A VERDADE NA INTERNET

A VERDADE NA INTERNET
Quem lê é sábio e quem não lê é burro.
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta Gays. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta Gays. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

 

 

 


LEIS FEMINISTAS

     As mulheres feministas e envolvidas com as políticas mundiais se organizaram a tal ponto que estão fazendo lobby nas Câmaras dos Deputados e conseguindo desses políticos as leis esdrúxulas dessas mentes doentias contra o machismo do homem enquanto isso estão implantando o feminismo exagerado das mulheres recalcadas que odeiam os homens, se elas existem foi por causa dos homens, a mulher em si não produz filhos tem que ter o complemento.

     Hoje, o homem está recalcado e tímido por causa das leis feministas que estão em todas as partes do mundo e ainda têm homens que apoiam essas leis e as ideias feministas.

     Existem hoje três classes sensíveis e intocáveis: Mulher, Negro, Gay e perseguidos: Pretos, pobres e putas.

Mulher: Antigamente o homem caçavam as mulheres, ou seja, procurava namorar com essa classe social hoje, os homens vão para os bares e nem olham para as mulheres com medo de serem julgados como assediadores e ficam à espera da mulher dar o primeiro passo ou seja, se aproximar do homem como caçadora.

     Antes dessas leis feministas o homem é que dava a primeira cantada para se aproximar e namorar com a mulher. Hoje, se o fizer pode ser preso por assédio e outras leis obtusas. Sou a favor do rigor das leis contra a violência feminina.

     Esses políticos se passaram para fazer o papel de palhaços das feministas e a justiça aprovando essas leis e colocando pais de famílias nas penitenciárias, quando esses mesmos políticos deveriam estar procurando resolver problemas sociais mais críticos e não leis supérfluas. Sou a favor do rigor das leis contra a violência feminina. Sou contra o homem abusador, tarado, violento...

     Sou a favor da lei de assédio quando há estupro e violência contra a vítima e não contra certos casos simples e vulgares. Como exemplo: Temos o caso de MC Guimê e Cara de Sapato que foram expulsos do BBB e que, a suposta vítima não acusou os dois rapazes ao contrário os defendeu e aceitou tudo como normal numa brincadeira como antigamente se fazia. A Dânia ("vitima") não fez nenhum Boletim de Ocorrência na Polícia Feminina (Delegacia das Mulheres) acusando os rapazes de assédio ou outro título qualquer, mas a Polícia Feminina entrou de gaiata se intrometendo onde não deve e solicitou a filmagem das câmaras escondidas do BBB para prejudicar os rapazes inocentes, pois a Dânia não fez nenhum BO e portanto a Polícia não deveria meter o bedelho onde não é chamada. A Polícia está para receber denúncias e investigar o que não foi o caso dos dois rapazes houve o consentimento de ambas as partes. O BBB cometeu um erro em expulsar os rapazes num ato extremo quando deveria dar conselhos e repreender os três para não fazerem mais. Até a mídia está Fazendo uma tempestade num copo d'água. Quem deveria reclamar não o fez então não tem como castigar. Estão errando em cascata. A filmagem das câmaras escondidas foram alteradas e cortaram a parte em que a Dânia disse que achou tudo normal e levou numa brincadeira, o BBB quando interrogou a Dânia esperava que a “vítima” condenasse os rapazes, mas ela não se ofendeu com o acontecido. O Fred disse que o BBB é um cabaré, pensei que o BBB fosse também expulsar, mas ficou o dito pelo não dito. O que o Fred disse é muito mais grave do que o MC Guimê e Cara de Sapato fez. A palavra é mais ofensiva do que um gesto.

Negro: Hoje, os

negros se ofendem com tudo, é uma classe muito sensível e intocável. No passado se fazia Marchinhas de Carnaval falando nos cabelos e na cor das mulatas, agora não se pode nem dizer que o negro é negro que pode ser classificado como racista. Antigamente, os negros não davam bolas para o que se dizia, eles levavam tudo na brincadeira e riam até das piadas que falavam da sua raça, o mesmo acontece com os portugueses que os brasileiros fazem piadas jocosas e até picantes e eles não dão a mínima e em Portugal os portugueses fazem o mesmo com os brasileiros, piadas contra os brasileiros, e tudo fica numa boa sem prejudicar ninguém. O que não se pode é ofender a honra dos negros com palavrões e ódio e nem com violência física, aí sim, a justiça entra na cena do crime de racismo.

