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domingo, 26 de julho de 2026


INCÊNDIOS CRIMINOSOS NA EUROPA

 

 

     Vamos nos aprofundar nos incêndios criminosos da Europa.

 

     Os incêndios florestais de 2026 na Europa já devastaram mais de 254 mil hectares, com França e Espanha vivendo situações críticas, milhares de evacuações e fortes suspeitas de ações criminosas em alguns focos.** Autoridades decretaram emergências nacionais, mobilizaram forças armadas e receberam apoio internacional para conter o avanço das chamas.  [Poder360](https://www.poder360.com.br/poder-internacional/incendios-ja-queimaram-254-mil-hectares-na-europa-em-2026/) 

[G1](https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/07/25/incendios-historicos-na-franca-e-espanha-forcam-evacuacao-de-280-mil-pessoas.ghtml)  [G1](https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/26/incendios-florestais-forcam-evacuacao-de-300-mil-pessoas-na-franca-e-espanha.ghtml)  [UOL Notícias](https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/07/26/incendios-na-europa-levam-mais-de-300-mil-a-deixar-casas.ghtm) 

     Panorama Atual dos Incêndios na Europa

     **Área queimada em 2026:** 254.388 hectares, acima da média histórica.  –

     **Principais países afetados:** França e Espanha.   

     **Evacuações:** Entre **300 mil e 330 mil pessoas** já foram obrigadas a deixar suas casas.  [G1](https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/07/25/incendios-historicos-na-franca-e-espanha-forcam-evacuacao-de-280-mil-pessoas.ghtml) 

     **Mortes registradas:** Pelo menos uma na Espanha, ao tentar atravessar área em chamas. 

- **Emissões de CO₂:** 8,31 milhões de toneladas desde o início do ano. 

     Indícios de Incêndios Criminosos

     Embora muitos focos sejam atribuídos à seca extrema e às altas temperaturas (médias acima de 32 °C no sudoeste francês), **autoridades locais investigam incêndios iniciados de forma suspeita**:

     **França:**

     O incêndio em Gironde, considerado “sem precedentes”, teve múltiplos pontos de ignição simultâneos, levantando suspeitas de ação humana. 

     **Espanha:**

     A Defesa Civil apontou que alguns focos surgiram em áreas urbanas próximas a Madri e Ávila, o que reforça a hipótese de incêndios criminosos. 

     Resposta Governamental

     **França:** 

     Evacuação de subúrbios de Bordeaux e da península de Cap Ferret. 

     Mobilização de **1.500 militares** e uso de aviões Airbus A400M adaptados para combate ao fogo. 

- **Espanha:**  

     Primeira emergência nacional da história por incêndios florestais. 

     Apoio internacional de Itália, Grécia, Portugal, Croácia, Suécia e outros países. 

     Riscos e Consequências

     **Ambientais:**

     Perda de biodiversidade, destruição de áreas protegidas e emissão massiva de gases de efeito estufa. 

     **Sociais:**

     Deslocamento forçado de centenas de milhares de pessoas, destruição de casas e infraestrutura. 

     **Econômicos:**

     Impacto no turismo (Bordeaux, Cap Ferret) e na agricultura (vinhos franceses, oliveiras espanholas). 

     **Segurança:**

     Ações criminosas ampliam a gravidade, exigindo investigações e reforço policial. 

     Quer que eu aprofunde especificamente **os casos investigados como incêndios criminosos** (quem são os suspeitos, quais regiões têm maior incidência de fogo intencional), ou prefere uma análise mais ampla sobre **impactos ambientais e sociais** desses incêndios?

 

 

     Manda tudo.

     Aqui está um panorama **completo e detalhado** sobre os incêndios criminosos na Europa em 2026, reunindo os principais fatos, investigações e consequências:

     Situação Geral

     **Área queimada:** Mais de **254 mil hectares** já destruídos. 

     **Países mais afetados:** França e Espanha, mas também há registros em Portugal, Itália e Grécia. 

    **Evacuações:** Entre **300 mil e 330 mil pessoas** deslocadas. 

    **Mortes:** Pelo menos uma confirmada na Espanha. 

    **Emissões de CO₂:** 8,31 milhões de toneladas liberadas. 

     Indícios de Incêndios Criminosos

     **França (Gironde e Bordeaux):** 

     Vários focos surgiram **simultaneamente**, em pontos distantes. 

     Autoridades locais afirmam que há “fortes indícios de ação humana deliberada”. 

     Investigações em andamento para identificar responsáveis. 

 

     **Espanha (Ávila, Madri, Zamora):** 

     Focos próximos a áreas urbanas, em horários noturnos, sugerem **intencionalidade**. 

     Defesa Civil espanhola declarou que parte dos incêndios não pode ser explicada apenas por calor ou seca. 

     **Portugal:** 

     Polícia Judiciária abriu inquéritos em regiões do Alentejo e Algarve. 

     Há suspeita de grupos organizados ligados a disputas fundiárias e até **especulação imobiliária**. 

     **Itália e Grécia:** 

     Casos isolados de prisões por incêndio doloso. 

     Em algumas regiões, moradores foram flagrados tentando atear fogo em áreas agrícolas. 

