabe as autoridades fazerem o alargamento das margens para que as águas tenham melhor evasão para o mar e consequentemente baixar mais depressa as águas dentro das cidades.

 

3º - A natureza: Que por sua vez, procura se defender das más ações do homem e dar o troco, ou seja, se vinga de todos os crimes que o homem faz contra a natureza. A natureza é justa e dá o castigo que o homem merece. A natureza nada mais faz do que tomar o que lhe foi roubado pelo homem.

 

Ernani Serra


https://g1.globo.com/jornal-da-globo/

 

https://www.google.com.br/search?q=Enchentes+no+Rio+Grande+do+Sul+em+2024+em+v%C3%ADdeos+e+no+G1&sca_esv=aefa6caa23033a76&sca_upv=1&sxsrf=ADLYWIKZamCoH7qWpOq3QTk4cg4LuqMUIg%3A1714775326154&source=hp&ei=HmU1ZrWhBpe95OUPsfCMgAg&iflsig=AL9hbdgAAAAAZjVzLjTthoxOmAUgYvurTGMX70bK8kEb&udm=&ved=0ahUKEwi1qLrxw_KFAxWXHrkGHTE4A4AQ4dUDCBw&oq=Enchentes+no+Rio+Grande+do+Sul+em+2024+em+v%C3%ADdeos+e+no+G1&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IjlFbmNoZW50ZXMgbm8gUmlvIEdyYW5kZSBkbyBTdWwgZW0gMjAyNCBlbSB2w61kZW9zIGUgbm8gRzEyBRAhGKABSM2rA1CEIFi9lwNwBXgAkAEAmAHBAqABhz-qAQgwLjQ2LjEuMbgBDMgBAPgBAZgCNaACvkKoAgrCAgcQIxgnGOoCwgIKECMYgAQYJxiKBcICBBAjGCfCAgsQABiABBixAxiDAcICEBAuGIAEGEMYxwEYigUYrwHCAgsQLhiABBixAxiDAcICBRAAGIAEwgIKEAAYgAQYQxiKBcICDhAAGIAEGLEDGIMBGIoFwgIKEC4YgAQYQxiKBcICCBAAGIAEGLEDwgINEAAYgAQYQxjJAxiKBcICCxAAGIAEGJIDGIoFwgIKEAAYgAQYsQMYCsICBRAuGIAEwgITEAAYgAQYsQMYQxiDARjJAxiKBcICCBAAGIAEGJIDwgIHECMYsQIYJ8ICDRAAGIAEGLEDGIMBGArCAgoQABiABBiSAxgKwgIQEAAYgAQYsQMYgwEYigUYCsICBBAAGAPCAgYQABgDGArCAgYQABgWGB7CAggQABiABBiiBMICBRAhGJIDmAMXkgcINS40NS4yLjGgB5nWAg&sclient=gws-wiz

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Enchentes

 

https://dinamicambiental.com.br/blog/meio-ambiente/assoreamento-rios-riscos-consequencias/

 

Pensamento: A natureza não faz nada em vão.

 

Aristóteles


A IA FALANDO DA CORRUPÇÃO NAS PREFEITURAS



     Por que em todas as prefeituras do Brasil tem sempre uma empreiteira corrupta e corruptora.

     A presença recorrente de empreiteiras envolvidas em corrupção nas prefeituras brasileiras não é coincidência — é resultado de um conjunto de fatores estruturais, políticos e econômicos que criam terreno fértil para práticas ilícitas. Aqui estão os principais motivos:

     Por que empreiteiras corruptas prosperam nas prefeituras

     Dependência de obras públicas: Municípios dependem fortemente de empreiteiras para realizar obras de infraestrutura, como escolas, hospitais e estradas. Isso cria uma relação constante entre governo e setor privado, muitas vezes sem fiscalização adequada.

     Licitações manipuladas: Fraudes em processos licitatórios são comuns. Empresas combinam preços, usam documentos falsos ou criam “laranjas” para vencer concorrências e superfaturar contratos.

     Baixa transparência e fiscalização: Muitas prefeituras não têm sistemas robustos de controle interno. A Controladoria-Geral da União (CGU) revelou que 73% das gestões auditadas apresentaram irregularidades, e prefeitos reeleitos desviam até 31% mais recursos.

     Reeleição como incentivo ao desvio: Estudos mostram que prefeitos em segundo mandato tendem a desviar mais recursos, pois não enfrentam o risco de perder a próxima eleição. Isso aumenta a propensão a fechar acordos ilícitos com empreiteiras.

     Uso de empresas como fachada: Há casos em que empresas são criadas apenas para receber dinheiro público e repassá-lo a políticos. Em Ananindeua (PA), contratos de mais de R$ 100 milhões foram usados para comprar fazendas e aeronaves com dinheiro público.

     Baixa rotatividade democrática: Em cidades pequenas, o poder político costuma se concentrar nas mãos de poucos grupos, o que facilita esquemas de corrupção duradouros e pouco contestados.

     Existe saída?

     Sim. Auditorias aleatórias da CGU, maior participação da sociedade civil, transparência digital e punições rigorosas são medidas que têm mostrado impacto positivo. Mas o combate à corrupção exige vigilância constante e vontade política.

 

 

     Por que as prefeituras se deixam corromper? As maiores corrupções estão nas obras públicas com os superfaturamentos.

     Você tocou num ponto crucial, Ernani. As prefeituras não “se deixam” corromper por ingenuidade — o problema é mais profundo e sistêmico. Vamos destrinchar isso:

     Por que prefeitos e gestores municipais entram em esquemas de corrupção?

     Poder concentrado e fiscalização fraca: Em muitas cidades, especialmente as menores, o prefeito tem controle quase absoluto sobre decisões orçamentárias. Sem uma câmara atuante, imprensa livre ou participação popular, o risco de impunidade é alto.

     Financiamento de campanhas e dívidas políticas: Prefeitos eleitos muitas vezes têm compromissos com empresários que financiaram suas campanhas.     A “moeda de troca” costuma serem contratos públicos — especialmente obras, que permitem margem para superfaturamento.

     Obras como vitrine política: Diferente de saúde ou educação, obras são visíveis e rendem capital político rápido. Um asfalto novo ou uma praça reformada gera votos. Isso incentiva gestores a priorizar obras, mesmo que sejam superfaturadas ou desnecessárias.

     Falta de planejamento e controle técnico: Muitas prefeituras não têm corpo técnico qualificado para avaliar projetos, orçamentos ou fiscalizar a execução. Isso abre espaço para empreiteiras manipularem valores e entregarem serviços de baixa qualidade.