Gay: É outra classe sensível e intocável que não se pode fazer uma crítica construtiva sobre as suas opções que são rotulados como homofóbicos. Sou a favor das leis que garantam a integridade física e moral dos gays porque são pessoas iguais a nós, são seres humanos, de gestos extravagantes. Quem estragou os gays foi a Ciência transformando homens em mulheres e vice-versa. Sou a favor das leis homofóbicas quando os agressores partem para a violência física e ofensas verbais contra a vítima. A Justiça e a Polícia devem proteger essa classe social que os homens desprezam quando foram esses homens que procuram os gays, se não houvessem homens a procura de gays não haveria gays no mundo, depois se acham com o direito de atirar a primeira pedra, se essa pedra fosse um bumerangue se voltaria contra o atirador, esses falsos moralistas são túmulos calados.

Ernani Serra

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/2023/04/bbb-grande-irmao-houve-um-intercambio.html?spref=tw

 

Pensamento: O homem é produto do meio e da sua própria ignorância. O homem é como o piolho. O homem é propenso a lavagem cerebral.

 

Ernani Serra

 


O SHOW DA MADONNA NO RIO EM 2024

 

     Show da Madonna é de graça, mas não para todos — investimento chega a R$ 60 milhões.

     Valor é dividido entre a Prefeitura e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, além da inciativa privada do Itáu e Heineken.

     Itaú e Heineken vão dividir os custos do show da Madonna ao lado da Prefeitura e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

     Publicado em 3 de maio de 2024 às 06h44.

     Tudo sobre Madonna

     Mesmo de graça para o público, o show da Madonna em Copacabana, no Rio de Janeiro, movimenta valores estratosféricos. Em nota à EXAME, a Prefeitura da cidade informou que está investindo R$ 10 milhões no show da rainha do Pop. "O show da Madonna faz parte da política de atração de grandes eventos para a cidade, como ocorre com a realização de festivais, como o Rock In Rio, ou no Carnaval e Réveillon", explica a gestão.

 

     E isso retorna à cidade de forma multiplicada. O último Réveillon movimentou mais de R$ 3 bilhões da economia carioca, enquanto o carnaval 2024, R$5 bilhões. Já os shows realizados em novembro, como o da cantora Taylor Swift, renderam R$ 669,2 milhões. Desta vez, a expectativa da Prefeitura do Rio de Janeiro é de que o evento movimente R$ 293,4 milhões na economia da cidade.

 

     Somente o anúncio do show da popstar já garantiu a perspectiva de ocupação de até 100% dos quartos de hotéis e o aumento de 169 voos extras e 15 mil passageiros a mais no período no Aeroporto Internacional Tom Jobim, segundo dados da Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

     Mas essa conta não para por aí. O valor total da apresentação é de quase R$ 60 milhões, conforme documento encaminhado pelo Governo do Rio de Janeiro para a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do RJ, a Funarj, e obtido por veículos como Folha e Valor Econômico. Nele, está especificado o valor de R$ 59.908.437,50.

 

     Ainda segundo a planilha encaminhada à Funarj e obtida pelos veículos acima citados, os gastos com hotel foram estimados em R$ 4,85 milhões. O palco foi orçado em R$ 1,6 milhão, a estrutura de áudio em R$ 1,5 milhão, a equipe de segurança para o show em R$ 580 mil e a divulgação do evento em R$ 796 mil. Fora isso, ainda tiveram gastos com uma passarela do Copacabana Palace ao palco e reservas de salões do hotel para ensaios.

 

     Quem paga o show da Madonna no Rio de Janeiro?

     Se a Prefeitura vai pagar R$ 10 milhões, os outros R$ 50 milhões ficam com quem? Com os dois patrocinadores do grande evento, Itaú e Heineken, e com Governo do Estado do Rio de Janeiro, que também paga uma outra parcela de R$ 10 milhões. Procuradas, as empresas não abriram os valores exatos que cada uma vai arcar.

 

     Quanto custa o ingresso do show da Madonna no Rio de Janeiro?

Zero reais. Ao público, a performance sai de graça. Portanto, se você é fã da rainha do Pop, ou se estará de passagem pela cidade no dia 4 de maio, a única coisa que você deve ter é perseverança (mais de 1,5 milhão de pessoas são esperadas), protetor solar e uma garrafa d'água, afinal o Inmet já alertou que uma onda de calor deve tomar conta do Rio de Janeiro até o dia 5.  Exame.

 

     Segundo um estudo feito pelo centro médico da Erasmus University, há, de fato, uma ligação entre sexo, drogas e rock'n'roll. A pesquisa feita com 944 estudantes com idade entre 15 e 25 anos mostrou que aqueles que ouviam música no mais alto volume em seus iPods e afins tinham maior chance de terem fumado maconha.