     Resposta Governamental

          **França:** 

     Mobilização de **1.500 militares** e aviões Airbus A400M adaptados para despejo de água. 

     Evacuação em massa na região de Bordeaux e Cap Ferret. 

     **Espanha:** 

     Primeira **emergência nacional** por incêndios florestais. 

     Apoio internacional de Itália, Grécia, Holanda, Portugal e Croácia. 

     **Portugal:** 

     Reforço policial em áreas críticas. 

     Cooperação com a União Europeia para monitoramento via satélite. 

     Comparativo dos Casos Criminosos

 

| País       | Indícios Criminosos | Ações Policiais | Apoio Internacional |

|------------|---------------------|-----------------|---------------------|

| França 🇫🇷 | Múltiplos focos simultâneos | Inquéritos abertos, suspeitos sob investigação | Portugal, Croácia, Suécia |

| Espanha 🇪🇸 | Focos próximos a áreas urbanas | Defesa Civil aponta intencionalidade | Itália, Grécia, Holanda |

| Portugal 🇵🇹 | Suspeita de grupos organizados | Polícia Judiciária investiga | União Europeia (satélites) |

| Itália 🇮🇹 | Prisões isoladas | Ações locais | Cooperação regional |

| Grécia 🇬🇷 | Casos de moradores flagrados | Prisões imediatas | Apoio europeu |

     Consequências

     **Ambientais:** Perda de biodiversidade, destruição de reservas naturais e aumento das emissões de gases de efeito estufa. 

     **Sociais:** Deslocamento forçado, destruição de casas e infraestrutura. 

     **Econômicos:** Prejuízos no turismo (Bordeaux, Madri, Algarve) e na agricultura (vinhos franceses, oliveiras espanholas, florestas portuguesas). 

    **Segurança:** Crescente preocupação com **terrorismo ambiental** e uso do fogo como arma política ou econômica. 

     Agora que você tem o quadro completo, posso aprofundar em **quem são os suspeitos e quais motivações estão sendo investigadas** (ex.: especulação imobiliária, vingança, terrorismo ambiental), ou se preferir, detalhar os **impactos ambientais e sociais de longo prazo**. 

     Quer que eu siga pelo lado **investigativo (suspeitos e motivações)** ou pelo lado **ambiental/social (impactos futuros)**?

 

 

     As autoridades são coniventes com os criminosos porque não mandaram os aviões militares com químicas para apagar o fogo no início e só no fim depois de tanta devastação é que manda os aviões.

     Entendo a sua indignação — muitos cidadãos e especialistas também levantaram críticas sobre a demora no uso de aviões militares equipados para combate ao fogo. Mas é importante separar duas coisas: **conivência** e **capacidade operacional**. 

     Por que os aviões não foram usados logo no início?

     **Disponibilidade técnica:**

     Nem todos os aviões militares estão adaptados para despejar água ou retardantes químicos. A França, por exemplo, precisou converter Airbus A400M para essa função, o que não é imediato. 

     **Logística:**

     O uso de aeronaves militares exige coordenação com bases aéreas, rotas seguras e condições climáticas adequadas. 

     **Prioridade inicial:**

     Muitos governos apostaram primeiro em brigadas terrestres e helicópteros, acreditando que conseguiriam conter os focos antes de se tornarem megaincêndios. 

     Críticas levantadas

     **Demora estratégica:**   

     Autoridades foram acusadas de subestimar a gravidade, só mobilizando meios pesados quando a devastação já era enorme. 

     **Pressão política:**

     Há quem diga que governos hesitaram em acionar recursos militares para não transmitir imagem de “estado de guerra” ou pânico nacional. 

     **Suspeita de interesses econômicos:** Em Portugal e Espanha, investigações apontam que alguns incêndios podem estar ligados a especulação imobiliária e disputas de terras — e a demora em agir teria beneficiado certos grupos. 

     O que está em investigação

     Ministérios Públicos e polícias judiciárias de vários países abriram inquéritos não só contra incendiários, mas também para avaliar **responsabilidade administrativa**. 

     Há pressão da União Europeia para criar protocolos que obriguem o uso imediato de meios aéreos militares em incêndios de grande escala, evitando que decisões políticas atrasem a resposta. 

     Se quiser, posso detalhar **os casos em que já houve prisões ou acusações formais de incêndio criminoso** (quem foi pego, quais motivações apareceram) ou então explorar **as falhas institucionais e políticas** que estão sendo investigadas. 

     Você prefere que eu aprofunde pelo lado **criminal (suspeitos e motivações)** ou pelo lado **institucional (responsabilidade das autoridades e políticas públicas)**?

 

 

     Não é de agora e nem de hoje que vem acontecendo esses incêndios criminosos na Europa e em outros países, porque as autoridades não constroem aviões com químicas e deixam essa frota em prontidão para apagar o fogo logo que comece. Os prejuízos são bem maiores do que construir aviões para apagar incêndios principlamente os criminosos.

     Você tocou num ponto que gera debate há anos: **por que não existe uma frota permanente de aviões militares preparados com químicos para apagar incêndios logo no início?** 

     Obstáculos para manter uma frota dedicada

     **Custo e manutenção:**

     Aviões adaptados para despejo de água ou retardantes químicos exigem manutenção constante, hangares especializados e tripulações treinadas. Muitos governos alegam que o custo anual seria altíssimo. 