     Cultura de impunidade: Quando prefeitos corruptos são reeleitos ou não enfrentam punições severas, outros gestores se sentem encorajados a seguir o mesmo caminho. A corrupção vira prática institucionalizada.

     Por que as obras públicas são o foco?

     Fácil de inflar valores: Diferente de salários ou compras simples, obras envolvem estimativas complexas. Um metro de calçada pode custar R$ 100 ou R$ 1.000, dependendo do projeto. Isso facilita o superfaturamento.

     Dificuldade de fiscalização técnica: Quem vai conferir se o concreto usado tem a espessura correta? Ou se os materiais são de qualidade? Sem fiscalização especializada, é fácil entregar menos e cobrar mais.

     Pagamentos fracionados e aditivos contratuais:   Obras permitem aditivos que aumentam o valor original do contrato.

     Muitas vezes, a empreiteira vence com preço baixo e depois “corrige” com aditivos milionários.

     Se quiser, posso te mostrar casos específicos de prefeituras que foram investigadas por esse tipo de esquema — ou até como a população pode fiscalizar obras públicas. Quer seguir por esse caminho?

 

     Sim.

     Perfeito, Ernani. Aqui vão alguns casos recentes e emblemáticos de corrupção em obras públicas nas   Prefeituras brasileiras — todos envolvendo superfaturamento, fraude em licitações e uso indevido de verbas:

     Casos reais de corrupção em prefeituras

     1. Prefeitura de Terenos (MS)

     O prefeito Henrique Budke e mais 25 pessoas foram denunciados por fraudar 11 licitações entre 2021 e 2024.

     O esquema envolvia obras públicas e movimentou R$ 16,5 milhões.

     Budke teria recebido R$ 646 mil em propinas. A prefeitura virou um “balcão de negócios”, segundo o Ministério Público.

     2. Ananindeua (PA)

     O prefeito foi denunciado por corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em contratos de obras.

     Empresas fantasmas foram usadas para desviar mais de R$ 100 milhões.

     O dinheiro foi usado para comprar fazendas, aeronaves e imóveis de luxo.

     3. Estudo nacional da CGU

     Auditorias aleatórias em cidades com até 450 mil habitantes revelaram que 73% das gestões apresentaram irregularidades.

     Prefeitos reeleitos desviam até 31% mais recursos do que os de primeiro mandato.

     Obras públicas são o principal foco de desvios, por serem difíceis de fiscalizar e fáceis de manipular.

     Como a população pode fiscalizar obras públicas

     Acesse o Portal da Transparência: Toda prefeitura é obrigada a divulgar contratos, licitações e pagamentos.

     Use aplicativos como “Colab” ou “Brasil Transparente”: Permitem denunciar irregularidades e acompanhar obras.

     Participe de audiências públicas: Muitas decisões sobre obras são discutidas em sessões abertas.

     Fotografe e compare: Se uma obra foi contratada para 100 metros de calçada e só entregaram 50, isso pode ser denunciado ao Ministério Público ou Tribunal de Contas.

 

 

     Tem logradouros que as ruas estão esburacadas e sem calçamentos ou asfalto, mas, na prefeitura consta como estão calçadas ou asfaltadas e não podem mais fazer esse serviço para beneficiar a população.

     Isso que você descreve, Ernani, é um tipo clássico de fraude documental e orçamentária — e infelizmente, é mais comum do que parece. Quando uma prefeitura registra como “concluída” uma obra que nunca foi feita (ou foi feita parcialmente), ela está cometendo um crime grave: peculato, falsidade ideológica e improbidade administrativa.

     Como funciona esse tipo de esquema?

     Obra fantasma: A prefeitura contrata e paga por uma obra (como asfaltamento ou calçamento), mas,

ela nunca é executada. No papel, consta como finalizada.

     Impedimento técnico falso: Quando moradores pedem a obra, a prefeitura diz que “não pode fazer de novo” porque já consta como feita — criando um bloqueio burocrático para esconder o desvio.

     Superfaturamento disfarçado: Às vezes, a obra é feita em parte, mas o valor pago corresponde a uma execução completa. O restante do dinheiro é desviado.

     Como verificar e denunciar

     Você pode agir com base em dados públicos e evidências visuais:

     1. Acesse o Portal da Transparência da sua cidade

     Veja se há contratos ou licitações para obras no logradouro em questão.

     Verifique o valor pago, a empresa contratada e a data de execução.

     2. Compare com a realidade

     Tire fotos da rua esburacada ou sem calçamento.

     Reúna testemunhos de moradores que confirmem que a obra nunca foi feita.

     3. Denuncie aos órgãos competentes

     Ministério Público Estadual: Pode abrir investigação por improbidade.

     Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE): Fiscaliza gastos públicos e pode aplicar sanções.

     Controladoria-Geral da União (CGU): Se houver verba federal envolvida.

     4. Use canais digitais

     Aplicativos como Colab, e-Ouv ou Fala.BR permitem denúncias com fotos e geolocalização.

     Você também pode enviar denúncia anônima por e-mail ou formulário online dos órgãos citados.

 

 

     A prefeitura do Recife-PE começou uma obra de dragagem na Rua das Laranjeiras em Areias, e não terminou, e há anos que os moradores sofrem com enchentes, prejuízos financeiros e materiais, apesar das denúncias a prefeitura do Recife não dá a mínima para o repúdio dos moradores. Até jacarés apareceram nesse canal.

     Ernani, o que você relatou é gravíssimo — e infelizmente, não é um caso isolado. A situação da Rua das Laranjeiras, em Areias, reflete um padrão de abandono que afeta milhares de famílias em Recife. Mesmo com os investimentos anunciados pela prefeitura, como os R$ 314,5 milhões na chamada “Ação Inverno 2024”, muitas áreas continuam sofrendo com enchentes, obras inacabadas e descaso.

     Jacarés no canal: um sinal de colapso ambiental

     A presença de jacarés no canal da Rua das Laranjeiras não é só um risco à segurança — é um alerta de que o sistema de drenagem está completamente comprometido. Canais abandonados viram criadouros de animais silvestres e doenças, além de agravar os alagamentos.

     Obra de dragagem inacabada: o que pode ser feito

     Mesmo que a prefeitura alegue que a obra foi “iniciada”, isso não exime sua responsabilidade.   Aqui estão os caminhos que você e os moradores podem seguir:

     1. Solicitar o contrato da obra

     Acesse o Portal da Transparência da Prefeitura do Recife.

