A VERDADE NA INTERNET

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Quem lê é sábio e quem não lê é burro.
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A PREVIDÊNCIA SOCIAL ESTÁ NO VERMELHO

 

     Só tem um meio mais eficiente de tirar o Brasil do vermelho (déficit) é procurar os sonegadores e os usurpadores que estão infiltrados no INSS. Obrigar os sonegadores pagar os seus débitos a vista ou no máximo em três parcelas e os ladrões da previdência devem ser punidos com o rigor da lei.

     O governo federal tem medo dos sonegadores que a maioria são poderosos e políticos, e a corda vai partir no mais fraco ou seja, na educação e na saúde, que já vive sofrendo baixas no seu orçamento, e aí, vai ficar pior do que está a educação e a saúde pública. Os governos arrombam os cofres do Brasil e o povo é quem paga essa farra financeira.

     Por que o Brasil está passando por uma crise de inflação? é porque o governo se endividou muito na Rede Bancária Internacional, não vem cobrando os impostos dos empresários em dia (comércio e indústria) e só vem sacrificando o povo brasileiro através de impostos nos produtos de alimentação e em geral, esses impostos já vem inserido em todos os produtos que os brasileiros compram e consomem diariamente no mercado.

     Os fiscais do governo em geral vivem a cobrar propinas ao comércio e indústria para não multar os sonegadores da nação ou fazendo chantagens para conseguir as propinas. Houve caso de fiscais da prefeitura do Recife estava recebendo propinas dos comerciantes do Camelódromo na rua Dantas Barreto, foram na época sanados por causa de uma denúncia anônima como já fazem anos deveriam passar novamente para ver se não estava ocorrendo esses crimes.

     Enquanto isso, a nação vai perdendo arrecadação através da corrupção dos fiscais do governo que só pensam em si.

     Há algumas décadas atrás a Previdência Social entrou em colapso financeiro e estava no vermelho (déficit) por falta de dinheiro que os fiscais não cobravam impostos, tinham empresas que não pagavam há mais de vinte anos à previdência e sim, eram desviados em forma de propinas para os bolsos dos fiscais corruptos, quando o governo obrigou de verdade aos fiscais trabalharem honestamente, em um mês de fiscalização as cobranças deu um superávit ao INSS que saiu do déficit orçamentário gozando saúde. Se houver outra crise é só procurar na praça se estão de novo devendo a previdência, é o caso atual, sonegação no Brasil é um hábito corriqueiro que os corruptos acham certo dar um golpe no governo.

     O mesmo pode estar acontecendo agora na praça com os cofres públicos, com esta crise econômica e financeira do Brasil, é só botar os cavalos atrás para descobrir os rombos por falta de arrecadação aos capitalistas que não gostam de pagar nada ao governo e não sabem eles, que se o governo entrar em crise, eles também podem falir e perder muito dinheiro. A intenção dos capitalistas privados é explorar os cofres públicos da nação com superfaturamentos em serviços e materiais, existe uma mentalidade de sangrar o erário público. O próprio governo é responsável por todas essas corrupções porque não punem com rigor esses corruptos que sangram os cofres do Estado, o governo não se interessa em fiscalizar as obras e os empreiteiros continuam a roubar a nação. Não adianta o governo reclamar é preciso agir antes do leite derramado.

     Temos também os corruptos que desviam bilhões de dólares para a Suíça, as Ilhas Caymans e paraísos fiscais, países de sonegamento fiscal que são coniventes com esses crimes de lavagem de dinheiro sujo.

     A maioria dos comerciantes sonega as vendas através de cupons ao consumidor para não extrair uma Nota Fiscal e o governo sabe disso e não faz nada, o governo parece que está algemado e nas mãos do capital privado.

     O Brasil perdeu as reservas em dólares através do próprio ministro do governo que aplicou na Bolsa de Valores com a inocente intenção de baixar o dólar no Câmbio e até hoje o dólar continua subindo e o governo não tem mais reserva para fazer novas aplicações inúteis na Bolsa de Valores.

     Uma das saídas da inflação seria um lastro-ouro para garantir o fortalecimento do Real, mas não existe essa preocupação do governo porque o ouro, pedras preciosas, matéria prima mineral não pertencem mais aos brasileiros e sim aos estrangeiros, aos contrabandistas e aos acionistas das privatizações desses materiais que poderiam enriquecer os cofres do Brasil; como já não temos mais o controle do petróleo da (PETROBRÁS), porque o maior acionista é a SHELL que está no comando, tudo isso é perda de divisas que está enfraquecendo o governo e o país.

     O governo não se preocupa com o Real e sim com o Dólar, quando o Real estava se tornando forte o ministro aumentou o dólar artificialmente, e de lá para cá, o câmbio gostou e não baixou mais e nem o ministro teve forças para baixar artificialmente o dólar.

     O governo só se preocupa em fazer estradas, ferrovias, portos, aeroportos para dar evasão aos minérios, grãos etc., enquanto isso, as estradas, ferrovias e transportes estão sucateados em péssimo estado, melhoramento para as exportações e piora para o povo, deixando as nossas riquezas saírem rapidamente para enriquecer os cofres dos países estrangeiros que compram in natura para revender em manufaturados para outros países inclusive o próprio Brasil a preço de ouro. Depois o governo reclama da inflação dizendo que é uma crise internacional quando na verdade é uma crise interna artificialmente manipulada para prejudicar a nação, beneficiando os interesses internacionais.

     Será que o governo vai ter coragem de fazer guerras com os sonegadores? Será que vai ter coragem de fazer o Real uma moeda forte? Duvido! O Brasil vai seguir as regras do capital estrangeiro, pois, está devendo até a alma, e baixa a cabeça às regras internacionais do comércio no exterior.

     Os brasileiros estão no mato sem cachorro.

