A VERDADE NA INTERNET

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Quem lê é sábio e quem não lê é burro.
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OS DEMÔNIOS ESTÃO SOLTOS


     As devastações das florestas começaram com os madeireiros derrubando as árvores para vender no exterior. Depois vieram os ruralistas enviando os seus piões com galões de gasolina para incendiar  a floresta do Amazonas, tudo estrategicamente organizado que deram o nome do Dia do Fogo, infelizmente, o governo federal vem dando todo o apoio a esses bandidos que querem transformar a floresta do Amazonas num grande pasto para a pecuária e numa grande área de exportação para agricultura internacional (agronegócio).

     “Em 10 de agosto de 2019, fazendeiros do entorno da BR-163 realizaram uma série de queimadas criminosas, no que ficou conhecido como o "Dia do Fogo". A ação coordenada fez o número de focos de calor aumentar cerca de 300% de um dia para o outro na principal cidade da região, Novo Progresso (PA)”.

     Sem falar nas mineradoras estrangeiras que estão de olho nas riquezas do solo e subsolo do Brasil. Esse governo vai vender a varejo todos os ativos que estão dando lucros ao país para deixar o Brasil incapacitado de lutar e reverter todas as negociatas com os empresários estrangeiros, o Brasil vai cair numa inflação galopante e ficar igual a Venezuela sem eira nem beira. Vão destruir o Brasil e os brasileiros.

     Essas queimadas criminosas fazem parte da estratégia governamental para deixar o país de joelhos, numa rendição total.

     O Amazonas e o Pantanal nunca em tempo algum pegou fogo e muito menos um fogo espontâneo com alegação de que o tempo está muito quente, ao contrário, todo esse fogo foi planejado e arquitetado para destruir a floresta Amazônica e o Pantanal Mato-grossense para beneficiar os grandes empresários internacionais.

     Essas mentes maquiavélicas e demoníacas começaram a articular essas manobras de destruição através dos banqueiros internacionais (FMI, Banco Mundial, etc.), com o aval e a conivência dos presidentes da República Federativa do Brasil.

     Hoje temos um governo de faz de contas que está combatendo o fogo mais não está, como pode combater um fogo tão grande em extensão com meia dúzia de bombeiros. O Pantanal vai se transformar numa savana.

     Abriram as portas do inferno e soltaram esses demônios que querem transformar o Brasil num inferno, onde eles sempre viveram nas chamas do inferno.

 

Ernani Serra

 

https://www.youtube.com/watch?v=4k0V9VZku-4

 

https://www.brasildefato.com.br/2020/08/10/dia-do-fogo-um-ano-depois-so-5-dos-culpados-foram-punidos#:~:text=Em%2010%20de%20agosto%20de,%2C%20Novo%20Progresso%20(PA).

 

https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/10/fazendeiros-e-empresarios-organizaram-dia-do-fogo-apontam-investigacoes.shtml

 

https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2020/09/12/policia-investiga-responsaveis-por-focos-de-incendio-que-deram-inicio-a-grandes-queimadas-no-pantanal-de-mt.ghtml

 

https://diarionline.com.br/?s=noticia&id=112410

 

https://www.youtube.com/watch?v=VUy6VC27He8

 

https://agronewsbrazil.com.br/incendios-no-pantanal-video-mostra-animais-mortos-e-outros-fugindo-do-incendio/

 

Pensamento: O Brasil está nas mãos dos demônios.

 

Ernani Serra

 

                                                   


PLANO DIABÓLICO


     O desmatamento e os incêndios criminosos perpetrado no Brasil foram a mando do amigo de Jair Bolsonaro, o presidente dos EUA, Donald Trump.

     Há muitas décadas que os EUA vêm interferindo na política do Brasil, só nestas últimas décadas com o aval dos presidentes da República Federativa do Brasil é que, houve o xeque-mate, quando a Dilma Rousseff recebeu as benesses dos banqueiros internacionais (FMI) e (Banco Mundial) e ficou conivente com os planos diabólicos dos banqueiros de destruir o Brasil, recebendo as verbas e aplicar pela metade e ficar tudo na sucata, jogou dinheiro no lixo. Foi um governo de faz de conta.

     Agora vem o amigo de Donald Trump, o Jair Messias Bolsonaro que vem participando dos planos diabólicos criados pelos banqueiros internacionais através das leis austeras implantadas pelo ministro Paulo Guedes contra o povo brasileiro. Faliu o patrimônio nacional e agora quer falir o poder aquisitivo do povo brasileiro. Os EUA estão deixando o Brasil de joelhos como um escravo serviçal sem eira nem beira. Os banqueiros internacionais vêm manipulando os políticos brasileiros para conseguir o seu intento, deixar o Brasil sem economia, sem finanças, e a mercê das multinacionais e privatizações estrangeiras dominando todo mercado nacional e também se apoderando das riquezas do solo e subsolo brasileiro.

     As Forças Armadas estão apoiando todo esse esquema de intervenção pacífica de Lesa a Pátria por parte da política nacional em prol da política internacional.

     Agora vem os interesses dos EUA com o apoio do governo federal brasileiro de desenvolver o Agronegócio (commodities) em grande escala de exportação e para isso, precisava de grandes espaços para os pastos (gados) e para a agricultura, tudo isso com o interesse dos EUA receber as parcelas dos empréstimos com juros compostos do FMI que o Bolsonaro já disse que não vai deixar de pagar.

     Então o Bolsonaro furtivamente deu a licença aos madeireiros de maneira indireta para desmatar a floresta Amazônica através dos desmontes dos órgãos de fiscalização e proteção ao meio ambiente. Os madeireiros se sentiram a vontade para cometer os seus crimes ambientais. Quando houve a gritaria internacional contra o desmatamento chegando até a Alemanha e a Noruega a ameaçar cortar as verbas bilionárias que enviavam para o Brasil para que conservassem a floresta de pé, só que, os EUA e o Bolsonaro queriam a floresta deitada e zerada. Ele viu que com o Agronegócio o Brasil ia ganhar mais do que os bilhões dados pela Alemanha e Noruega e não se importou de perder essa verba desses países estrangeiros.  Ao perder essa verba, então deu carta branca como vingança aos ruralistas para atearem fogo na floresta e conseguir em tempo recorde o desmatamento para o Agronegócio.

