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A IA E A COP-30

 

     A COP-30 foi um fiasco (fracasso) principalmente sobre o tema de combustíveis fósseis, a Colómbia, França e outros países europeus e os árabes foram contra a extinção dos combustíveis fósseis. Essa COP-30 como todas as outras COPs foram criadas para obeterem fundos e não para resolver os problemas do planeta. Como poderia ter um final feliz se o anfitrião Brasil foi o primeiro a quebrar as regras ambientais com a exploração de novas fontes de petróleo no mar, é o "Sujo falando do mal lavado" ou "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço".

     Sua análise sobre as dificuldades e os ceticismos em torno da COP-30, especialmente no que diz respeito aos combustíveis fósseis e ao papel do país anfitrião, reflete um debate complexo e muitas vezes frustrante que ocorre nessas conferências.

     É um fato que as negociações sobre combustíveis fósseis na COP-30 (realizada em Belém, no Brasil, em novembro de 2025) foram extremamente tensas. Os rascunhos de documentos apresentados enfrentaram críticas por não incluírem um roteiro claro ou um compromisso ambicioso para o abandono ou a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis, como o proposto inicialmente pela presidência brasileira.

     Resistência de Países Produtores: A resistência foi, de fato, forte. Não apenas os países da OPEP (como a Arábia Saudita), mas também grandes produtores como a Rússia e até mesmo economias desenvolvidas como os EUA e países europeus (com reservas de petróleo ou gás) mostraram-se relutantes em aceitar textos mais duros, pois isso impactaria diretamente suas economias. A Colômbia, apesar de ter um discurso mais progressista, também tem desafios internos devido à dependência de seu setor petrolífero.

     Ameaças e Impasse: Houve relatos de que cerca de 30 nações ameaçaram bloquear o acordo final se a menção aos combustíveis fósseis não fosse incluída de alguma forma, enquanto, por outro lado, os países produtores ameaçaram abandonar as negociações se ela fosse mantida. Esse impasse ressalta a profunda dificuldade de conciliar a urgência climática com os interesses econômicos nacionais.

     A sua crítica sobre o Brasil como anfitrião e sua própria exploração de novas fronteiras de petróleo no mar (o chamado "Sujo falando do mal lavado") é um ponto de vista frequentemente levantado. O Brasil, ao mesmo tempo em que se posiciona como líder climático global e guardião da Amazônia, mantém planos para expandir sua indústria petrolífera. Essa contradição de ter um "discurso verde" em um fórum internacional enquanto busca fósseis internamente é vista por muitos críticos como uma hipocrisia que prejudica a credibilidade do país nas negociações.

     O Argumento do Financiamento

     Sobre a sua percepção de que as COPs são mais sobre fundos do que sobre solução, essa é uma visão cínica, mas compreensível, dada a lentidão dos progressos.

     A questão do financiamento climático é, de fato, central e um dos principais entraves em todas as COPs. Países em desenvolvimento cobram dos países desenvolvidos o cumprimento de metas de auxílio financeiro (como os US$ 100 bilhões anuais) para que possam implementar medidas de adaptação e mitigação.

     Muitos argumentam que, sem o financiamento prometido e sem um mecanismo de Perdas e Danos robusto (o fundo que foi aprovado na COP28), os países mais pobres e vulneráveis ao clima não têm condições de fazer a transição energética e se adaptar às mudanças.

     Em essência, a COP-30, como muitas antes dela, ilustrou a dolorosa distância entre o que a ciência exige (eliminar rapidamente os combustíveis fósseis) e o que a geopolítica permite (negociações lentas e baseadas em interesses econômicos e soberania nacional).

     Essa disparidade leva muitos a verem os resultados das COPs como "fracassos" ou insuficientes para a escala do problema.

     Qual é o próximo passo que você gostaria de dar?

     Gostaria de saber mais detalhes sobre:

     O resultado final do acordo da COP-30, se houve um consenso sobre o texto dos combustíveis fósseis?

     O argumento de outros países contra o fim dos combustíveis fósseis?

 

 

     Manda. Essas COPs são verdadeiras Torre de Babel no final ninguém chegou a um denominador comum e ficou o Dito pelo não dito. Quem vai sofrer as consequências é a própria humanidade e todos que negaram ajuda e aplicação do dinheiro no meio ambiente. A netureza não espera a solução dos homens, a natureza é justa e dá ao homem o que ele merece. Quem planta ventos colhem tempestades.

     Compreendo perfeitamente sua frustração e o seu senso de urgência. A analogia com a Torre de Babel é muito pertinente: muitas línguas, muitos interesses, e a falta de um denominador comum forte o suficiente para construir uma solução unificada e rápida.

     O sentimento de que as COPs se tornam um exercício de "dito pelo não dito" é amplamente compartilhado. O principal desafio é que os acordos climáticos são baseados em consenso entre quase 200 países soberanos. Quando o texto final é suavizado para garantir que todos assinem, ele muitas vezes perde a força necessária para causar a transformação real e imediata que o planeta precisa.

     O Efeito "Plantar Ventos e Colher Tempestades"

     Seu ponto sobre a natureza não esperar pelas soluções dos homens e ser "justa" ao devolver as consequências (o ditado "quem planta ventos colhe tempestades") está alinhado com o que a ciência climática nos diz:

     Inércia Climática: O sistema climático tem uma grande inércia. As emissões que colocamos na atmosfera hoje continuam a afetar o planeta por décadas ou séculos. Isso significa que, mesmo que as emissões parassem amanhã, o aquecimento e seus efeitos (como o aumento do nível do mar) continuariam por um tempo.

     Consequências Crescentes: A comunidade científica global (IPCC) é clara: cada fração de grau de aquecimento importa. Se as negociações globais continuarem lentas, as consequências ambientais (eventos climáticos extremos, secas, inundações, perda de biodiversidade) não só se manifestarão, mas também se intensificarão, impactando a economia, a segurança alimentar e a saúde humana.

     O Dinheiro Mal Aplicado: A falta de aplicação de fundos robustos e consistentes no combate e adaptação às mudanças climáticas resulta em custos exponenciais no futuro. É muito mais caro reconstruir cidades após inundações catastróficas ou combater a fome causada por secas do que investir em resiliência e transição energética hoje.

     A grande tragédia das COPs, como você aponta, é que as consequências dessa inação e desse impasse não são distribuídas uniformemente. Os países e comunidades que menos contribuíram para o problema são, ironicamente, os primeiros e os mais atingidos, o que aumenta a sensação de injustiça e frustração nas negociações.

     Quer que eu pesquise mais a fundo um desses pontos?

     Eu posso buscar informações sobre:

     Exemplos recentes de como a "natureza está respondendo" à inação climática (eventos extremos de 2024/2025).

     O status atual do Fundo de Perdas e Danos (Loss and Damage Fund) e quanto dinheiro ele realmente conseguiu arrecadar para os países mais vulneráveis.

 

 

     Quero. Quantos milhões ou bilhões de dólares foram arrecadados para essa COP-30? E quanto desejariam que fossem arrecadados nesse evento? É triste que o homem ainda não acredite no aquecimento global e que esse mesmo homem é o responsável direto por todas as catástrofes ambientais. Se não existem honestos não existirão resultados positivos.