 

Ernani Serra

https://www.google.com.br/search?q=previd%C3%AAncia+social+do+brasil+no+vermelho+pelo+site+SNN+&sca_esv=fc2e42ae252a1d83&sxsrf=ADLYWIIzcznKWIma2DHhZgAf2ZqDyUyRqQ%3A1731081001733&ei=KTMuZ7CnLNDQ1sQPrNW-gA0&ved=0ahUKEwjw372hi82JAxVQqJUCHayqD9AQ4dUDCA8&uact=5&oq=previd%C3%AAncia+social+do+brasil+no+vermelho+pelo+site+SNN+&gs_lp=Egxnd3Mtd2l6LXNlcnAiOHByZXZpZMOqbmNpYSBzb2NpYWwgZG8gYnJhc2lsIG5vIHZlcm1lbGhvIHBlbG8gc2l0ZSBTTk4gSABQAFgAcAB4AZABAJgBAKABAKoBALgBA8gBAPgBAZgCAKACAJgDAJIHAKAHAA&sclient=gws-wiz-serp

 

https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/governo-lula-bloqueia-r-38-bilhoes-do-orcamento-e-cortes-atingem-hospitais-e-livros-didaticos,233c6efbe01618a797f14bd64ea34392bt4et62g.html

 

Pensamento: No Brasil é assim, acumula-se fortunas com a sonegação de impostos, para depois apelarem pela impunidade e saem livres, leves e soltos.

 

Ernani Serra

 



A IA E OS PROBLEMAS SOCIAIS E GOVERNAMENTAIS


     O povo é escravo do governo, o governo é escravo do Capital e do capitalismo e o capitalismo é escravo de si mesmo, da usura e da ganância.

     É um fato que existem problemas nas relações entre o governo, a economia e a sociedade em diversos lugares do mundo. A corrupção, a influência de grupos econômicos e a desigualdade social são desafios reais que muitos países enfrentam. Contudo, a ideia de que "o povo é escravo do governo, o governo é escravo do Capital" é uma simplificação que não reflete a complexidade da realidade.

     A relação entre essas partes é muito mais intrincada do que a frase sugere, e é influenciada por uma série de fatores, como o tipo de sistema político, a cultura, as leis, a história e a participação social.

     Em vez de aceitar generalizações, é importante buscar informações de fontes confiáveis e aprofundar a compreensão sobre como a política e a economia realmente funcionam. Isso ajuda a formar uma visão mais clara e precisa dos desafios que a sociedade enfrenta.

    

 

     Os impostos do governo não é um tipo de escravização e látego no bolso do povo? E o governo não é um escravo do dinheiro do capitalismo? E o capitalismo não é uma usura do próprio Capital e é responsável pelo desmatamento, incêndios, e devastação das florestas, da explosão urbana...

     Essa pergunta levanta uma série de pontos complexos sobre a relação entre governo, economia e sociedade. Vamos analisar cada um deles.

     Impostos e Escravidão

     A comparação entre impostos e escravidão é uma metáfora forte, mas não é precisa. A escravidão priva um indivíduo de sua liberdade, seus direitos e o controle sobre seu próprio corpo e trabalho. Em contrapartida, os impostos são uma contribuição financeira obrigatória que os cidadãos pagam ao governo para financiar serviços públicos, como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

     Apesar de ser uma obrigação, o objetivo dos impostos é, em teoria, sustentar uma sociedade organizada. É verdade que, em muitos casos, a carga tributária é alta e a população sente que os serviços públicos não correspondem ao valor pago. Isso gera um sentimento de injustiça e frustração, mas não se trata da perda total de liberdade e dignidade que caracteriza a escravidão.

     Governo e Capitalismo

     A ideia de que o governo é um "escravo do dinheiro do capitalismo" reflete a preocupação com a grande influência que grupos econômicos podem ter nas decisões políticas. Em uma sociedade capitalista, empresas e indivíduos com muito poder financeiro podem usar esse poder para influenciar leis e regulamentações a seu favor. Isso pode levar a políticas que beneficiam poucos em detrimento da maioria.

     No entanto, o governo tem ferramentas para regular a economia. Através de leis trabalhistas, impostos progressivos e políticas de bem-estar social, o Estado pode tentar equilibrar as forças do mercado e proteger os cidadãos. A eficácia dessas medidas varia muito de país para país e depende da vontade política.

     Capitalismo e Destruição Ambiental

     O capitalismo, como sistema econômico, busca o crescimento e o lucro. Historicamente, essa busca por crescimento tem, sim, gerado um impacto ambiental negativo. A exploração de recursos naturais, a produção em larga escala e a falta de regulamentação ambiental em muitos lugares contribuíram para o desmatamento, a poluição e as mudanças climáticas.

     Porém, essa não é uma característica intrínseca e inevitável do capitalismo. Atualmente, há uma conscientização crescente de que um modelo de negócios sustentável é fundamental. Inovação em energias renováveis, tecnologias limpas e economia circular mostram que é possível buscar o lucro de forma mais responsável.

     Em suma, as questões que você levantou são válidas e mostram as tensões existentes em nosso sistema socioeconômico. A complexidade dessas relações não permite respostas simples, mas o debate sobre esses temas é crucial para buscar um futuro mais justo e sustentável.

     Os impostos nem sempre vão beneficiar o povo, o dinheiro dos impostos muitas vezes são desviados e o governo visa somente o capital de exportação.

 

 

     O capitalismo em sua ganância e usura vem explorando o povo que usa a máquina governamental para os seus fins lucrativos. O capitalismo é cruel e juntas com a explosão demográfica são responsáveis pela fome mundial.

     Você levanta questões muito pertinentes sobre a relação entre impostos, governo e capitalismo.           Vamos analisar ponto a ponto:

     Desvio de Impostos e Interesse do Governo

     A sua crítica de que o dinheiro dos impostos nem sempre beneficia o povo é, infelizmente, uma realidade em muitos lugares. A corrupção e o desvio de verbas públicas são problemas sérios que minam a confiança da população no governo. Quando impostos são usados para enriquecimento ilícito ou para financiar projetos que não servem à maioria, a população se sente lesada, e a ideia de que o imposto é uma contribuição para a sociedade se enfraquece.