     Busque por contratos de dragagem ou obras de drenagem na Rua das Laranjeiras.

     Verifique se há valores pagos, empresa contratada e prazo de execução.

     2. Denunciar ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE)

     O MPPE pode abrir investigação por improbidade administrativa e perigo à saúde pública.

     Inclua fotos, vídeos, relatos de moradores e cópia do contrato (se disponível).

     3. Acionar a Defensoria Pública

     A Defensoria pode representar juridicamente os moradores em ações coletivas contra a prefeitura.

     4. Mobilizar a imprensa local

     Casos como esse ganham força quando expostos.   Enviar relatos e imagens para jornais como JC, Diario de Pernambuco ou TV Globo pode pressionar o poder público.

     5. Criar um abaixo-assinado digital

     Use plataformas como Change.org ou Avaaz para reunir apoio e mostrar que o problema afeta muitas famílias.

 

 

     Está havendo uma união entre prefeituras e empreiteiras para obras ilícitas.

     Sim, Ernani — há evidências concretas de que algumas prefeituras estão se unindo a empreiteiras para fraudar obras públicas, e isso está sendo investigado em várias partes do Brasil.

     Casos recentes que mostram essa união ilícita

     Operação Firenze – Pernambuco

     A Polícia Federal e a CGU investigam um esquema de fraude em licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo prefeituras e empreiteiras em cidades como Timbaúba, Recife e Jaboatão dos Guararapes.

     Entre 2021 e 2024, empresas ligadas ao esquema receberam mais de R$ 880 milhões em contratos públicos, sendo R$ 214 milhões de recursos federais.

     As empresas eram controladas por “laranjas” e venciam licitações com dispensa de concorrência, o que facilitava o superfaturamento.

     Farra das emendas parlamentares – Bahia

     Uma quadrilha usava emendas parlamentares para fraudar licitações e superfaturar obras em Campo Formoso (BA).

     O asfalto derretia na mão, mas custou R$ 45 milhões aos cofres públicos.

     O dinheiro da propina era transportado em jatinhos, e os contratos eram aprovados com ajuda de servidores públicos e empresários ligados a empreiteiras.

     Como esses esquemas funcionam

     Editais manipulados: São feitos sob medida para beneficiar uma empresa específica.

     Concorrência eliminada: Outras empresas são desclassificadas por critérios técnicos ou burocráticos.

     Obras fantasmas ou mal feitas: O serviço é entregue parcialmente ou com materiais de baixa qualidade.

     Lavagem de dinheiro: O dinheiro público é desviado e “limpo” por meio de empresas de fachada, imóveis ou bens de luxo.

     O que pode ser feito?

     Denúncias anônimas: A plataforma Fala.BR permite denunciar irregularidades diretamente à CGU.

     Ações populares: Qualquer cidadão pode entrar com ação judicial contra gestores públicos por danos ao erário.

     Mobilização comunitária: A imprensa e os movimentos sociais têm papel fundamental em pressionar por investigações.

     Se quiser, posso te ajudar a montar uma denúncia com base em um caso específico ou buscar contratos suspeitos em Recife. Quer seguir por esse caminho?

 

 

     Quero.

     Ótimo, Ernani. Com base nas informações disponíveis, aqui está um resumo detalhado sobre a situação da obra de dragagem na Rua das Laranjeiras, em Areias, Recife:

     Situação da Obra na Rua das Laranjeiras – Areias, Recife.

     Obra inacabada e abandono

     A Prefeitura do Recife anunciou em março de 2024 um investimento de R$ 314,5 milhões na chamada Ação Inverno 2024, que inclui obras de macrodrenagem na bacia do Rio Tejipió — onde está localizada a Rua das Laranjeiras.

     Apesar do anúncio, moradores relatam que a obra de dragagem no canal da Rua das Laranjeiras foi iniciada e abandonada, agravando os alagamentos e colocando em risco a saúde pública.

     A presença de jacarés no canal é um sinal de colapso ambiental e abandono da área.

     Intervenções recentes em Areias

     Em julho de 2024, a CTTU interditou trechos da Avenida Recife, também em Areias, para obras de drenagem. A previsão era de 30 dias para conclusão.

     No entanto, não há registro público de conclusão da dragagem na Rua das Laranjeiras, nem de ações específicas para resolver os alagamentos crônicos no local.

     Caminhos para denunciar e pressionar

     1. Verifique o contrato da obra

     Acesse o Portal da Transparência da Prefeitura do Recife e busque por contratos relacionados à dragagem ou drenagem na Rua das Laranjeiras ou na bacia do Rio Tejipió.

     2. Monte um dossiê comunitário

Inclua:

     Fotos do canal e das enchentes.

     Relatos de moradores.

     Cópia do contrato (se disponível).

     Notícia sobre a obra e o abandono.

     3. Denuncie aos órgãos competentes

     Ministério Público de Pernambuco (MPPE): Pode abrir investigação por improbidade administrativa.

     Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE): Fiscaliza o uso de recursos públicos.

     Controladoria-Geral da União (CGU): Se houver verba federal envolvida.

     4. Mobilize a imprensa e redes sociais

     Envie o dossiê para veículos como JC, Folha PE, TV Globo, e influenciadores locais.

     Crie um abaixo-assinado digital para reunir apoio.

     Se quiser, posso te ajudar a redigir uma denúncia formal ou buscar o contrato específico da obra. Diga-me se prefere seguir por esse caminho ou montar o dossiê juntos.

 

 

     Quero.

     Perfeito, Ernani. Vamos montar um dossiê de denúncia sobre a obra de dragagem inacabada na Rua das Laranjeiras, em Areias, Recife. Esse documento pode ser usado para enviar ao Ministério Público, à Defensoria Pública, ao Tribunal de Contas ou à imprensa.

     Dossiê de Denúncia – Obra de Dragagem Inacabada

     Local: Rua das Laranjeiras, Bairro de Areias, Recife – PE

     Problema: Obra de dragagem iniciada e abandonada, causando enchentes recorrentes e riscos à saúde pública.

     1. Resumo da Situação

     A Prefeitura do Recife iniciou uma obra de dragagem no canal da Rua das Laranjeiras, como parte das ações de macrodrenagem da bacia do Rio Tejipió. No entanto, a obra foi abandonada sem conclusão, deixando os moradores expostos a enchentes constantes, prejuízos materiais e riscos ambientais. Há relatos da presença de jacarés no canal, evidenciando o abandono e o colapso sanitário da área.

     2. Impactos à População

     Enchentes frequentes que invadem casas e comércios.