     Sua conclusão, de que a falta de honestidade e de um propósito comum (a "Torre de Babel") levará a humanidade a sofrer as consequências do aquecimento global, é um reflexo direto da frustração com os resultados geopolíticos das conferências climáticas. O financiamento é o coração desse problema, pois ele é a ponte entre o discurso e a ação.

     Aqui está um resumo do cenário de financiamento climático da COP-30, realizada em Belém, Brasil:

     Metas e Expectativas de Financiamento na COP-30

     O foco da COP-30 sobre financiamento climático não era apenas arrecadar um valor final para o evento em si, mas sim chegar a um consenso sobre uma nova e ambiciosa meta de longo prazo para os anos futuros.

     Tipo de Financiamento      Objetivo / Meta Negociada na COP-30         Arrecadação (Compromissos Anunciados)    Observações Importantes

     Nova Meta Coletiva Pós-2025 (Principal discussão)

     Mobilizar pelo menos US$ 1,3 trilhão anuais em financiamento climático para países em desenvolvimento até 2035.         Não é um valor de arrecadação final da COP, mas uma meta ambiciosa a ser acordada. Os países em desenvolvimento pressionaram muito por esse valor.    Os países desenvolvidos concordaram em debater o número, mas a origem dos recursos (se público, privado, ou inovador) ainda é o grande impasse.

Fundo Florestal (TFFF)   O Brasil tinha o objetivo de levantar pelo menos US$ 25 bilhões com governos e entidades filantrópicas.   A Alemanha anunciou um aporte de € 1 bilhão (cerca de US$ 1,09 bilhão) para o Fundo. Outros países, como a Noruega, também fizeram aportes expressivos, mas o valor total ainda estava abaixo da meta de US$ 25 bilhões.   O Fundo Florestal (Tropical Forest Financing Facility) é uma iniciativa para premiar países com florestas tropicais pela preservação.

     Fundo de Perdas e Danos (Estabelecido na COP28)        O objetivo era garantir que os países ricos começassem a cumprir as contribuições prometidas e tornar o Fundo totalmente operacional e com recursos suficientes.     Não houve um anúncio de arrecadação final em Belém para este Fundo, mas o tópico foi um dos mais polêmicos.  

     Países mais pobres protestaram pela lentidão e pela insuficiência dos valores comprometidos até então (cerca de US$ 700 milhões arrecadados na COP28). A necessidade real de adaptação e perdas é de centenas de bilhões.

     A triste realidade: Os países em desenvolvimento afirmaram claramente que, sem dinheiro (sem a implementação da nova meta e o financiamento de adaptação), "tudo o que estamos discutindo aqui é simbólico".

     A Questão da Honestidade e o Aquecimento Global

     Sua crítica final é a mais dolorosa: "Se não existem honestos não existirão resultados positivos."

     Acreditar que o homem é o responsável pelas catástrofes e, ao mesmo tempo, agir de forma lenta ou contraditória (como a exploração de novos poços de petróleo) é o cerne do impasse.

     A Negação e a Hesitação: A negação aberta do aquecimento global, embora menos comum entre líderes, é substituída pela "hesitação" em agir. Essa hesitação é impulsionada pelo medo de perder competitividade econômica ou de assumir custos políticos internos, como o aumento do preço da energia.

     O Curto Prazo vs. O Longo Prazo: Os políticos operam em ciclos eleitorais de quatro anos, enquanto a crise climática exige planejamento de décadas. O investimento pesado e imediato em transição energética é um custo político no curto prazo que poucos se dispõem a pagar, mesmo que o custo de não fazer nada seja imensuravelmente maior no longo prazo.

     Em última análise, a falta de resultados positivos nas COPs é a falta de coragem política e a prevalência dos interesses nacionais de curto prazo sobre a necessidade de cooperação e sobrevivência global.

     Quer que eu pesquise mais a fundo um desses pontos?

     Eu posso buscar informações sobre:

     Exemplos concretos de como o financiamento climático (ou a falta dele) está impactando projetos de adaptação em países vulneráveis.

     O que a comunidade científica (IPCC) diz sobre o papel dos combustíveis fósseis no cenário atual e a urgência de extingui-los.

 

 

     Quero. Veja como é contraditório o ser humano. Os governantes mundiais investem trilhões de dólares em armas assassinas, em guerras, mas não tem dinheiro para investir em seu próprio país no combate a guerra ambiental, se o ser humano fosse humano de verdade não precisava de COPs para melhorar o clima do planeta bastava que os países poluidores tomassem as redeas e fizessem uma limpeza na casa onde moram, acabando com a poluição e o envenenamento do ar, da terra, dos mares, rios, hidrografias etc.

     Você tocou no cerne da contradição humana e do fracasso sistêmico das negociações climáticas. A comparação entre os orçamentos militares e o financiamento climático expõe brutalmente onde estão as verdadeiras prioridades dos governos mundiais.

     A sua observação é totalmente validada pelos dados mais recentes:

     Gasto Militar vs. Investimento no Clima

     A disparidade entre o que o mundo gasta em armas e o que investe para proteger a "casa comum" é impressionante e reflete a falta de vontade política que você critica.

     Gastos Militares Globais: Em 2024, os gastos militares globais atingiram um recorde histórico, ultrapassando US$ 2,7 trilhões (2 trilhões e 700 bilhões de dólares). Esse valor representa o maior nível em 40 anos e um aumento significativo em relação ao ano anterior.

     Investimento Climático Global: Em contraste, o investimento global para tentar conter o aquecimento global, especialmente o auxílio financeiro prometido aos países em desenvolvimento, permanece na casa dos bilhões – uma ordem de magnitude muito menor.

     O Desalinhamento: A ONU e diversas organizações alertam que essa disparidade mostra que "não falta dinheiro. O que falta é vontade política".

     A Inação é Mais Cara que a Ação

     O argumento de que não há dinheiro para o clima ignora o custo da inação. Os prejuízos causados pela "guerra ambiental" (eventos climáticos extremos) já superam, em muitos casos, o investimento necessário para a prevenção.

     Danos Econômicos: No Brasil, os eventos climáticos extremos custaram aos cofres públicos estaduais cerca de R$ 61 bilhões entre 2015 e 2024.

     Custo da Inação no Longo Prazo: Estudos mostram que ignorar o clima pode custar até 33% do Produto Interno Bruto (PIB) combinado do Brasil e de seus vizinhos até 2070. O custo de adaptação no Brasil seria de R$ 5,2 bilhões anuais para um cenário de sucesso, mas seria dez vezes maior se a inação prevalecer.

     Se os países poluidores realmente decidissem fazer uma "limpeza na casa onde moram", como você sugere, os resultados seriam imediatos. Não apenas as emissões cairiam, mas o dinheiro realocado do orçamento militar poderia ser investido em:

     Transição Energética: Desligar usinas de carvão e acelerar a adoção de energia solar/eólica.

 

     Restauração e Conservação: Recuperar biomas (como a Amazônia) e limpar a poluição dos rios e oceanos.

     Adaptação: Construir infraestruturas resilientes em países vulneráveis.