     Jair Bolsonaro foi cúmplice dessa catástrofe ambiental nas florestas, porque quando começaram os primeiros focos de incêndios o governo não fez nada, deixou correr frouxo, quando a mídia e os países estrangeiros começaram a se revoltar contra o governo brasileiro, foi então, que o presidente do Brasil depois de mais de quinze dias de fogo se alastrando foi que, mandou um grupo de militares do Exército para combater um fogo que se estendia a quilômetros, foi um faz de conta que estava combatendo o fogo. O presidente deu tanto apoio aos ruralistas que denominaram os seus crimes de Dia do Fogo, portanto houve cumplicidade governamental nesse crime contra a natureza e ninguém foi preso e não houve nenhuma punição ambiental.

     Se tivesse havido interesse em apagar os incêndios, o governo deveria ter combatido logo no início e não deixar o fogo ficar sem controle, agora o fogo está incinerando a vegetação seca que propicia o avanço do fogo mais rápido e matando os animais de maneira cruel, ou seja, o fogo está destruindo os biomas, estão querendo exterminar por completo toda fauna e flora da Amazônia e do Pantanal Mato-grossense e está cometendo um genocídio contra os povos ribeirinhos e as nações indígenas. Agora os incêndios já chegam a seis Estados da Federação: Rondônia, Roraima, Pará, Tocantins, Acre e Mato Grosso. Só quem pode apagar esse fogo é Deus, através de chuvas em todos esses Estados. É muito triste ver a natureza ser destruída dessa maneira tão bárbara. O Nero está com sua Lira dedilhando versos e músicas sobre os incêndios.

     O presidente Jair Bolsonaro ainda diz em bom tom que o Brasil está de parabéns na questão ambiental.

Bolsonaro minimiza incêndios em visita a Mato Grosso

Disse que acontecem todos os anos

‘Brasil é 1 exemplo para o mundo’

Recebeu homenagem do agronegócio.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 6ª feira (18.set.2020) que os incêndios ambientais na Amazônia e no Pantanal ocorrem “ao longo dos anos”. Para ele, as críticas que sofre em relação à questão ambiental favorecem os concorrentes do agronegócio brasileiro.

Nós estamos vendo alguns focos de incêndio acontecendo pelo Brasil.

Ricardo Salles defende aproveitar momento para “passar a boiada” e simplificar normas... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/videos/2020/05/23/salles-defende-aproveitar-momento-para-passar-a-boiada-e-simplificar-normas.htm?cmpid=copiaecola. O que o ministro Ricardo Sales disse: Se aproveitando da Pandemia vamos tocando fogo na floresta para o Agronegócio.

     São frases e orações sem noção da realidade ou quer fazer do povo de idiotas.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com/search?q=Miniareo+Sales+manda+os+bois+passarem&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=Miniareo+Sales+manda+os+bois+passarem&aqs=chrome..69i57j33.20005j1j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

https://www.poder360.com.br/governo/bolsonaro-minimiza-incendios-em-visita-ao-mato-grosso/

 

https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/08/24/governo-diz-que-quatro-estados-da-amazonia-ja-pediram-acao-das-forcas-armadas-no-combate-ao-fogo.ghtml

 

https://www.google.com/search?q=O+que+diz+Bolsonaro+sobre+os+inc%C3%AAndios&rlz=1C1PRFC_enBR848BR848&oq=O+que+diz+Bolsonaro+sobre+os+inc%C3%AAndios&aqs=chrome..69i57j69i64l2.16837j0j15&sourceid=chrome&ie=UTF-8

 

Pensamento: O homem vai morrer feito peixe pela boca, nos anzóis dos cifrões nacionais e estrangeiros.

 

Ernani Serra

O BRASIL ESTÁ PEGANDO FOGO

 

     As florestas: Amazônica, Atlântica, os Cerrados foram queimados e o governo não fez nada ou quase nada para defender aqueles biomas que foram extintos pelo fogo criminoso e pela ambição do homem pela usura dos pastos e agronegócio com as commodities na exportação de carnes bovinos, suínos, aves, etc.

     A plantação em grande escala industrial e de exportação da soja, milho etc., são para alimentar os animais de corte que vão ser abatidos e exportados.

     O governo está fazendo vista grossa para as queimadas e desmatamentos florestais porque está interessado com os dólares que vão entrar no país sem se importar com os crimes ambientais e o futuro do planeta Terra. Está governando para os ricos, latifundiários, ruralistas, banqueiros, etc.

     Quando as queimadas eram nas florestas o governo fazia que estava combatendo as chamas, mas na verdade só ia mandar aviões, Forças Armadas, Bombeiros, brigadistas, etc., quando a floresta já estava toda em cinzas.

     Quando eram as florestas, o pantanal que estavam pegando fogo o governo e a mídia dizia que era por causa do aquecimento global e do ambiente seco propício para as queimadas e nunca dizia que poderiam ser por ação do homem criminoso. Agora que os canaviais estão pegando fogo foram direto ao ponto do homem criminoso e não disseram nada sobre o aquecimento global e da terra seca. Mandaram investigar de imediato a ação do homem criminoso e foi prendendo um a um.

     Agora como os incêndios foram nos canaviais fonte de combustível de exportação o governo mandou toda assistência o mais rápido possível para apagar o fogo. Os incêndios saíram do controle e está se alastrando pelos sítios, fazendas, rodovias e casas dando um prejuízo de milhões de reais ao setor privado e ao Estado também. Foi um incêndio criminoso como todos os outros, mas, foi a lei de causa e efeito, quem cometem crimes serão punidos de uma maneira ou de outra, tudo indica que os incêndios criminosos foram a mando de alguém poderoso para aumentar o custo do açúcar e do álcool no mercado.