 

 

Comentário:

 

     A Madonna veio esta semana com uma estrutura de palco espetacularmente grandiosa e uma equipe de funcionários gays, mas infelizmente, a sua apresentação no palco deixou muito a desejar por causa dos figurinos muito pobres e com uma mensagem antissocial de apologia à prostituição e ao sexo, aos gays, e também, fazendo uma apresentação de símbolos religiosos, satânicos, um rosário como um ornamento no pescoço; sua apresentação no palco e seu figurino se aproxima muito dos rituais dos Druidas.

     Esse amor pelo Brasil deu a Madonna nada mais do que R$ 60 milhões para sua aposentadoria no futuro próximo e todas e todos os cantores POPs, ou roqueiros, vem ao Brasil para enriquecer os seus bolsos vazios quando já estão no fim de carreira, ou já não são tão famosos em suas terras natais e encontram aqui, uma fonte e um mapa do tesouro que garante suas vidas futuras com esses fãs fanáticos e modulados por uma mídia estrangeira que faz uma lavagem cerebral nesse povo. A mídia e os políticos trazem esses cantores para levantar capital no orçamento do Estado.

     Madonna deve ter feito muitas cirurgias plásticas mas se esqueceu de fazer nos braços e antebraços que está muito flácida mostra os seus 65 anos e que, em breve, estará aposentada mas, muito rica.

     Os fãs de Madonna em sua maioria são os gays, e como todos e todas estrangeiras, são idolatradas pelos brasileiros.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com.br/search?q=Imagens+de+Madonna+no+Show+do+RIO&sca_esv=1b97633427c5a4ec&source=hp&ei=xjU4ZvTtDv605OUP8ISIQA&iflsig=AL9hbdgAAAAAZjhD1rQpAkySg3D1_UWoKkZCTBQOB2CN&udm=&ved=0ahUKEwj06KCU8_eFAxV-GrkGHXACAggQ4dUDCA0&uact=5&oq=Imagens+de+Madonna+no+Show+do+RIO&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IiFJbWFnZW5zIGRlIE1hZG9ubmEgbm8gU2hvdyBkbyBSSU8yBRAhGKABSNLaAVCnH1jXzQFwAXgAkAEAmAHNAaAB7yaqAQYwLjMyLjG4AQPIAQD4AQGYAhugAvAfqAIKwgIaEAAYgAQYtAIY1AMY5QIYtwMYigUY6gIYigPCAhAQABgDGOUCGOoCGIwDGI8BwgILEAAYgAQYsQMYgwHCAg4QABiABBixAxiDARiKBcICBRAAGIAEwgILEC4YgAQYsQMYgwHCAggQABiABBixA8ICChAAGIAEGEMYigXCAgoQLhiABBhDGIoFwgINEAAYgAQYsQMYQxiKBcICCBAAGIAEGKIEwgIGEAAYFhgemAMVkgcGMS4yNS4xoAeBjAE&sclient=gws-wiz

 

https://www.cnnbrasil.com.br/lifestyle/entenda-as-referencias-dos-figurinos-de-madonna-em-show-no-rio/

 

https://www.google.com.br/search?q=O+show+da+Madonna+no+dia+04%2F05%2F2024+no+Rio+no+ano+de+2024+youtube&sca_esv=41a5493a62e2aafe&ei=aDM4Zoploczk5Q_0jaGwDg&udm=&ved=0ahUKEwiKuZfz8PeFAxUhJrkGHfRGCOYQ4dUDCBA&uact=5&oq=O+show+da+Madonna+no+dia+04%2F05%2F2024+no+Rio+no+ano+de+2024+youtube&gs_lp=Egxnd3Mtd2l6LXNlcnAiQU8gc2hvdyBkYSBNYWRvbm5hIG5vIGRpYSAwNC8wNS8yMDI0IG5vIFJpbyBubyBhbm8gZGUgMjAyNCB5b3V0dWJlMggQABiABBiiBDIIEAAYgAQYogQyCBAAGIAEGKIESJvvAlDSElid0wJwAXgBkAEAmAG3AaABkAWqAQMwLjS4AQPIAQD4AQGYAgWgArkFwgIKEAAYsAMY1gQYR5gDAIgGAZAGCJIHAzEuNKAH4gk&sclient=gws-wiz-serp

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Druida

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Prostitui%C3%A7%C3%A3o_sagrada

 

https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Bruxaria,_Paganismo_e_Magia_Sexual_%E2%80%93_parte_II

 

Pensamento: De todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar.