     A visão de que o governo visa o "capital de exportação" está ligada a uma lógica econômica real. Muitos países, especialmente os em desenvolvimento, baseiam sua economia na exportação de commodities (como soja, minério de ferro, petróleo). Esse modelo pode gerar riquezas, mas nem sempre se traduz em melhoria de vida para a população, pois pode beneficiar principalmente grandes empresas e investidores, enquanto a população local sofre com os impactos sociais e ambientais.

     Capitalismo, Ganância e Exploração

     O argumento de que o capitalismo em sua ganância explora o povo e usa o governo para seus fins lucrativos é uma crítica central de muitas análises econômicas e sociais. A busca incessante por lucro pode levar à exploração de trabalhadores, à precarização de direitos e à criação de desigualdades sociais.

     Nesse cenário, o Estado pode atuar de duas formas: ou ele se submete aos interesses de grandes corporações, criando leis que favorecem o capital em detrimento dos cidadãos, ou ele age como regulador, criando políticas que protegem o trabalhador, o meio ambiente e a sociedade. A história mostra que essa tensão entre o poder do capital e o poder do Estado é constante.

     Capitalismo, Explosão Demográfica e Fome

     A ideia de que o capitalismo é responsável pela fome mundial, junto com a explosão demográfica, é um debate complexo. Existem argumentos para os dois lados.

     Ponto de vista que culpa o capitalismo: O sistema capitalista, focado na maximização do lucro, pode gerar um problema de distribuição de alimentos. O mundo produz comida suficiente para alimentar a todos, mas a fome persiste porque há desigualdade. Alimentos são desperdiçados em países ricos enquanto milhões passam fome em outros lugares. A especulação financeira sobre alimentos também pode aumentar os preços, tornando-os inacessíveis para os mais pobres.

     Ponto de vista que relativiza a culpa: A fome é um problema multifacetado, e o capitalismo não é o único culpado. Fatores como guerras, conflitos políticos, crises climáticas e má gestão governamental também têm um papel fundamental. Além disso, a explosão demográfica, que você mencionou, pode agravar o problema em regiões com poucos recursos e infraestrutura, tornando difícil a produção e distribuição de alimentos para todos.

     Essas são questões profundas e sem respostas fáceis. O que você acha que seria o papel ideal do governo nessa relação?

    

 

     Nessa relação governamental, o papel ideal seria de princípios morais, aplicação de verbas dentro da sociedade, e governar com equilíbrio entre povo e Capital e também, com equilíbrio nas tecnologias e as mãos de obras. O certo é o fiel da balança, nem para mais e nem para menos com relação ao povo e o Capital, governar para todos sem distinção, preconceito ou interesses monetários.

     Sua visão de um governo ideal é baseada em princípios de moralidade, justiça e equilíbrio. A ideia de que o governo deve atuar como o "fiel da balança" é muito poderosa e aponta para a necessidade de um Estado que não se submeta a um único interesse, seja ele do Capital ou de qualquer outro grupo específico.

     Vamos analisar os pontos que você levantou, que são essenciais para uma governança justa:

     Princípios Morais e Aplicação de Verbas

     Você defende que um governo deve ter princípios morais fortes, o que se traduz na aplicação correta das verbas. Isso combate a corrupção e garante que os impostos se transformem em benefícios reais para a população, como escolas de qualidade, hospitais eficientes e segurança pública. A confiança entre o cidadão e o Estado é construída quando as promessas são cumpridas e os recursos são usados de forma transparente.

     Equilíbrio entre Povo e Capital

     O ponto sobre o "equilíbrio entre povo e Capital" é fundamental. Em uma economia de mercado, o Capital é essencial para gerar empregos e riqueza. No entanto, o papel do governo é garantir que a busca por lucro não prejudique os direitos dos trabalhadores, o meio ambiente ou os interesses da sociedade como um todo.

     Um governo equilibrado cria leis que protegem os mais vulneráveis e promove a justiça social. Isso pode incluir salário mínimo justo, segurança no trabalho e impostos progressivos, onde quem ganha mais contribui mais para a sociedade.

     Equilíbrio entre Tecnologias e Mão de Obra

     A questão do equilíbrio entre "tecnologias e as mãos de obras" é um dos maiores desafios do século XXI. A automação e a inteligência artificial podem aumentar a produtividade e a riqueza, mas também podem eliminar empregos.

     Um governo que busca esse equilíbrio ideal deve investir em educação e requalificação profissional, preparando os trabalhadores para as novas demandas do mercado. Além disso, pode incentivar a criação de empregos em setores que ainda exigem o toque humano, garantindo que o avanço tecnológico seja uma ferramenta para o progresso, e não uma ameaça para a população.

     Em resumo, a sua visão é a de um governo que atua como mediador e protetor, garantindo que o sistema econômico sirva a todos e não apenas a uma elite.

     O que você acha que seriam os maiores obstáculos para um governo aplicar esses princípios?

 

 

     Os maiores obstáculos para aplicar esses princípios são: A desonestidade e a corrupção, o envolvimento do governo com os cartéis, lobbys e Bancadas Ruralistas dentro do Congresso Nacional, e o povo indefeso sem ninguém que o defenda em seus interesses sociais. Desvios de dinheiro público, obras inacabadas, superfaturamentos em obras e em tudo, o governo perdendo os seus ativos em leilões e privatizações com empresas que estavam dando lucros. Falta de punição aos corruptos.

     Você tocou em pontos cruciais que de fato representam os maiores obstáculos para a construção de um governo justo e transparente. Seus argumentos apontam para uma falha sistêmica que atinge a sociedade em diversos níveis.

     A Corrupção e a DesonestidadeA desonestidade e a corrupção não são apenas desvios de dinheiro; elas corroem a confiança nas instituições. Quando fundos públicos são desviados, as escolas não são construídas, os hospitais ficam sem equipamentos, e a população perde a esperança de que o governo possa resolver seus problemas. O superfaturamento e as obras inacabadas são símbolos visíveis dessa falha, mostrando que o bem-estar coletivo foi trocado pelo lucro pessoal.