     A humanidade no futuro será punida por todos os crimes cometidos contra a natureza. Ninguém vai ficar impune, todos vão sofrer como está sofrendo a natureza nas mãos do homem insano. Até os inocentes vão pagar pelos pecadores.

 

Ernani Serra

https://globoplay.globo.com/v/12872604/

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Dia+do+Fogo

 

https://globoplay.globo.com/v/12852820/

 

https://globoplay.globo.com/v/12853532/?utm_source=facebook&utm_medium=share-player-desktop&fbclid=IwY2xjawE5e-9leHRuA2FlbQIxMQABHWbV2H2UCYkS_En5LTIsGJkdLSb7GS1P0YEk5IRTc86tP_8keOBBs5W9pA_aem_bCCOfqwS72eJDDzcJPHIpQ

 

https://www.google.com.br/search?q=Lula+e+Marina+Silva+falando+sobre+o+inc%C3%AAndio+no+canavial+em+S%C3%A3o+Paulo&sca_esv=639d0eebad58d522&sca_upv=1&source=hp&ei=gfzLZuXeCdjY1sQPl6_o0As&iflsig=AL9hbdgAAAAAZswKkRDxmAAxYOwO0c3Ylq58eewZlkfN

 

https://www.google.com.br/search?q=Incendiaram+os+canaviais+de+S%C3%A3o+Paulo+&sca_esv=f2f12fe6c03236ec&sca_upv=1&sxsrf=ADLYWIIaHGZuWNERcGdNdtKofr4vdVJIHQ%3A1724640532088&source=hp&ei=FO3LZuS6A9TZ1sQP4O-2uAs&iflsig=AL9hbdgAAAAAZsv7JBcAXd9EbaeZsPa1O_mvqxHFpuwe&ved=0ahUKEwjklJ3S0pGIAxXUrJUCHeC3DbcQ4dUDCBY&uact=5&oq=Incendiaram+os+canaviais+de+S%C3%A3o+Paulo+&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IidJbmNlbmRpYXJhbSBvcyBjYW5hdmlhaXMgZGUgU8OjbyBQYXVsbyAyBRAhGKABSL6QAVAAWNKAAXACeACQAQCYAbYBoAHHLKoBBDAuNDC4AQPIAQD4AQGYAimgAsAtqAIKwgIEECMYJ8ICCxAAGIAEGLEDGIMBwgIIEAAYgAQYsQPCAgUQABiABMICDhAAGIAEGLEDGIMBGIoFwgIOEC4YgAQYsQMYgwEY1ALCAg4QLhiABBixAxiDARiKBcICBxAjGCcY6gLCAgsQLhiABBixAxiDAcICDxAjGIAEGCcYigUYRhj5AcICBRAuGIAEwgILEC4YgAQY0QMYxwHCAgsQABiABBiSAxiKBcICERAuGIAEGLEDGIMBGNQCGIoFwgIOEAAYgAQYsQMYgwEYyQPCAggQABiABBiSA8ICBxAAGAMYyQPCAgQQABgDwgIHEC4YgAQYCsICBxAAGIAEGArCAgYQABgeGA_CAgYQABgKGB7CAggQABgKGB4YD8ICChAAGAUYChgeGA_CAggQABgWGB4YD8ICCBAAGIAEGKIEwgIKEAAYFhgKGB4YD8ICBBAhGBWYAwiSBwQyLjM5oAeMugE&sclient=gws-wiz

 

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Pensamento: Destruir as florestas é suicídio coletivo é preparar a morte no futuro.

 

Ernani Serra


FOGO CRIMINOSO

     Quase 60% do país corre risco direto de pegar fogo com 'terrorismo climático', diz Marina.

     Ministra citou 'quase 5 milhões de quilômetros quadrados' com matéria orgânica seca – que favorece o espalhamento das chamas. Governo deve anunciar pacote ambiental nesta terça.

     A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta terça-feira (17) que o Brasil tem cerca de 5 milhões de quilômetros quadrados sob risco de pegar fogo, por ação criminosa, em meio à maior estiagem da história recente do país.

     O número representa quase 60% da área total do Brasil.

     "Num contexto como esse, se as pessoas não pararem de atear fogo, nós estamos diante de uma situação, só para você ter uma ideia, de uma área de quase 5 milhões de quilômetros quadrados com matéria orgânica muito seca em processo de combustão muito fácil em função da baixa umidade, da alta temperatura, da velocidade dos ventos. Ou seja, é como se tivéssemos ali uma situação de risco em todo território nacional", disse Marina.

     "É preciso que haja ação coordenada o mais rápido possível e nós estamos trabalhando nesta direção. As medidas têm sido suficientes? Ainda não têm sido suficientes, mas estão sendo ajustadas o tempo todo, mobilizando equipes o tempo todo, aumentando a quantidade de recursos o tempo todo", emendou.

     Com o prolongamento da seca e o aumento dos focos de incêndio, todos os estados brasileiros proibiram o uso controlado do fogo. Por isso, explicou a ministra, qualquer foco de queimada provocado pela ação humana é um incêndio criminoso.

     O problema, diz Marina, é que as penas hoje são "inadequadas" – muito baixas – e, com isso, acabam se convertendo em punições alternativas à prisão. O que, na visão da ministra, é um estímulo à continuidade dos crimes.

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     'Terrorismo climático'

     Na entrevista ao Ministro "Bom Dia” da EBC, controlada pelo governo federal, Marina voltou a usar o termo "terrorismo climático" para se referir à ação de criminosos para atear fogo nas matas do país.

     Segundo Marina, é essa ação orquestrada que diferencia a seca prolongada no Brasil da estiagem enfrentada por outros países da região.