     Perda de móveis, eletrodomésticos e estrutura das residências.

     Risco à saúde pública por água contaminada e animais silvestres.

     Desvalorização imobiliária e insegurança urbana.

     3. Evidências

     Fotos e vídeos do canal abandonado e das enchentes (incluir anexos).

     Relatos de moradores sobre prejuízos e abandono.

     Registro da obra como iniciada pela Prefeitura, mas sem conclusão visível.

     4. Dados Públicos

     A Prefeitura anunciou R$ 314,5 milhões para a “Ação Inverno 2024”, incluindo obras na bacia do Rio Tejipió.

     Não há registro público da conclusão da dragagem na Rua das Laranjeiras.

     O Portal da Transparência da Prefeitura do Recife permite consulta aos contratos: Acesse aqui.

     5. Solicitação

Requeremos:

     Investigação sobre o contrato da obra e seus pagamentos.

     Fiscalização técnica da execução e abandono da obra.

     Responsabilização dos gestores públicos e empreiteiras envolvidas.

     Retomada imediata da dragagem e conclusão da obra.

 

 

Tem empreiteiras de outro Estado comprando imóveis para fazer escritórios na periferia do Recife, talvez para sonegar, caixa 2, ou encobrir as falcatruas da prefeitura.

     Ernani, sua suspeita é legítima — e embora não haja denúncias públicas específicas sobre empreiteiras de outros estados comprando imóveis na periferia de Recife com esse objetivo, o padrão que você descreve é compatível com práticas já investigadas em outras cidades.

     Por que empreiteiras compram imóveis na periferia?

     Disfarce operacional: Escritórios em áreas periféricas podem servir como fachada para justificar presença local sem realizar obras reais.

     Ocultação de patrimônio: Imóveis comprados em nome de empresas de fachada ou laranjas são usados para lavar dinheiro público desviado.

     Sonegação e caixa 2: Ao operar fora dos centros comerciais, algumas empresas evitam fiscalização tributária mais rigorosa e movimentam recursos não declarados.

     Proximidade com obras públicas: Estar perto de comunidades onde há obras facilita o controle informal e o uso de mão de obra barata, além de dificultar a fiscalização.

     O que está acontecendo em Recife?

     O mercado imobiliário da Região Metropolitana de Recife está em expansão, com destaque para imóveis de interesse social.

     Há registro de empresas de fora atuando no setor, mas não há denúncias públicas sobre uso ilícito de imóveis por empreiteiras.

     A cidade lidera lançamentos imobiliários na região, com mais de 5.000 unidades vendidas em 2024 — o que pode facilitar a compra de imóveis por empresas com interesses escusos.

     Como investigar e denunciar

     Se você ou moradores têm evidências (como imóveis recém-comprados por empresas desconhecidas, sem atividade real), aqui estão os passos:

     1.       Verifique o CNPJ da empresa no site da Receita Federal.

     2.       Consulte o registro do imóvel no cartório local ou na prefeitura.

     3.       Busque contratos públicos da empresa no Portal da Transparência.

     4.       Denuncie ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) com fotos, documentos e relatos.

     5.       Mobilize a comunidade para pressionar por fiscalização e transparência.

     Se quiser, posso te ajudar a investigar uma empresa específica ou montar uma denúncia com base em um imóvel suspeito. Me diga o nome da empresa ou endereço do imóvel e seguimos juntos.

 

 

     Isso é perigoso, é mexer em casa de marimbondo.

     Você tem toda razão, Ernani. Denunciar corrupção, especialmente quando envolve grandes somas de dinheiro e interesses políticos, é mexer em casa de marimbondo — mas é justamente por isso que é tão necessário.

     O perigo existe, mas o silêncio também é perigoso

     Omissão fortalece os corruptos: Quando ninguém denuncia, os esquemas se perpetuam e os responsáveis continuam impunes.

     A coletividade protege: Denúncias feitas por grupos, associações de moradores ou coletivos têm mais força e menos risco individual.

     Existem canais seguros: Plataformas como Fala.BR e o Ministério Público permitem denúncias anônimas, com proteção legal ao denunciante.

     Como se proteger ao denunciar

     Nunca denuncie sozinho: Envolva outros moradores, líderes comunitários ou jornalistas.

     Use canais oficiais e anônimos: Evite redes sociais pessoais para denúncias sensíveis.

     Documente tudo: Fotos, vídeos, contratos e testemunhos fortalecem a denúncia e dificultam represálias.

     Evite acusações diretas sem provas: Foque nos fatos observáveis — como obras não feitas, valores pagos, e impactos à população.

 

Copilot

 

https://www2.recife.pe.gov.br/noticias/19/03/2024/prefeitura-investe-r-3145-milhoes-na-acao-inverno-2024-e-inicia-obras-ineditas

 

Pensamento: Ver, ouvir e falar para acabar com a corrupção.

 

Ernani Serra

 

 


O MUNDO CADA DIA MAIS LINDO


     O mundo está passando por uma grande fase e ficando mais lindo, temos os seguintes ingredientes:

1 – O sucesso está no desmatamento com correntes de arrasto, motosserras, machados, todas essas ferramentas estão contribuindo pelo progresso ambiental que vão se transformarem em cidades prósperas, pastos, agropecuárias, continuem a desmatar para o bem da natureza e do homem.

2 – Queimadas criminosas que estão ajudando a limpar o terreno para os pastos, plantio de sojas e milho, para os grileiros e posseiros se apoderarem das terras, não existem coisa mais linda do que as chamas devorando tudo e deixando a terra limpa para o desenvolvimento do homem.

3 – Enchentes é a natureza dando água em fartura para o homem sapiens, as enchentes deixam a imaginar uma Veneza brasileira com canoas, lanchas, botes a navegar pelas ruas inundadas, as enchentes só traz prosperidade as cidades e ao campo. Louvemos a natureza pela sua generosidade.

4 – Secas! que belo cenário com os seus leitos repletos de bancos de areia parecendo um desenho ou pintura surreal dos grandes mestres, o povo faminto sem água e ficando esqueléticos estão economizando alimentos e evitando o desperdício, só Deus poderia dar tantas bênçãos a esse povo que conservam a natureza. Estão economizando dinheiro por não gastar em combustíveis e passagens de lanchas, agora já podem fazer exercícios físicos e caminhadas pelos leitos dos rios. Deus é maravilhoso e não se esquece dos seus irmãos que só fazem o bem a natureza. A natureza agradece por todas as benesses que o homem vem dando e contribuindo com o progresso do Brasil.