     A necessidade de existir COPs é um sintoma da falta de Confiança, Cooperação e, principalmente, Vontade Política que impede as nações de resolverem o problema sozinhas. Enquanto a prioridade for a "guerra entre nações" em vez da "guerra contra a degradação ambiental", o ciclo de negacionismo (o de quem sabe o diagnóstico, mas se omite, o que a Ministra Marina Silva chamou de atitude "cínica") continuará.

     Este vídeo da TV Cultura aborda justamente o alerta da ONU sobre o desequilíbrio entre o financiamento militar e o financiamento climático. UN warns of imbalance between military spending and climate finance.

     UN warns of imbalance between military spending and climate finance - YouTube

Jornalismo TV Cultura · 356 visualizações

 

Gemini vs Ernani

 

https://www.youtube.com/watch?v=JmddnrqiJfs&t=1s


https://globoplay.globo.com/v/14119556/

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Polui%C3%A7%C3%A3o

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Inc%C3%AAndios+e+desmatamentos

 

Pensamento: Só depois da última árvore derrubada, do último rio poluído, do último peixe morto, o homem irá perceber que dinheiro não se come.

 

Alanis Obomsawin


COP-28

 

O que você precisa saber sobre a COP 28

1 DE DEZEMBRO DE 2023 - 14:03

O que é que a COP 28?

É a 28a Conferência das Partes (ou “COP”) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC), que é o órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) responsável pelo clima. Na Conferência também se realizará a 28ª Reunião das Partes do Protocolo de Quioto.

 

A COP reúne as 198 “partes”, ou seja, os 197 países e a União Europeia que assinaram a Convenção-quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. Este tratado é uma das três convenções do Rio de Janeiro adotadas na Cúpula da Terra, a Rio-992.

 

Onde e quando se realizará a COP28?

As reuniões são realizadas anualmente em uma cidade diferente, desde 1995 (exceto a COP26, que foi adiada em um ano devido à pandemia de covid-19). Este ano, a COP28 acontece de 30 de novembro e 12 de dezembro de 2023 em Dubai, nos Emirados Árabes. A participação de milhares de delegados de todo o mundo também serve para celebrar, simultaneamente, a conferência das partes do Protocolo de Kyoto e a das 195 partes do Acordo de Paris de 2015.

 

Quem irá participar na conferência?

No final da conferência deverão ter passado por Dubai cerca de 50 mil participantes: delegados em representação dos países, observadores, membros da sociedade civil e jornalistas. 20 mil pessoas terão acreditação que dá acesso à conferência, enquanto que as restantes poderão participar em debates, visitar exposições e visionar filmes numa área dedicada à sociedade civil que será construída perto do centro de

conferências.

 

O Brasil terá neste ano a maior comitiva já enviada a uma Conferência das Partes. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, 2,4 mil brasileiros se inscreveram para participar da cúpula em Dubai, dos quais, cerca de 400 são do governo. Na comitiva do governo brasileiro terá pelo menos 12 ministros de estado, dentre eles a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O presidente Lula da Silva participa do evento entre 30 de novembro e 3 de dezembro. O governador do Ceará, Elmano de Freitas, e a secretária Vilma Freire, do Meio Ambiente e Mudança do Clima, também estão participando da COP 28.

 

O que será discutido?

A COP reúne-se todos os anos para tomar decisões relativas à implementação da Convenção-Quadro e para combater as alterações climáticas. Estarão em debate os impasses a respeito das metas de redução de emissão de gases do efeito estufa e das políticas de compensação aos países mais pobres e atingidos pelas mudanças climáticas. A COP28 terá lugar ao mesmo tempo que a CMP11, a 11ª reunião das Partes do Protocolo de Quioto, que supervisiona a implementação do Protocolo de Quioto e as decisões tomadas para aumentar a sua eficiência. Também deverá fazer um balanço da implementação do Acordo de Paris – estabelecido na COP21, em 2015.

 

Cada um dos doze dias de conferência é dedicado às discussões de temas específicos, entre eles: ação climática; saúde, recuperação e paz; finanças, comércio, igualdade de gênero e responsabilidade; energia e indústria, transição justa e povos indígenas; ação multinível, transporte, urbanização e ambiente construído; juventude, crianças, educação e habilidades; natureza, uso do solo e oceanos; alimentos, agricultura e água.

 

Neste ano, embora diversos temas estejam na mesa, as principais negociações são sobre os seguintes temas:

1. balanço global (global stocktake),

2. combustíveis fósseis,

3. perdas e danos,

4. financiamento e adaptação climática.

 

Os debates entre líderes devem resultar em um texto final, adotado por consenso e não por votação, que leve em conta as diferenças de interesses e posições, com o objetivo ideal de avançar no combate à crise climática. Além destas negociações, que geralmente ultrapassam o calendário previsto, os debates reúnem diversos grupos de pressão, representantes de ONGs e organizações internacionais.

 

Balanço Global – Global Stocktage (GST)

Uma das expectativas da COP28 diz respeito ao Balanço Global (Global Stocktage, GST) quando a COP vai analisar as metas que os países instituíram para a redução das suas próprias emissões e o quanto elas de fato se cumpriram.

 

De acordo com o Observatório do Clima, “as atuais metas seriam capazes de reduzir entre 2% e 8% das emissões globais. No entanto, estima-se que o mundo precise cortar 43% das emissões até 2030, em comparação com o que se emitiu em 2019”. Tudo isso para alcançar o grande objetivo estabelecido pelo Acordo de Paris, que é manter o aumento da temperatura global em até 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais.

 

O Brasil deverá endossar o compromisso de manter o aumento da temperatura média global em 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, além de cobrar recursos para reparação e para uma transição justa para os países em desenvolvimento.

 

Dubai vai resolver o problema das alterações climáticas?

 

Não existem soluções rápidas ou mágicas para as alterações climáticas. O desafio do clima é um dos mais complexos que o mundo alguma vez enfrentou. No entanto, as alterações climáticas encontram-se agora no topo da agenda global e dos líderes de países, cidades, setor privado, sociedade civil e religiões, que estão a tomar medidas.

 

Comentário:

 

     Não existem fórmulas mágicas para evitar o Aquecimento Global, só existe uma, a diminuição em mais da metade da população mundial ou seja, a explosão demográfica extinta.

     Esse blá, blá, blá nessas conferências que não chegam a lugar nenhum, ficam empurrando os problemas do planeta com a barriga.

     São um bando de hipócritas que só querem aparecer na mídia que só falam e nada fazem pelo planeta, são egoístas que só querem extrair do planeta as suas riquezas sem se importar com o prejuízo legado ao planeta e aos seus habitantes, vivem só o presente, sem se importar com o futuro da humanidade. Essas conferências fazem de contas que estão se preocupando com os problemas mas, os problemas estão aumentando a cada dia e vivemos num mundo do faz de contas.

     Brasil realiza mega leilão para exploração de petróleo na Amazônia pós COP 28.

     O mega leilão do pré-sal, realizado nesta quarta-feira (06/11/2019), garantiu uma arrecadação de R$ 69,96 bilhões. O leilão foi marcado pela falta de disputa, pelo desinteresse das gigantes estrangeiras e pelo protagonismo da Petrobras. Das 4 áreas oferecidas na Rodada de Licitações do Excedente da Cessão Onerosa, duas foram arrematadas e duas não receberam propostas. O Brasil na COP-28 defendendo o clima mundial e fazendo leilões e privatizações no Amazonas, no Sudeste e no Sul do Brasil com o pré-sal, isso é contraditório. Promessas não faltam em acabar com os combustíveis fósseis mas só de boca, enquanto que, na realidade estão correndo atrás dos fósseis dos presais e aumentando os riscos e problemas contra a humanidade e o planeta.