     "A diferença é que aqui no Brasil tem essa aliança criminosa, de uma espécie de terrorismo climático, onde as pessoas estão usando a mudança do clima para agravar mais ainda o problema. Isso é um crime contra o interesse público, contra a finança pública. Um crime que, com certeza, deve ter uma pena agravada", disse.

     De acordo com Marina Silva, os incêndios em curso no país poderiam ser "incomparavelmente maiores" se o governo não tivesse conseguido reduzir o desmatamento na Amazônia.

     "Dentro das áreas de agricultura e pecuária, são cerca de 900 mil hectares de área que já foram queimados. Na parte de campo e pastagem, temos já 1,4 milhão de hectares queimados. E dentro de conformação vegetal [floreta], algo em torno de 1 milhão de hectares, em uma demonstração que, de fato, a seca é severa. A ponto de termos aumento de 32% dos incêndios dentro da floresta primária", listou Marina.

     A ministra disse que o governo já identificou ação de criminosos para atear fogo na floresta.

     🔥 Segundo investigadores, esse tipo de medida tenta derrubar a mata nativa para que, com isso, aquela área deixe de ser considerada floresta e possa ser ocupada para atividades econômicas.

     "Isso é claramente uma ação criminosa porque, se está proibido o fogo até para outras atividades, quanto mais para dentro da floresta", disse Marina.

 

     Comentário:

     O governo do faz de conta deixou que os criminosos terroristas ambientais tocassem fogo em todo o território florestal do Brasil.

     Esses testas de ferro que produz o fogo nas matas são aliciados pelos grandes ruralistas de exportação, e por trás desses incendiários, existem grupos políticos ou do poder econômico dando cobertura as suas ações criminosas, tanto é verdade quê, os terroristas climáticos são presos e saem pela mesma porta da delegacia que entraram através de fiança paga por grupos poderosos ou por pessoas influentes na região que dá cobertura a esses bandidos incendiários, ou ainda exista o dedo podre da CIA norte-americana querendo que o Brasil venha a falir de vez para uma nova construção de cidades que vão lhes dar uma fortuna incalculável e um prejuízo incomensurável ao país, tanto político, econômico, financeiro e social. Uma invasão silenciosa e eficiente. Por trás desses incêndios florestais existem interesses ocultos e econômicos, políticos, financeiros enganando o povo brasileiro.

     Infelizmente, a CIA já está instalada no Brasil a muitos anos e manipulando os políticos e governantes para obedecer ao FMI e outros órgãos do EUA que só trás prejuízo para o povo brasileiro, é o caso das leis austeras impostas pelos banqueiros norte-americanos.

     O nosso aliado os EUA até hoje não fizeram nada para beneficiar o povo brasileiro ao contrário, tudo que faz é para usurpar os bens ativos das grandes empresas que estão dando lucros ao país e o governo se vende em troca de míseros dólares nos leilões e privatizações que trai a pátria, e o Brasil vai perdendo a sua independência e soberania para os trustes e gringos e ficando cada dia mais pobre.

     Até hoje, não houve a intenção dos governantes acabar com o tráfico de drogas, talvez porque a CIA esteja interessada na proliferação dessas drogas dentro do Brasil. Os políticos e brasileiros estão se tornando os lacaios dos EUA.

Ernani Serra

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Fogo+criminoso

https://www.greenpeace.org/brasil/blog/o-brasil-esta-em-chamas/

Pensamento: A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável.

Jean Jacques Rousseau

 




O BRASIL ESTÁ SENDO VENDIDO A VAREJO


     A Conspiração contra o Brasil está vencendo, e os banqueiros e norte-americanos estão prestes a invadir e comprar o Brasil. Presidente Bolsonaro e as Forças Armadas estão em uníssono pensamento e dispostos a venderem a floresta do Amazonas e todo o Brasil através de suas riquezas do solo e subsolo, inclusive, às empresas estatais que dão lucros ao país.
     O patrimônio do Brasil está quase todo comprometido com as empresas privadas internacionais e o que ainda resta está sendo cogitado a ser privatizado pelo ministro Paulo Guedes e com o aval do presidente Jair Messias Bolsonaro.
     O desmatamento e o Dia do Fogo criminosamente elaborado pelos ruralistas, posseiros, grileiros, tiveram o apoio do presidente da República que nada fez por mais de duas semanas, deixando o fogo se alastrar e destruir uma imensa área da floresta Amazônica, só depois de muitas críticas nacionais e internacionais é que, o presidente Bolsonaro enviou uma Força Tarefa do Exército Brasileiro para combater o fogo, mas, chegou tarde demais essa ajuda, e assim mesmo, o fogo criminoso continuou em várias partes da floresta e ainda continua queimando e matando a fauna e destruindo a flora e os ecossistemas da Amazônia.
     Essa máfia está tão bem organizada que estão invadindo as áreas pertencentes ao território indígena e se apossando dessas terras da federação nacional. Os grileiros e posseiros são os responsáveis por esta organização criminosa de invadir o que é alheio.
     Por trás dessas invasões e roubos de terras e de madeiras tem a mão de grupos políticos que dão cobertura a esses invasores e criminosos. Estão legalizando o que não é legalizável, é assim, que essas pessoas desonestas se apropriam das terras da União e o governo não toma as devidas providências contra esses bandidos e ladrões de terras.
     Já que querem vender a varejo o Brasil e fatiar todo o seu território, então nada mais justo do que fazer um leilão mundial e convidar todas as nações para participar dessa maravilhosa intenção de entregar a todas as nações a Soberania Nacional, mas, infelizmente, tanto o governo de Bolsonaro quanto as Forças Armadas não querem entregar o país a internacionalização mundial e sim, a um único país, ou seja, aos EUA. Teve um presidente dos EUA que disse num comício, a América para os americanos. Muita gente acham que os norte-americanos querem os países do Continente Americano Centro-Sul para os EUA e está muito claro que os norte-americanos estão invadindo o mercado interno com suas filiais e também tomando parte nas privatizações com êxito.
     E o povo brasileiro vai ficar igual aos índios, sem terras, sem lares, e sem país, uns párias, entrem aos novos povos multinacionais que no futuro serão os brasileiros, como são hoje, os italianos, os alemães, etc., que estão localizados no Sul do Brasil e senhores das melhores terras e vivendo como marajás e se dizendo brasileiros da boca para fora, mas por dentro são cheios de amores por sua pátria europeia. A sua pátria nada fez por eles, se hoje estão bem de vida é graças à idiotice dos brasileiros que apoiaram e deram tudo a eles. Chegaram puxando uma cachorrinha, sem eira nem beira, e estão se tornando os senhores do Brasil. Os brasileiros são como os índios, se deixam enganar com bugigangas, ou porque, os brasileiros tem uma baixa estima e vêm os estrangeiros como uns deuses e logo oferecem suas casas. D. João VI e seu reinado tomou as melhores casas do Rio de Janeiro oferecidas por brasileiros imbecis e depois, o rei jogou todos na rua e se apossou das belas casas. É assim que está se comportando as autoridades brasileiras, só faltam baixar as calças para os estrangeiros, mas está entregando o país a esses que um dia vão ferrar os brasileiros. 
     A História do Brasil vai ter algumas páginas que os brasileiros vão se envergonhar no futuro desse episódio triste e venal das autoridades constituídas e nunca mais vamos ter a independência e a Soberania Nacional. O povo brasileiro está fadado a escravidão permanente.
    