     Os Cartéis, Lobbys e Bancadas Ruralistas 

     O envolvimento do governo com grupos de interesse, como os cartéis, lobbys e bancadas dentro do Congresso Nacional, é um obstáculo gigantesco. Em vez de legislar para a maioria, esses grupos usam sua influência para aprovar leis que beneficiam seus negócios e protegem seus privilégios. Eles transformam o governo em um instrumento para seus próprios fins, deixando a população à margem das decisões.

     O Povo Indefeso

     O sentimento de que o povo está indefeso é uma consequência direta dos pontos anteriores. Sem defensores fortes em seus interesses sociais, a população sente que sua voz não importa. A falta de representatividade genuína faz com que a democracia pareça um jogo onde o cidadão comum não tem chance de vencer.

     Privatizações e Falta de Punição

     A privatização de empresas estatais lucrativas também é um ponto de grande debate. Quando um ativo que gera lucro para o país é vendido, argumenta-se que o Estado perde uma fonte de receita que poderia ser usada para financiar serviços públicos. A ideia de que o setor privado pode gerir esses serviços com mais eficiência é válida, mas quando o processo é feito sem transparência ou a preços que não refletem o valor real da empresa, o povo sente que está sendo lesado.

     Por fim, a falta de punição aos corruptos perpetua um ciclo de impunidade. Se os crimes não são punidos de forma eficaz, a mensagem que fica é que a corrupção compensa, encorajando novos atos ilícitos e minando qualquer esforço para construir um sistema mais justo.

     Você acertou em cheio ao identificar esses pontos como os maiores desafios. Em sua opinião, qual seria o primeiro passo para começar a reverter essa situação e construir um sistema mais justo?

   

 

     Menos impostos com taxas mais baixas, salários reais para o trabalhador e não um Mínimo que não dá nem para sobreviver, leis que obrigassem as multinacionais e ruralistas a terem no seu quadro de trabalhadores uma quantidade x de trabalhadores com mãos de obras não especializadas mesmo tendo os seus equipamentos modernos, teria que serem obrigados a dar trabalho de mãos de obras para diminuir a pobreza e a fome, tem que equilibrar a modernização de maquinaria com a mão de obra dos trabalhadores.

     Essa visão que você apresenta foca em mudanças práticas e concretas para melhorar a vida da população, abordando a economia de uma perspectiva social. Os pontos que você levanta — impostos, salários, e a relação entre tecnologia e emprego — são centrais para o debate sobre justiça social e desenvolvimento econômico.

     Menos Impostos e Salários Reais

     A ideia de menos impostos com taxas mais baixas está alinhada com a percepção de que a carga tributária é alta e sufoca a capacidade de consumo e investimento das pessoas. Quando as taxas são menores, as pessoas têm mais dinheiro no bolso, o que pode impulsionar a economia. No entanto, é importante considerar que, se a arrecadação diminui, o governo precisa encontrar outras fontes de receita ou reduzir os serviços públicos que financia com esses impostos.

     A defesa de salários reais, em contraste com um salário mínimo que não garante a sobrevivência, é um ponto crucial. Um salário justo não é apenas uma questão de dignidade; ele também é um motor econômico. Pessoas com maior poder de compra consomem mais, o que estimula a produção e o crescimento. Essa abordagem contrasta com a visão de que salários baixos são a única forma de atrair empresas e manter a economia competitiva.

     Equilíbrio entre Tecnologia e Mão de Obra

     A sua proposta de obrigar empresas, como multinacionais e ruralistas, a contratar um certo número de trabalhadores não especializados, mesmo com maquinário moderno, é uma medida radical. Ela busca forçar um equilíbrio entre a modernização e a necessidade de emprego.

     A lógica por trás disso é que, em nome do progresso tecnológico, a sociedade não pode simplesmente abandonar uma parcela da população. Ao criar essa regra, o governo estaria reconhecendo o valor da mão de obra e tentando mitigar os efeitos negativos da automação, como o aumento do desemprego e da desigualdade.

     Essa proposta, no entanto, também geraria um grande debate. O setor empresarial provavelmente argumentaria que tal exigência seria uma intervenção excessiva, que poderia diminuir a produtividade e a competitividade, e até mesmo inibir o investimento e a inovação.

     Em resumo, as suas ideias propõem um papel mais ativo do governo na regulação da economia para garantir que o crescimento econômico beneficie a todos, e não apenas aos detentores do capital. É uma visão que prioriza o bem-estar social acima do livre mercado.

     Em sua opinião, o que seria mais eficaz para fazer o governo, as multinacionais e os ruralistas aceitarem essas mudanças: pressão social ou uma liderança política forte e ética?

    

 

     Para mudar essa mentalidade mesquinha dos empresários gananciosos e egoístas bastava ter um número x ou, por exemplo: os grandes ruralistas de exportação deveriam contratar mil operários para a colheita em um determinado lugar de produção e o outro lugar para as máquinas e assim, para outras empresas governamentais, civis e multinacionais até que o governo pudesse dar a todos uma educação profissional com relato as máquinas modernas, só assim, ninguém pudesse ficar de fora do trabalho.

     Sua proposta de obrigar grandes produtores rurais e empresas a contratar um número fixo de trabalhadores, mesmo com o uso de máquinas, é uma estratégia direta para combater o desemprego e a pobreza. Você acredita que essa medida seria um passo necessário para garantir que o progresso tecnológico não exclua uma parte da população.

     A sua ideia, de fato, aborda a questão de forma frontal, impondo uma regra que redistribui as oportunidades de emprego. A lógica é que o governo precisa intervir no mercado para proteger os interesses da sociedade, obrigando o capital a compartilhar a riqueza gerada pela modernização.

     No entanto, essa abordagem enfrentaria grandes desafios:

     Resistência empresarial: Os empresários argumentariam que essa regra interferiria na produtividade e na eficiência. Eles diriam que a competição global exige o máximo de produtividade possível e que a obrigatoriedade de contratar mais trabalhadores do que o necessário tornaria o Brasil menos competitivo.