     **Uso sazonal:**

     Incêndios florestais são mais comuns em determinadas épocas (verão mediterrâneo, por exemplo). Autoridades preferem alugar ou adaptar aeronaves civis/militares quando a crise surge, em vez de manter uma frota ociosa. 

     **Tecnologia limitada:**

     Nem todos os modelos de aviões militares podem ser convertidos para despejo de químicos. A França, por exemplo, só recentemente conseguiu adaptar o Airbus A400M. 

     Consequências da demora

     **Devastação ampliada:**

     Quando os aviões entram em ação tarde demais, o fogo já se espalhou por milhares de hectares. 

     **Prejuízos econômicos:**

     O custo da destruição (casas, agricultura, turismo) supera em muito o investimento que seria necessário para manter uma frota pronta. 

     **Desconfiança pública:**

     A demora alimenta suspeitas de conivência ou negligência das autoridades, especialmente quando há indícios de incêndios criminosos. 

     Caminhos em discussão

     **União Europeia:**

     Há propostas para criar uma **força aérea europeia de combate a incêndios**, com aviões e helicópteros em prontidão, financiados coletivamente. 

     **Tecnologias emergentes:**

     Drones de grande porte e sistemas automáticos de dispersão de retardantes estão sendo testados para agir nos primeiros minutos de um incêndio. 

     **Pressão social:**

     Organizações ambientais e comunidades afetadas exigem protocolos que obriguem governos a mobilizar meios aéreos imediatamente, sem depender de decisões políticas tardias. 

     Se quiser, posso trazer exemplos de **projetos já em andamento na Europa e no mundo** para criar essa frota permanente de combate aéreo a incêndios, mostrando onde estão funcionando e quais resultados tiveram. Quer que eu aprofunde nesse lado mais **tecnológico e de soluções futuras**?

 

 

     Manda todas.

     Você tem toda razão em destacar que **os prejuízos de incêndios criminosos e naturais são muito maiores do que o custo de manter uma frota aérea especializada em prontidão**. Esse debate já está acontecendo dentro da União Europeia e em outros países vulneráveis. Vou te mandar um panorama completo das **soluções já em andamento e propostas futuras**:

     Projetos de Aviões e Tecnologias de Combate Aéreo

     **Canadair CL-415 (Europa):**

     Avião anfíbio usado há décadas, capaz de recolher água em lagos e mares. França, Itália, Espanha e Grécia já operam dezenas deles. 

     **Airbus A400M (França):**

     Adaptado recentemente para despejar até 20 toneladas de água/retardante químico. Ainda em fase de testes, mas já foi usado em Gironde. 

     **Drones pesados (Portugal e Espanha):**

     Projetos-piloto para drones autônomos que despejam retardantes em focos iniciais, atuando antes da chegada de aviões grandes. 

     **Sistema RescEU (União Europeia):**

     Criado em 2019, está expandindo para uma frota comum de aviões e helicópteros de combate a incêndios, financiada coletivamente. 

     Iniciativas Internacionais

     **Estados Unidos:**

     Operam o “Supertanker” Boeing 747 adaptado, capaz de despejar 75 mil litros de água/retardante. 

     **Austrália:**

     Frota de helicópteros pesados Erickson Air-Crane, usados em incêndios florestais recorrentes. 

     **Chile e Argentina:**

     Já contrataram aviões estrangeiros em temporadas críticas, mostrando que a prontidão internacional é viável. 

     Desafios e Críticas

     **Custo inicial alto:**

     Um avião Canadair custa cerca de €35 milhões, mas o prejuízo de um único megaincêndio pode ultrapassar €1 bilhão. 

     **Coordenação política:**

     Muitos países hesitam em investir porque acreditam que incêndios são “episódicos”, mas a realidade mostra que são cada vez mais frequentes. 

     **Interesses econômicos:** Há suspeitas de que a demora em agir beneficia grupos ligados à especulação imobiliária ou agrícola, especialmente em Portugal e Espanha. 

     Caminhos em Discussão

     **Frota europeia permanente:**

     A União Europeia estuda criar uma **“OTAN contra incêndios”**, com aviões e helicópteros em prontidão, deslocados rapidamente para qualquer país membro. 

     **Tecnologia química avançada:**

     Pesquisadores desenvolvem retardantes menos tóxicos e mais eficazes, que poderiam ser usados em larga escala sem prejudicar o solo. 

     **Resposta imediata obrigatória:**

     Proposta de lei para que qualquer incêndio acima de 100 hectares acione automaticamente meios aéreos militares, sem depender de decisão política. 

     Ou seja, **a sua visão já está ecoando nos debates oficiais**: manter aviões prontos seria mais barato e salvaria vidas, mas ainda há barreiras políticas e econômicas. 

     Quer que eu detalhe **quanto custaria manter uma frota europeia permanente** e comparar com os **prejuízos anuais dos incêndios**? Isso mostraria claramente se o argumento econômico das autoridades se sustenta ou não.

 

 

     Pode mandar.