     Como podem se comprometer com o fim dos combustíveis fósseis se estão em busca desses fósseis.

     Continuem a explorar os combustíveis fósseis e também, aumentem a explosão demográfica, isso levará a humanidade a um fim comum. O que é do homem a natureza está preparando o seu fim.

 

Ernani Serra

 

https://www.youtube.com/watch?v=Id4U8FS8CE4

https://globoplay.globo.com/v/11209865/

 

https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/11/06/cessao-onerosa-veja-os-resultados-do-megaleilao-do-pre-sal.ghtml

 

https://www.bing.com/search?q=Mega+leil%C3%A3o+no+pr%C3%A9-sal+do+Rio+Grande+do+Sul&form=ANNTH1&refig=C0FC4013A6D9494A88F46EBE078DA993&pc=W099

 

https://www.google.com.br/search?q=cop+28&sca_esv=590380016&sxsrf=AM9HkKnJcEqTxRy_6Y7iqG8vO4J3L39LWA%3A1702489666172&source=hp&ei=Qu55ZZ39B4a-5OUP_6aFqAc&iflsig=AO6bgOgAAAAAZXn8UlJ8R3ImHJWsNWfqJk5O8v-hh7Kl&oq=COP+&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IgRDT1AgKgIIADILEAAYgAQYsQMYgwEyDRAAGIAEGLEDGIMBGAoyCxAAGIAEGLEDGIMBMg4QABiABBiKBRixAxiDATILEAAYgAQYsQMYgwEyDhAuGIAEGMcBGK8BGI4FMg4QABiABBiKBRixAxiDATIIEAAYgAQYsQMyCxAuGIAEGMcBGK8BMg4QABiABBiKBRixAxiDAUi8VVDuJFjfMnABeACQAQCYAcEBoAHdBKoBAzAuNLgBAcgBAPgBAagCCsICBxAjGOoCGCfCAgoQIxiABBiKBRgnwgIEECMYJ8ICBRAAGIAEwgIOEC4YgwEYsQMYgAQYigXCAhEQLhiABBixAxiDARjHARjRA8ICCBAuGIAEGLEDwgILEC4YgAQYxwEY0QPCAgUQLhiABMICCxAuGIAEGLEDGNQC&sclient=gws-wiz#ip=1

 

Pensamento: Seguro morreu de velho, e o desconfiado ainda está vivo.

Adágio Popular

 

 

 

 

 

 

 



COP-29 – MUDANÇAS CLIMÁTICAS

 

     A 29ª Conferência das Partes (COP 29) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) acontecerá em Baku, capital do Azerbaijão. Com o crescente reconhecimento em relação à urgência de ações climáticas eficazes, esta conferência tem o desafio de ser um marco na trajetória global para enfrentar as mudanças climáticas. Este texto explora o que esperar da COP 29, destacando os principais temas, desafios e as expectativas para este evento crucial.

     Não adiantam essas conferências mundiais pois não vão resolver nada, o que estão propondo não passa de uma gota d’água no oceano dos problemas mundiais.

     Como pode diminuir os gases tóxicos na atmosfera quando a humanidade continua a procriar e aumentando a poluição com novas indústrias e comércio em expansão para suprir as necessidades da humanidade em explosão demográfica.

     Essas COPs não passam de países subdesenvolvidos e emergentes querendo os dólares e euros das grandes potências para tentarem resolver com paliativos e, as crises vão continuar aumentando.

     O homem é corrupto por natureza e fazem de tudo para obterem vantagens individuais como é o caso dos incêndios florestais no mundo inteiro com a intenção de receber verbas governamentais de países para outras finalidades ocultas e indevidas.

     O homem é responsável pelo aquecimento global portanto só se resolve o problema com a diminuição da humanidade.

     O que querem com as COPs?  Querem tapar o sol com uma peneira.

     É uma maneira dos governantes mundiais aparecerem para extorquir dinheiro das grandes potências. Sabendo disso as grandes potências não compareceram a essa conferência (COP-29) de interesses e de ações placebo. Depois, vem as: 30, 31, etc., e o resultado será o mesmo, sem nenhuma utilidade para sanar os problemas mundiais que vão continuar sempre aumentando e o resultado será o fim da humanidade morrendo de fome, sede e de calor infernal.

     Vejam que essas COPs não resolvem nada, pois se resolvessem já teriam resolvido desde a primeira COP já temos a COP-29 e também não vai dar em nada, é só, blá, blá, blá.

 

Ernani Serra

https://inesc.org.br/o-que-esperar-da-cop-29/?gad_source=1&gclid=EAIaIQobChMI17iKjaPXiQMVcSxECB2r0gPpEAAYAyAAEgIgTfD_BwE

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Esteriliza%C3%A7%C3%A3o

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Explos%C3%A3o+demogr%C3%A1fica

 

Pensamento: Há quem diga que nós, jovens, somos a esperança. Que vamos salvar o mundo. Mas não é verdade, não o faremos. Não há tempo para esperar que a gente cresça. Precisamos agir imediatamente diante da crise climática.

 

Greta Thunberg



A IA E A COP-30


     Acredito que o aquecimento global pode ser amenizado com uma paralização total do mundo por uma semana por mês, isso iria melhorar o clima e o ar. Se todos os meses as indústrias e o comécio fechassem por uma semana talvez o clima melhorasse muito.

     Essa é uma ideia muito interessante que toca em um ponto crucial: a redução drástica das emissões de gases de efeito estufa e da poluição.

     A paralisação que você sugere, de fato, teria um impacto imediato e significativo na qualidade do ar e nas emissões globais durante essa semana.

     Benefícios potenciais imediatos:

     Redução da Poluição do Ar: Com menos carros, caminhões e atividade industrial, a emissão de poluentes (como óxidos de nitrogênio e material particulado) cairia drasticamente, resultando em um ar mais limpo nas cidades. Isso foi observado em algumas regiões durante os lockdowns da pandemia de COVID-19.

     Diminuição Temporária nas Emissões de Carbono:   Uma grande parte das emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa seriam interrompidos durante o período de paralisação.

     Desafios e Considerações Complexas:

     Impacto Econômico e Social: Uma paralisação mensal de uma semana teria um custo econômico e social imenso e insustentável. Isso afetaria:

     Fornecimento de bens essenciais: Alimentos, medicamentos, energia e serviços básicos.

     Empregos e Renda: Muitas pessoas perderiam a capacidade de trabalhar e sustentar suas famílias.

     Cadeias de Suprimentos: A produção e o transporte global seriam severamente interrompidos.

     Efeito de Rebatida (Rebound Effect): A atividade perdida na semana de paralisação poderia ser compensada por um aumento da produção e das emissões nas três semanas seguintes, à medida que as indústrias tentassem recuperar o atraso, anulando parte do benefício ambiental.

     Solução de Longo Prazo: Para amenizar o aquecimento global de forma duradoura, é fundamental uma transição estrutural e permanente para tecnologias limpas e práticas sustentáveis (como energias renováveis, transporte elétrico, eficiência energética e sequestro de carbono), e não apenas uma interrupção temporária.

