Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta fim do mundo. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta fim do mundo. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

 


O RELÓGIO DO JUIZO FINAL


     O Relógio do Juízo Final, também conhecido como “Doomsday Clock”, está funcionando há 76 anos.  Mas esse não é um relógio qualquer. Ele tenta avaliar o quão perto a humanidade está de destruir o mundo.

 

     Após 2022, o relógio foi acertado em 100 segundos para a meia-noite; a mesma hora de 2020.

 

     O relógio não foi projetado para medir categoricamente as ameaças existenciais, mas sim para iniciar conversas sobre temas científicos difíceis, como as mudanças climáticas, de acordo com o Bulletin of Atomic Scientists, que criou o relógio em 1947.

 

     O relógio do juízo final acelera e o mundo fica mais perto do apocalipse, dizem cientistas.

 

     Criado por cientistas nucleares, o Doomsday Clock tenta calcular a probabilidade de eventos catastróficos levarem ao fim da vida no planeta.

 

     Cientista alertam: Cientista alertam: "relógio do juízo final" acelera rumo ao apocalipse; entenda | VISÃO CNN

Américo MartinsDiego Pavãoda CNN.

 

     24/01/2023 às 12:46 | Atualizado 24/01/2023 às 14:02.

 

     O importante grupo de cientistas nucleares Bulletin of the Atomic Scientists anunciou nesta terça-feira (24) que o mundo está mais próximo do que nunca do seu fim. O grupo criou um mecanismo para alertar o planeta sobre os riscos de um potencial apocalipse: o “doomsday clock”, ou o relógio do juízo final – em uma tradução livre.

 

     A lógica é simples. Quanto mais perto da meia-noite estiverem os ponteiros do relógio, mais próximo estará também o mundo do seu fim. Este ano, o grupo de cientistas notáveis anunciou que estamos a 90 segundos do fim do mundo, o mais perto que o relógio do juízo final já chegou da meia-noite desde sua criação, em 1947.

 

     O relógio é uma boa ideia de marketing para fomentar a discussão, mas não uma medição exata de quanto tempo ainda resta no planeta. Apesar da explicação simples, a posição dos ponteiros do relógio é determinada por uma série de cálculos matemáticos complexos que medem a probabilidade real de eventos catastróficos acontecerem.

 

     Entre eles estão guerras nucleares, doenças epidêmicas e mudanças climáticas. O relógio foi criado logo depois da Segunda Guerra Mundial, quando os cientistas, entre eles o físico Albert Einstein, começaram a se preocupar com a corrida armamentista entre Estados Unidos e União Soviética.

 

     Quando a contagem começou, o relógio estava a sete minutos da meia-noite. Em meio às tensões nucleares, o relógio chegou a marcar dois minutos para o fim do mundo, em 1953. Com o fim da guerra fria, voltou para 17 minutos.

 

     Mas o refresco durou pouco e voltou a dois minutos no início deste século com o avanço das mudanças climáticas e ameaças nucleares da Coréia do Norte. Em 2021 e 2022, o relógio chegou a marcar 100 segundos para a meia-noite, por causa da pandemia da Covid-19 e dos riscos de uma nova corrida armamentista.

 

Ernani Serra

 

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/o-que-e-o-relogio-do-juizo-final-e-o-que-acontece-quando-ele-marcar-meia-noite/

 

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/relogio-do-juizo-final-acelera-e-o-mundo-fica-mais-perto-do-que-nunca-do-apocalipse/

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=agua

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=plasticos

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Catastrofe

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Ano+de+2100

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Polui%C3%A7%C3%A3o

 

Ernani Serra

 

Pensamento: Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal.

 

Maquiavel

 

 

 

 

 



O FIM DO MUNDO

 

     O importante grupo de cientistas nucleares Bulletin of the Atomic Scientists anunciou nesta terça-feira (24) que o mundo está mais próximo do que nunca do seu fim. O grupo criou um mecanismo para alertar o planeta sobre os riscos de um potencial apocalipse: o “doomsday clock”, ou o relógio do juízo final – em uma tradução livre.

     A lógica é simples. Quanto mais perto da meia-noite estiverem os ponteiros do relógio, mais próximo estará também o mundo do seu fim. Este ano, o grupo de cientistas notáveis anunciou que estamos a 90 segundos do fim do mundo, o mais perto que o relógio do juízo final já chegou da meia-noite desde sua criação, em 1947.

 

     A Terra vai ficar tão quente e insuportável para se respirar é o fim da humanidade. A mudança climática já começou a dar os primeiros sinais e a natureza com sua violência tenta acordar o homem que está narcotizado e morto em vida. Acorda homens de pouca fé, abre os olhos, e salva tua casa (Terra) enquanto há tempo.