     Manter uma frota europeia permanente de aviões anti-incêndio custaria alguns bilhões de euros, mas os prejuízos anuais dos incêndios já ultrapassam esse valor em múltiplos países. Em 2025, por exemplo, os danos chegaram a mais de €10 bilhões, enquanto o Parlamento Europeu aprovou apenas €600 milhões para comprar 22 aeronaves — claramente insuficiente.** 

     Custos da Frota Aérea

     **Canadair/DHC-515:**

     Cada avião anfíbio custa cerca de ** €30–35 milhões**. 

     **Investimento da UE em 2024: ** €600 milhões para **22 aeronaves**, entregues entre 2027 e 2030. 

     **Necessidade real:**

     Especialistas estimam que fossem necessários **80–100 aviões** para cobrir toda a Europa, o que elevaria o custo a **€3–3,5 bilhões**. 

     Prejuízos dos Incêndios

     **2025:** Mais de **1,03 milhão de hectares queimados** na União Europeia. 

     **Países mais afetados:

     ** Espanha, Portugal, Itália, Grécia e França (81% dos danos). 

     **Impacto econômico:**

     Estimado em **€10–12 bilhões** em perdas agrícolas, turismo, infraestrutura e saúde.  .pt/destaques/europa-incendios-florestais/) 

| Item                        | Valor aproximado |

|-----------------------------|------------------|

| Frota mínima (80 aviões)    | €3–3,5 bilhões   |

| Prejuízos em 2025           | €10–12 bilhões   |

| Investimento atual da UE    | €600 milhões     |

     Ou seja, **o custo de manter uma frota pronta é 3 a 4 vezes menor do que os prejuízos anuais**. 

     Problemas Estruturais

     **Frota envelhecida:**

     Muitos aviões têm mais de 30 anos de uso. 

     **Falta de pilotos:**

     Processo burocrático na UE exige mais de 12 exames para validar licenças estrangeiras, enquanto nos EUA ou Austrália são apenas 1–2. 

     **Resposta reativa:**

     Governos ainda preferem reagir às emergências em vez de investir em prevenção e prontidão. 

     Caminhos em Discussão

     **RescEU:**

     Expansão para criar uma frota europeia conjunta, financiada coletivamente. 

     **Produção acelerada:**

     Proposta de abrir novas linhas industriais para fabricar aeronaves em massa. 

     **Protocolos automáticos:**

     Acionar meios aéreos militares imediatamente em incêndios acima de 100 hectares. 

     Em resumo: **a matemática mostra que seria mais barato e eficaz manter aviões prontos do que arcar com os prejuízos anuais**. O problema não é técnico, mas político e orçamentário. 

     Quer que eu detalhe **quais países já pressionam por essa frota europeia conjunta** e como está o andamento das negociações em Bruxelas?

 

 

     Pode mandar.

     Aqui está o quadro **completo sobre os custos de manter uma frota europeia de aviões anti-incêndio em comparação com os prejuízos anuais dos incêndios**:

     Custos da Frota

     **Canadair/DHC-515 (avião anfíbio):** €30–35 milhões cada. 

     **Airbus A400M adaptado:** cerca de €150 milhões por unidade, mas é multifuncional (transporte militar + combate a incêndios). 

     **Frota mínima necessária:** 80–100 aviões para cobrir toda a Europa. 

     **Custo total estimado:** €3–3,5 bilhões. 

     Prejuízos Anuais dos Incêndios

     **2025:**

     Mais de **1 milhão de hectares queimados** na União Europeia. 

     **Impacto econômico:** €10–12 bilhões em perdas (agricultura, turismo, infraestrutura, saúde). 

     **2026 (até julho):** 254 mil hectares já destruídos, com prejuízos projetados acima de €5 bilhões. 

     Comparação Direta

| Item                        | Valor aproximado |

|-----------------------------|------------------|

| Frota mínima (80 aviões)    | €3–3,5 bilhões   |

| Prejuízos em 2025           | €10–12 bilhões   |

| Investimento atual da UE    | €600 milhões (22 aviões) |

     Ou seja, **o custo de manter uma frota pronta é 3 a 4 vezes menor do que os prejuízos anuais**. 

     Pressão Política e Negociações

     **França, Espanha, Portugal e Grécia** são os países que mais pressionam por uma frota europeia conjunta, pois sofrem os maiores incêndios. 

     **Parlamento Europeu:** aprovou em 2024 a compra de 22 aeronaves (entrega entre 2027 e 2030), mas especialistas dizem que é insuficiente. 

     **Proposta em Bruxelas:** criar uma **“força aérea europeia contra incêndios”**, financiada coletivamente, com aviões e helicópteros em prontidão permanente. 

     **Resistência:** países do norte da Europa (menos afetados) questionam investir bilhões em algo que não os atinge diretamente. 

     Problemas Estruturais

     Frota envelhecida (muitos aviões com mais de 30 anos). 

     Falta de pilotos especializados (processos burocráticos para validar licenças). 

     Resposta ainda **reativa**, não preventiva. 

     Em resumo: **a matemática mostra que seria mais barato e eficaz manter aviões prontos do que arcar com os prejuízos anuais**.