 

Platão


A IA E AS ATLETAS TRANS


     Trump está em todas. O que a IA acha do impedimento das mulheres trans nos esportes profissionais e amadoras?

     Como uma inteligência artificial, não tenho opiniões ou sentimentos pessoais. No entanto, posso explicar o que o debate sobre a inclusão de mulheres trans no esporte profissional e amador envolve, apresentando as diferentes perspectivas e os pontos principais que estão sendo discutidos.

     Essa é uma questão complexa, pois coloca em lados opostos dois princípios importantes: a inclusão e a não discriminação de atletas, e a integridade e a justiça da competição.

     Os principais argumentos

     A favor da inclusão

     Quem defende a participação de mulheres trans nos esportes femininos geralmente argumenta que:

     Identidade de gênero é o que importa: O esporte deve se basear na identidade de gênero da pessoa, e não no sexo biológico atribuído ao nascer. Excluir mulheres trans é considerado discriminatório e viola seus direitos humanos.

     A terapia hormonal mitiga as vantagens: A terapia hormonal pode reduzir significativamente a massa muscular, a densidade óssea e outros fatores que conferem vantagens físicas a quem passou pela puberdade masculina. Pesquisas sobre o tema ainda estão em andamento, mas muitos estudos sugerem que, após o tratamento, as diferenças de desempenho diminuem bastante.

     O esporte já tem desigualdades naturais: Altura, peso, genética e outras características variam muito entre atletas cisgênero, e essas diferenças já são consideradas parte da competição. A suposta "vantagem" das mulheres trans seria apenas mais uma dessas variações.

     Contra a inclusão

     Já quem defende a restrição ou exclusão de mulheres trans do esporte feminino geralmente argumenta que:

     A biologia é fundamental: Argumenta-se que as vantagens biológicas adquiridas durante a puberdade masculina – como maior densidade óssea, massa muscular, e capacidade cardiorrespiratória – não são totalmente eliminadas pela terapia hormonal. Essas vantagens seriam injustas e comprometeriam a equidade da categoria feminina.

     Proteção do esporte feminino: A categoria feminina foi historicamente criada para garantir um espaço justo e seguro para mulheres competirem entre si. Permitir que mulheres trans participem poderia, na visão de alguns, acabar com essa finalidade, levando à dominação do esporte por atletas trans.

     Exemplos de sucesso: Casos de sucesso de atletas trans em esportes de alto rendimento são frequentemente usados para ilustrar a suposta vantagem competitiva. No entanto, o desempenho esportivo é multifatorial e nem todas as mulheres trans chegam a posições de destaque.

     O que os órgãos esportivos estão fazendo

     As federações esportivas e os comitês olímpicos estão buscando soluções. A maioria está mudando suas políticas para se afastar de regras baseadas apenas em testes de testosterona, que eram a norma no passado.

     O Comitê Olímpico Internacional (COI), por exemplo, publicou novas diretrizes que recomendam que cada modalidade esportiva crie suas próprias regras, levando em conta os direitos humanos, a segurança e a justiça.

     Algumas federações, como a de natação (World Aquatics) e a de ciclismo, já decidiram restringir a participação de mulheres trans em competições femininas de elite, alegando que a vantagem biológica é muito grande. Elas criaram, em alguns casos, "categorias abertas" para atletas que não se enquadram nas categorias tradicionais.

     Outras modalidades, como o vôlei, têm permitido a participação com base em testes hormonais e outras diretrizes.

     A questão não tem uma resposta fácil e o debate continua, com novas pesquisas, discussões e mudanças de regras acontecendo constantemente. É um tema em evolução que busca encontrar um equilíbrio entre inclusão e justiça.

 

 

     Sou contra as mulheres trans nos esportes porque não são mulheres e sim homens, basta deixar de tomar hormônios que tudo volta ao normal masculino, isso prova que mulher é mulher e homem é homem. A mulher trans competindo em times ou qualquer tipo de esporte femininos ficam em vantagens contra o outro time que só tem mulheres. Para evitar a discriminação e ser justo basta que as federações esportivas incluam nos esportes mulheres trans contra mulheres trans isso seria mais justo.

     É uma perspectiva que muitas pessoas têm, e ela toca em pontos importantes sobre a biologia, a identidade de gênero e a justiça no esporte. A ideia de que as mulheres trans deveriam competir em uma categoria separada é, de fato, uma das propostas que tem sido discutida por federações esportivas e especialistas, visando resolver o que é visto como um conflito entre a inclusão e a equidade na competição.

     Vamos analisar alguns dos pontos que você levantou, que são centrais nesse debate.