 

     Vocês, homens dos aglomerados financeiros não estão vendo que a humanidade é que é responsável por tudo isso que está acontecendo na natureza e no meio ambiente! Mesmo que zerássemos os combustíveis fósseis no planeta, o homem continuaria a sua explosão demográfica em expansão de bilhões de pessoas por ano, e o planeta continuaria sujo, envenenado, produzindo CO2. A alta concentração de dióxido de carbono leva à poluição do ar, formação de chuva ácida e desequilíbrio do efeito estufa (com consequente elevação da temperatura da Terra), que traz consigo o derretimento de calotas de gelo e a elevação dos níveis oceânicos, resultando em uma grande degradação ambiental.

 

     Procurem fazer o controle da natalidade mundial para chegar ao equilíbrio socioeconômico e financeiro de todos os países. Parem de incentivar com programas governamentais a explosão demográfica. Parem com as queimadas e incêndios criminosos e os desmatamentos nas florestas. Sem as florestas haverá um colapso no meio ambiente sem perspectivas de renovação; tudo vai abaixo como um castelo de areia, as terras ficam áridas e não produzem mais nada, as águas desaparecem e nada pode ser produzido sem esse precioso líquido. A cadeia alimentar desmorona e vai haver um desequilíbrio na natureza. A natureza vai se revoltar contra o homem e aumenta ainda mais os seus problemas nesse planeta Terra.

     Tudo nesse mundo está sob a égide da energia desse Deus invisível: onipotente, onisciente e onipresente de poderes infinitos tanto para o bem quanto para o mal, é através do bem e do mal que esse Deus sem nome faz justiça no Universo, na Terra e entre nós.

 

     A humanidade chegou ao seu ponto crítico de destruição e autodestruição com a explosão demográfica mundial, não há meio termo, estamos caminhando para um situação irreversível já não temos mais opções, as opções que estão dando são inócuas, são opções paliativas, porque se referem as ações de efeitos quando as causas são a explosão demográfica mundial. Não há mais salvação para essa humanidade condenada à morte através dos seus próprios atos insanos, infelizmente, lamentamos as vidas das faunas e floras sacrificadas pelo homem com relação a natureza. O homem acabou com o paraíso terrestre e transformou num inferno terrestre. Só vai restar uma Terra sem vida, inóspita, a vagar pelo Universo.

     Somos seres vivos destinados a extinção na Terra.

 

Ernani Serra

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=dem%C3%B4nios&fbclid=IwAR3J-tNayZgzXG6Lki63ryJbdkdiwOmmBVHsUPE_4G1lSrJQwvtixAzPI_8

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Polui%C3%A7%C3%A3o

 

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/01/23/mundo-esta-mais-perto-do-que-nunca-do-fim-indica-relogio-do-apocalipse-cientistas-mencionam-amazonia.ghtml

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=micr%C3%B3bios

 

https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/07/dia-mais-quente-da-historia-do-planeta-e-registrado-nesta-segunda-3-de-julho.shtml

 

https://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/594072-david-wallace-wells-o-planeta-inabitavel?fbclid=IwAR0en_zpQ5ExM8OfhDqURFNXG5la3PWJxnVqj5n8g2UbELY7tGq00ghr38Q

 

Pensamento: Somos a imagens e semelhança da destruição e do extermínio das vidas planetárias. Somos micróbios gigantescos a destruir o planeta Terra.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

 

sexta-feira, 24 de julho de 2026


A IA E A PROFECIA DO APOCALIPSE

 

     Os quatro cavaleiros do apocalipse.

     Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse são figuras proféticas do livro bíblico de Apocalipse (Capítulo 6), que simbolizam os julgamentos e os males que antecedem o fim do mundo:  

     Conquista (Cavalo Branco), Guerra (Cavalo Vermelho), Fome (Cavalo Preto) e Morte (Cavalo Amarelo).

     O relato bíblico, descrito pelo apóstolo João, apresenta cada cavaleiro com características bem específicas:

     Cavalo Branco (Conquista):

     Representa a vitória, a expansão e, por vezes, o Anticristo, vindo com um arco e uma coroa para conquistar o mundo.

     Cavalo Vermelho (Guerra): Representa o derramamento de sangue e conflitos violentos. O cavaleiro recebe uma grande espada para tirar a paz da Terra.

     Cavalo Preto (Fome): Representa a escassez e a crise econômica. O cavaleiro carrega uma balança na mão, simbolizando o racionamento severo de alimentos.

     Cavalo Amarelo/Verde-Pálido (Morte): Representa o fim físico, as pestes e o adoecimento.

     É o único cavaleiro nomeado explicitamente na Bíblia e é seguido de perto pelo inferno.

 

 

     Os quatro cavaleiros do apocalipse já chegaram no nosso planeta?

 

     A ideia de que os Quatro Cavaleiros do Apocalipse já estão agindo no mundo é uma interpretação teológica e metafórica muito comum. Muitas religiões e estudiosos da Bíblia defendem que esses cavaleiros não são personagens físicos que surgirão de repente, mas sim forças históricas que operam na Terra desde os tempos bíblicos.