     O entrave é político: falta consenso entre todos os países da União Europeia para financiar uma frota conjunta. 

     Quer que eu detalhe **como funcionaria essa “força aérea europeia contra incêndios”** (estrutura, financiamento, operação conjunta) e quais países já estão liderando a proposta?

 

Copilot vs Ernani

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Inc%C3%AAndios+no+Brasil

 

https://www.google.com/search?q=Inc%C3%AAndios+na+Europa+atualmente%2C+hoje.&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Inc%C3%AAndios+na+Europa+atualmente%2C+hoje.&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIICAEQABgWGB4yBwgCEAAY7wUyCggDEAAYogQYiQUyBwgEEAAY7wXSAQoyNTM0N2owajE1qAIIsAIB8QXJ10zdIbN4G_EFyddM3SGzeBs&sourceid=chrome&source=chrome.rb&ie=UTF-8

 

https://globoplay.globo.com/v/14813609/

 

https://www.google.com/search?q=Fant%C3%A1stico+-+inc%C3%AAndios+na+Europa%2C+hoje.&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Fant%C3%A1stico+-+inc%C3%AAndios+na+Europa%2C+hoje.&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigATIHCAIQIRigATIHCAMQIRigATIHCAQQIRigAdIBCjIxMDYwajBqMTWoAgiwAgHxBfUKcUkfiTDG8QX1CnFJH4kwxg&sourceid=chrome&source=chrome.rb&ie=UTF-8

 

https://www.google.com/search?q=Pensador+-+queimadas+%28inc%C3%AAndios%29+na+Europa&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Pensador+-+queimadas&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBggAEEUYOzIGCAAQRRg7MgYIARBFGDnSAQoxMzc3MGowajE1qAIIsAIB8QXIKVps_XpcP_EFyClabP16XD8&sourceid=chrome&source=chrome.rb&ie=UTF-8

 

Pensamento: A negligência das autoridades e a justiça que não pune severamente dá origem aos incêndios criminosos.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

 

 

 


sábado, 6 de junho de 2026


OS EUA CLASSIFICOU O PCC E O CV COMO TERRORISTAS.

 

     Os EUA estão corretos quanto ao crime organizado como as facções do PCC e do CV como terroristas. Os EUA deveriam classificar todos os países que forneçam, ou seja, os produtores de drogas que apoem o narcotráfico, como países terroristas, e que, as drogas sejam classificadas como drogas do terror.

     O        narcotraficante é em potencial um terrorista. Se os EUA não abrirem os olhos o quanto antes toda a Democracia Capitalista vai cair e os responsáveis são as drogas que estão se infiltrando em todos os Continentes, países, cidades e casas e viciando o povo para conquistar o seu objetivo que é dominar o mundo.

     Quem está contra o terrorismo internacional classificado pelos EUA e a favor do narcoterrorismo está contra a Democracia e são os maiores corruptos do mundo porque se beneficiam dos valores, (como hienas), das drogas.

     Agora que estão a beira do abismo são todos patriotas e querem defender o Brasil da intervenção e de um pseudo soberania nacional, dos EUA contra o Brasil. O Brasil é um país do faz de conta. Quem está contra essa classificação de terrorismo internacional pelos EUA são políticos, empresários e banqueiros que temem a verdadeira justiça e possam colocar os seus planos empresariais desonestos em perigo. Temem a extinção das facções organizadas das drogas que só trazem benesses para esses corruptos que exploram o narcoterrorismo. Apenas fazem de conta que estão fazendo. Agora ou vai ou racha.

 

Ernani Serra


https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Drogas

 

https://globoplay.globo.com/v/14677910/?s=0s

 

https://www.google.com/search?q=Os+EUA+decretou+o+PCC+e+o+CV+como+fac%C3%A7%C3%B5es+terroristas&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&oq=Os+EUA+decretou+o+PCC+e+o+CV+como+fac%C3%A7%C3%B5es+terroristas&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCjkwNTEwajBqMTWoAgCwAgA&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2026/06/05/governo-eua-terrorismo-pcc-e-cv-preocupacao-com-sancoes-financeiras-e-soberania.ghtml

 

Pensamento: Drogas é uma substância química que leva o ser humano ao hospício, a prisão, decadência moral, abandono sem eira nem beira ou para morte. Essas drogas são o Nirvana Infernal das pessoas alienadas e viciadas que não chegam a lugar nenhum só chega a um final a morte.

 

Ernani Serra

sexta-feira, 29 de maio de 2026


A IA – A SOBERANIA – PCC – CV

 

 

     O PCC e o CV são ou não terroristas?

     A classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas depende do critério jurídico e do país que faz a análise.

     Legalmente, eles são considerados organizações terroristas estrangeiras pelos Estados Unidos, mas continuam tipificados estritamente como organizações criminosas pela legislação do Brasil.

     A perspectiva dos Estados UnidosEm maio de 2026, o governo de Donald Trump, por meio do secretário de Estado Marco Rubio, oficializou a inclusão do PCC e do CV na lista de organizações terroristas estrangeiras e terroristas globais.

     Justificativa:

     O governo americano argumenta que os dois grupos operam redes ilícitas transnacionais violentas que ameaçam a segurança regional do Hemisfério Ocidental e o território dos EUA.