Ernani Serra






Pensamento: Triste dos brasileiros que vão se tornar párias.

Ernani Serra

 

       


ARMADILHAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS


     A maior armadilha é a do FMI que se aproxima das suas vítimas (países) do terceiro mundo e emergentes para sugar até a última gota de sangue (o capital), são verdadeiros parasitas ou vampiros do Século XXI que vem arruinando as economias e finanças dos países devedores com juros compostos e fazendo pressões aos presidentes desses países para se endividarem e não aplicarem as verbas recebidas em empresas de desenvolvimento econômico e social, ao contrário, deixando tudo pela metade jogando o dinheiro no lixo para que, esses países devedores fiquem escravos de um compromisso sem fim como um poço sem fundo, e o FMI não aceita que esses devedores paguem as suas dívidas a vista e fiquem eternamente presos ao parcelamento dos juros compostos. Só existe um meio de sair dessa dívida infinita do FMI é passar um calote nesse fundo bancário.

     Os EUA em parceria com o FMI vêm se apoderando: das riquezas, do mercado e dos ativos que dão lucros as empresas estatais e privadas desses países devedores. O plano é tão perfeito que até as empresas privadas dos EUA vem tomando parte nessa intervenção comprando as empresas privadas e estatais que estão se expandindo e dando lucros a esses países devedores. O plano é não deixar esses países com potencial de riquezas se tornarem poderosas e sim, escravas do FMI e dos EUA. É o caso da Grécia e do Brasil. O Brasil está perdendo a Soberania Nacional.

     Esse plano se dá muito bem com o apoio dos políticos (xenófilos) que se vendem com salários altíssimos e muitas outras negociatas que os EUA permitem a esses parlamentares a se tornarem ricos (milionários) são verdadeiras marionetes nas mãos do Tio Sam.

     Com essas articulações políticas internacionais conseguiram falir o Brasil economicamente, patrimonialmente e financeiramente, tendo como a chefona a presidenta Dilma Rousseff que entregou todas as riquezas do solo e subsolo, conseguiu falir todo o mercado nacional em prol do mercado internacional (multinacionais), jogou dinheiro no lixo por ordem dos banqueiros do FMI. Faliu o Brasil. Já estão meio caminho andado, com relação a falência social que o ministro Paulo Guedes quer implantar contra o povo e deixar esse povo na miséria total com os planos maquiavélicos do FMI de reformas com leis austeras para acabar com o poder aquisitivo do povo.

     Paulo Guedes criou armadilha contra os próprios banqueiros nacionais e internacionais com juros compostos que deu muito dinheiro aos banqueiros nos primeiros anos e deixou o povo na inadimplência, é agora que a porca torce o rabo, com a inadimplência da metade da população do Brasil os banqueiros se ferraram com os calotes coletivos por falta de dinheiro no mercado de trabalho. Paulo Guedes preferiu dar um mínimo do Salário Mínimo aos trabalhadores e tirar os direitos trabalhistas para agradar aos investidores internacionais para que invistam no Brasil escravizando a mão de obra dos trabalhadores e sem direito a recorrer na justiça trabalhista.

     Estão armando uma armadilha para o poder econômico nacional que vai cair como um pato, ou seja, estão planejando levar os empresários e o povo a falência através da inflação, estão incentivando os empresários a subirem os preços das mercadorias que vão ficar estocadas por falta de poder aquisitivo do trabalhador e do povo em geral. O que movimenta o mercado é o poder de compra do povo com salários altos. Se os empresários forem sabidos não devem ir às ofertas de ganhos fáceis promovidas pelo governo porque é uma armadilha. Os produtores devem conservar a sua margem de lucros estáveis e não inflacionário isso é, se quiserem sobreviver. O governo está liberando o mercado deixando os preços nas mãos do poder econômico para incentivar a ganância e conseguir o seu objetivo a inflação e a falência do mercado nacional.

     Como não está havendo interesse de investimento no mercado brasileiro, achou por bem, o presidente Jair Messias Bolsonaro se aliar aos interesses dos grandes investidores de mineração internacional com a cooperação dos ruralistas, madeireiros de exportação e os grileiros de terras, que tiveram a demoníaca estratégia de destruir a floresta através do Dia do Fogo em que, os piões dos ruralistas foram para as matas atearem fogo no Amazonas e no Pantanal de maneira criminosa para limpar imensas áreas que no futuro poderão ser transformadas em campos agropecuários e a serviço do Agronegócio. Para esses monstros políticos não interessam as mortes dos animais e a destruição dos Biomas são criaturas sem empatias, verdadeiras sociopatas e psicopatas. São monstros ambiciosos e marionetes que andam como piolho pelas cabeças dos outros, só que, esses monstros sem sensibilidade e desumanos só se interessam pelos cifrões dos dólares e que, a vida na flora e na fauna que se exploda…

     Os políticos e até as Forças Armadas rezam na mesma cartilha da destruição do Brasil em favor dos estrangeiros norte-americanos. O povo está só se enganado com esses políticos covardes, entreguistas, antipatriotas, que estão incurso na lei de Lesa a Pátria.