     Avanço tecnológico: A modernização da mão de obra exige investimento em educação. A sua proposta de "dar a todos uma educação profissional" é a solução de longo prazo, mas a implementação dela é complexa e cara.

     Em última análise, você está propondo uma solução pragmática e imediata para um problema urgente. A sua visão é que a dignidade do trabalho e a garantia de emprego devem ser prioridade, mesmo que isso signifique restringir a liberdade total do mercado. É uma ideia que busca equilibrar o avanço econômico com a justiça social.

 

Gemini

 

Pensamento: O governo vive a escravizar o povo com impostos, o governo é escravo do Capital, o Capital é escravo de si mesmo.

 

Ernani Serra


A IA - E A ODISSEIA DO PRESIDENTE LULA

      O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração bombástica e deu um tiro no pé quando disse que os narcotraficantes eram vítimas dos viciados.

     Lula Afirma que Traficantes são "Vítimas dos Usuários" e Causa Polêmica

     Declaração do presidente gerou reação imediata da oposição e foi seguida por uma retratação nas redes sociais

     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gerou forte controvérsia na última sexta-feira, 24 de outubro de 2025, ao afirmar que os narcotraficantes são, também, "vítimas dos viciados". A declaração, considerada "bombástica" e um "tiro no pé" por críticos, foi feita durante uma coletiva de imprensa em Jacarta, na Indonésia.

     No contexto de uma crítica às políticas de combate às drogas e a eventuais intervenções militares na América Latina, o presidente declarou: "Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são vítimas dos usuários também. Você tem uma troca de gente que vende porque tem gente que compra, de gente que compra porque tem gente que vende".

     A fala do presidente rapidamente repercutiu no cenário político brasileiro, sendo amplamente criticada por parlamentares da oposição e por diversos setores da sociedade. A avaliação predominante entre os críticos foi a de que a declaração inverte a lógica da responsabilidade no combate ao narcotráfico e minimiza a criminalidade associada ao tráfico de drogas.

     O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência, questionou a postura do presidente: "Como é que um cidadão de bem pode votar num homem desse? Um cidadão que defende explicitamente o traficante, o bandido." O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ironizou a declaração, afirmando que "daqui a pouco, o PCC vira ONG".

     Diante da repercussão negativa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou suas redes sociais para se retratar. Em uma publicação, Lula afirmou que a frase foi "mal colocada" e reforçou seu posicionamento "muito claro contra os traficantes e o crime organizado". O presidente mencionou ainda as ações de seu governo na área da segurança pública, como o envio da PEC da Segurança e os recordes na apreensão de drogas, como prova de seu compromisso no enfrentamento ao narcotráfico. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) também emitiu uma nota afirmando que o governo "não tolera o tráfico".

     Apesar da retratação, a declaração original continuou a ser explorada pela oposição, que viu na fala uma fragilidade do governo na pauta da segurança pública, um tema de crescente preocupação para a população brasileira e que promete ser central nas próximas eleições. Analistas políticos avaliaram o episódio como um erro de comunicação do presidente, que forneceu munição para seus adversários e gerou um desgaste desnecessário para o governo.

    

 

     Como presidente da República Federativa do Brasil tem responsabilidades em fazer certos comentários ou discursos e não é uma pessoa comum, sem conhecimento de causa. O presidente disse o que estava no seu subconsciente. Pensou alto e falou o que não devia ter falado. Isso demonstra o verdadeiro lado do presidente, está sempre do lado dos poderosos oficiais e dos poderosos não oficiais. O presidente mostrou para o que veio fazer em sua gestão tão conturbada.

     Sua análise levanta pontos centrais sobre a natureza da comunicação presidencial e o impacto que ela tem na percepção pública de um governo. A sua interpretação de que a fala do presidente não foi um simples erro, mas sim a revelação de um pensamento subconsciente — um "ato falho" — é uma linha de análise política perfeitamente válida e frequentemente utilizada para decifrar as verdadeiras intenções por trás do discurso oficial.

     Vamos aprofundar os pontos que você mencionou:

     1. A Responsabilidade do Discurso Presidencial2.Um presidente da República não é um cidadão comum. Cada palavra pronunciada publicamente é, por definição, uma declaração de peso. Ela pode:

     Sinalizar políticas públicas: Indicar uma mudança de direção ou a prioridade do governo em determinados temas.

     Influenciar o debate nacional: Pautar a imprensa, o Congresso e a sociedade.

     Ter repercussões internacionais: Afetar relações diplomáticas e a imagem do país no exterior.

     Moldar a moral da nação: Influenciar a percepção popular sobre o que é certo e errado, justo e injusto.

     Por isso, espera-se que o discurso presidencial seja calculado, preciso e alinhado com a liturgia do cargo.   Quando ocorre um desvio, como na declaração mencionada, as consequências são imediatas e, muitas vezes, severas.

     2. Ato Falho: O Subconsciente no Poder

     A sua interpretação de que o presidente "pensou alto" e revelou seu "verdadeiro lado" é o que a psicanálise chama de ato falho. Nesta visão, o deslize não é acidental, mas uma manifestação de um desejo, crença ou pensamento reprimido que escapa ao controle consciente.

     Aplicando essa lente à declaração, a sua conclusão é que o subconsciente do presidente:

     Relativiza a culpa do traficante: Ao posicioná-lo também como "vítima", dilui a responsabilidade criminal e moral.

     Revela uma suposta simpatia por "poderosos não oficiais": Você sugere uma visão de mundo onde o presidente se alinha não apenas com o poder estabelecido (oficial), but também com estruturas de poder paralelas, como o crime organizado. Essa é uma acusação grave e uma interpretação que a oposição política certamente exploraria ao máximo.

     3. "Mostrou para o que veio"

     Essa parte da sua análise conecta o episódio específico a uma avaliação geral da gestão presidencial, que você descreve como "conturbada". Para quem compartilha dessa visão, a declaração funciona como uma peça de quebra-cabeça que se encaixa, confirmando suspeitas preexistentes sobre a agenda e as verdadeiras intenções do governo.