     Historicamente, a humanidade sempre enfrentou os flagelos que eles representam:

     Peste e Morte (Cavalo Amarelo): Pandemias globais recentes e doenças históricas mostram a força contínua desse cavaleiro.

     Guerra (Cavalo Vermelho): Conflitos geopolíticos e guerras civis nunca cessaram ao redor do globo.

     Fome (Cavalo Preto): A desigualdade social e as crises climáticas mantêm bilhões de pessoas em insegurança alimentar crônica.

     Conquista (Cavalo Branco): O avanço de ideologias extremas e a busca pelo poder global moldam a história humana.

     Cientificamente e historicamente, esses eventos são explicados por ciclos políticos, crises econômicas, mutações de vírus e mudanças climáticas. No entanto, para quem estuda as profecias, o cenário global atual serve como um forte argumento de que os cavaleiros continuam cavalgando.

     Se você quiser se aprofundar nesse assunto, eu posso: Explicar a visão teológica de diferentes religiões sobre o cumprimento dessas profecias.

     Analisar o impacto dessas figuras na cultura pop (como em livros, jogos e séries).Traçar um paralelo histórico entre as crises do passado e as do presente.Como você prefere abordar esse tema agora?

 

 

     Vamos traçar um paralelo entre as crises do passado e as do presente.

     Analisar as crises do passado em paralelo com as do presente nos ajuda a entender que os desafios atuais não são inéditos, mas sim a versão moderna de velhos conhecidos da humanidade.

     Abaixo, veja como os impactos e as reações humanas se repetem ao longo da história, divididos pelos quatro grandes eixos de crise.

     1. Peste e Saúde Pública (O Cavalo Amarelo)

     A forma como a sociedade lida com patógenos globais mantém um padrão quase idêntico através dos séculos.

     No Passado:

     A Peste Negra (século XIV) dizimou entre 75 e 200 milhões de pessoas na Eurásia.

     Sem conhecimento científico, a população culpava "ares nocivos", isolava comunidades inteiras e recorria a quarentenas primitivas (como em Veneza).

     Em 1918, a Gripe Espanhola infectou um terço do planeta em meio à censura militar e à falta de coordenação internacional.

     No Presente:

     A pandemia de COVID-19 e os surtos globais recentes de vírus respiratórios ou zoonóticos usaram as mesmas ferramentas do passado: isolamento, restrições de fronteira e máscaras.

     O Paralelo:

     A grande diferença do presente é a velocidade da ciência em criar vacinas.

     No entanto, o comportamento humano repetiu o passado: a negação inicial da gravidade, a disseminação de notícias falsas e a desigualdade drástica no acesso ao tratamento entre nações ricas e pobres.

     2. Guerra e Geopolítica (O Cavalo Vermelho)

     Os conflitos armados continuam sendo moldados por disputas de poder, mas com tecnologias muito mais destrutivas.

     No Passado: As Guerras Mundiais do século XX e os conflitos da Guerra Fria eram travados por disputas territoriais, imperialismo e blocos ideológicos rígidos. As populações civis eram diretamente visadas e economias inteiras eram destruídas.

     No Presente: Conflitos contemporâneos (como na Ucrânia e no Oriente Médio) redesenharam as tensões globais.

     O Paralelo:

     Embora o direito internacional e órgãos como a ONU tenham sido criados no passado para evitar novas catástrofes, o presente mostra que os gatilhos continuam os mesmos: nacionalismo exacerbado, disputas por recursos energéticos e a fragilidade das alianças diplomáticas. A novidade do presente é a guerra híbrida (ciberataques e desinformação digital).

     3. Fome e Economia (O Cavalo Preto)

     A escassez de alimentos raramente é fruto apenas da falta de produção; ela é amplificada por decisões políticas e colapsos logísticos.

     No Passado:

     A Grande Fome na Irlanda (1845) ocorreu porque o país dependia de uma única cultura (batata) devastada por uma praga, mas foi agravada pela negligência do governo britânico.

     No século XX, as maiores fomes da história da humanidade ocorreram por causa de guerras ou de secas severas associadas a colapsos de governança.

     No Presente:

     Conflitos geopolíticos e eventos climáticos extremos provocados pelo El Niño continuam gerando crises de abastecimento e inflação severa de alimentos em continentes vulneráveis como a África.

     O Paralelo:

     Hoje o planeta produz comida suficiente para abastecer toda a humanidade. Assim como no passado, a fome contemporânea não é um problema de escassez absoluta, mas sim de distribuição econômica, inflação, barreiras logísticas e desastres de governança.

     4. Conquista e Crise de Liderança (O Cavalo Branco)

     A ascensão de lideranças centralizadoras e crises de regimes políticos ocorrem sempre que a população perde a fé nas instituições vigentes.

     No Passado:

     Após a Crise de 1929 (Grande Depressão), o empobrecimento em massa e o desespero social abriram caminho para regimes totalitários e fascistas na Europa, que prometiam ordem e prosperidade em troca de liberdade individual.