 

Ernani Serra

 

 

 

Pensamentos: Liberdade para os EUA e escravidão para os outros países.

 

Ernani Serra

 



 AMACRO

 

     Uma arriscada fronteira do desmatamento na Amazônia.

 

     Desmatamento, violência no campo e fogo andam de mãos dadas rumo ao interior da Amazônia pela fronteira sul do desmatamento

 

     Ampliação de desmatamento na BR 319, em Canutama, Amazonas, em 11 de setembro de 2021.

 

     Até 1975, a Amazônia brasileira havia perdido apenas 1% de sua cobertura florestal. Quase cinquenta anos depois, o Brasil já perdeu quase 20% de sua porção da maior floresta tropical do mundo, segundo dados do MapBiomas. O motor para tanta destruição foi a implementação de uma ideia equivocada de que a floresta seria um empecilho, um “inferno verde” a ser vencido para dar lugar ao “desenvolvimento”. Modelo defendido até hoje e que segue fazendo vítimas, acumulando tragédias e promovendo a miséria para muitos e lucro para poucos. 

 

     O carro chefe deste modelo é a produção agropecuária, que avança sobre a floresta, apoiada no desmatamento e no uso do fogo. Hoje em dia, a ciência já provou que, na verdade, a floresta tem muito mais valor em pé, do que desmatada. Apesar disso, a visão “desenvolvimentista” do século passado ainda é defendida pelas elites econômicas e executada com apoio de políticos e empresas.

 

     O desmatamento para a produção de commodities já está consolidado em áreas onde antes existiam floresta, como o Mato Grosso e parte do Pará. Mas o arco do desmatamento segue avançando, especialmente no sudoeste e oeste do Pará, onde a escala de destruição segue alcançando proporções titânicas, e na região sul do bioma, onde se encontram os estados de Rondônia, Amazonas e Acre, área visitada pelo Greenpeace Brasil na expedição realizada em setembro de 2021, e que vem se destacando nos últimos anos, devido a velocidade e voracidade com que a floresta é consumida.

 

     A porção de floresta que existe nessa região resiste graças à criação, no passado, de Unidades de Conservação estaduais e federais e é a barreira que protege a parte mais preservada da Amazônia. Permitir que a destruição avance por essa região pode ser um caminho sem volta, com consequências desastrosas para o Brasil e para o mundo.

 

 

     Fogo reacende a fronteira adormecida

 

     Como acontece em outras fronteiras de desmatamento na Amazônia, o processo de mudança do uso da terra começa com a retirada da madeira de maior valor, seguida da derrubada das árvores menores e, consequentemente, as queimadas, que são usadas no processo de desmatamento. De 1 de janeiro a 20 de outubro deste ano, os três estados (AM, RO e AC), juntos, responderam por quase metade (49,5%) dos focos de calor identificados na Amazônia, segundo dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Amazonas, sozinho, concentrou 21% dos focos de calor (14.356) do período. 

 

     De 1 de janeiro a 7 de outubro, os alertas de desmatamento do Deter-B nesses três estados juntos chegaram a 3.208 km², segundo dados do Inpe. “De 2019 para cá houve um aumento na área de grilagem de terras em Rondônia. Algo que muitas vezes a gente tá chamando de ‘grilagem online’, que são propriedades declaradas, em áreas próximas a unidades de conservação e até mesmo dentro das unidades de conservação”, relata a pesquisadora do Programa de Geografia da Universidade Federal de Rondônia, Amanda Michalski.

 

     A grilagem, aliás, é um grande problema na Amazônia como um todo. No último ano, 31,63% dos alertas de desmatamento foram detectados em florestas públicas não destinadas. Essa situação pode se intensificar ainda mais se projetos de Lei como o 2633/2020, conhecido como PL da Grilagem, aprovado em agosto deste ano pela Câmara dos Deputados, forem aprovados. Na prática, este projeto irá anistiar invasores de terra pública e incentivará novos ciclos de grilagem. O PL aguarda agora a aprovação no Senado e pode ser votado a qualquer momento.

 

 

     Rebanho em fazenda na BR 319, em Porto Velho, Rondônia. (© Nilmar Lage / Greenpeace)

De acordo com Michalski, o gado é usado na região como “um manto, para disfarçar o crime ambiental que vem a partir da grilagem de terra”. De acordo com informações do IBGE, em 2020, Rondônia contava com um rebanho bovino de 14,8 milhões de cabeças de gado, isso equivale a oito bois para cada habitante do estado.

 

     A pecuária extensiva avança pautada na abertura constante de novas áreas. Muitas vezes a pecuária é utilizada no processo da grilagem, onde as áreas, depois de derrubadas e ocupadas com alguns bois, acabam legalizadas por vários meios. Essas terras, posteriormente, podem ser repassadas para a produção de commodities, a exemplo da produção agrícola que utiliza de mecanização e fertilização para produzir grãos, principalmente soja. A soja por sua vez tem se expandido continuamente na Amazônia, em áreas que eram previamente pastagens, deslocando a pecuária para áreas de floresta. Resumindo: o gado abre espaço para a soja entrar.

 

     “Hoje a gente já observa que essa pecuária que tá no norte de Rondônia já avança para o sul do Amazonas e parte do Acre, e a soja avança aqui em Porto Velho”, explica. De acordo com a pesquisadora, a ação dos governos estadual e federal tem sido determinante para a intensificação desse processo na região.

