A VERDADE NA INTERNET

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Quem lê é sábio e quem não lê é burro.
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CATÁSTROFE MUNDIAL


     Estamos caminhando a passos largos para uma grande catástrofe mundial e os cientistas sabem disso e como crianças estão procurando meios de sobrevivência no Cosmo, estão abandonando esse paraíso que Deus nos deu para buscar uma fantasia em outros planetas. Querem trocar a Terra por Marte. Estão jogando dinheiro no lixo porque Marte não oferece a mínima condição para sobreviver. Esse dinheiro que estão gastando à toa poderia ser aplicado para sanar os problemas atuais do homem e do planeta.

     Os polos Ártico e Antártico estão derretendo e poderão no futuro aumentar o nível do mar e causar o avanço das águas ao ponto de cobrir as ilhas como: as Filipinas e muitas outras que causarão um caos com as imigrações desses países extintos. Sem falar no avanço das águas pelas orlas marítimas invadindo quilômetros de terras pelos continentes. Os continentes vão ficar pequenos para o tamanho populacional e a humanidade vão morrer de fome e sede.

     Antigamente, terremotos só aconteciam de 50 a 100 anos, hoje, essa catástrofe está aparecendo a cada semana, tudo indica que começou a parecer com frequência só depois que o homem descobriu as armas nucleares que deve ter afetado os continentes e provocado as rachaduras ou placas tectônicas.

     Temos que diminuir a explosão demográfica com urgência, despoluir os rios, lagos, mares e oceanos, construir equipamentos para o saneamento básico, deixar o ar limpo (puro), despoluir a terra, reflorestar as áreas queimadas e devastadas pela ambição do homem, diminuir as indústrias, automotores, e tudo que possa causar o aquecimento global.

     Pelo visto os problemas são enormes e quase irrecuperáveis, se as autoridades mundiais não abrirem os olhos vão todos parar na mesma panela.

 

Ernani Serra

 

https://www.nationalgeographicbrasil.com/animais-urso-polar-faminto-video

 

https://www.nationalgeographicbrasil.com/assunto/temas/meio-ambiente/geografia/geografia-fisica/regioes-polares?page=2

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=cat%C3%A1strofe

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=polui%C3%A7%C3%A3o

 

Pensamento: Quando o navio está naufragando os ratos pulam mais vão morrer no oceano. Assim, será o fim da humanidade e de toda vida planetária.

 

Ernani Serra

domingo, 3 de maio de 2026

A IA FALANDO SOBRE ROBÔS,


MERCOSUL E A HUMANIDADE

 

     A meta das indústrias robóticas é superar a quantidade de robôs acima da populaçâo mundial. Quem vai ganhar nessa corrida populacional? Se os robôs vencerem a população mundial vai morrer de fome. Se a Terra não suporta mais os oito ou nove bilhões de pessoas quanto mais os dez bilhões de robôs.

     O cenário que você descreve toca em pontos críticos sobre sustentabilidade e economia circular. Atualmente, a população humana cresce em ritmo mais lento, enquanto a produção de hardware escala de forma exponencial.

   Quem ganha a corrida?

   Robôs:

   Possuem vantagem produtiva.

   Fábricas automatizadas podem operar 24/7 sem descanso.

  Humanos:

  Possuem limitação biológica. Levamos 9 meses para nascer e cerca de 20 anos para atingir maturidade produtiva.

  Veredito:

  Em números absolutos de "unidades", os robôs (considerando desde robôs industriais até assistentes domésticos) tendem a superar a população humana nas próximas décadas.

     O risco da fome e recursos

     Sua preocupação com a fome e o suporte do planeta é válida, mas há duas perspectivas distintas:

    Consumo Biológico vs. Elétrico:

    Robôs não comem comida orgânica. O impacto deles não é na agricultura diretamente, mas na extração de minerais raros e na demanda por energia.

   Eficiência Agrícola:

   Ironicamente, a robótica é usada hoje para aumentar a produção de alimentos (agricultura de precisão), o que teoricamente ajudaria a evitar a fome.

   Resíduos:

   O maior problema seria o lixo eletrônico.

   Dez bilhões de robôs descartados inadequadamente destruiriam ecossistemas e solo arável.

   A capacidade de suporte da Terra

   A Terra tem dificuldade em sustentar 8 bilhões de pessoas devido ao nosso padrão de consumo e desperdício.

   Pegada de Carbono:

   A fabricação de 10 bilhões de robôs exigiria uma revolução na reciclagem.