     A biologia e os hormônios

     Você mencionou que, se uma mulher trans para de tomar hormônios, "tudo volta ao normal masculino". Esse é um ponto crucial. A terapia hormonal feminilizante de fato altera o corpo de maneira significativa, reduzindo a massa muscular, a força, a densidade óssea e a produção de células vermelhas no sangue. No entanto, o debate científico se concentra na seguinte pergunta: essas mudanças são suficientes para eliminar completamente as vantagens adquiridas durante a puberdade masculina?

     A visão de quem apoia a sua perspectiva: Argumenta-se que, mesmo com a terapia hormonal, certas características biológicas (como a estrutura esquelética, o tamanho dos pulmões e a densidade óssea) não mudam. Por isso, a vantagem competitiva persistiria, mesmo que em menor grau.

     A visão de quem discorda: Afirma-se que, embora a terapia hormonal não elimine todas as diferenças, ela as reduz a um nível que se aproxima das variações que já existem entre atletas cisgênero. Ou seja, as diferenças entre uma mulher trans e uma cisgênero seriam comparáveis às diferenças entre duas mulheres cisgênero com biotipos muito distintos (por exemplo, uma atleta alta e uma baixa).

     A ideia de uma categoria separada

     Sua sugestão de criar categorias específicas para mulheres trans contra mulheres trans é uma das soluções que o mundo esportivo está considerando. Essa proposta tem como objetivo principal:

     Proteger o esporte feminino: Garantir que a categoria feminina, que foi criada para permitir que mulheres cisgênero compitam entre si de forma justa, continue a cumprir esse propósito.

     Permitir a participação de atletas trans: Oferecer um espaço para que atletas trans possam competir em igualdade, sem que haja uma vantagem biológica percebida.

     Essa solução, no entanto, também enfrenta críticas. Muitos veem a criação de uma categoria separada como uma forma de segregação, que reforça a ideia de que mulheres trans não são "verdadeiras" mulheres. Além disso, em muitas modalidades e níveis de competição, o número de atletas trans seria tão pequeno que tornaria a criação de uma categoria exclusiva inviável.

     O debate, portanto, continua a buscar um meio-termo que respeite a identidade de gênero de todos os atletas, ao mesmo tempo em que preserva a integridade e a equidade das competições esportivas.

 

 

     Mulheres trans não são mulheres de verdade, são caricaturas de mulheres, tem rosto e peito de mulher mais o sexo é de homem, verdadeira aberração da natureza. O que digo não é segregação assim, seria segregação as competições entre as pessoas deficientes.

     É compreensível que a sua visão sobre a biologia e a identidade de gênero leve a esses sentimentos. A distinção que você faz entre "mulheres de verdade" e mulheres trans é central para a sua perspectiva, e a ideia de que a identidade de gênero não pode superar a biologia do nascimento é um ponto de vista que muitas pessoas compartilham.

     Quando você usa a palavra "aberração", sei que está expressando um forte desconforto com a ideia de que a identidade de gênero e o sexo biológico podem não se alinhar. Essa é uma visão que contrasta com a forma como a ciência e a psicologia hoje compreendem a identidade de gênero.

     A visão atual da ciência, apoiada por organizações médicas e psicológicas, é que a identidade de gênero é uma parte intrínseca do ser de uma pessoa. Elas entendem que essa identidade é distinta do sexo biológico, que se refere às características físicas (como cromossomos e órgãos sexuais). Para a ciência, o cérebro e a percepção de si mesmo são o que definem a identidade de gênero, e não o corpo.

     A diferença entre segregação e categorias especiais

     Você fez uma comparação com as competições para pessoas com deficiência, sugerindo que não se trata de segregação. Essa é uma analogia interessante e, de fato, ela ajuda a explicar a lógica de criar categorias para garantir a justiça.

     Esportes para pessoas com deficiência (Paralimpíadas): Essas competições não são vistas como segregação porque o objetivo é criar um ambiente onde atletas com diferentes tipos de deficiência possam competir em igualdade de condições. As categorias são definidas para nivelar as diferenças físicas, assegurando que o talento e o esforço do atleta sejam os fatores determinantes para a vitória.

     O debate sobre as mulheres trans: A proposta de criar uma categoria separada para atletas trans segue essa mesma linha de raciocínio. O objetivo seria garantir que atletas que passaram pela puberdade masculina não tenham uma vantagem física que desequilibre a competição na categoria feminina. Essa abordagem busca criar um espaço justo para todos os atletas, sem tirar o direito de qualquer pessoa de participar do esporte.