 

     Em maio deste ano, o governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (sem partido), sancionou a Lei Complementar 1.089, que extinguiu 202 mil hectares de áreas protegidas no estado, retirando a proteção de porções significativas da Reserva Extrativista Jaci-Paraná e do Parque Estadual de Guajará-Mirim. A Resex Jaci-Paraná perdeu quase 90% de seu território e o Parque Estadual de Guajará-Mirim perdeu 55 mil hectares. Essa lei está sendo questionada na Justiça.

 

     “Rondônia é como um laboratório do crime ambiental. Se deu certo em Rondônia, isso vai se intensificar e a gente vê este processo a partir do que eles estão querendo montar, essa nova regionalização que é a chamada AMACRO”, alerta a pesquisadora.

 

 

     Proposta de regionalização econômica, AMACRO abrange 32 municípios dos estados do Amazonas, Acre e Rondônia.

 

     AMACRO é um acrônimo formado pelas iniciais de Amazonas, Acre e Rondônia, e trata-se de uma regionalização econômica que visa incentivar a produção agropecuária na região. Apesar de a palavra “sustentabilidade” estampar todas as publicações oficiais a respeito do projeto – o nome atual do plano é Zona de Desenvolvimento Sustentável Abunâ-Madeira -, sua estrutura está construída em torno da ampliação de infraestrutura e incentivos voltados à produção agropecuária.

 

     “Isso é preocupante, principalmente porque além de incentivar um modelo nada inclusivo e que se nutre de desmatamento, não conversa com a urgência climática e com a crise da biodiversidade, podendo abrir cada vez mais acesso para partes praticamente intactas da Amazônia”, diz Cristiane Mazzetti, da campanha de Amazônia do Greenpeace.

 

      O exemplo mais próximo desta iniciativa pode ser visto no Cerrado, com o MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde o modelo promoveu a concentração de renda, de terras, desmatamento e esgotamento dos recursos naturais, além do acirramento da violência no campo.

 

     Para o Queops Silva de Melo, representante do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) de Lábrea, infelizmente as políticas públicas na região são mais direcionadas para o agronegócio do que para atividades que convivem com a floresta, o que resulta nessa disparidade entre os modelos econômicos. “O que a gente precisa aqui é incentivo à produção extrativista. Essa região do Sul do Amazonas é vista como área de exploração livre, você pega a produção do indígena, do ribeirinho, e leva a preço baratíssimo. Ao mesmo tempo, vão trazendo coisas de fora que não são da nossa cultura, não é da nossa vocação, nosso sistema aqui é um sistema riquíssimo de biodiversidade. Se valorizasse isso com política pública a gente teria recursos suficientes para todo mundo viver bem”.

 

     Violência na floresta

 

     De acordo com o último relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) sobre Violência no Campo, em 2020 foram registrados 69 conflitos no Acre, 68 no Amazonas e 72 conflitos em Rondônia. Em todo o Brasil, foram 2.054 ocorrências de conflitos no campo, o maior número da série histórica do levantamento, que começou em 1985.

 

     “Aqui atualmente o conflito por terra não é tanto pela propriedade da terra, pelo assentamento. O pessoal está brigando para ficar acima da terra. A maior parte dos conflitos é de pessoas que se vêem ameaçadas e expulsas de suas terras. E para isso muitas vezes usam o fogo, o desmatamento e a destruição como forma de expulsar as comunidades tradicionais de seus territórios e da floresta que é sua fonte de recursos e de vida”, conta Josep Iborra Plans, missionário da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Porto Velho.

 

     O missionário relata casos de ameaça, expulsão, trabalho escravo e até assassinatos, onde os culpados dificilmente são identificados ou punidos. O representante da CPT fala de uma justiça desigual, que pune o pequeno colono, enquanto inocenta grandes grileiros. “O Estado, de uma forma assim de propósito, se faz ausente, deixando os pistoleiros agirem e que impere a lei dos mais fortes, dos grandes grileiros”, afirma.

 

     São casos como o do agricultor Antônio da Silva*, que vivia em uma comunidade ribeirinha em Rondônia e foi expulso da terra que habitou por 25 anos. “Um dia chegou uma pessoa lá dizendo que era dona da minha terra e de mais 18 mil hectares. Me chamaram para entrar num acordo que eu acredito que ia custar a minha vida, né? Então eu não aceitei e hoje eu tô pagando esse preço”, relata. Depois da recusa, o agricultor passou a ser ameaçado e perseguido por pistoleiros, teve sua área cercada, seus animais de criação mortos, até que as ameaças se intensificaram de tal maneira, que ele foi forçado a sair de sua terra.

 

     O extrativista Augusto de Souza* traz um relato parecido. Depois de anos vivendo da coleta de castanhas em uma reserva extrativista no Amazonas, viu seu mundo virar de cabeça quando grileiros invadiram seu castanhal e o expulsaram da área. Hoje, as castanheiras centenárias não existem mais e a sensação é de impotência. Ambas identidades foram preservadas nesta reportagem, para segurança dos entrevistados, que seguem sob ameaça.

 

 

     “No Sul de Lábrea foi mais ou menos assim, tinha os extrativistas de castanha, os seringueiros, e aí começou a invasão. O pessoal começou a entrar, os madeireiros tirando madeira, depois vinham os pecuaristas derrubando o resto. Alguns dos extrativistas que resistiam ao preço deles, eles diziam que então custaria R$ 4, que é o preço de uma bala”, conta Adelson Arruda de Lima, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Município de Lábrea, que viu a economia do município, antes baseada na agricultura familiar, avançar rumo à concentração de terra e onde a pecuária responde pela maior parte da produção.

 

     Segundo Adelson, muitos dos “novos donos” da terra vem de outros estados, como o Paraná e Mato Grosso. “O que acontece com o agricultor familiar depois que ele é expulso da terra? Ele deixa a agricultura familiar e vem para a cidade basicamente para passar necessidade, passar fome”, relata.