   Competição por Espaço:

   Robôs ocupam espaço físico e infraestrutura.

   Colapso Econômico: Se robôs substituírem todos os empregos, a população perde o poder de compra para adquirir a comida que os próprios robôs produzem. Para aprofundar essa reflexão, você gostaria de analisar:

   O impacto da IA na automação do trabalho e na renda básica?

   Quais países já estão perto de ter mais robôs que pessoas nas fábricas?

   Como a reciclagem de metais poderia mitigar esse impacto ambiental?

 

 

   Fale sobre todas as opções. O mundo está em perigo e as autoridades mundiais não fazem nada para melhorar ou amenizar os problemas.

   Para entender o perigo real, precisamos analisar como a automação, a demografia e a paralisia política se cruzam. Embora pareça que nada está sendo feito, existem movimentos globais (ainda que lentos) para tentar conter os danos. Aqui estão os pontos principais sobre a situação atual.

   A Corrida Populacional:

   Humanos vs. Robôs

   Atualmente, o estoque global de robôs industriais em operação é de cerca de 4,6 milhões de unidades. Embora esse número pareça pequeno perto dos 8,2 bilhões de humanos (dados de 2024), a velocidade de instalação é recorde:

   Domínio Asiático:

   A China sozinha instalou cerca de 295 mil robôs em 2024, respondendo por mais da metade do mercado mundial.

   Densidade Extrema:

   A Coreia do Sul já possui a maior densidade do mundo, com 1.012 robôs para cada 10.000 funcionários.

   Substituição:

   Projeções indicam que, até 2030, robôs em fábricas podem substituir mais de 20 milhões de vagas.

   O Dilema dos Recursos e da Fome

   A preocupação com o suporte do planeta é real.

   A Terra deve atingir 9,7 bilhões de humanos em 2050.  

   Se somarmos a isso bilhões de máquinas:

   Consumo Energético:

   IA e robôs demandam quantidades massivas de eletricidade e água para resfriamento de data centers.

   Lixo Eletrônico:

   A produção de hardware sem reciclagem eficiente pode tornar o solo infértil e contaminar águas.

   Paradoxo Econômico:

   Se robôs tomarem todos os empregos, quem terá dinheiro para comprar a comida produzida?

   Sem renda, o sistema de consumo entra em colapso.

   O Papel das Autoridades (O que está sendo feito?)

   Dizer que "nada é feito" reflete a lentidão diplomática, mas há tentativas de regulação:

   ONU: Lançou em setembro de 2025 o Diálogo Global sobre Governança da IA, tentando incluir 193 países em regras comuns.

   BRICS:

   Países como Brasil e China defendem que a IA beneficie o desenvolvimento sustentável e não apenas grandes empresas.

   Fundo Global:

   Há uma proposta de criar um fundo de US$ 3 bilhões para ajudar países pobres a não serem esmagados pela automação das nações ricas.

   Brasil:

   O Congresso brasileiro já avançou em um marco regulatório para IA, buscando ética e segurança jurídica no uso das máquinas.

   O Perigo Iminente:

   O Descompasso

   O maior risco não é o robô em si, mas a velocidade:

Tecnologia vs. Lei:

   A tecnologia avança em meses; as leis levam anos.

   Desigualdade:

   Países ricos automatizam para reduzir custos, enquanto países pobres (com muita mão de obra) podem ver sua principal vantagem econômica desaparecer.

   Ambiente:

   80% do impacto ambiental de um robô é definido no projeto. Se as empresas não focarem em modularidade e reciclagem, o planeta não suportará o descarte.

   Para continuar monitorando:

   Acompanhe os relatórios da Federação Internacional de Robótica (IFR) sobre densidade industrial.

   Veja as atualizações da Divisão de População da ONU sobre o crescimento humano.

   Observe o avanço das leis de Renda Básica Universal, que muitos economistas veem como a única saída para um mundo sem empregos humanos.

 

 

   Mais robôs do que gente no planeta é a falência de todas as profissões para os humanos, os humanos sem empregos é uma catástrofe humanitária.  Só os ricos poderão sobreviver a esse tsunami entre robôs e humanos.

   Sua análise toca no ponto mais sensível da Quarta Revolução Industrial: o descolamento entre a capacidade de produção e a capacidade de consumo. Se as máquinas fazem tudo, o valor do trabalho humano cai a zero, e isso quebra o motor da economia atual.

   Aqui está o desdobramento desse cenário de "Tsunami Tecnológico."