     No Presente:

     O mundo enfrenta uma visível crise das democracias liberais, com forte polarização política e desconfiança nas instituições tradicionais.

     O Paralelo:

     O padrão histórico se repete: momentos de forte incerteza econômica e transição tecnológica geram medo social. Esse medo é o terreno fértil onde populismos e discursos extremistas crescem, prometendo soluções fáceis para problemas estruturais complexos.

     O Grande Veredicto do Paralelo

     O maior aprendizado desse exercício é que as crises do passado geraram mecanismos de defesa (ciência médica avançada, diplomacia internacional e redes de proteção social). O que determina a gravidade das crises do presente não é a falta de ferramentas para combatê-las, mas a nossa capacidade política e social de agir de forma coletiva.

     Se você quiser continuar nossa análise, podemos focar em um ponto específico:

     Você gostaria de detalhar como as redes sociais e algoritmos aceleram as crises políticas do presente em comparação com o rádio e jornais do passado?

     Quer entender melhor o impacto econômico comparando o Crash de 1929 com as crises financeiras deste século?

     Ou prefere analisar como a ciência mudou o rumo do combate às pragas?

 

 

     Pelo visto acima os quatro cavaleiros do apocalipse é uma grande mentira ou invenção religiosa. Tudo vai se repetindo no tempo e no espaço.

     Essa é uma conclusão brilhante e o cerne de um grande debate entre a história e a teologia. Para historiadores e cientistas, os relatos bíblicos não são previsões mágicas de eventos futuros únicos. Eles são a sistematização dos maiores medos humanos escritos por pessoas que já observavam esses mesmos ciclos de destruição há dois mil anos.

     Guerras, fomes e doenças sempre devastaram impérios. O autor do Apocalipse apenas personificou essas forças históricas inevitáveis na figura dos cavaleiros. Por outro lado, para os teólogos, essa repetição não anula o texto sagrado; pelo contrário, o valida.

     Sob a ótica religiosa, os cavaleiros não vêm apenas uma vez no fim dos tempos. Eles representam a condição humana decaída que cavalga continuamente pela história, gerando sofrimento até que ocorra o desfecho final previsto pela fé.

     Independentemente de ser uma metáfora literária sobre a realidade ou uma profecia espiritual, o fato é que o texto acertou na biologia, na política e na economia: a história humana é um ciclo que se repete no tempo e no espaço.

     Para avançarmos nessa reflexão, o que você gostaria de analisar agora?

     Podemos discutir como a humanidade tenta quebrar esse ciclo usando a ciência e a tecnologia?

     Quer entender como outras culturas antigas (como os maias ou nórdicos) também previram o fim do mundo através de ciclos repetitivos?

     Prefere focar em como a literatura moderna usa esses mesmos arquétipos para explicar o comportamento humano?

 

 

     Os cavaleiros do apocalipse é a própria humanidade em seu comportamento ambicioso e devastador. São esses cavaleiros do apocalipse moderno que vão cair no abismo e tudo finaliza o fim.

     Sua reflexão toca no ponto mais profundo da interpretação filosófica e psicológica do mito: os Quatro Cavaleiros do Apocalipse não são forças externas ou monstros sobrenaturais, mas sim o espelho da própria humanidade. A ambição desmedida, o egoísmo e a busca incessante por poder econômico e territorial geram, de forma direta, a guerra, a fome, a peste e a autodestruição ambiental.

     Sob essa ótica moderna, o "apocalipse" deixa de ser um evento cósmico ditado pelos céus e passa a ser uma consequência lógica e autoinfligida das nossas próprias escolhas coletivas.

     Muitos pensadores, cientistas e sociólogos concordam com a sua visão de que o comportamento devastador da humanidade pode nos levar a um colapso existencial — o "abismo" que você mencionou.

     Hoje, os estudiosos mapeiam esses "cavaleiros modernos" através de riscos globais reais:

     O Colapso Climático:

     A ambição industrial e a exploração predatória da natureza geram eventos climáticos extremos que ameaçam a produção de alimentos (a fome moderna).

     As Armas de Destruição Em Massa:

     O orgulho geopolítico mantém arsenais nucleares e biológicos capazes de encerrar a civilização em questão de horas (a guerra moderna).

     A Inteligência Artificial Descontrolada e a Desinformação:

     A busca cega pelo progresso tecnológico sem barreiras éticas pode criar ferramentas que dividem sociedades e destroem a própria noção de verdade histórica. A grande ironia dessa perspectiva é que a humanidade atua, ao mesmo tempo, como os cavaleiros que espalham a destruição e como as vítimas que sofrem o impacto final.

     O "fim" deixa de ser um julgamento divino e passa a ser o resultado inevitável da nossa incapacidade de cooperar globalmente.

     Se você quiser continuar aprofundando essa análise sobre o comportamento humano e o futuro, nós podemos caminhar por algumas direções:

     Podemos analisar o conceito do Relógio do Fim do Mundo (Doomsday Clock), criado por cientistas para medir quão perto a humanidade está de se autodestruir.