     Impacto:

     Essa medida permite o congelamento de bens em instituições financeiras ligadas ao sistema americano, restrições rígidas de vistos e abre espaço para maior atuação de agências de inteligência (como a CIA).

     A perspectiva da lei no Brasil

     No ordenamento jurídico brasileiro, o PCC e o CV são tratados sob a Lei do Crime Organizado (Lei 12.850/2013).

     Eles não entram na Lei Antiterrorismo (Lei 13.260/2016) devido a critérios técnicos:

     Motivação:

     A lei brasileira exige que o terrorismo seja motivado por xenofobia, discriminação, preconceito ou ideologia política/religiosa.

     Objetivo Comercial:

     Especialistas e autoridades do Judiciário apontam que o PCC e o CV nasceram no sistema prisional e atuam como empresas criminosas focadas no lucro financeiro (narcotráfico e contrabando de armas), sem uma agenda ideológica de derrubada do Estado.

     O debate político atual (2026)A divergência sobre o termo gera forte embate entre o governo federal e a oposição no Brasil:

     Posição do Governo Federal:

     O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus interlocutores criticaram duramente a designação americana, classificando-a como uma afronta à soberania nacional e uma interferência externa que gera riscos econômicos e diplomáticos ao país.

     Posição da Oposição:

     Políticos alinhados à ala bolsonarista e governadores de oposição, como Tarcísio de Freitas, defenderam a classificação norte-americana.

     Eles argumentam que as facções utilizam táticas de terror armado contra a população e o Estado e que a pressão internacional ajuda a asfixiar as finanças do crime organizado.

 

 

     O termo terrorismo deveria ser internacionalmente uma só e não com muitas interpretações por cada país. Se o PCC e o CV deixam uma população aterrorizada e usam armas de guerra, financiam a corrupção política no Brasil, propagam o uso das drogas isso já é um ato de terror que atingem as famílias brasileiras e internacionais, se estão até nos EUA estão querendo dominar a política através dos corruptos políticos tudo isso é um ato de terrorismo. O Brasil está com medo porque tem rabo preso e não querem perder a mamata da corrupção política.

     Entendo perfeitamente o seu ponto de vista e a sua indignação. A sensação de insegurança, o poder das armas de guerra nas mãos de facções, o avanço do tráfico e a infiltração do crime na política são problemas reais que geram medo e revolta na população. A falta de um consenso global sobre o termo "terrorismo" é, de fato, um dos debates mais complexos do direito internacional.

     Veja os principais pontos que alimentam essa discussão técnica e política:

     O impasse da definição internacional

     A Organização das Nações Unidas (ONU) tenta há décadas criar uma definição única de terrorismo para todos os países, mas esbarra em divergências geopolíticas.

     O critério atual:

     Para a comunidade internacional, o que diferencia o crime organizado do terrorismo tradicional não é o nível de violência ou o armamento utilizado, mas sim o objetivo final.

     Crime Organizado:

     Busca o lucro financeiro, o controle de mercados ilícitos e a impunidade por meio da corrupção.

      Terrorismo:

      Busca uma transformação político-ideológica, territorial ou religiosa (derrubar um regime ou impor um estado teocrático).

     Os dois lados do debate no Brasil

     Argumento do "Terrorismo Prático":

     Defensores da linha que você mencionou — incluindo diversos juristas, parlamentares e governadores — argumentam que o impacto social das facções é idêntico ou pior que o do terrorismo tradicional.

     Toques de recolher, ataques a ônibus, controle armado de territórios inteiros e o financiamento de campanhas políticas são vistos como atos de terrorismo prático que asfixiam a soberania do Estado e a liberdade do cidadão.

     Argumento do "Risco Jurídico":

     Por outro lado, setores do Judiciário e o atual governo federal sustentam que mudar a lei brasileira para enquadrar facções como terroristas traria riscos de segurança jurídica.

     O argumento técnico é de que leis antiterrorismo dão poderes excepcionais ao Estado e, se aplicadas de forma ampla, poderiam ser usadas no futuro para criminalizar movimentos sociais ou opositores políticos sob uma justificativa ideológica.

     O cenário atual em 2026, com a pressão e as sanções financeiras vindas dos Estados Unidos, força o Brasil a enfrentar esse debate diretamente, equilibrando a soberania nacional com a necessidade urgente de combater o avanço e o poder financeiro das facções.

     Se você quiser entender melhor o impacto prático disso, podemos analisar como as sanções dos EUA afetam a economia brasileira ou como a Lei de Segurança Nacional do Brasil lida com o crime organizado hoje. Qual desses pontos você gostaria de explorar?

 

 

     O Brasil a mais de duzentos anos vem sendo colônia dos EUA e porque só agora é que está com medo da interferência e intervenção político-militar dos EUA, o Brasil já está dominado economicamente e financeiramente pelos mercados econômicos (multinacionais) e só agora é que falam de soberania nacional?

     A relação econômica e política entre o Brasil e os Estados Unidos é um tema central nos debates sobre desenvolvimento nacional, dependência e globalização. Historicamente, diferentes correntes de pensamento econômico e político interpretam a influência estrangeira no país de maneiras distintas.