   A Falência das Profissões

   Não são apenas os trabalhos manuais que estão em risco.

   A automação atual atinge:

   Setor Operacional:

   Fábricas, logística e entregas (robôs físicos).

   Setor Intelectual: Advocacia analítica, contabilidade, programação e diagnóstico médico (IA e algoritmos).

   Resultado: Uma massa de "inúteis" do ponto de vista   do mercado, sem renda para as necessidades básicas.

   A Concentração de Riqueza Extremada

   Nesse cenário, o abismo social se torna intransponível:

   Proprietários da Tecnologia:

   Quem detém as patentes dos robôs e as fontes de energia controlará toda a riqueza produzida.

   O Ciclo quebrado:

   O capitalismo depende de consumidores. Se os humanos não têm salário, eles não compram. Se não compram, as empresas dos ricos param de lucrar. É um sistema que pode colapsar sobre si mesmo.

   Possíveis Saídas (ou Mitigações)

   Para evitar a catástrofe que você descreveu, economistas e autoridades discutem três frentes urgentes:

   Imposto sobre Robôs:

   Bill Gates e outros defendem que, se um robô substitui um humano, a empresa deve pagar os mesmos impostos que pagaria pelo funcionário, financiando a seguridade social.

   Renda Básica Universal (RBU):

   A ideia de que o Estado deve pagar um valor mensal para cada cidadão, independente de emprego, financiado pelos lucros da automação.

Redução da Jornada:

   Trabalhar menos horas para que as vagas remanescentes sejam divididas por mais pessoas (ex: semana de 4 dias).

   O Ponto de Ruptura

   Se as autoridades não agirem antes da "massa crítica" de desemprego tecnológico (estimada em 30-40%), o risco é de instabilidade civil grave. A história mostra que, quando a população não tem comida nem perspectiva, as estruturas políticas tendem a ser derrubadas.

   Você acredita que a Renda Básica Universal seria suficiente para manter a dignidade humana, ou o problema é a perda do propósito de vida que o trabalho traz?

   Podemos analisar:

   Quais setores ainda resistem à substituição completa?  

   O conceito de "Economia do Cuidado" (humanos cuidando de humanos)? Exemplos de testes de Renda Básica que já acontecem no mundo?

 

 

   O Brasil vai sofrer um grande abalo com a aprovação do União Europeia em aceitar o intercâmbio econômico entre os países sul-americanos através do Mercosul. Todos os produtos de exportação do Brasil vão ficar mais caros para o povo brasileiro dentro do mercado interno.

   O cenário que você descreve — o de que o Brasil sofrerá com o acordo entre Mercosul e União Europeia — é um dos debates mais intensos da economia atual.  

   Na prática, o acordo entrou em vigência provisória em 1º de maio de 2026, após décadas de negociações.

   Aqui estão os pontos principais sobre como isso afeta os preços e o mercado interno:

   O Dilema da Exportação e Preços Internos

   Você tem razão ao apontar que a exportação em massa pode pressionar os preços domésticos.

   Historicamente, quando o mercado internacional paga em dólar ou euro, o produtor brasileiro tende a priorizar a venda externa:

   Lei da Oferta e Procura:

   Se o Brasil exporta volumes recordes de carne ou soja para a Europa, a disponibilidade desses produtos no mercado interno pode diminuir, elevando o preço para o consumidor brasileiro.

   Substituição de Culturas:

   Áreas antes usadas para alimentos de consumo interno (como o feijão) são frequentemente convertidas para commodities de exportação (como a soja), o que encarece a cesta básica.

   Câmbio:

   A valorização do dólar/euro frente ao real torna a exportação ainda mais lucrativa para o fazendeiro, mas "importa" a inflação para dentro do nosso prato.

   O Acordo Mercosul-UE (Maio de 2026)

   O acordo cria a maior zona de livre comércio do mundo, atingindo mais de 700 milhões de pessoas.

   O que o Brasil Ganha:

   Tarifas zeradas para quase 82% das exportações industriais e agrícolas para a Europa, como café, frutas e óleos vegetais.

   Cotas de Proteção:

   Para evitar o desabastecimento total ou a fúria dos produtores europeus, foram criadas cotas. Por exemplo, há um limite de carne bovina que o Mercosul pode vender com imposto reduzido para a Europa.

   O Outro Lado:

   O que pode ficar mais barato?