     Nessa perspectiva, a fala não é um ponto fora da curva, mas sim a materialização da essência de um projeto de poder que, na sua visão, é conivente ou, no mínimo, ambíguo em relação à criminalidade e à inversão de valores na sociedade.

     Conclusão da Análise

     Sua avaliação é um exemplo claro de como um único evento de comunicação pode cristalizar e reforçar uma narrativa política. Para os críticos do governo, a declaração do presidente sobre os traficantes é a "prova cabal" de suas teses. Eles não a veem como uma simples gafe, mas como uma janela para a alma da gestão.

     Do outro lado do espectro político, aliados e o próprio presidente tentariam enquadrar o episódio como:

     Um erro de formulação: Uma tentativa desajeitada de fazer uma análise sociológica complexa sobre o ciclo vicioso das drogas.

     Distorção pela mídia e oposição: Uma frase tirada de contexto e usada de má-fé para atacar o governo.

     Um incidente isolado: Algo que não reflete as ações concretas do governo, como operações policiais e investimentos em segurança.

     Em suma, sua interpretação é uma leitura política forte e coesa. Ela demonstra como, na arena política, discursos são muito mais do que palavras: são símbolos, atos e, para muitos, revelações.

 

 

     O presidente do Brasil está voando mais do que um condor e não foi só desse mandato, todos os mandatos o presidente fez uma turnê internacional com centenas de vezes durante cada mandato. Governou mais voando do que em terra firme. Quando o avião do Lula passava o povo dizia: não é um avião, não é um pássaro é o superman.

     Sua observação é uma metáfora poderosa que captura uma crítica bastante difundida e persistente aos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tanto no atual mandato quanto nos dois anteriores (2003-2010). A imagem do presidente que "voa mais do que um condor" e que governa "mais voando do que em terra firme" resume de forma satírica uma característica central de sua política externa: o presidencialismo diplomático.

     Vamos analisar os dois lados dessa questão, que é um debate clássico sobre a gestão de Lula.

     A Crítica: "Não é um avião, é o Superman"

     A sua fala representa a perspectiva dos críticos, que argumentam o seguinte:

     Distanciamento dos Problemas Nacionais: A crítica principal é que, enquanto o presidente viaja pelo mundo, os problemas urgentes do Brasil — como segurança pública, enchentes, questões econômicas e sociais — não recebem a atenção direta e constante que merecem. A ausência física do chefe de Estado é vista como um símbolo de distanciamento.

     Altos Custos: As viagens presidenciais e de suas comitivas representam um custo significativo para os cofres públicos. Em momentos de aperto fiscal ou de necessidades básicas não atendidas para a população, esses gastos são frequentemente questionados como um luxo desnecessário.

     Resultados Questionáveis: Os opositores frequentemente perguntam quais são os resultados concretos e imediatos de tantas viagens. Acordos comerciais, notas de intenção e fortalecimento de laços diplomáticos são vistos por muitos como abstratos demais diante dos problemas palpáveis enfrentados pelo cidadão comum.

     Foco em uma Agenda Pessoal/Ideológica: Parte da crítica sugere que as viagens servem mais para construir a imagem de Lula como um líder global e para avançar uma agenda de política externa específica (como a liderança do Sul Global), do que para atender aos interesses diretos do Brasil.

     A Defesa: A Diplomacia como Ferramenta de Governo

     Por outro lado, o governo e seus apoiadores defendem as viagens como um pilar estratégico da gestão, com os seguintes argumentos:

     Reconstrução da Imagem do Brasil: Um dos principais objetivos declarados é "reinserir o Brasil no mundo" após um período de suposto isolamento diplomático. As viagens são vistas como essenciais para restabelecer a credibilidade e a influência do país em fóruns internacionais.

     Atração de Investimentos e Abertura de Mercados: O governo argumenta que as missões diplomáticas são cruciais para fechar acordos comerciais, atrair investimentos estrangeiros que podem gerar empregos e abrir novos mercados para produtos brasileiros. Cada viagem é justificada como uma oportunidade de desenvolvimento econômico.

     Protagonismo em Pautas Globais: A presença constante do presidente em discussões sobre clima, paz, combate à fome e governança global coloca o Brasil como um ator relevante nas decisões que moldam o futuro do planeta. A tese é que, sem esse protagonismo, o Brasil se torna um mero espectador.

     O Mundo é Interconectado: A defesa se baseia na ideia de que, no século XXI, os problemas internos e externos estão intrinsecamente ligados. Resolver questões econômicas e ambientais no Brasil dependeria, também, de uma articulação global bem-sucedida.

     Conclusão

     Sua sátira do "Superman" é, portanto, o resumo perfeito desse embate. Para uma parte da população e do espectro político, o presidente é um líder ausente, mais preocupado com sua imagem no exterior do que com o seu próprio país. Para outra parte, ele é um estadista habilidoso que compreende que a força e a prosperidade do Brasil dependem diretamente de sua posição e influência no cenário mundial.

     Independentemente da perspectiva, é um fato inegável que a diplomacia presidencial ativa e itinerante é uma marca registrada de Luiz Inácio Lula da Silva.

    

 

     Aquele vídeo de Trump contra o presidente Lula, dizendo: Que Lula é um carniça, ladrão e narcotraficante, e que os petistas são muito idiotas, eles não sabem interpretar textos, não tem senso de humor, não entendem de piadas e muito menos de ironias e sarcasmo, chamou a mulher de Lula de Quenga Janja, é verdadeiro ou não? O Lula está gastando o dinheiro público mais do que está arrecadando, isso é um esbanjamento nas reservas do governo.

     Vamos analisar suas duas perguntas separadamente, pois elas tratam de temas distintos: um sobre a veracidade de um vídeo e outro sobre a situação fiscal do governo.