5 – Lixos é muito importante para o meio ambiente, adubam a terra e faz com que fique mais férteis, continuem a jogar lixo em toda parte é bom para a saúde pública, lixos só fazem bem ao homem, sem falar naquele cheiro característico e maravilhoso que exalam e faz muito bem as vias respiratórias. Os lixos é muito bom para alimentar os insetos. O que seria de nós sem os lixos!

6 – Poluição dos mares com os lixos a boiarem sobre as águas parecendo uma imagem poética; as águas marinhas estão repletas de esgotos, borras de petróleo, lixos sanitários e hospitalar, toneladas de plásticos que só fazem bem a saúde dos animais marinhos e do homem. Já constataram no sangue humano fragmentos ou microplásticos provenientes de alimentos marinhos. Isso é muito bom para a saúde, o corpo humano repleto de plástico fica mais saudável e mais resistente. Joguem mais lixos e plásticos nos mares e rios para o bem da humanidade. Aumentem os esgotos e resíduos químicos nos rios para dar as águas mais perfume e purificação isso não tem preço é uma bênção para a natureza.

7 – Poluição do ar, continuem a fabricar mais automotores e indústrias movidas a combustíveis fósseis. O Monóxido de carbono (CO) Dióxido de carbono (CO2) são essenciais para a saúde humana e dos animais, quanto mais melhor. O petróleo nas plataformas marinhas é muito importante para a alimentação dos animais marinhos. Quanto mais fábricas melhor para a saúde respiratória do ser humano. O ar poluído é bom para os pulmões.     Continuem assim, que o planeta agradece a gentileza do homem sapiens. De preferência não fazer o contrário para não estragar as bênçãos da natureza.

8 - As guerras parecem até a festa de São João cheias de fogueiras, e fogos de artifícios. Aumentem a população mundial até chegar a explosão demográfica isso só traz benefícios ao planeta, quanto mais gente melhor para o desenvolvimento urbano e rural, novas estradas, novas selvas de pedras, isso dá mais conforto ao homem. Explorem muito o ser humano para o crescimento industrial, agrícola, urbano... Não se esqueçam de aumentar também a fome mundial para economizar commodities para os ricos. A fome é importante para o bem estar da sociedade privilegiada.

 

Ernani Serra

 

https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2023/10/16/manaus-registra-a-pior-seca-da-historia-com-nivel-do-rio-negro-em-1359-metros.ghtml

 

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Pensamento: Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.

 

Sócrates

 


segunda-feira, 4 de maio de 2026


A IA E O AQUECIMENTO GLOBAL

 

     Com o Aquecimento Global os polos estão se derretendo e as montanhas que antes eram cobertas de gelo e neve já estão ficando sem gelo e aparecendo as rochas. Acredito que, hoje estamos passando por enchentes em vários continentes é por causa da evaporação dos gelos, mas acredito quando os Polos ficarem sem gelo então chegou a Era das secas e desertas.

     Sua percepção toca em pontos centrais da ciência climática atual, mas o processo é um pouco mais complexo e interligado.  

     O derretimento dos polos não causa apenas enchentes diretas, ele altera toda a "máquina" que regula o clima da Terra.

     Aqui está um resumo do que está acontecendo e do que pode vir a seguir:

     Por que temos tantas enchentes agora?

     Não é apenas a "água do gelo" que transborda.

     O fator principal é a termodinâmica:

     Ar mais quente retém mais água:

     Para cada 1°C de aquecimento, a atmosfera retém 7% mais umidade.

     Evaporação acelerada:

     Oceanos e solos perdem água mais rápido para a atmosfera.

     Chuvas extremas:

     Quando essa umidade condensa, ela não cai como uma garoa leve, mas como "bombas de chuva", causando as enchentes que vemos hoje.

     O fim do gelo nas montanhas

     As montanhas são "caixas d'água" naturais.

     O gelo nelas garante o fluxo dos rios durante as estações secas.

     O problema:

     Sem o gelo eterno, os rios terão picos de cheia violentos no inverno (derretimento rápido) e secarão completamente no verão.

     Consequência:

     Isso afetará a agricultura e o abastecimento de bilhões de pessoas que dependem do degelo sazonal.

     A "Era das Secas" é real?

     Sim, mas ela não virá para todos ao mesmo tempo.

     O que veremos é uma redistribuição radical da água:

     Expansão dos desertos:

     Áreas que já são secas (como o norte da África, partes da Austrália e o Nordeste do Brasil) tendem a ficar ainda mais áridas.

     Ciclos de "Extremo a Extremo":

     O futuro não será apenas seco; será marcado por períodos de seca severa interrompidos por tempestades catastróficas.

     Interrupção de correntes marítimas:

     O gelo dos polos ajuda a mover as correntes oceânicas.

     Sem ele, o calor não circula bem, o que pode transformar regiões férteis em desertos ou zonas geladas.

     Ponto de Reflexão:

     O gelo atua como um "espelho" (Efeito Albedo), devolvendo o calor do sol para o espaço.

     Sem o gelo, a rocha escura e o oceano absorvem esse calor, acelerando ainda mais o processo que você descreveu.

     Para aprofundarmos essa conversa, você gostaria de saber sobre:

     Como isso afeta especificamente a produção de alimentos?

     Quais regiões do mundo correm mais risco de virar deserto primeiro?

     Como as correntes marinhas mudam quando o gelo acaba?

 

 

     Mandam-me as três perguntas. Depois fale sobre os arrecifes e suas vidas que estão morrendo pelo aquecimento.

     Aqui estão as três perguntas para seguirmos nossa conversa sobre o clima, seguidas pela explicação sobre o triste cenário dos corais.

     Perguntas para reflexão

     Como o fim das "caixas d'água" naturais nas montanhas afetará a produção de alimentos e os preços nos supermercados?

     Quais são as regiões do mundo (incluindo áreas no Brasil) que correm o maior risco de desertificação rápida?

     O que acontece com o clima da Europa e das Américas se as correntes marinhas pararem devido ao excesso de água doce dos polos?

     O Grito de Socorro dos Arrecifes

     Se os polos são os "condicionadores de ar" do planeta, os arrecifes de corais são os berçários da vida marinha.

     O aquecimento global é uma sentença de morte para eles por dois motivos principais:

     1. O Branqueamento (A morte por calor)

     Os corais são animais que vivem em simbiose com pequenas algas coloridas (zooxantelas).

     Essas algas fornecem alimento ao coral através da fotossíntese.

     O estresse: Quando a água esquenta apenas 1°C ou 2°C acima do normal por muito tempo, o coral entra em estresse e expulsa as algas.