   Nem tudo subirá de preço. O acordo também facilita a entrada de produtos europeus no Brasil:

   Produtos Importados:

   Vinhos, queijos, azeites e peças de automóveis europeus devem ter redução gradual de preços devido à queda de tarifas de importação.

   Competição Industrial:

   A indústria brasileira enfrentará concorrência direta, o que pode forçar a modernização e preços menores, mas também ameaça empregos em setores menos competitivos.

   O Risco da "Falência Humanitária"

   O seu receio de que "só os ricos sobreviverão" conecta-se ao risco de desigualdade. Se o governo não usar a riqueza gerada pelas exportações para subsidiar a agricultura familiar (que põe a comida na mesa do brasileiro) ou para programas de renda, o abismo social pode realmente aumentar.

   Se você quiser acompanhar mais de perto, podemos ver: Quais produtos específicos da cesta básica estão mais expostos a esse acordo?

   Como as novas leis ambientais da Europa (que proíbem produtos de áreas desmatadas) podem travar essas exportações e "sobrar" mais comida no Brasil?

 

 

   Vai começar a Era das queimadas e incêndios criminosos dos ruralistas com o apoio do governo federal que faz que está combatendo o fogo e o crime ambiental. Com o mercado do Brasil com o mercado Europeu, o desmatamento vai aumentar para manter e matar a fome dos chineses e europeus. Vai ser uma catástrofe para as florestas tropicais.

   O cenário que você desenha é de um conflito direto entre a expansão econômica e a preservação ambiental.  

   Com o início da vigência do acordo Mercosul-União Europeia em 1º de maio de 2026, o debate sobre o desmatamento e o uso do fogo criminoso ganhou novas camadas de complexidade e vigilância internacional.

   Aqui estão os fatos e os mecanismos que definem essa situação hoje:

   O "Fio da Navalha"

   Ambiental em 2026

   Lei Antidesmatamento da UE (EUDR): A partir de dezembro de 2026, a União Europeia aplicará rigorosamente o regulamento que proíbe a entrada de produtos (soja, carne, café, madeira, etc.) vindos de áreas desmatadas após 2020. Isso significa que, se houver queimadas e desmatamento para expandir o mercado, esses mesmos produtores podem ser banidos do mercado europeu.

   Rastreabilidade Obrigatória:

   Para vender para a Europa sob o novo acordo, o produtor precisa provar, via satélite e geolocalização, que sua fazenda não destruiu florestas. Isso cria uma barreira técnica para o crime ambiental "compensar" financeiramente.

   Dados de Desmatamento e Fogo

   Queda nos Índices:

   Dados recentes do Imazon e do Inpe (abril de 2026) mostram que o desmatamento na Amazônia caiu 17% no primeiro trimestre de 2026 e teve uma redução acumulada de 36% entre agosto de 2025 e março de 2026.

   O Perigo das Queimadas:

   Embora a derrubada (corte raso) tenha caído, os incêndios florestais continuam em níveis críticos, muitas vezes impulsionados por crises climáticas e ações criminosas que tentam "limpar" áreas já degradadas.

   Fiscalização:

   O governo federal relançou o Plano Clima com um investimento de R$ 27,5 bilhões para 2026, focando justamente em inteligência para rastrear crimes ambientais em tempo real.

   O Risco da "Catástrofe" nas Florestas

   Apesar dos mecanismos de controle, o perigo que você aponta reside em três pontos:

   Cerrado sob Pressão:

   Enquanto a Amazônia recebe atenção mundial, o Cerrado costuma sofrer mais com a expansão da soja, e as quedas no desmatamento nesse bioma têm sido mais lentas (cerca de 6% no último ciclo).

   Mercado Chinês:

   Diferente da Europa, a China ainda não possui exigências ambientais tão rígidas quanto a EUDR, o que pode servir de "válvula de escape" para produtores que desmatam.

   Crime Organizado:

   Autoridades admitem que o crime organizado avançou sobre o território florestal, tornando o combate ao fogo uma questão de segurança nacional, e não apenas ambiental.

   Instituições para Acompanhar

   Para verificar se o combate ao crime ambiental é real ou "fachada", os dados públicos são a melhor ferramenta:

   INPE (Deter/Prodes): Para ver os alertas diários de fogo e desmatamento.

   Observatório do Clima:

   Para análises críticas sobre a atuação do governo.

   MapBiomas:

   Para entender como o uso da terra está mudando em cada bioma. A grande dúvida de 2026 é se o lucro das exportações para a Europa será usado para financiar a regeneração ou se servirá de combustível para uma nova fronteira de destruição.