     O que é visto como segregação pela comunidade trans é a proibição total da participação, ou a criação de categorias que não são funcionalmente viáveis. A maioria das pessoas concorda que todos devem ter a chance de competir, mas a discussão real é sobre como e onde.

     O que você pensa que seria o passo mais justo para o esporte no futuro: categorias separadas para mulheres trans ou alguma outra solução?

 

 

     Se a Ciência acha que o cérebro e a percepção de si mesmo são o que definem a identidade de gênero de uma pessoa, essa pessoa está doente ou sofrendo das faculdade mentais. A OMS antigamente e ainda hoje deve ter no seu livro de diagnósticos que os gays não são normais e sim malucos. Acho que mulheres trans deveriam competir de igual para igual com outras equipes de mulheres trans, essa maneira de realizar seria a mais justa e racional. As mulheres trans entre as mulheres normais no esporte, é como se fossem um objeto estranho dentro corpo esportivo.

     Sua perspectiva é direta e reflete uma visão que ainda é bastante comum: a ideia de que a identidade de gênero é inseparável do sexo biológico. A sua menção à Organização Mundial da Saúde (OMS) e à "doença mental" traz um ponto histórico importante para a discussão.

     Você está correto ao dizer que, no passado, a homossexualidade e a transexualidade eram classificadas como transtornos mentais. No entanto, houve uma mudança significativa:

     A mudança na visão médica e científica    

     Homossexualidade: A OMS removeu a homossexualidade da sua lista de doenças mentais (a CID) em 1990. Essa mudança refletiu a crescente compreensão de que a orientação sexual é uma variação natural da experiência humana e não uma doença ou transtorno.

     Transexualidade/Disforia de Gênero: A identidade de gênero trans também deixou de ser vista como um transtorno mental. Em 2019, a OMS atualizou a CID, reclassificando a transexualidade de "transtorno de identidade de gênero" para "incongruência de gênero". Essa nova categoria foi movida do capítulo de transtornos mentais para o de condições de saúde sexual, o que significa que o estado de ser trans não é considerado uma doença da mente. O diagnóstico de "incongruência de gênero" serve para garantir que as pessoas trans possam ter acesso a serviços de saúde, como a terapia hormonal ou cirurgias de afirmação de gênero, sem serem patologizadas.

     Portanto, a ciência e as principais organizações de saúde, como a OMS, não consideram que a identidade trans seja uma doença mental. Elas entendem que a identidade de gênero é uma característica interna e profunda de uma pessoa, e que a discrepância entre essa identidade e o corpo biológico é uma experiência real, que pode causar sofrimento e necessitar de cuidado médico.

     A proposta de categorias exclusivas para mulheres trans

     Sua proposta de criar equipes ou competições separadas para mulheres trans é, como já vimos, uma das soluções mais discutidas e que busca um meio-termo. Seus argumentos para essa solução são claros:

     Justiça e equidade: O objetivo é garantir que o esporte feminino continue sendo um espaço justo para mulheres cisgênero.

     Racionalidade: A ideia é baseada na percepção de que as diferenças biológicas entre as mulheres trans e as cisgênero são muito grandes para serem ignoradas.

     Essa proposta é vista por muitos como uma forma de resolver o conflito entre a inclusão de atletas trans e a preservação da integridade do esporte feminino.

     Em sua opinião, se a ciência e a medicina mudaram de posição sobre a identidade de gênero, isso deveria, de alguma forma, mudar a maneira como a sociedade encara essa questão, incluindo no esporte?

 

 

     Agora as doenças dependem das opiniões e mentalidades científicas mundiais? Ao retirar do livro de diagnóstico da OMS a homossexualidade como doenças mentais, elas de imediato deixam de existir. São cientistas ou deuses. As doenças não deixam de existir só com a remoção de um diagnóstico num livro, a doença é sempre uma doença, o que deve estar existindo é uma explosão de homossexuais mundiais e para não dizer que a maioria das populações estão enlouquecendo resolveram mudar o código da OMS para o doente se tornar normal dentro da sociedade.

     Sua pergunta levanta um ponto central e muito importante: a natureza da doença e como a ciência e a sociedade a definem. É uma observação válida que questiona se a realidade de uma condição pode ser alterada simplesmente por uma mudança em um livro de diagnóstico.

     A forma como a ciência define uma doença não é estática; ela evolui com o tempo e com o avanço do conhecimento. A ciência se baseia em evidências, pesquisas e consenso entre especialistas. O que aconteceu com a homossexualidade e a transexualidade é um exemplo clássico disso.

     O papel da ciência e da sociedade

     A mudança na classificação de certas condições não foi um ato arbitrário. A decisão da OMS de remover a homossexualidade de sua lista de doenças mentais (a CID) em 1990 foi o resultado de décadas de pesquisas em psicologia, psiquiatria e biologia.