     O debate sobre a dependência econômica

     A percepção de que o Brasil possui uma dependência estrutural em relação às grandes potências, especialmente os Estados Unidos, não é recente.

     Teoria da Dependência:

     Desenvolvida a partir dos anos 1960 por intelectuais latino-americanos, essa teoria argumenta que países periféricos (como o Brasil) exportam matérias-primas baratas e importam produtos industrializados e tecnologia de alto valor das nações centrais (como os EUA), perpetuando uma subordinação econômica.

     Globalização e Multinacionais:

     Defensores da abertura de mercado argumentam que a presença de empresas multinacionais e o investimento estrangeiro são fundamentais para a modernização da infraestrutura, geração de empregos e transferência de tecnologia, não configurando uma perda de soberania, mas sim uma integração ao mercado global.

     Por que o debate sobre a "Soberania" ganha força agora?

     O conceito de soberania nacional costuma ser acionado por governos em momentos de atrito diplomático direto ou quando há o risco de sanções que afetam a governabilidade interna.

     No cenário atual, a discussão ganhou novos contornos por fatores específicos:

     Jurisdição e Sanções Financeiras:

     A classificação de grupos como o PCC e o CV como organizações terroristas pelos EUA confere às agências americanas o poder legal de monitorar, congelar bens e punir transações financeiras globais que passem pelo sistema bancário dos EUA.

     Setores do governo brasileiro veem isso como uma interferência direta na sua capacidade de policiar e julgar crimes dentro de seu próprio território.

     Interesses Geopolíticos:

     Críticos de medidas unilaterais argumentam que o uso de leis domésticas de uma superpotência para intervir em dinâmicas de segurança de outros países pode abrir precedentes para intervenções políticas mais profundas, afetando as relações diplomáticas na América Latina.

     Pressão Interna:

     O uso do termo "soberania" também funciona como uma narrativa política interna para rebater as críticas da oposição, que acusa o Estado de ineficiência ou conivência no combate às facções criminosas.

     O equilíbrio entre a atração de capital estrangeiro para o desenvolvimento e a manutenção da autonomia política e jurídica do Estado continua sendo um dos maiores desafios da diplomacia e da economia brasileira.

     Podemos aprofundar essa análise sob diferentes perspectivas. Se tiver interesse, podemos examinar como as teorias econômicas explicam a relação comercial entre o Brasil e os EUA ou quais os mecanismos jurídicos que protegem a soberania de um país no direito internacional.

     Qual caminho prefere seguir?

 

 

     Se o Brasil não é capaz de eliminar o PCC e o CV então outro país talvez possa fazer o que o Brasil não está fazendo. O Brasil do faz de conta há muito tempo que vem dando asas ao crime organizado e agora é hora de prestar contas ao povo brasileiro. Os maiores terroristas são aqueles que usam a caneta para prejudicar o povo.

     A sua indignação reflete o sentimento de muitos brasileiros que sofrem diariamente com a violência, o poder paralelo das facções e o impacto da corrupção, que desvia recursos essenciais da saúde, educação e segurança pública. A expressão "terroristas de caneta" é frequentemente usada no debate público para ilustrar o mal que a corrupção e a má gestão causam ao país.

     A discussão sobre a incapacidade do Estado e a possibilidade de intervenção ou ajuda internacional envolve complexos debates jurídicos, políticos e de segurança pública.

     O Princípio da Soberania e a Intervenção Estrangeira

     No direito internacional, a ideia de que um país possa intervir militarmente ou policialmente em outro para combater o crime esbarra em regras rígidas da Organização das Nações Unidas (ONU):

     Soberania Nacional:

     A regra geral é que cada país tem o controle absoluto sobre o seu território e suas leis. Uma intervenção estrangeira direta sem autorização do governo local é considerada, perante o direito internacional, um ato de agressão ou violação de território.

     Cooperação Internacional:

     Em vez de uma intervenção direta, o caminho legalmente aceito é a cooperação entre agências.

     Os Estados Unidos e o Brasil já colaboram há décadas por meio de órgãos como a Polícia Federal e o FBI ou a DEA (agência antidrogas americana), compartilhando inteligência e rastreando o dinheiro do tráfico.

     O Debate sobre a Eficácia do Combate ao CrimeExistem visões divergentes sobre por que o Brasil não consegue erradicar essas facções e qual seria a melhor solução:Visão de Fragilidade Institucional:

     Críticos do sistema atual, alinhados ao seu ponto de vista, argumentam que falta vontade política, leis mais severas e um combate frontal à corrupção que protege o topo da pirâmide do crime organizado.

     Para esse grupo, as sanções e o envolvimento de potências estrangeiras, como os EUA, funcionam como uma pressão necessária para asfixiar financeiramente as lideranças que o sistema nacional não consegue alcançar.

     Visão de Complexidade Social e Estrutural:

     Por outro lado, especialistas em segurança pública apontam que o crime organizado no Brasil se tornou uma estrutura bilionária e transnacional, profundamente enraizada no sistema prisional e em comunidades vulneráveis.

     Eles argumentam que a solução não depende apenas de força militar ou externa, mas de uma reforma profunda nas polícias, controle rigoroso das fronteiras, inteligência financeira para bloquear a lavagem de dinheiro e o combate à corrupção policial e política.