     A consequência:

     Sem as algas, o coral perde a cor (fica branco) e para de receber nutrientes.

     Se a água não esfriar rápido, ele morre de fome, restando apenas um "esqueleto" de calcário.

     2. A Acidificação dos Oceanos

     O excesso de CO₂ na atmosfera não esquenta apenas o ar; ele é absorvido pela água, tornando os oceanos mais ácidos.

     O efeito:

     A acidez dificulta a capacidade dos corais (e de moluscos) de construírem suas estruturas rígidas. É como se o "esqueleto" deles estivesse se dissolvendo antes mesmo de crescer.

     Por que isso importa para nós?

     Biodiversidade: Os recifes ocupam menos de 1% do fundo do mar, mas abrigam 25% de toda a vida marinha.

     Sem eles, o colapso da pesca é inevitável.

     Proteção de Costa:

     Eles funcionam como muros naturais. Sem os recifes, as ondas das tempestades (cada vez mais fortes) atingirão as cidades costeiras com força total, acelerando a erosão das praias.

     Se quiser continuar, podemos focar em uma das perguntas acima ou posso te mostrar quais espécies marinhas estão desaparecendo primeiro com a morte dos corais. O que prefere?

 

 

     Prefiro todas, inclusive fale sobre as chuvas ácidas e os prejuízos para a lavoura, homem e animais.

     Certamente! Vamos aprofundar em cada um desses pontos críticos da crise climática atual.

      1. Alimentos e o Fim das "Caixas d'Água"O gelo das montanhas (geleiras) derrete devagar e alimenta os rios o ano todo.

     Escassez e Preço:

     Sem esse fluxo constante, teremos secas extremas no verão.  

     Menos água significa colheitas menores de grãos (milho, soja, trigo), o que faz o preço da comida disparar nos mercados.

     Insegurança Alimentar:

     Regiões que dependem de irrigação por rios de degelo (como partes da Ásia e da América do Sul) enfrentarão fomes sazonais.

     2. As Regiões em Risco de Desertificação

     O deserto não é apenas areia; é solo morto onde nada cresce.

     No Brasil:

     O Semiárido Nordestino e partes do Rio Grande do Sul (processo de arenização) estão em alerta máximo.

     A Caatinga corre o risco de virar um deserto permanente.

     No Mundo:

     O Sahel (África), o sul da Europa (Espanha e Itália) e o sudoeste dos EUA já enfrentam solo estéril devido ao calor extremo.

     3. O Colapso das Correntes Marinhas

     O gelo derretido despeja água doce (menos densa) no oceano salgado (mais denso).

     Parada do Motor:

     Isso pode "travar" correntes como a do Golfo.

     Consequência:

     Sem o calor levado pelas correntes, a Europa poderia enfrentar invernos congelantes, enquanto o Hemisfério Sul sofreria com secas ainda mais intensas e calor insuportável.

     Chuva Ácida:

     O Veneno que Cai do Céu

     Ela ocorre quando gases poluentes da indústria e transportes (óxidos de enxofre e nitrogênio) reagem com o vapor d’água, formando ácidos.    

     Prejuízos para a Lavoura

     Queima das Folhas:

     O ácido destrói a cutícula protetora das plantas, impedindo a fotossíntese.

     Solo Morto:

     A chuva ácida altera o pH da terra e retira nutrientes essenciais (como cálcio e magnésio), tornando o solo tóxico e infértil.

     Impacto nos AnimaisAquáticos:

     Peixes e anfíbios morrem em lagos acidificados, pois seus ovos não conseguem eclodir.

     Terrestres: Afeta a cadeia alimentar. Se a planta morre ou está contaminada, o gado e a fauna silvestre sofrem com doenças e falta de pasto.

     Impacto no Homem

     Saúde:

     Respirar os gases que geram a chuva ácida causa doenças respiratórias graves (asma, bronquite).

     Patrimônio:

     O ácido corrói prédios, monumentos de mármore e infraestruturas metálicas, gerando prejuízos bilionários em manutenção.

     O cenário é desafiador.

     Estamos falando de uma mudança completa na forma como vivemos e produzimos.

     Se você quiser, posso detalhar soluções que cientistas estão propondo para tentar reverter esses danos ou explicar como as cidades costeiras estão se preparando para a subida do mar.

     Qual desses caminhos você quer seguir?

 

 

     Todos. Quais os países que foram contaminados pela chuva ácida?

     Os países mais atingidos pela chuva ácida são aqueles com alta concentração industrial e uso intenso de combustíveis fósseis.

     Como as nuvens viajam com o vento, o problema muitas vezes "atravessa fronteiras", afetando nações vizinhas que poluem menos.

     Países e Regiões mais ContaminadosAmérica do Norte:

     Estados Unidos e Canadá.

     O Canadá sofre muito com a poluição que vem das indústrias do norte dos EUA.

     Europa:

     Alemanha, Polônia, República Tcheca, Reino Unido e Escandinávia (Noruega e Suécia).

     Ásia: China (atualmente um dos países que mais sofre devido ao uso de carvão), Índia, Japão e Tailândia.

Brasil:

     O caso histórico mais famoso é o de Cubatão (SP), que na década de 80 destruiu parte da vegetação da Serra do Mar.

     Hoje, há registros em São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Bagé.

     Soluções Científicas e Mitigação

     A ciência trabalha em duas frentes para tentar conter esses danos:

     Redução na Fonte:

     Instalação de filtros e lavadores de gases nas chaminés das fábricas para reter o enxofre antes de ele chegar à atmosfera.

     Energias Limpas:

     Substituir o carvão e o petróleo por energia solar, eólica e carros elétricos.

     Recuperação de Ecossistemas:

     Técnicas como a calagem (aplicação de calcário em lagos e solos) ajudam a neutralizar a acidez e salvar a vida aquática.

     Soluções Baseadas na Natureza:

     Reflorestamento em larga escala para que as árvores ajudem a filtrar o ar e regular o ciclo da água.

     Preparação das Cidades Costeiras

     Com a subida do nível do mar pelo derretimento dos polos, as cidades litorâneas estão em "pé de guerra":

     Engenharia Cinza: Construção de diques, quebra-mares e muros de contenção, como os vistos na Holanda.

     No Brasil:

     Cidades como Recife, Santos e Rio de Janeiro já monitoram o avanço do mar. Em Recife, por exemplo, estima-se que boa parte do território esteja vulnerável a inundações até 2050.

     Adaptação:

     Engorda de praias (colocar mais areia) e, em casos extremos, a realocação de comunidades que vivem em áreas de risco iminente.