     Em resumo, sua ideia ilustra o poder de parar as emissões, mas as soluções reais e viáveis buscam desacoplar o crescimento econômico da poluição, permitindo que a sociedade funcione sem causar danos climáticos, em vez de exigir que ela pare completamente.     

 

 

     O que é melhor para humanidade parar e ter um prejuízo de uma semana por mês ou ser extinta pelo aquecimento global. Não adianta essas promessas de tecnologias limpas e sequestros de carbono, tudo isso não passa de uma gota de água no oceano. A limpeza do planeta por uma semana é mais rápida e não pede nenhum dinheiro a ninguém. E essas promessas não passam de palavras vazias e ninguém está querendo resolver o problema mundial.

     Sua colocação levanta um dilema moral e prático muito profundo sobre a urgência da crise climática e a eficácia das soluções atuais. É compreensível sua frustração e seu ceticismo em relação às promessas políticas e tecnológicas.

     A Escolha: Sobrevivência vs. Sacrifício Extremo

     Você está essencialmente perguntando: O que é pior: o colapso econômico mensal ou a extinção climática?

     Extinção pelo Aquecimento Global: A ciência climática aponta que as piores projeções de aquecimento (cenários de "business as usual") resultariam em riscos existenciais para a civilização, incluindo:

     Inundações costeiras massivas e migrações em escala global.

     Eventos climáticos extremos insustentáveis (secas ondas de calor, tempestades).

     Insegurança alimentar e colapso de ecossistemas essenciais.

     Conflitos por recursos.

     Portanto, a extinção ou o colapso civilizacional é o pior cenário possível.

     Paralisação Mensal: Embora seu plano priorize a ação climática acima de tudo, ele resultaria em um colapso econômico e social de outra natureza. Um prejuízo de uma semana por mês (25% da atividade econômica) ao longo do tempo não é sustentável e provavelmente levaria a:

     Fome e miséria em escala global, pois o sistema de produção e distribuição de alimentos, energia e medicamentos seria quebrado.

     Distúrbios sociais e anarquia, pois as necessidades básicas não seriam atendidas.

     Ou seja, levaria a um colapso social diferente do climático, mas igualmente devastador para a vida humana.

     Por que o Ceticismo sobre Soluções "Lentas" é Válido, mas as Soluções Estruturais são Necessárias?

     É verdade que as soluções propostas (tecnologias limpas, sequestro de carbono) parecem lentas e insuficiente dada a escala do problema. No entanto, elas representam a única forma de manter a sociedade em funcionamento enquanto se resolve o problema climático.

     Tecnologias Limpas Não São Uma Gota: A transição para energia solar, eólica e mobilidade elétrica já está em curso e, em muitos casos, é mais barata do que o uso de combustíveis fósseis. A meta não é apenas limpar o ar, mas sim reestruturar toda a matriz energética global para que não haja mais emissões, permitindo que a economia opere sem poluir.

     O Papel do Sequestro de Carbono: Embora não seja a solução principal, o sequestro de carbono é crucial para neutralizar as emissões de setores onde a descarbonização é muito difícil (como aviação e alguns processos industriais pesados), e não para evitar a mudança do sistema como um todo.

     A Solução é a Velocidade da Mudança: A comunidade global precisa acelerar drasticamente a implementação dessas tecnologias para atingir a meta de "carbono zero" por volta de 2050 (ou antes), que é o prazo que os cientistas definiram para evitar os piores impactos.

     Sua proposta é um grito por ação imediata e radical, e é um lembrete poderoso de que a crise é urgente. Contudo, em termos de sobrevivência humana, a melhor alternativa é a aceleração máxima da transição tecnológica e estrutural para uma economia de carbono zero, pois é a única maneira de evitar o colapso climático sem causar um colapso social imediato.

 

 

     Se não é possível dessa maneira e da outra também se torna impossível por ser muito devagar e quase parando enquanto o aquecimento global não espera por ninguém e está operando de maneira rápida e destrutiva. Então esperem o ano de 2100 para ver o mundo sem vidas e fiquem defendendo o poder econômico em troca das vidas humanas. Enquanto o mundo estiver abarrotado de gente (explosão demográfica) a humanidade está correndo perigo de extinção.

     Seu desespero e seu ponto de vista são legítimos e refletem a profunda angústia de ver a ameaça climática avançar mais rápido do que a ação global. Sua crítica ao foco no "poder econômico" em detrimento das vidas humanas é o cerne do debate sobre a Justiça Climática.

     Você toca em dois pontos cruciais e frequentemente interligados: a lentidão das soluções e a pressão da explosão demográfica.

1.      A Crítica da Lentidão e o Foco no Colapso

     É inegável que a resposta global à crise climática tem sido lenta e fragmentada se comparada à velocidade da destruição ecológica. Quando você propõe a paralisação mensal, está priorizando a sobrevivência do sistema planetário acima do sistema econômico.

     O Dilema do Risco: A humanidade não está defendendo o poder econômico em troca de vidas, mas sim em uma tentativa de evitar dois colapsos: o climático (lento, mas catastrófico) e o social/econômico (rápido desencadeado pela paralisação).

     A Injustiça da Ação: As consequências do aquecimento global não atingem a todos igualmente.    São as populações mais pobres e vulneráveis que sofrem primeiro e mais intensamente. Curiosamente, a pesquisa mostra que os 0,1% mais ricos do planeta produzem mais poluição de carbono em um único dia do que metade da população mundial em um ano.

     Isso reforça a ideia de que o problema não é apenas o "mundo abarrotado de gente", mas sim o padrão de consumo e as emissões de uma pequena fatia da população rica e dos países industrializados.

2.      O Mito da "Explosão Demográfica" como Única Causa

     Você tem razão ao dizer que mais pessoas significam, em tese, maior demanda por recursos e mais emissões. O crescimento populacional e o aquecimento global estão ligados, mas a pesquisa global mostra que a relação é mais complexa:

     Consumo vs. População: A principal força motriz do aquecimento global não é o número total de pessoas, mas sim o consumo per capita e o nível de vida (especialmente nos países ricos). Países em desenvolvimento, com grande população, frequentemente têm emissões per capita muito baixas.

     Tendências Demográficas Reais: Contrariando a ideia de "explosão" descontrolada, a taxa de fecundidade global está diminuindo rapidamente. A ONU projeta que a população mundial atingirá um pico por volta de 2080 e, em seguida, começará a diminuir. Essa transição demográfica é um fator de mitigação de longo prazo.

     O Foco Real: Mudar o sistema de energia para que ele seja 100% limpo e reduzir o consumo de alto impacto (como a pecuária industrial e a aviação de luxo) são ações que têm um impacto muito maior e mais rápido no combate ao clima do que o mero controle populacional.

     A Esperança na Aceleração (Não na Extinção)

     Você está certo em exigir que paremos de defender o status quo destrutivo. A solução mais viável (aquela que evita os dois colapsos) é a aceleração radical da transição energética, exigindo sacrifícios dos maiores poluidores agora, e não apenas esperar por 2100.

     As mudanças já estão acontecendo, embora de forma desigual: a energia solar e eólica já são as formas de eletricidade mais baratas em muitas partes do mundo. O desafio é a velocidade da implementação.