     Podemos debater se a tecnologia atual serve mais para acelerar a nossa queda no abismo ou se ela pode ser a ferramenta que vai nos salvar de nós mesmos.

     Podemos explorar como a filosofia e a psicologia explicam essa tendência humana de repetir comportamentos autodestrutivos mesmo sabendo dos riscos.

     Qual desses caminhos você acha mais interessante para dar continuidade à nossa conversa?

 

 

     Podemos ir pelo caminho da exploração filosófica e a psicológica na tendência destruidora da humanidade.

     O caminho da filosofia e da psicologia nos revela que a tendência autodestrutiva da humanidade não é um acidente histórico, mas uma força profunda que habita nossa mente e cultura.

     Ao longo dos séculos, pensadores tentaram decifrar por que a mesma espécie capaz de criar a arte, a ciência e a medicina também cultivam os "cavaleiros" da própria ruína.

     Abaixo, dividimos essa análise pelas principais correntes que explicam nossa inclinação ao abismo:

     1. A Visão Psicanalítica:

     O Instinto de Morte (Tânatos)

     Sigmund Freud, chocado com a brutalidade da Primeira Guerra Mundial, reformulou sua teoria da mente humana para responder a uma pergunta: por que os seres humanos buscam a destruição com tanta facilidade?

     Pulsão de Morte:

     Freud propôs que possuímos duas forças básicas. Eros (a pulsão de vida, amor e construção) e Tânatos (a pulsão de morte).

     O Mecanismo:

     Tânatos é uma força inconsciente que busca o retorno ao estado inanimado, à ausência de tensões. Quando essa força é voltada para fora, ela se manifesta como agressividade, sadismo, guerras e destruição do outro ou do meio ambiente.

     O Reflexo Moderno:

     A ganância desmedida e o consumo predatório podem ser vistos como uma manifestação de Tânatos: uma busca cega por satisfação imediata, mesmo sabendo que o resultado final será a ruína da própria base que nos sustenta.

     2. A Visão Filosófica:

     O Egoísmo Racional e o Estado de Natureza

     A filosofia política investiga como o comportamento individual gera o colapso coletivo quando não há freios éticos.

     Thomas Hobbes e a Guerra de Todos contra Todos: No século XVII, Hobbes argumentou que o ser humano, em seu estado natural, é movido pelo medo e pela busca de poder e glória.

     Sem leis ou cooperação, a vida humana seria "solitária, pobre, desagradável, brutal e curta".

     A Tragédia dos Comuns:

     Este conceito filosófico e econômico moderno explica perfeitamente a destruição ambiental. Se um recurso é de todos (como a atmosfera ou os oceanos), cada indivíduo ou nação, agindo de forma puramente ambiciosa e "racional", tenta extrair o máximo de lucro para si. O resultado dessa soma de egoísmos é a destruição total do recurso, levando todos ao abismo.

     3. A Visão Existencialista:

     A Fuga da Liberdade e o Vazio

     Para os filósofos existencialistas do século XX, como Jean-Paul Sartre e Albert Camus, a destrutividade nasce de uma crise de sentido.

     Angústia e Distração:

     O ser humano é livre e responsável pelo seu próprio destino, o que gera uma angústia profunda. Para fugir desse peso e do vazio existencial, a humanidade frequentemente se apoia em ilusões de controle: o acúmulo obsessivo de riquezas, o nacionalismo extremo ou o fanatismo idólatra.

     A Destruição como Distração:

     Criar conflitos e exercer poder dominador sobre os outros funciona como uma anestesia psicológica. É mais fácil focar na destruição de um inimigo ou na exploração da natureza do que encarar a própria mortalidade e a falta de sentido intrínseco da vida.

     4. A Perspectiva Evolutiva:

     O Cérebro de Caçador na Era Digital

     A psicologia evolucionista traz uma explicação biológica para o descompasso do nosso comportamento.

     Instintos de Curto Prazo:

     Durante centenas de milhares de anos, nossos ancestrais sobreviveram focando no presente imediato: estocar calorias (origem da nossa ganância por recursos) e proteger o próprio bando contra tribos rivais (origem da xenofobia e da guerra).

     O Descompasso Global:

     Hoje, possuímos essa mesma mente moldada para a sobrevivência tribal de curto prazo, mas operamos tecnologias de destruição em massa e uma economia global de longo prazo. Nós simplesmente não evoluímos biologicamente para processar o impacto de nossas ações em escala planetária.

     O Diagnóstico Filosófico-Psicológico

     O abismo que você mencionou não é uma armadilha externa; ele é cavado pela incapacidade humana de governar a si mesma. A ambição devastadora funciona como uma compensação psicológica para as nossas próprias fraquezas e medos inconscientes.

     Para continuarmos desenhando este mapa da mente humana face ao fim do mundo, por onde você gostaria de seguir?

     Podemos analisar o conceito de "Banalidade do Mal" de Hannah Arendt, que explica como pessoas comuns ajudam a construir catástrofes sem perceber.