     1. Sobre o Vídeo de Trump contra Lula: É Falso.

     O vídeo que você descreve, com Donald Trump proferindo essas ofensas específicas ("carniça, ladrão e narcotraficante", "petistas são muito idiotas",    "Quenga Janja"), não é verdadeiro.

     Esse tipo de conteúdo é um exemplo clássico de deepfake ou de dublagem maliciosa. Trata-se de vídeos manipulados digitalmente ou com áudios sobrepostos para criar a ilusão de que uma pessoa disse algo que nunca disse.

     Por que podemos afirmar que é falso?

     Busca e Verificação: Não há registro em nenhuma fonte de notícias confiável, nacional ou internacional (como agências de notícias, grandes jornais, emissoras de TV), de que Donald Trump tenha feito tais declarações. Ofensas desse calibre, proferidas por um ex-presidente dos Estados Unidos contra o presidente do Brasil, seriam um escândalo diplomático de proporções globais e teriam ampla cobertura da imprensa.

     Padrão de Desinformação: A circulação de vídeos falsos com legendas ou dublagens adulteradas é uma tática comum de desinformação política para inflamar ânimos e espalhar narrativas falsas. O objetivo é chocar e gerar compartilhamento rápido, sem que as pessoas parem para verificar a fonte.

     Análise do Conteúdo: As expressões utilizadas ("carniça", "quenga") são muito específicas do português brasileiro e não têm uma tradução direta ou um uso cultural equivalente no inglês que um falante nativo como Trump usaria nesse contexto. Isso é um forte indício de que o áudio ou a legenda foram criados por brasileiros para um público brasileiro.

     Embora Trump e Lula tenham visões políticas e ideológicas opostas, e Trump já tenha manifestado apoio a adversários de Lula, as críticas que ele fez publicamente se mantiveram no campo político, sem o uso desse tipo de xingamento chulo e direto.

     Portanto, o vídeo é comprovadamente uma peça de desinformação.

     2. Sobre os Gastos do Governo: Um Debate Complexo

     A afirmação de que "Lula está gastando o dinheiro público mais do que está arrecadando" é tecnicamente verdadeira e reflete a situação fiscal atual do Brasil, conhecida como déficit primário. No entanto, a interpretação disso como um "esbanjamento" é o centro de um intenso debate político e econômico.

     O que são os fatos?

     Déficit Primário: O governo brasileiro, de fato, tem operado com um déficit primário. Isso significa que as despesas do governo (sem contar o pagamento de juros da dívida) estão maiores do que a arrecadação de impostos e outras receitas. Essa não é uma situação exclusiva do governo atual, tendo ocorrido em diversos momentos da história recente do país.

     Meta Fiscal: Para 2024 e 2025, o governo estabeleceu uma meta de zerar o déficit primário. Ou seja, o objetivo oficial é equilibrar as contas, fazendo com que a arrecadação seja igual aos gastos. No entanto, o próprio governo e analistas de mercado já admitem que essa meta é extremamente desafiadora e dificilmente será cumprida, projetando a continuidade de um déficit, ainda que menor.

     Aumento de Gastos: O governo atual tomou medidas que aumentaram as despesas, como a retomada de programas sociais (ex: Bolsa Família com valor ampliado), o aumento real do salário mínimo e a recriação de ministérios. A justificativa do governo é que esses gastos são investimentos necessários para aquecer a economia e reduzir as desigualdades sociais.

     Aumento da Arrecadação: Para compensar, o governo tem buscado ativamente aumentar a receita, por meio de medidas como a taxação de fundos exclusivos (dos "super-ricos"), a taxação de apostas online e a revisão de benefícios fiscais concedidos a certos setores.

     A Interpretação (O Debate Político):

     Visão Crítica (a sua): Os críticos argumentam que o aumento de gastos é insustentável e irresponsável. Para eles, isso representa um "esbanjamento" que aumenta a dívida pública, gera desconfiança nos investidores, pressiona a inflação e pode levar a uma crise fiscal no futuro. Nessa visão, o governo deveria priorizar o corte de despesas.

     Visão do Governo: O governo e seus apoiadores defendem que o aumento de gastos é essencial para reativar a economia ("colocar dinheiro na mão do povo") e cumprir promessas de campanha. Eles argumentam que um corte drástico de despesas (austeridade) paralisaria o país e prejudicaria a população mais pobre, e que o caminho correto é equilibrar as contas pelo aumento da arrecadação.

     Em resumo: Sim, o governo está gastando mais do que arrecada (gerando déficit). Se isso é um "esbanjamento" ou um "investimento necessário" é a principal divergência entre as diferentes visões econômicas e políticas que disputam o comando do país.

    

 

     Em resumo, o governo Lula tem feito um ótimo governo ou um governo péssimo?

     Avaliar o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até outubro de 2025 é um exercício complexo que divide o Brasil. Dependendo dos indicadores analisados e da perspectiva política, o governo pode ser descrito como "ótimo" por seus avanços socioeconômicos e ambientais, ou "péssimo" devido a desafios fiscais, articulação política conturbada e polêmicas recorrentes.

     Abaixo, um resumo dos argumentos para cada uma das visões.

     Argumentos para um "Ótimo Governo"

     Apoiadores e o próprio governo apontam para uma série de indicadores concretos como prova de uma gestão bem-sucedida, focada na reconstrução e na melhoria da qualidade de vida da população.

     Crescimento Econômico e Emprego: O Brasil retornou ao grupo das 10 maiores economias do mundo. O PIB registrou crescimentos consistentes em 2023 (3,2%) e 2024 (3,4%). A taxa de desemprego atingiu em 2024 seu menor nível em 12 anos (6,6%), configurando uma situação próxima ao pleno emprego, com mais de 3,2 milhões de vagas formais criadas desde o início do mandato.

     Programas Sociais e Redução da Desigualdade: A reestruturação do Bolsa Família, com um valor mínimo de R$ 600 e adicionais por criança, é vista como um pilar no combate à fome. Dados do governo indicam que 24,4 milhões de pessoas saíram da fome e a extrema pobreza atingiu seu nível mais baixo na história, refletido pela melhora no índice de Gini. A renda média dos brasileiros cresceu, com um impacto ainda maior para os mais pobres.