 

     A flexibilização da legislação ambiental e a falta de fiscalização são as causas apontadas pela missionária Laura Vicunha, do CIMI de Rondônia, para o avanço das invasões e da violência que sofrem os povos indígenas no estado.

 

     “O território Karipuna, por exemplo, é um território que no passado já foi reduzido 40 mil hectares e é um povo pequeno, então fazem de tudo para pressionar esse território. Esse ano a pressão se intensificou ainda mais, sobretudo na parte sul da terra indígena, que foi impactada por aquela lei (1.089) que desafetou a Resex Jaci-Paraná e parte do Parque Estadual Guajará Mirim. Com essa pressão e com essa liberação, a legalização da grilagem, fez com que o desmatamento e os focos de queimada voltassem a subir”, afirma.

 

     Entre 2017 e 2020, foram devastados 3.646 hectares da TI Karipuna, que ocupa a posição de 9ª terra indígena mais desmatada na Amazônia. Os relatos de extração ilegal de madeira, ameaças e até de loteamentos dentro da TI são fartos, mas os problemas continuam, o que levou os Karipuna a entrarem com uma ação judicial contra a União, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o governo de Rondônia por inação. Na ação, os indígenas pedem que os invasores sejam expulsos, que as obras realizadas dentro da TI sejam destruídas, que as áreas desmatadas ilegalmente sejam recompostas e que a TI seja, de fato, protegida e fiscalizada.

 

     A situação das populações indígenas não é muito melhor no Amazonas, onde o avanço da agropecuária ameaça a vida dos povos de norte a sul do estado. De acordo com Queops, do CIMI, as queimadas e o desmatamento impactam a saúde e a sobrevivência dessas populações. “A fronteira agrícola vem chegando e uma das coisas que preocupa a gente é que todas essas comunidades, essas aldeias, o principal acesso é pelo rio, mas os igarapés estão sendo fortemente ameaçados, eles estão secando e essa população está sendo forçada a migrar de um local para o outro, devido a esse desmatamento nas cabeceiras dos rios vindo do sul do município”, conta.

 

 

     As constantes ameaças vindas de Brasília, como a possibilidade de aprovação do Marco Temporal, adicionam uma camada extra de pressão. A tese, defendida arduamente por ruralistas, dentro e fora do Congresso, e pelo presidente Jair Bolsonaro, que prometeu “não demarcar um centímetro de terra índigena” em seu governo, argumenta que um povo indígena só pode ter sua terra demarcada se conseguir comprovar que estava sobre ela no dia 5 de outubro de 1988, data em que a Constituição foi promulgada, ignorando todo o processo colonizatório, em que muitos povos foram dizimados, escravizados, proibidos de falar seu idioma e exercer sua identidade cultural, além de expulsos de suas terras.

 

     “Não é assim, nós estamos aqui há muito tempo, nós estamos aqui muito antes de 5 de outubro de 1988. Então, nós entendemos que a demarcação dos nossos territórios precisa ser concluída. Eu tenho o meu território demarcado. Já outros parentes aqui da nossa região não tem. Então precisamos lutar por eles”, defende Antônio Enésio Tenharim, coordenador geral Organização dos povos indígenas do Alto Madeira (Opiam). De acordo com o Antônio, esta não é a única ameaça vinda de Brasília. O sucateamento da Fundação Nacional do Índio (Funai), o Projeto de Lei 191/2020, que visa permitir a mineração em TIs, também ameaçam a integridade dos povos indígenas não só do Amazonas, mas de todo o Brasil.

 

“Vivemos um momento em que a floresta e seus povos estão seriamente ameaçados pelo enfraquecimento de órgãos públicos de controle, por uma série de propostas no âmbito legislativo, que objetivam entregar as florestas públicas para o desmatamento, e por uma visão de desenvolvimento que já se mostrou equivocada para a Amazônia”, afirma Cristiane Mazzetti. “A região do sul do Amazonas, norte de Rondônia e Acre é mais uma expressão desse modelo que precisa ser revisto imediatamente, dada a emergência climática e a vulnerabilidade social presente no Brasil. É preciso viabilizar uma economia capaz de conviver com a floresta e promover real desenvolvimento na região”, defende.

 

     Faltando poucos dias para a 26ª Cúpula Climática da ONU, também conhecida como COP26, brasileiros e o resto do mundo voltam suas atenções para ouvir o que os governos apresentarão como contribuições para solucionar a crise climática. O Brasil, que poderia ser uma liderança neste debate, infelizmente, segue na direção oposta.

    

     Greenpeace Brasil•7 de julho de 2023•

 

     Comentário:

     Querem acabar com as florestas: da Amazônia, dos Cerrados e da floresta Atlântica.

     Não há interesse político para zerar o desmatamento dessas florestas. O presidente Lula pretende zerar o desmatamento do Amazonas em 2030, mas do jeito que vai, em 2030 não haverá uma árvore em pé. Se houvesse interesse em zerar o desmatamento deveriam começar agora, ou ontem, o tempo está acabando e à Fervura Global está começando e a humanidade estão prestes a ser extintas, tudo por causa da ganância e ignorância de grupos poderosos que querem o lucro não importa a que preço, se amanhã todos estejam mortos.

     Os incêndios em toda parte do mundo são criminosos não tem a ver com o Aquecimento Global, se o aquecimento tocasse fogo não seria em determinados locais e sim em toda a floresta ou mata, nunca houve incêndios espontâneos no passado. O incêndio na floresta do Canadá foi criminoso porque as chamas começaram simultaneamente no Leste e no Oeste do Canadá. Estão querendo áreas para expandir os centros urbanos por causa da explosão demográfica mundial. No Amazonas é para virar pastos para engorda do gado que vai se transformar em commodities para exportar e matar a fome de países estrangeiros, enquanto no Brasil, o povo passa fome e vive na miséria social. O presidente Lula é o presidente do faz de conta que governa, no país do faz de conta.

 

Ernani Serra

 

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Pensamento: Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal.

 

Maquiavel

 

 

 

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