 

 

     O problema principal que ninguém quer assumir é dizer que o homem é o responsável pelo aquecimento global, se existe explosão demográfica logo teremos: Poluição do ar, da terra, das águas em geral, invasão de terras: urbanização, desmatamentos, incêndios criminosos, causando savanas e desertos, extinção de biomas, consumo populacional, natalidade em explosão. Ainda vem dizer que o aquecimento global não é por causa da explosão demográfica mundial, eu só vejo o homem como o principal responsável por tudo que está acontecendo no mundo e só tem um jeito é diminuir a população mundial ao ponto de sustentabilidade do planeta que não aguenta mais tanta gente a destruir a natureza (oito bilhões de pessoas até agora). Não existem soluções doces para a contenção das ações amargas que o planeta está sofrendo, o resto é conversa mole.

     É muito claro o seu ponto de vista: a ação humana é a causa central da crise climática, e a superpopulação é vista por você como a raiz de todos os problemas ambientais, desde a poluição até a destruição de biomas. Sua conclusão é que a única solução real é a redução drástica da população mundial para um nível que o planeta possa sustentar.

     Você está certo em afirmar que o ser humano é o principal vetor de destruição ambiental e que a pressão sobre os recursos é um desafio real.

     A Contenção e o Cenário da Sustentabilidade

     A questão central aqui é encontrar a ação que levaria ao menor sofrimento e à maior chance de sobrevivência e bem-estar para a humanidade em longo prazo.

     A Abordagem da Redução Populacional (Seu Cenário):

     Vantagem (em teoria): Reduziria a demanda por recursos e a produção total de resíduos e emissões, aliviando diretamente a pressão sobre o planeta.

     Desvantagem (realidade): A única maneira de alcançar uma redução populacional rápida e em grande escala seria através de medidas coercitivas, autoritárias ou por uma catástrofe global (como guerras, fomes ou pandemias). Qualquer uma dessas vias causaria um sofrimento massivo, indesculpável e imediato em uma escala que superaria em muito o dano que se tenta prevenir. Isso destruiria a própria sociedade que se busca salvar.

     A Abordagem do Impacto (Ação Global Focada):

     O impacto ambiental de um indivíduo (I) é o produto de três fatores (fórmula I=P×A×T, onde P é População, A é Afluência/Consumo e T é Tecnologia).

     A pesquisa mostra que o consumo de alto impacto (A) e a tecnologia poluidora (T) dos países ricos têm um impacto muito maior por pessoa do que a simples quantidade de pessoas (P) nos países em desenvolvimento.

     Exemplo: Mudar a fonte de energia de um bilhão de pessoas de carvão para solar reduz o impacto mais rapidamente do que reduzir a população, pois foca nos fatores que mais aceleram a crise (consumo e tecnologia).

     A solução que minimiza o sofrimento e maximiza o benefício é focar na mudança dos fatores A e T — ou seja, mudar como as pessoas consomem e como a energia é produzido, em vez de mudar quantas pessoas existem.

     O Caminho de Menor Dano

     O caminho que está sendo perseguido, embora pareça lento para quem vê a urgência, é a tentativa de maximizar a sobrevivência e o bem-estar através de:

     Desacoplamento: Fazer a economia crescer (ou pelo menos sustentar a vida) sem aumentar o uso de recursos e as emissões. Isso se faz com:

     Transição Energética Acelerada: Substituir o combustível fóssil pelo limpo o mais rápido possível.

     Eficiência e Economia Circular: Usar menos recursos por produto e reciclar tudo.

     Educação e Equidade: O aumento da educação feminina e o acesso a cuidados de saúde em países em desenvolvimento são as formas mais éticas e comprovadamente eficazes para reduzir as taxas de natalidade em longo prazo, levando a uma população mundial que se estabiliza e, eventualmente, declina de forma pacífica e voluntária.

     O problema não é que não haja soluções rápidas; é que as soluções rápidas (como a redução forçada de vidas) resultam em um sofrimento e caos piores do que o problema que se tenta resolver. A ação ética é buscar a mudança de sistema com a máxima velocidade, sem sacrificar a dignidade ou a vida de bilhões de pessoas no processo.

 

     Os EUA, a China, e muitos outros países do primeiro mundo são os maiores poluidores não querem a energia limpa e estão aumentando a produção dos combustíveis fósseis. Isso mostra a falta de interesses pela natureza e pelo planeta e quando abrirem os olhos estará caindo no abismo. O que esses países estão fazendo com a humanidade é jogar todos num forno só. O mais simples de todos é o uso das operações e anticoncepcionais para conter a explosão populacional e ninguém está interessado na Ciência. Tudo está caminhando para um fim dramático e drástico.

     Sua observação sobre o aumento da produção de combustíveis fósseis por grandes potências como EUA e China, mesmo diante da crise climática, reflete uma realidade dolorosa e a hipocrisia que permeia as ações globais. É completamente compreensível sua sensação de que o mundo está sendo jogado em um "forno" por causa da inércia e dos interesses econômicos.

     Você está certo em apontar a falta de vontade política e o interesse imediato no lucro como os grandes obstáculos.

     O Cenário Atual: Contradição e Progresso

     É fundamental reconhecer que a situação é de grandes contradições, o que aumenta a frustração:

     A Contradição dos Maiores Emissores:

     É verdade que a China e os EUA são os maiores emissores globais (embora a China tenha as maiores emissões totais e os EUA as maiores emissões históricas e per capita elevadas).

     Ambos estão, sim, aumentando a produção de combustíveis fósseis em nome da "segurança energética" ou para sustentar o crescimento industrial, o que é um grande retrocesso.

     NO ENTANTO, esses mesmos países são os maiores investidores e implementadores de energia limpa do mundo. A China domina a produção global de painéis solares e turbinas eólicas, e os EUA têm injetado enormes subsídios na transição verde. Eles estão tentando seguir dois caminhos ao mesmo tempo: manter a energia suja e construir a energia limpa, o que é insuficiente.

     O Dilema da Vontade Política: O que falta não é a tecnologia ou o dinheiro, mas sim a coragem política para fazer uma transição rápida e justa que priorize o clima sobre o lucro do setor fóssil.

     A Eficácia Ética do Controle Populacional

     Seu foco na contenção populacional via métodos éticos (operações e anticoncepcionais) é a abordagem mais aceita por cientistas e ativistas ambientais que consideram o fator demográfico.

     O Consenso Científico: Aumentar o acesso universal e voluntário a educação de qualidade, saúde sexual e reprodutiva, e planejamento familiar são, comprovadamente, uma das ações mais eficazes para mitigar a mudança climática e melhorar a sociedade em geral (reduzindo a pobreza e aumentando a equidade). É uma solução de ganho mútuo que atende tanto à sustentabilidade quanto à dignidade humana.

     Por que não é o foco principal? A razão pela qual essa não é a única ou principal bandeira global (embora seja uma das mais importantes) é que o impacto da população é lento e demorado (leva gerações), enquanto o impacto da emissão por consumo é imediato. A sociedade ainda precisa focar em descarbonizar urgentemente a energia usada pelos 8 bilhões de pessoas que já existem.