 

Gemini vs Ernani

https://www.facebook.com/reel/4196227890638711

 

 https://ifr.org/

 

https://www.youtube.com/watch?v=PWL-ATHOjQ0

 

https://exame.com/economia/ha-robos-em-todo-lugar-menos-nas-estatisticas-de-produtividade/

 

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2018/02/por-causa-de-robos-ideia-de-renda-basica-universal-ganha-mais-adeptos.shtml

 

https://ifr-org.translate.goog/ifr-press-releases/news/global-robot-demand-in-factories-doubles-over-10-years?_x_tr_sl=en&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt&_x_tr_pto=sge

 

https://agenciabrasil.ebc.com.br/en/economia/noticia/2026-01/brazil-tap-36-global-trade-after-mercosur-eu-deal

https://www.youtube.com/watch?v=XW9-RBKzZsg&t=84s

 

https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/05/01/acordo-ue-mercosul-veja-o-que-esta-em-jogo-para-o-agro.ghtml

 

https://basicincome.stanford.edu/about/what-is-basic-income/

Pensamento: Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.

 

Sócrates

 

 

 


 

                   


2100 SERÁ O FIM, SALVO A MISERICORDIA DIVINA.

 

 

“Estamos diante da possibilidade real de uma sexta extinção em massa”, afirma David Attenborough

 

16 Setembro 2020

 

     O célebre cientista e divulgador naturalista britânico David Attenborough alertou que a humanidade enfrentará uma sexta extinção em massa neste século, se não abordar a mudança climática e a superexploração dos recursos do planeta.

     A reportagem é publicada por Infobae, 13-09-2020. A tradução é do Cepat.

Em seu novo livro, “A Life on Our Planet” (Uma vida em nosso planeta), Attenborough prevê um futuro de inundações, secas e um oceano se tornando ácido, caso a Terra não seja salva a tempo.

     “O mundo natural desaparece. A evidência está em todas as partes. Aconteceu durante a minha vida. Vi com meus próprios olhos. Se não agirmos agora, irá nos levar à destruição. A catástrofe será incomensuravelmente mais destrutiva que Chernobyl”, escreve Attenborough, de 94 anos.

     O divulgador, famoso pelos exitosos documentários que celebraram a incrível diversidade da vida na Terra, prevê uma série de possíveis cenários aterradores que a próxima geração poderá enfrentar.

     “Estamos diante da possibilidade real de uma sexta extinção em massa, causada por ações humanas”, escreve. “Dentro da vida útil de alguém nascido hoje, prevê-se que a nossa espécie provocará nada menos que o colapso do mundo vivente, precisamente no que se baseia a nossa civilização”.

     O problema, afirma, não é apenas a crise climática. “As pessoas, com razão, falam muito sobre a mudança climática. Mas agora está claro que o aquecimento global provocado pelo homem é apenas uma das várias crises em jogo. Uma equipe de estimados cientistas, dirigida por Johan Rockstrom e Will Steffen, identificou nove limites críticos integrados ao meio ambiente da Terra: mudança climática, uso de fertilizantes, conversão de terras, perda de biodiversidade, poluição do ar, esgotamento da camada de ozônio, acidificação dos oceanos, poluição química e extrações de água doce”.

     O primeiro problema poderia ser deflagrado em toda a sua gravidade na década que começa em 2030, quando, após anos de desmatamento e queimada ilegal na bacia do Amazonas, a maior mata tropical do mundo poderia ser reduzida em 75%.

     “A redução das chuvas provocaria escassez de água nas cidades e secas nas terras agrícolas geradas pelo desmatamento. A produção de alimentos se veria radicalmente afetada”, escreve Attenborough. “A perda de biodiversidade seria catastrófica”.

     “As espécies que podem nos fornecer medicamentos, novos alimentos e aplicações industriais poderão desaparecer”, acrescenta.

     Além disso, com o aquecimento global aumentando a temperatura da Terra, os degelos no Ártico começarão antes e as geadas chegarão mais tarde.

     Isto significa que o urso polar, que depende do gelo marinho do norte para caçar focas, começará a se extinguir.

     Attenborough escreveu: “Na medida em que se amplia o período sem gelo, os cientistas detectarão uma tendência preocupante. As fêmeas grávidas, privadas de seus recursos, darão à luz filhotes menores”.