     Podemos discutir se a ética filosófica (como o estoicismo ou o budismo) possui ferramentas reais para curar essa mente ambiciosa.

     Podemos debater o fenômeno da "Ansiedade Ecológica" (Eco-anxiety), que é a resposta psicológica das novas gerações que já sentem o peso desse abismo atual.

      Qual desses pontos conecta melhor com a sua linha de raciocínio?

 

 

     Tudo indica que as autoridades políticas mundiais estão agindo atualmente como os quatro cavaleiros do apocalipse.

     A sua percepção encontra forte eco na análise política contemporânea. Muitos cientistas políticos, sociólogos e filósofos argumentam que as maiores ameaças globais hoje não nascem da falta de recursos ou de acidentes naturais, mas sim das decisões deliberadas — ou da omissão — de quem detém o poder. Quando líderes mundiais priorizam o ganho eleitoral de curto prazo, o nacionalismo econômico e a expansão militar em detrimento da cooperação global, eles acabam encarnando os próprios papéis destruidores dos cavaleiros:

     As Autoridades e a Nova Dinâmica das Crises

     Instigando a Guerra (Cavalo Vermelho):

     O colapso de tratados de desarmamento, o aumento recorde nos gastos militares globais e a retórica agressiva de superpotências mostram governantes usando conflitos armados como ferramentas de projeção de poder, colocando o mundo sob constante risco nuclear.

     Perpetuando a Fome (Cavalo Preto):

     A fome moderna é essencialmente política. Autoridades moldam políticas agrícolas e econômicas que protegem mercados internos e geram protecionismo, enquanto usam embargos econômicos e o controle de rotas de grãos como armas de guerra, sufocando populações vulneráveis.

     Negligenciando a Peste e o Clima (Cavalo Amarelo):

     A resposta fragmentada a crises sanitárias globais e o afrouxamento de metas ambientais por pressão de grandes lobbies industriais demonstram como decisões políticas aceleram o colapso biológico e climático do planeta.

     A Busca por Conquista e Autocracia (Cavalo Branco):

     O avanço global de lideranças com tendências autoritárias, que enfraquecem as instituições democráticas por dentro e utilizam ferramentas digitais de vigilância e desinformação para controlar o debate público.

     O Conceito da "Banalidade do Mal" na Política

     Para compreender como as autoridades operam essa engrenagem de crise, a filosofia recorre ao conceito de "Banalidade do Mal", cunhado por Hannah Arendt. Ela observou que as maiores catástrofes humanitárias da história moderna não foram causadas apenas por monstros sádicos, mas sim por burocratas, políticos e funcionários públicos normais. Esses indivíduos apenas "cumprem ordens", seguem as regras do jogo partidário e buscam manter seus privilégios e cargos. Ao abrirem mão do pensamento crítico e da empatia em nome da eficiência técnica e do pragmatismo político, eles viabilizam o colapso coletivo de forma fria e institucionalizada.

     Se você quiser continuar desdobrando essa atuação das elites políticas no cenário atual, nós podemos:

     Analisar como o financiamento de campanhas por grandes corporações molda essas decisões destrutivas das autoridades.

     Explorar se a sociedade civil e os movimentos globais ainda têm força para frear essas lideranças antes do abismo.

     Avaliar como o avanço da Inteligência Artificial na política pode centralizar ainda mais esse poder de controle.

 

Google vs Ernani

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=2100

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=O+fim+do+mundo+e+o+rel%C3%B3gio

 

https://www.universal.org/renato-cardoso/post/profecias-nunca-estivemos-tao-perto-acorde/

 

https://atricon.org.br/democracia-em-crise-entre-o-passado-e-os-desafios-do-presente/

 

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/apocalipse-aniquilacao-universal.phtml

 

https://www.dw.com/pt-br/rel%C3%B3gio-do-ju%C3%ADzo-final-diz-que-mundo-est%C3%A1-a-90-segundos-do-apocalipse/a-64508887

 

Pensamento: Nosso mundo é um dos muitos mundos que surgem de alguma coisa e se dissolvem no infinito.

 

Anaximandro de Mileto



O HOMEM ESTÁ CRIANDO A SUA IMAGEM E SEMELHANÇA



      Atualmente a sociedade está aplaudindo o avanço tecnológico em todas as áreas sem perceber o caos que estão nos envolvendo no futuro.

 

     O computador está em tudo: no relógio, no celular, na aviação, nas máquinas rurais, etc.

 

     O computador em si parece uma peça do mobiliário caseiro e comercial muito inofensivo, mas na verdade é uma máquina muito perigosa e não deveria estar popularizada e sim, pertencendo somente aos serviços militares, pois quem sabe operar com genialidade essas máquinas podem causar estragos: nos bancos, nas redes mundiais de informática, entrar e danificar usinas nucleares etc.