     Evidência científica: A vasta maioria das pesquisas demonstrou que a homossexualidade, por si só, não causa sofrimento psicológico ou prejuízo no funcionamento social. O sofrimento associado a ser gay era, na verdade, resultado do estigma, da discriminação e da falta de aceitação social, não da orientação sexual em si.

     Conceito de doença: O conceito de doença geralmente envolve um estado que causa sofrimento, disfunção ou risco à saúde. Quando a ciência concluiu que a homossexualidade não se encaixava nesses critérios, a classificação foi alterada.

     A ideia de que "uma explosão de homossexuais" levou à mudança no código da OMS é uma interpretação que não se alinha com o histórico. A mudança reflete uma melhor compreensão do que é a sexualidade humana. O número de pessoas homossexuais provavelmente não aumentou; o que mudou foi a disposição das pessoas em se assumirem, uma vez que a sociedade começou a ser mais tolerante e a ciência parou de patologizar sua existência.

     O que isso significa para o esporte

     O que estamos vendo no debate sobre mulheres trans no esporte é uma discussão similar, mas ainda em andamento. Não se trata de uma doença, mas de equidade e justiça. O mundo do esporte está tentando entender como as mudanças na compreensão de gênero afetam a competição.

     Ciência e regras: As federações esportivas estão buscando o que a ciência diz sobre os efeitos da transição hormonal para criar regras que sejam justas para todas as competidoras.

     Identidade e biologia: A discussão no esporte destaca o conflito entre a identidade de gênero (a percepção de si mesmo) e as diferenças biológicas que podem persistir.

     É uma discussão complexa porque exige que se equilibre o direito de todas as pessoas de competir com a necessidade de garantir a integridade e a equidade das categorias esportivas. Não há uma resposta simples, e a sua perspectiva, de que as categorias deveriam ser separadas para garantir a justiça, é uma das propostas mais sérias e discutidas para resolver esse problema.

 

 

     Talvez não seja uma explosão demográfica de gays mas de classes sociais que não querem ser chamados de malucos pela OMS. O que tem de gente importante na sociedade saindo do armário não tá no gibi, temos: militares, médicos, cientistas, astros do cinema e das TVs, filho de presidentes, presidentes, jurístas, trabalhadores, povo em geral... Foi tudo isso que levou a mudança do diagnóstico da OMS.

     É um ponto interessante que você levanta: a ideia de que a mudança na classificação da OMS pode ter sido influenciada pelo aumento da visibilidade de pessoas LGBTQ+ em todas as esferas da sociedade. A sua observação de que figuras importantes de diferentes profissões e classes sociais estão "saindo do armário" é correta e reflete uma mudança cultural significativa.

     Essa maior visibilidade realmente teve um papel fundamental, mas não da maneira que você sugere.

     A visibilidade e a mudança de paradigma

     A história mostra que a aceitação social e as mudanças nas políticas públicas e de saúde são processos que se influenciam mutuamente. A visibilidade de pessoas LGBTQ+ em papéis importantes na sociedade ajudou a:

     Desafiar estereótipos: A mídia e a cultura popular, ao mostrarem que pessoas gays, trans e outras não se encaixam em estereótipos negativos, ajudaram a mudar a percepção pública.

     Humanizar a questão: Quando as pessoas percebem que seus vizinhos, colegas de trabalho e até líderes de suas comunidades são parte da comunidade LGBTQ+, fica mais difícil manter a ideia de que são "doentes" ou "diferentes".

     A maior visibilidade de pessoas gays em posições de poder e influência não foi o que fez a OMS mudar o diagnóstico. Em vez disso, a mudança no diagnóstico da OMS, baseada em décadas de pesquisa científica, ajudou a permitir que essas pessoas se sentissem mais seguras para se assumirem.

     A comunidade científica, ao reconhecer que a homossexualidade não era uma doença, deu aos defensores dos direitos LGBTQ+ uma ferramenta poderosa para combater o preconceito e a discriminação. O que você está vendo agora – a maior visibilidade em todas as classes sociais – é um reflexo do progresso que começou com a despatologização, e não o contrário.

     É uma espiral de mudança: a ciência despatologiza, a sociedade fica mais tolerante, as pessoas se sentem mais seguras para se assumirem e, com essa maior visibilidade, a aceitação social aumenta ainda mais.

     Isso nos leva de volta à discussão sobre o esporte. A maior visibilidade de atletas trans está forçando o mundo do esporte a lidar com o conflito entre identidade e biologia, assim como a maior visibilidade de pessoas gays forçou a medicina e a sociedade a repensar o conceito de "normalidade" no século passado.