     Vamos continuar?

     Se você se interessa por como o ser humano pode agir, eu posso explicar:

     Como funciona o mercado de crédito de carbono (países pagando para preservar florestas)?

     Quais são as tecnologias de "sequestro de carbono" (máquinas que tiram a poluição do ar)?

     O que você pode fazer no seu dia a dia para diminuir sua "pegada" no planeta?

     Qual desses pontos te chama mais a atenção agora?

 

 

     Pode dizer. Os Polos, principalmente o Polo Norte, as geleiras já estão contaminadas com o enxofre das indústrias do Oriente.

     Você está coberto de razão, e esse é um dos problemas mais graves e "invisíveis" do Ártico. O Polo Norte não está apenas derretendo; ele está funcionando como um depósito de lixo químico do resto do mundo.

     Aqui está como isso funciona e as soluções que mencionei antes

     O Ártico como "Filtro" da PoluiçãoAs correntes de ar globais levam a poluição das indústrias da Ásia (China e Índia) e da Europa direto para o Norte.

     Enxofre e Mercúrio:

     Esses resíduos caem com a neve e ficam presos no gelo.

     O Perigo do Degelo:

     Quando o gelo derrete, todo esse enxofre e metais pesados acumulados por décadas são liberados de uma vez na água, contaminando peixes, ursos polares e as populações nativas (Inuit).

     Máquinas que "Sugam" a Poluição (Sequestro de Carbono)

     Como apenas parar de poluir pode não ser mais suficiente, a ciência criou tecnologias de Captura Direta de Ar (DAC):

     Ventiladores Gigantes:

     São usinas com filtros químicos que puxam o ar comum e separam o CO2 e o enxofre.

     Enterro Geológico:

     O gás capturado é transformado em pedra ou injetado em poços de petróleo vazios, ficando preso no subsolo para sempre.

     Custo:

     O desafio ainda é o preço alto dessas máquinas, mas elas já operam em países como a Islândia.  

     O Mercado de Crédito de Carbono

     É uma forma de usar o dinheiro para salvar as florestas:

     Quem polui paga:

     Uma empresa que emite gases tóxicos na Europa ou na Ásia é obrigada a comprar "créditos".

     Quem preserva recebe:

     O dinheiro desses créditos vai para países que mantêm florestas em pé (como o Brasil) ou que reflorestam áreas degradadas.

     A lógica: Tornar a poluição cara e a preservação lucrativa.

     O que você pode fazer (Sua "Pegada")

     Individualmente, parece pouco, mas o consumo consciente muda o mercado:

     Reduzir o Plástico:

     Grande parte do petróleo (que gera enxofre) vai para plásticos descartáveis.

     Consumo Local:

     Comprar produtos feitos perto de você evita o transporte por navios gigantes, que usam o combustível mais sujo e rico em enxofre que existe.

     Energia Consciente:

     Apoiar o uso de painéis solares e evitar o desperdício de eletricidade.

     Para onde vamos agora?

     Já passamos por muitos temas pesados. Se você quiser, posso te mostrar: Algum exemplo positivo de recuperação (como um rio ou floresta que estava morto e voltou à vida)?   Como as novas gerações estão se organizando para cobrar os governos? Ou quer que eu detalhe mais sobre os navios cargueiros e a poluição dos mares? Qual desses caminhos você prefere?

 

 

     Todos.

     É encorajador ver seu interesse em todos os ângulos dessa questão. Para que possamos visualizar o que está sendo feito e como o mundo está reagindo, dividi os avanços em três frentes principais:

     1. Navios Cargueiros e a Sujeira dos Mares

     Os navios que transportam quase tudo o que consumimos usam o "bunker fuel", um combustível tão denso que é quase resíduo de petróleo, riquíssimo em enxofre.

     Novas Regras (2025-2026):

     A Organização Marítima Internacional (IMO) aprovou normas inéditas que obrigam navios a reduzir drasticamente a intensidade de carbono e enxofre.

     O "Pedágio" da Poluição:

     A partir de agora, navios que poluem acima do limite devem pagar multas que financiam um fundo para tecnologias limpas.

     Tecnologia:

     Já vemos o surgimento de navios movidos a metanol verde, hidrogênio e até embarcações com velas modernas de alta tecnologia para reduzir o uso de motor.

     2. A Nova Geração:

     Ativismo e Soluções

     Diferente das gerações passadas, os jovens de hoje não estão apenas protestando; eles estão usando a lei e a tecnologia.

     Justiça Climática:

     Jovens brasileiros e de outros países estão movendo ações judiciais contra governos para garantir que as leis ambientais sejam cumpridas.

     COP30 em Belém (2025):

     Este evento foi um marco, onde vozes de jovens periféricos e indígenas tiveram protagonismo, cobrando soluções que façam sentido para a realidade de quem já sofre com as enchentes e o calor.

     Educação Inversa:

     Filhos estão ensinando pais sobre reciclagem e consumo consciente, mudando os hábitos dentro de casa.  

     3. Exemplos de Recuperação (A Esperança na Prática)

     Nem tudo é perda; a natureza tem uma capacidade incrível de se curar quando damos uma chance.Mata Atlântica (Brasil):  

     Entre 1993 e 2022, cerca de 4,9 milhões de hectares (uma área maior que o estado do Rio de Janeiro) entraram em processo de regeneração natural.

     Corredores de Biodiversidade:

     Projetos como o da Black Jaguar Foundation estão criando um corredor gigante de 2.600 km de floresta nativa para conectar a Amazônia ao Cerrado, trazendo de volta animais e água para o solo.Rios

     Restaurados:

     Na Europa e nos EUA, projetos de "re-naturalização" de rios (como no Rio Grande e em rios do Reino Unido) estão removendo barreiras artificiais para permitir que a água flua naturalmente, o que diminui as enchentes nas cidades.

     Veja como grandes projetos de restauração estão transformando paisagens degradadas e trazendo a vida de volta:

 

 

     Gostaria que falasse dos microplásticos.

     Os microplásticos são, talvez, a face mais "silenciosa" e invasiva da poluição moderna. Eles são partículas de plástico menores que 5 milímetros (alguns tão pequenos que são invisíveis) e já foram encontrados do topo do Everest até o fundo da Fossa das Marianas.

     Aqui está o que você precisa saber sobre esse invasor invisível:

     De onde eles vêm?

     Existem duas fontes principais:

     Microplásticos Primários:

     Fabricados desse tamanho, como as esferas em esfoliantes, pastas de dente e gliter.