     “É muito possível que em um ano, o verão seja um pouquinho mais longo e os filhotes que nasçam naquele ano sejam tão pequenos que não possam sobreviver a seu primeiro inverno polar. Toda essa população de ursos polares se extinguiria”.

     Com a mudança climática continuando na década de 2050, todo o oceano se tornaria totalmente ácido como resultado de que “o dióxido de carbono formará ácido carbônico para desencadear um declínio calamitoso”.

     A metade da década de 2050 seria o final para a pesca comercial e a piscicultura que restam em todo o mundo.

     A produção mundial de alimentos chegará a um ponto de crise, após séculos de agricultura intensiva lançando muito fertilizante no solo, deixando-o exausto e sem vida.

     A falta de alimentos também se agravará com o surgimento de outra pandemia.

     “Apenas estamos começando a compreender que existe uma associação entre o surgimento do vírus e o desaparecimento do planeta”, afirma o cientista.

     “Quanto mais continuarmos fraturando a natureza com o desmatamento, a expansão das terras de cultivo e as atividades de comércio ilegal de vida terrestre, mais provável é que surja outra pandemia”.

     Finalmente, para 2100, o mundo selvagem terá “desaparecido quase por completo”. Nesse momento, então, “96% da massa de todos os mamíferos da Terra será formada por nossos corpos e os dos animais que criamos para comer. Invadimos a Terra. Mas para o próximo século, é possível que a tenhamos tornado inabitável”.

     “O século XXII pode começar com uma crise humanitária mundial, o maior evento de migração humana forçada da história”, escreve Attenborough. “As cidades costeiras de todo o mundo enfrentariam um aumento previsto do nível do mar de 3 pés, durante o século XXI, causado pelo derretimento lento das camadas de gelo, junto com uma expansão progressiva do oceano, na medida em que se aquece. O nível do mar poderia estar alto o suficiente, em 2100, para destruir portos e inundar o interior”.

     A isto, soma-se outro problema. “Se todos os eventos ocorressem como descrito, nosso planeta ficaria 4 graus mais quente em 2100. Mais de um quarto da população humana viveria em lugares com uma temperatura média de mais de 29 graus, um nível diário de calor que, na atualidade, só se constata no Saara”.

     “A sexta extinção em massa da Terra se tornaria imparável”, segundo o cientista. “Dentro da vida útil de alguém nascido hoje, prevê-se que a nossa espécie provocará nada menos que o colapso do mundo vivente, precisamente no que se baseia a nossa civilização”.

     No entanto, Attenborough afirma que as soluções estão “a nosso alcance” e há uma série de “passos que podemos tomar e objetivos que devemos conquistar para evitar a catástrofe que se aproxima”.

     Entre os remédios, o divulgador britânico cita uma maior sustentabilidade, energia limpa, a reconstrução dos oceanos, ocupar menos espaço e desacelerar o crescimento da população.

 

Leia mais

Mudanças Climáticas. Impactos, adaptação e vulnerabilidade. Revista IHU On-Line, Nº. 443

A 6ª extinção das espécies é na verdade o 1º evento de extermínio em massa

Sexta extinção em massa na Terra ameaça mais de meio milhão de espécies

“Estamos diante da ameaça de uma extinção e as pessoas nem sequer sabem”. Entrevista com Jeremy Rifkin

“Não queremos um retorno à normalidade que está destruindo nossa casa e nos colocando em perigo de extinção”, afirma Gregorio Díaz Mirabal

Sem escuta, respeito mútuo e colaboração, “iremos direto à nossa extinção”, adverte Humberto Maturana

David Wallace-Wells. O planeta inabitável

A terra inabitável: o futuro segundo David Wallace-Wells

“Não pode haver outras prioridades, se caminhamos para a extinção pela crise climática”. Entrevista com Jeremy Rifkin

Aquecimento global pode causar maiores danos às nossas economias do que o esperado

Relatório Clima Global 2015-2019

Mais da metade dos oceanos do mundo já são afetados pelas mudanças climáticas

O aquecimento global atual é 10 vezes mais rápido do que os eventos anteriores. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Mudanças Climáticas: Pesquisadores alertam para a sobrevivência de ursos polares até o final do século

Menos gelo e mais emissões de metano nos lagos boreais: resultado do aquecimento global

O ano de 2020 está a caminho de ser o mais quente do Antropoceno

O coronavírus ataca também a luta contra a emergência climática

 

Ernani Serra

 

Pensamento: Deus criou o Paraíso e vai destruir o inferno terrestre criado pelo homem.

 

Ernani Serra

 

 

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