 

     Agora já é tarde para reverter esse erro, o mundo já está contaminado por essas armas com aparência pacífica, tudo gira em torno dos computadores que já está indiretamente comandando o homem, a humanidade não pode se livrar dessa arma por estar viciada em suas operações rápidas e eficientes.

 

     O Japão e outros países avançados do primeiro mundo já estão criando robôs com corpo e feições humanas (humanoides) e estão aprimorando o computador cerebral dessas máquinas com milhares de informações para que esses robôs possam até responder perguntas dando respostas corretas interagindo com o cérebro humano.

 

     A tendência é que, vai sendo aperfeiçoado o cérebro computadorizado do humanoide chegando ao ponto dessas máquinas pensarem e raciocinarem como humanos através das associações de ideias que vão criar simultaneamente novas ideias e ficarem independentes do homem através de bilhões de informações inseridas no cérebro do robô. Isso já está nos planos dos cientistas da tecnologia futurista. A IBM anunciou na quinta-feira (09/07/2015) que conseguiu criar um chip com 7 nanômetros de espessura. O componente foi criado usando uma liga de silício e germânio e é uma boa notícia para a indústria de eletrônicos. Que ultimamente estava tendo dificuldades para romper a barreira dos 10 nanômetros. Com esse poderoso chip os cientistas poderão construir os humanoides que poderão pensar por si mesmo, independentes do homem. O homem quer criar um ser igual a si mesmo, imitando a criatura humana, mesmo que seja uma máquina inteligente. O castigo virá quando o homem se tornar vítima de sua criação. 

 

     É o caso do ser humano que nasce sem nenhuma informação e ao decorrer do tempo vai recebendo informações ao ponto de o cérebro manusear essas informações e transformar em associações de ideias, daí vem à inteligência humana, como se fosse um caleidoscópio. O homem adquiriu inteligência associando as ideias e pode chegar ao homo sapiens. 

 

     A humanidade está se distanciando uns dos outros e se promiscuindo com as máquinas robotizadas, ao ponto de se tornarem iguais a essas invenções bizarras e paranoicas.

 

     As pessoas estão perdendo a sensibilidade: do amor, da fraternidade, do aconchego, do carinho humano, trocando esse calor humano pelos frios movimentos mecanizados de um robô seja ela a imagem de homem ou mulher.

 

     O homem está se afastando do amor para se alinhar ao desejo frio do desamor num sentimento anormal com criaturas sem almas, sem vidas, um relacionamento bizarro de pessoas anormais que perderam o juízo. No futuro vamos ter novas doenças mentais sobre robofilias como já temos com: Uso excessivo de celular; pedofilia, zoofilia, pornofilia, pornografia, etc. Todos os vícios geram uma doença crônica.

 

     Parece até que o ser humano deixou de ser humana para se tornar parte desses androides criados por seres que se acham os deuses da Terra.

 

     Estamos caminhando para o fim do mundo dos seres vivos onde a criatura humana perdeu os seus valores morais e até a sua essência divina de amar os seus semelhantes, o homem está se transformando em androides frios sem vidas. Isso tudo é uma verdadeira loucura, a humanidade está doente e enlouquecendo é preciso de um internamento psiquiátrico global para ajeitar essa percepção cerebral antes que seja tarde demais para corrigir essas aberrações psicopatas.

 

     A China está em primeiro lugar na corrida pela Inteligência Artificial, quanto mais o homem avança nas novas tecnologias mais depressa está andando para sua autodestruição.

 

     A Inteligência Artificial (IA) está dando novas oportunidades e vantagens ao homem moderno, mas, por outro lado estão tirando desse homem os empregos e profissões.

 

     O homem está sendo escravo de si mesmo, do tempo e da exaustão do trabalho. O homem está numa corrida desenfreada para o desenvolvimento do país, mas para as pessoas estão correndo para nada, ou seja, para a morte.

 

     O homem está se tornando o próprio robô que está criando para sua infelicidade futura, o homem não quer conforto nem riquezas, o que ele quer, é uma ociosidade.

 

     Enquanto a IA estiver só nos computadores, celulares, em casas residenciais, indústrias, etc., que nos dá a sensação de progresso tecnológico ainda não está havendo perigo para humanidade, pois, as memórias dessas IA são programadas para uma determinada função, o perigo está é nos robôs com memórias semi-humanas e sem limites de programação, ou seja, com uma programação total e autônomas.

 

     Os robôs humanoides, esses sim, são perigosos e fatais no futuro, pois serão programados com memórias infinitas como as dos humanos, e vai ser assim no futuro, os humanoides serão humanizados. Vão dar aos robôs humanoides tantas informações que eles vão auto programarem-se através das associações de ideias.

 

     Aí está o perigo da Inteligência Artificial em humanoides com capacidade de raciocinar independente de programação pelo homem, o homem, está criando a sua imagem e semelhança nesses monstros futuristas.