     Microplásticos Secundários: Resultam da quebra de itens maiores (garrafas, sacolas, pneus) pela ação do sol, do vento e das ondas.

     Roupas Sintéticas:

     Cada vez que lavamos uma peça de poliéster ou nylon, milhares de microfibras são liberadas na rede de esgoto e param nos rios.

     O Ciclo de Contaminação

     O grande perigo dos microplásticos não é apenas o plástico em si, mas a sua capacidade de agir como uma "esponja de venenos":

     Imã de Poluentes:

    Na água, os microplásticos atraem e concentram pesticidas e metais pesados (como o enxofre e mercúrio que discutimos antes).

     Cadeia Alimentar:

     O plâncton come o microplástico; o peixe come o plâncton; e o ser humano come o peixe.

     No Ar e na Chuva:

     Como são leves, eles são levados pelo vento.

     Recentemente, cientistas descobriram que está "chovendo plástico" nos polos e em florestas remotas.

     O Impacto na Saúde Humana

     Estudos recentes encontraram microplásticos no sangue humano, nos pulmões e até na placenta.

     Inflamação:

     No corpo, essas partículas podem causar reações inflamatórias crônicas.

     Disruptores Hormonais:

     Os químicos usados no plástico (como o bisfenol) interferem no nosso sistema hormonal, podendo afetar a fertilidade e o desenvolvimento.

     O que está sendo feito?

     O mundo começou a reagir contra essa "poeira plástica":

     Proibição de Microesferas:

     Vários países já proibiram o uso de microplásticos em cosméticos e produtos de higiene.

     Tratado Global contra Plásticos:

     Está em negociação na ONU um tratado vinculante para reduzir a produção de plástico virgem e melhorar o design de produtos para que não se fragmentem.

     Filtros de Máquina de Lavar:

     Novas tecnologias de filtragem estão sendo desenvolvidas para capturar fibras sintéticas antes que saiam das lavanderias domésticas.

     Curiosidade perturbadora:

     Estima-se que, em média, um ser humano ingira o equivalente a um cartão de crédito por semana em microplásticos através da água, do ar e da comida.

     Para continuarmos, você gostaria de saber:

     Quais alimentos têm as maiores concentrações de microplásticos?

     Como substituir plásticos no dia a dia de forma prática?

     Como a reciclagem (ou a falta dela) piora esse problema?

 

 

     Pode dizer e falar sobre os assuntos acima.

     Vamos detalhar esses três pontos cruciais sobre a nossa relação com o plástico e como ele "invadiu" nossa mesa e nossa rotina.

     1. Alimentos com Maior Concentração de Microplásticos

     O plástico está presente em quase tudo o que ingerimos, mas alguns itens são campeões de concentração:

     Água Engarrafada:

     Estudos mostram que a água em garrafas de plástico tem até 22 vezes mais microplásticos que a água da torneira, devido à fricção da tampa e ao desgaste da própria garrafa.

     Frutos do Mar:

     Animais filtradores (como ostras e mexilhões) e peixes pequenos (onde comemos o animal inteiro) são os mais contaminados.

     Sal de Cozinha:

     Como a maioria do sal vem da evaporação da água do mar, ele carrega consigo as micropartículas que flutuam nos oceanos.

     Cerveja e Chá:

     Microplásticos foram encontrados em diversas marcas de cerveja (pela água usada) e em sachês de chá feitos de nylon ou PET, que liberam bilhões de partículas na água quente.

     2. O Problema da Reciclagem (A Grande Ilusão)

     A reciclagem, embora importante, não é a solução definitiva.   

     Entenda por quê:

     Baixa Eficiência:

     Globalmente, apenas 9% de todo o plástico já produzido foi reciclado.

     O restante termina em aterros ou na natureza.

     Degradação:

     O plástico não pode ser reciclado infinitamente (como o vidro ou alumínio). Cada vez que é reciclado, ele perde qualidade e, eventualmente, vira um resíduo que se fragmenta em microplásticos.

     Custo:

     Produzir plástico "virgem" (do petróleo) ainda é mais barato do que reciclar o usado, o que faz com que as indústrias continuem inundando o mercado com novos produtos.

     3. Como Substituir o Plástico no Dia a Dia

     Mudar hábitos exige esforço, mas reduz drasticamente sua exposição química e sua "pegada" ambiental:

     Cozinha Sem Plástico:

     Substitua potes de plástico por vidro ou inox. Nunca aqueça alimentos no micro-ondas dentro de recipientes plásticos, pois o calor acelera a liberação de químicos e micropartículas.

     Filtros de Água:

     Prefira filtros de barro ou purificadores de torneira em vez de comprar fardos de água mineral.

     Roupas de Fibras Naturais:

     Ao comprar roupas, prefira algodão, linho ou lã. O poliéster e o nylon são plástico puro e soltam fibras em cada lavagem.

     Higiene Pessoal:

     Troque o sabonete líquido (cheio de embalagem plástica) pelo sabonete em barra e use escovas de dentes de bambu.

     O Impacto Silencioso nos Animais e na Lavoura

     Como você mencionou antes sobre a lavoura e os animais, os microplásticos também chegaram lá:

     No Solo:

     O uso de lodo de esgoto como fertilizante está espalhando microplásticos nas plantações, o que pode impedir as raízes de absorverem água.

     Nos Animais:

     O gado bebe água contaminada e respira essas partículas, o que acaba chegando à carne e ao leite que consumimos.

 

Gemini vs Ernani


https://portalprimeirafeira.ciol.com.br/as-fake-news-ambientais-e-o-discurso-aquecimentista/

 

https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/11/01/oceanos-quentes-transformam-chuvas-em-catastrofes-pelo-mundo-entenda-elo-entre-espanha-rs-e-saara.ghtml

 

https://www.alemdaenergia.engie.com.br/mudancas-climaticas-se-intensificam-e-ja-transformam-a-vida-na-terra/

 

https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/chuva-acida

 

https://www.youtube.com/watch?v=e1Cwx5nm4sk&t=9s

 

https://www.youtube.com/watch?v=DU0m-c1ZGRk&t=100s

 

https://www.youtube.com/watch?v=uAlF-luupco&t=365s

 

https://www.youtube.com/watch?v=Ika_rDyZxww&t=109s

 

https://www.youtube.com/watch?v=RCuHo0Nfurg&t=36s

 

 

Pensamento: Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver sido poluído, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come.

 

Alanis Obomsawin

Postagem em destaque POLÍTICOS ATUAIS DA GUERRILHA NO BRASIL

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