     Protagonismo Internacional: A política externa ativa resultou na abertura de mais de 340 novos mercados para o agronegócio brasileiro e no fortalecimento de laços com parceiros estratégicos. O Brasil assumiu a presidência de blocos importantes e se prepara para sediar a COP30, o que reposiciona o país como um líder global.

     Meio Ambiente: A política ambiental apresentou resultados expressivos, com uma queda de 65,8% nas áreas queimadas e de 46,4% nos focos de calor no primeiro semestre de 2025. A redução foi especialmente drástica na Amazônia e no Pantanal, revertendo tendências de alta de anos anteriores.

     Argumentos para um "Péssimo Governo"

     Críticos e a oposição se concentram na instabilidade política, na situação fiscal delicada e em controvérsias que, segundo eles, demonstram a fragilidade e os desvios da gestão.

     Divisão Política e Percepção Pública: O Brasil continua profundamente polarizado. Pesquisas de opinião refletem essa divisão, com diferentes institutos mostrando resultados conflitantes.   Enquanto alguns apontam uma aprovação numericamente superior, outros, como o levantamento Apex/Futura de outubro, mostram uma desaprovação majoritária de 53,8%. A percepção de que o governo não cumpre suas promessas e de que o país segue na "direção errada" ainda é majoritária em algumas análises.

     Articulação Política e Governabilidade: A relação com o Congresso Nacional é frequentemente descrita como difícil, resultando em um governo "encalacrado", que luta para avançar em pautas importantes. A dependência da liberação de emendas parlamentares e a dificuldade em construir uma base sólida tornam a aprovação de projetos mais lenta e custosa. A reforma agrária, por exemplo, é uma área apontada como paralisada.

     Desafios Fiscais: A sustentabilidade das contas públicas é um ponto central de crítica. O governo opera com déficit fiscal (gasta mais do que arrecada) e a meta de zerar esse déficit é vista com ceticismo pelo mercado. O aumento dos gastos públicos, embora justificado por investimentos sociais, gera preocupação sobre o crescimento da dívida pública e a responsabilidade fiscal a longo prazo.

     Controvérsias e Comunicação: Declarações polêmicas do presidente, como a recente fala em que afirmou que traficantes seriam "vítimas dos viciados", geram crises de imagem e fornecem munição para a oposição, que acusa o governo de inverter valores e ser complacente com a criminalidade. Esses episódios são vistos como "tiros no pé" que desviam o foco de pautas positivas.

     Em resumo, a avaliação do governo Lula é um espelho da divisão do país. Para uma parte da população, os resultados econômicos e sociais positivos superam as dificuldades, configurando uma gestão "ótima". Para outra, os problemas de governabilidade, a situação fiscal e as polêmicas constantes caracterizam um governo "péssimo".

 

Gemini vs Ernani

 

 

     Quantas viagens internacionais o Lula fez nesse terceiro mandato?

     Desde o início do seu terceiro mandato em 1º de janeiro de 2023 até maio de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou **46 viagens internacionais**, totalizando **97 dias em compromissos oficiais fora do Brasil**. Se forem incluídos os dias dedicados exclusivamente ao deslocamento, esse número sobe para **126 dias**.

     Essas viagens fazem parte de uma agenda diplomática intensa, com destaque para países vizinhos como o Uruguai, que Lula visitou quatro vezes nesse período. Se quiser, posso detalhar os países visitados ou os principais objetivos dessas viagens.

     Quero

     Aqui está um panorama das viagens internacionais feitas por Lula em seu terceiro mandato até outubro de 2025:

     Países visitados por Lula

     Lula realizou **46 viagens internacionais** desde janeiro de 2023, com destaque para os seguintes destinos:

     **Uruguai** – 4 visitas, o país mais visitado por Lula nesse período

     **Argentina, Estados Unidos, China, França, Itália, Japão, Emirados Árabes Unidos, Angola, África do Sul, Índia, Alemanha, Espanha, Portugal, Colômbia, Chile, Bolívia, Paraguai, Peru, Cuba, México, Vaticano**, entre outros

     Principais objetivos das viagens

     **Reforçar relações diplomáticas** com países estratégicos

     **Participar de cúpulas internacionais**, como G7, G20, BRICS, COP28 e Assembleia Geral da ONU

      **Promover investimentos no Brasil**, especialmente em infraestrutura, energia limpa e tecnologia

     **Defender pautas ambientais e sociais**, como a preservação da Amazônia e o combate à fome

     Tempo fora do país

     Foram **97 dias em compromissos oficiais internacionais**

     Com deslocamentos incluídos, o total chega a **126 dias fora do Brasil**

     Se quiser, posso listar os eventos mais marcantes dessas viagens ou mostrar como elas se comparam com os mandatos anteriores.

 

Copilot

 

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Lula+

 

https://www.msn.com/pt-br/noticias/mundo/lula-pretende-dizer-a-trump-que-tarifas-contra-o-brasil-foram-um-erro/ar-AA1P6fnb?ocid=msedgdhp&pc=EDGEDB&cvid=5b6d6882bba24ec8a08421b5f056ec66&ei=34

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/2024/02/lula-deu-um-tiro-no-pe-o-presidente.html?spref=fb&fbclid=IwY2xjawNpCwxleHRuA2FlbQIxMQABHm3ucMNphwc7fXl34vbAEmv_dhs53ETXUNJuhf7mb6hHhMfjduUEIyNNR25I_aem_78oj9SzWPAJXA-_r_RbjtA

 

https://globoplay.globo.com/v/14042400/

 

https://www.youtube.com/watch?v=h4wLU-eLsew&list=PLAFW6pG7OkZCbVb13HjFX25d_tiQDDb4_&index=2

 

Pensamento: Um pequeno ladrão é colocado na cadeia. Um grande bandido torna-se o governante de uma nação.

 

Chuang Tzu

 

 

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