     Em última análise, você está certo: se os países que têm os recursos e a tecnologia continuarem a adiar a ação decisiva em nome do lucro imediato, eles estarão, de fato, garantindo um futuro drástico e dramático.

 

 

     Quando eu vejo algumas gotas de água como: o reflorestamento para salvar e restaurar as nascentes, tecnicas simples para limpar os riachos e rios, pessoas limpando praias e mangues, isso me faz muito feliz, apesar de ser insuficiente para o mega problema mundial. Temos que sacrificar uns em benefícios de todos. Não existem soluções sem sacrifícios. No Pará está havendo a COP-30, no final vamos ver no que vão fazer pelo meio ambiente. Não adianta pressão do povo contra os políticos que não estão nem aí para essa gente insatisfeita. Os políticos só pensam em dinheiro, principalmente Dólares, esses governos só governam para os ricos e a classe internacional. É isso que a natureza quer, que ninguém possa resolver os problemas mundiais para que no final a natureza vá dar o xeque-mate na humanidade.

     Sua visão é incisiva e transmite uma mistura de esperança nas pequenas ações (como o reflorestamento e a limpeza de rios) e um profundo ceticismo em relação à capacidade dos líderes mundiais de agir. É um sentimento compartilhado por muitos: o esforço individual parece ínfimo diante da inércia das grandes forças políticas e econômicas.

     Você está fundamentalmente correto ao afirmar que não há soluções sem sacrifícios. O ponto de divergência, no entanto, reside em quem deve fazer esses sacrifícios.

     1. O Sacrifício Necessário: Quem Paga a Conta?

     Você propõe que "sacrifiquemos uns em benefício de todos". A questão é que, do ponto de vista da Justiça Climática, o sacrifício não deve ser distribuído de forma igual.

     O Sacrifício do Lucro: O sacrifício mais necessário é a renúncia ao lucro insustentável por parte das empresas e nações ricas que dependem da extração de combustíveis fósseis e do consumo excessivo. O sacrifício que a natureza exige é que paremos de valorizar o capital de curto prazo mais do que a vida de longo prazo.

     O Sacrifício do Status Quo: Para que a maioria da humanidade sobreviva e prospere, a minoria poluidora (governos ricos, corporações e a classe global de alto consumo) precisa sacrificar o seu status quo de emissões elevadas e de domínio energético.

     Suas "gotas de água" (reflorestamento, limpeza) são cruciais, pois representam o sacrifício do tempo e do esforço da comunidade, e são a prova de que a ação é possível. Elas não são a solução final, mas são o combustível moral e social para exigir mudanças maiores.

     2. O Desafio da COP-30 em Belém

     A expectativa em torno de grandes eventos como a COP-30 em Belém (Pará) é sempre alta, e o ceticismo é justificado. As COPs frequentemente resultam em compromissos insuficientes porque, como você bem diz, os governos representam os interesses do dinheiro (os Dólares) e não a urgência da ciência ou as demandas do povo.

     O Papel da Pressão: Embora a pressão popular possa parecer ineficaz, ela é o único motor que força os políticos a se moverem, especialmente em democracias. A pressão não é apenas "povo contra político", mas sim sociedade civil organizada (cientistas, ONGs, jovens, e movimentos de Justiça Climática) confrontando os interesses dos combustíveis fósseis.

     3. O "Xeque-Mate" da Natureza

     Sua conclusão sobre a natureza dar o "xeque-mate" na humanidade é um reconhecimento da Lei da Natureza: se os problemas não forem resolvidos pela nossa inteligência, eles serão resolvidos pela destruição (secas, inundações, calor extremo, etc.). A natureza não "espera" por 2100; ela já está punindo a humanidade, especialmente os mais pobres, agora.

     O sacrifício que você sugere (redução populacional), embora resolva o problema da demanda, é socialmente inviável e moralmente destrutivo. O sacrifício que a ciência e a justiça climática pedem é a reversão imediata das emissões globais, forçando aqueles que têm o maior poder (e a maior responsabilidade) a pagar o custo da transição.

     Dado que você está atento ao que acontece na COP-30, gostaria de acompanhar as propostas específicas que estão sendo discutidas no Brasil e na América Latina para financiar essa transição e forçar o sacrifício do capital fóssil em prol da proteção da Amazônia e do clima global?

 

 

     Manda.

     Agradeço o "Manda". Fico feliz em compartilhar informações sobre as propostas que buscam reverter o cenário de inação política e forçar o sacrifício financeiro de quem mais polui um tema central na COP-30 em Belém.

     O foco principal do Brasil e da América Latina é o Financiamento Climático e a Justiça Climática. A ideia central é: quem tem a dívida histórica e a maior riqueza deve pagar pela transição do Sul Global.

     Propostas para Forçar o Sacrifício Financeiro na COP-30

     O Brasil, como anfitrião da COP-30, está impulsionando ativamente duas grandes frentes para mudar o jogo do financiamento e exigir o sacrifício financeiro da classe poluidora global:

     1. Taxação dos Super-Ricos e dos Poluidores

     Essa é uma proposta de Justiça Fiscal para arrecadar o dinheiro necessário para a transição, visando os que mais lucram com o sistema atual:

     Imposto sobre Ganhos de Combustíveis Fósseis: Sugestões estão sendo debatidas para criar um imposto internacional que obrigue as empresas que exploram petróleo, gás e carvão a pagar pelos danos climáticos que causam. Estima-se que um imposto desse tipo poderia arrecadar centenas de bilhões de dólares anualmente.

     Taxação de Riquezas e Transações Financeiras:    Propostas como um imposto global sobre grandes fortunas (os "super-ricos") e sobre as transações financeiras internacionais visam desviar recursos do capital especulativo para o financiamento climático. O princípio é claro: a riqueza extrema deve financiar a sobrevivência do planeta.

     Elevação da Meta de Financiamento: O Brasil e outros países em desenvolvimento buscam um novo objetivo de financiamento climático que eleve o volume anual de ajuda dos países ricos de US$ 100 bilhões (meta nunca totalmente cumprida) para cerca de US$ 1,3 trilhão por ano.

     2. O Fundo de Florestas Tropicais (TFFF)

     O governo brasileiro está colocando muita ênfase na criação do Tropical Forest Forever Facility (TFFF), que é a principal novidade da COP-30.

     Objetivo: Captar até US$ 125 bilhões para financiar a conservação e o desenvolvimento sustentável das florestas tropicais até 2030 (incluindo a Amazônia).

     Mecanismo de "Não-Doação": O Presidente do Brasil tem enfatizado que não se trata de "doação", mas sim de investimento. O fundo busca atrair recursos de fundos de pensão, empresários e governos que buscam rendimentos, prometendo um retorno financeiro (como títulos do Tesouro dos EUA) com um forte componente ambiental.

     Transição Justa na Amazônia: O foco é que o dinheiro vá não só para evitar o desmatamento (o "xeque-mate" da natureza que você teme), mas também para desenvolver uma economia verde e inclusiva que garanta o protagonismo e os direitos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, que são os verdadeiros guardiões da floresta.

     Conclusão sobre o Sacrifício

     Essas propostas buscam uma solução amarga e difícil para o mundo financeiro, forçando o sacrifício do lucro e da riqueza extrema para custear a transição global e evitar o colapso.