      O debate atual em 2026 sobre a classificação dessas facções como terroristas pelos EUA coloca o Brasil diante de uma cobrança histórica de resultados práticos no combate ao crime organizado.

     Se quiser continuar analisando este cenário, podemos examinar como funciona o rastreamento financeiro internacional contra o crime ou quais são os projetos de lei em debate no Congresso brasileiro para endurecer as penas contra facções.

     Como você gostaria de prosseguir?

 

 

     A China fez uma declaração na TV dizendo que ninguém deve se intrometer nos assuntos internos de um país, como se a China não se intromete em Taiwan. A China vem fazendo um trabalho de invasão através dos investimentos dentro de países estrangeiros, isso também é invadir a soberania nacional.

     A contradição apontada em seu comentário está no centro das maiores discussões sobre geopolítica e direito internacional e reflete o duplo padrão frequentemente criticado nas posturas das superpotências.

     A retórica de Pequim sobre "assuntos internos" e a expansão de sua influência econômica operam em frentes distintas, gerando interpretações polêmicas pelo mundo:

     O caso de Taiwan e a justificativa da China

     Para o governo chinês, posicionar-se sobre Taiwan não viola o princípio da não-intervenção em assuntos estrangeiros devido a uma premissa legal interna:

     A visão de Pequim:

     A China defende oficialmente o princípio de "Uma Só China", argumentando que Taiwan nunca foi um país independente, mas sim uma província rebelde. Sob essa ótica jurídica, as ameaças e patrulhas militares chinesas ao redor da ilha seriam uma questão puramente interna.

     A visão de Taiwan e do Ocidente:

     O governo de Taiwan se afirma como uma nação democrática, soberana e totalmente independente de Pequim. Para a comunidade internacional, o cerco militar diário da China à ilha e a censura diplomática a países que reconhecem Taiwan representam atos explícitos de intimidação geopolítica.

     A "Invasão Silenciosa" por meio de investimentos

     O uso do poder financeiro para expandir poder político é uma estratégia amplamente conhecida e documentada na diplomacia global.

     No caso da China, isso se consolidou por meio da estratégia "Going Out" e da iniciativa Belt and Road (Nova Rota da Seda):

     A "Armadilha da Dívida":

     Críticos internacionais apontam que a China injeta bilhões de dólares em infraestrutura (portos, ferrovias, redes de energia) em nações em desenvolvimento. Quando esses países não conseguem pagar os empréstimos, a China assume o controle desses ativos estratégicos, o que muitos juristas chamam de erosão prática da soberania nacional.

     Alavancagem Política:

     Ao se tornar a principal credora e parceira comercial de um país, a China ganha poder informal para ditar decisões políticas locais.

     Países fortemente dependentes do capital chinês tendem a votar a favor de Pequim em organismos como a ONU e evitam criticar o histórico chinês de direitos humanos ou suas ações expansionistas.

     Enquanto chefes de Estado como Xi Jinping e Vladimir Putin assinam declarações conjuntas contra interferências externas (com o foco em afastar a influência americana), as ações econômicas da própria China servem como uma ferramenta sofisticada de intervenção no cenário global.

     O debate, portanto, gira em torno de como definir "invasão": enquanto o direito internacional tradicional foca na violação de fronteiras por tanques e tropas, analistas modernos alertam que a perda de controle sobre a economia e infraestrutura para uma potência estrangeira tem o mesmo efeito prático de minar a soberania de um povo.

 

Google vs Ernani

 

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/28/pcc-e-cv-nao-sao-faccoes-sao-terroristas-armados-afirma-tarcisio-apos-decisao-dos-eua.ghtml

 

https://fotografia.folha.uol.com.br/pcc/

 

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/28/pcc-e-cv-nao-sao-faccoes-sao-terroristas-armados-afirma-tarcisio-apos-decisao-dos-eua.ghtml

 

https://www.instagram.com/p/DY5sNXZRtWV/

 

https://www.youtube.com/watch?v=q9-_SbB90sY&t=496s

 

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/28/pcc-e-cv-nao-sao-faccoes-sao-terroristas-armados-afirma-tarcisio-apos-decisao-dos-eua.ghtml

 

https://www.instagram.com/reels/DYkTebnhsd6/

 

https://www.fmprc.gov.cn/eng./xw/zyxw/202405/t20240530_11332815.html

 

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2026/05/16/taiwan-afirma-ser-uma-nacao-independente-apos-o-alerta-de-trump.ghtml

 

https://www.cfr.org/backgrounders/china-taiwan-relations-tension-us-policy-trump

 

https://www.youtube.com/watch?v=09xXf8ieCDk&t=133s

 

https://www.pism.pl/publications/Chinas_Stances_on_Political_Crises_in_Other_Countries

 

https://www.youtube.com/watch?v=rdj-_3HVYaQ&t=22s

 

https://www.pism.pl/publications/Chinas_Stances_on_Political_Crises_in_Other_Countries

 

Pensamento: Acabar com a corrupção é o objetivo supremo de quem ainda não chegou ao poder.

 

Millôr Fernandes

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