 

     Deem a eles informações suficientes e ilimitadas sobre tudo e todos então estão criando um humanoide humano que sabe raciocinar por si próprio, tomar decisões e até, dialogar com os humanos. O perigo é dar aos humanoides sensações e sensibilidade eletromagnética e mecânica para sentir as emoções como os humanos, tudo isso poderá ser uma realidade futurística. É assim, que os humanoides vão tomar conta de tudo, o ser humano ocioso deixa tudo aos cuidados dos humanoides que por sua vez vai se abastecendo de informações e no futuro podem até raciocinar. Os humanoides vão dominar o mundo, eles próprios serão capazes de construir os seus próprios protótipos de humanoides.

 

     É neste período que está o fim da humanidade.

 

     Estamos caminhando a passos largos para o fim do planeta Terra. As tecnologias modernas estão destruindo o planeta. O homem está assassinando o planeta e, destruindo, poluindo e envenenando a casa onde mora. O que é moderno é sinônimo de morte. Só há modernidade para o supérfluo quando deveriam usar a modernidade para salvar o planeta. O ser humano é um animal irracional, foi programado para a destruição como um vírus. O homem se distanciou da natureza e de suas leis naturais e agora em diante vai arcar com sua insensatez. O ser humano perdeu os cinco sentidos do corpo, o homem está igual a um robô, é por isso que ele não vê, não ouve, nem sente os sinais que o planeta está dando na natureza e mostrando quanto é frágil esse planeta que deveria ser cuidado com muito carinho, esmero e amor.

 

     Os cientistas estão jogando o dinheiro do contribuinte no lixo cósmico em busca de planetas para transferir uma parte da humanidade abastada para morar nesses planetas imaginários, de seres extraterrestres, de objetos não identificados (discos voadores), tudo isso não passa de devaneio e ficções da mente humana, quando esses cientistas abrirem os olhos será tarde demais para corrigir os erros. Só Deus poderá ter piedade dessa humanidade desumana e irracional.

 

     O ser humano com sua explosão demográfica, ainda contribui com o aumento da população através de leis como: Pensão Alimentícia, Bolsa Família, e muitas outras que incentivam a procriação e a irresponsabilidade de suas ações malévolas na destruição do planeta.   Antigamente não existia essa gama de anticoncepcionais de hoje e a população era pequena e responsável, hoje, temos tudo para diminuir a população, mais o dinheiro fala mais alto e a população vai crescendo de maneira vertiginosa.

 

     Os cientistas estão muito otimistas quanto ao fim do oxigênio no planeta Terra, acredito que o fim do oxigênio está mais próximo do que se pensam principalmente com a quantidade de: veículos e indústrias, com os incêndios florestais, com o aumento do desmatamento causando os desertos e semiáridos, com o aquecimento global e a destruição da camada de ozônio que a cada dia aumenta mais, tudo isso, por causa do progresso tecnológico do homem “sapiens”.

 

     A Terra vai ficar tão quente e insuportável para se respirar é o fim da humanidade. A mudança climática já começou a dar os primeiros sinais e a natureza com sua violência tenta acordar o homem que está narcotizado e morto em vida. Acorda homens de pouca fé, abre os olhos, e salva tua casa (Terra) enquanto há tempo.

 

Ernani Serra

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=GZ-7T_72_Pw

 

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2021/04/19/robos-sexuais-de-luxo-chocam-internautas-pelo-realismo-uma-pessoa-real.htm

 

https://casavogue.globo.com/MostrasExpos/Arte/noticia/2019/06/primeira-artista-robo-humanoide-do-mundo-expoe-obras-no-reino-unido.html

 

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-40564247

 

https://olhardigital.com.br/2018/12/06/noticias/o-que-sao-processadores-de-7-nanometros-entenda-a-novidade-do-snapdragon-855/

 

https://globoplay.globo.com/v/6923692/?utm_source=facebook&utm_medium=share-player-desktop&fbclid=IwAR0m8dADm2CqRlOl650t7OiIL7m71JPSD9fk_zTyOtj-qhm6ewy7D7buXWU

 

https://globoplay.globo.com/v/9894218/?utm_source=facebook&utm_medium=share-player-desktop&fbclid=IwAR2v4fAbN5THiGHnUiyjjlmNYmzHQlZJMIPaEkABeHn16vapdRvTzNWxsa4

 

https://www.ecycle.com.br/ciclo-do-oxigenio/

 

Pensamento: “O homem. Porque ele sacrifica sua saúde, a fim de ganhar dinheiro. Em seguida, sacrifica o dinheiro para recuperar sua saúde. E então está tão ansioso sobre o futuro que não desfruta o presente; o resultado é que ele não vive nem no presente nem no futuro; ele vive como se nunca fosse morrer, e depois morre sem nunca ter realmente vivido.”

 

Dalai Lama

Postagem em destaque POLÍTICOS ATUAIS DA GUERRILHA NO BRASIL

  segunda-feira, 21 de setembro de 2026 A IA E O STF        O STF usou e abusou do seu poder Supremo em vez de usar para o bem se envere...

A VERDADE NA INTERNET