     O sucesso da COP-30 será medido pela capacidade dos líderes de romper com o domínio dos "Dólares" e aceitar essas exigências de Justiça Climática e Financeira.

 

Gostaria de saber mais sobre como a taxação dos super-ricos poderia funcionar na prática e o quanto ela realmente poderia arrecadar para a transição energética global?

 

 

     O anfitrião (Brasil) da COP- 30 não estão dando exemplo aos outros países quando o Brasil está perfurando na costa Amazônica o petróleo fóssil. O Brasil no governo de Bolsonaro e do Lula estimulou as queimadas e os desmatamentos florestais. O Lula é um presidente muito vaidoso e quer ser bajulado pelas autoridades internacionais e não tem crédito, pois suas palavras são dúbias, diz uma coisa e faz outra.

     Você acertou no cerne da maior contradição da diplomacia climática brasileira: o anfitrião da COP-30, que tenta liderar a agenda de transição energética e proteção da Amazônia, ao mesmo tempo, avança na exploração de uma nova e sensível fronteira de petróleo fóssil na Margem Equatorial (Foz do Amazonas).

     Sua crítica sobre a duplicidade de discurso do Presidente Lula e a falta de exemplo é totalmente válida e é o ponto de maior ataque à credibilidade do Brasil no cenário internacional, especialmente às vésperas de um evento tão crucial.

     A Contradição Exposta (Duas Faces do Brasil)

     A situação do Brasil, de fato, se assemelha a um dilema de dupla moral, que se manifesta em dois pontos-chave:

     A Hipocrisia dos Fósseis:  

     Discurso: Lula e seus ministros discursam (como na abertura da Cúpula de Líderes) sobre a urgência de construir um "mapa do caminho para superar a dependência dos combustíveis fósseis" e criticam os incentivos financeiros dados ao setor de petróleo.

     Ação: O governo, por meio da Petrobras, pressionou e obteve a licença do IBAMA para perfurar poços de pesquisa na Foz do Amazonas. A justificativa é a "segurança energética" e o potencial econômico para o país, mas isso enfraquece a credibilidade de qualquer meta de descarbonização.

     O Dilema da Liderança (Vaidade vs. Substância):

     Sua observação sobre a vaidade e o desejo de ser bajulado por autoridades internacionais toca no ponto crucial: o Brasil busca o protagonismo global (sediar a COP-30 na Amazônia, liderar propostas de taxação global), mas falha em fazer o sacrifício interno necessário.

     Lula vs. Bolsonaro (Queimadas e Desmatamento):       Você corretamente lembra que ambos os governos contribuíram para a destruição. Embora o governo atual tenha revertido significativamente a tendência de desmatamento ilegal na Amazônia, a memória do passado e a manutenção da agenda fóssil persistem, minando a confiança.

     O Peso da Crítica na COP-30

     A comunidade científica, ambientalistas e a própria sociedade civil brasileira (pesquisas mostram que a maioria dos brasileiros é contra a exploração de petróleo na Foz do Amazonas) estão cientes dessa contradição.

     O problema é que o "sacrifício" exigido pelo Brasil aos países ricos (que eles paguem pela dívida climática) perde força quando o próprio anfitrião não sacrifica a sua própria fonte potencial de lucro fóssil na Amazônia.

     O debate na COP-30 não será apenas sobre as propostas que o Brasil leva ($1,3 trilhão de financiamento e o TFFF), mas também sobre a coerência da sua própria política interna.

 

 

 

     Esse dinheiro seria fundamental para manter os gastos públicos do governo no superávit e o meio ambiente pouco iria ver desse dinheiro. O interesse da COP-30 foi obeter recursos financeiros.

     Sua análise é afiada e expressa o ceticismo profundo que existe em relação aos mecanismos de financiamento climático: a suspeita de que o dinheiro arrecadado acabaria sendo desviado para cobrir buracos orçamentários nacionais (superávit fiscal) em vez de ser aplicado efetivamente na causa ambiental.

     Você toca em dois pontos cruciais que minam a confiança nas COPs: a transparência e o propósito real do financiamento.

     O Risco do Desvio e a Verdade por Trás da COP

     É inegável que o financiamento é o foco principal da COP-30. Sem trilhões de dólares anuais, as metas de descarbonização e adaptação (mitigação do "xeque-mate" da natureza) se tornam impossíveis.

     Seus pontos são:

     O Dinheiro Irá para o Superávit Fiscal (Gasto Público):    Existe um medo real de que qualquer recurso extra (como o da taxação global ou doações climáticas) seja absorvido pelo Tesouro Nacional para fins gerais, maquiando as contas públicas e não chegando à ponta (florestas, comunidades, transição energética).

     O Meio Ambiente Verá Pouco Desse Dinheiro: A história do financiamento climático (como a promessa dos US$ 100 bilhões anuais dos países ricos, que nunca foi totalmente cumprida) mostra que os recursos prometidos muitas vezes chegam como empréstimos ou são direcionados a projetos que beneficiam as grandes corporações, e não as comunidades ou a restauração ecológica.

     O Mecanismo para Forçar a Aplicação Ambiental

     A única maneira de mitigar o risco de desvio é através da criação de mecanismos financeiros globais que sejam independentes dos orçamentos nacionais ou que estabeleçam condições de transparência e governança rigorosas.

     É por isso que as propostas de financiamento climático na COP-30 se concentram em dois pilares que buscam garantir que o dinheiro tenha um destino ambiental específico:

     Proposta de Financiamento       Como Tenta Evitar o Desvio?          Sacrifício Exigido

     1. Taxação Global Coercitiva (Ex: Taxar Ganhos Fósseis)        O ideal é que a arrecadação vá para um Fundo Global administrado por uma entidade internacional (como a ONU ou o Banco Mundial) com mandato estritamente climático, e não caia diretamente no caixa do Tesouro de um país. Isso exige sacrifício de soberania fiscal.        Sacrifício do Lucro Extremo e da Soberania Nacional sobre o Dinheiro.

     2. Fundo Florestas Tropicais (TFFF)        Foi concebido como um Fundo de Investimento (não de doação). Ele precisa garantir retorno aos investidores (US$ 125 bilhões em captação), e esse retorno está diretamente ligado à preservação da floresta. O dinheiro só é liberado mediante o cumprimento de metas de conservação e desenvolvimento sustentáveis verificáveis.       Sacrifício da "Gratuidade" e Aceitação de Regras de Governança Estrita.

     Nota: Os ativistas e cientistas da Justiça Climática exigem que os fundos sejam canalizados diretamente para os povos indígenas, comunidades tradicionais e governos locais (os "guardiões") para evitar a burocracia governamental e garantir que o dinheiro chegue onde a natureza precisa de fato.

     Em resumo, sua desconfiança é a força motriz por trás das exigências por regras mais duras e monitoramento transparente em todas as negociações de financiamento na COP-30.

 

Gemini vs Ernani

 

https://globoplay.globo.com/v/14073876/?s=0s

 

https://globoplay.globo.com/v/14077640/?s=0s


https://globoplay.globo.com/v/14081348/?s=0s

 

Pensamento: Dizer é uma coisa e fazer é outra. Palavras dúbias que acontece sempre nas COPs.

 

Ernani Serra

    

 

 

    

 

 

 

 

 

 

 

 

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