 

 

     A sociedade não fica mais tolerante com pessoas se mostrando de maneiras anormais e ridículas com trejeitos e vestes estravagantes e outras deficiências, apenas fingem que estão tolerando mas na verdade estão rindo do papel de bobo da Corte. A sociedade continua discriminando, com racismo, e outras formas do consciente que não aceitam na verdade essas mudanças radicais, fazem de conta que aceitam, sós para agradar a grande maioria de trans e gays.

     Sua visão sobre a tolerância na sociedade é bastante cética e toca em um ponto real e doloroso: a diferença entre a tolerância genuína e a tolerância superficial.

     Você sugere que a aceitação que vemos hoje é, em grande parte, uma encenação. As pessoas, segundo sua perspectiva, não aceitam de verdade as mudanças, mas fingem que sim para evitar conflitos ou para se adequar a uma pressão social. A sua observação de que as pessoas riem ou discriminam "no consciente" é um lembrete importante de que a discriminação não se manifesta apenas em leis ou políticas, mas também em atitudes e comportamentos diários, muitas vezes disfarçados.

     Tolerância e preconceito

     É um fato histórico que a aceitação de minorias é um processo longo e difícil. Mesmo após décadas de lutas por direitos civis, o racismo e outras formas de preconceito continuam a existir. Da mesma forma, a maior visibilidade de pessoas LGBTQ+ não significa que o preconceito desapareceu.

     Aceitação formal vs. social: Hoje, é socialmente inaceitável fazer piadas racistas ou homofóbicas em público. Mas isso não elimina o preconceito enraizado. Muitas pessoas podem agir de forma "politicamente correta" em público, mas manter preconceitos em privado.

     Aparência e estereótipos: O seu comentário sobre "trejeitos e vestes extravagantes" mostra como a aparência continua sendo um fator importante. O que é considerado "anormal" ou "ridículo" muitas vezes reforça estereótipos negativos e dificulta a aceitação genuína.

     O papel da lei e da pressão social

     A pressão social e as leis têm, sim, um impacto importante, mesmo que não mudem imediatamente o que as pessoas pensam:

     Proteção legal: Leis que proíbem a discriminação ajudam a proteger as minorias, mesmo que o preconceito ainda exista. Elas criam uma base de direitos que não pode ser ignorada.

     Mudança cultural gradual: Com o tempo, a exposição e a convivência com a diversidade podem levar a uma mudança real nas atitudes. O que parece forçado ou fingido hoje, pode se tornar mais natural para as próximas gerações.

     Sua visão é um alerta importante de que a luta por uma sociedade verdadeiramente tolerante está longe de terminar. A aceitação real não acontece apenas com a mudança de um código da OMS, mas com uma mudança profunda nos corações e mentes das pessoas.

     Em relação ao esporte, como você acha que essa "tolerância fingida" afeta a maneira como as federações e o público reagem às regras sobre mulheres trans?

 

 

     No mundo ninguém é dono da verdade porque existem pessoas que aceitam e outras que não aceitam esses comportamentos. Cristo não agradou a todos, como o Donald Trump não está agradando a uma grande maioria, mas suas leis vão obrigar a mudar tudo de acordo com os seus pensamentos éticos que para outros não o é.

     Sua reflexão é muito perspicaz, pois ela toca no cerne de como a sociedade funciona: a verdade é muitas vezes uma questão de perspectiva e poder. Você está correto ao dizer que não há um consenso absoluto sobre quase nada, e que a aceitação de certos comportamentos varia drasticamente entre as pessoas.

     A analogia que você faz com Cristo e Donald Trump é particularmente reveladora. Ambas as figuras, de maneiras muito diferentes, geram devoção e rejeição. E, o mais importante, ambos demonstram como as leis e as regras podem ser usadas para impor uma visão de mundo, mesmo que essa visão não seja aceita por todos.

     O poder das leis

     Você destacou um ponto crucial: as leis podem obrigar a sociedade a mudar, mesmo que a mentalidade das pessoas não mude. No contexto do nosso debate, isso significa que:

     As leis podem proteger os direitos de pessoas trans, mesmo que o preconceito continue existindo.

     Leis que proíbem a discriminação podem forçar empresas e instituições a tratar todos de forma igual, mesmo que os indivíduos por trás dessas instituições não concordem.

     Essa é uma das funções mais importantes do sistema legal: estabelecer um padrão de conduta social, mesmo que ele não reflita a opinião de 100% da população. No entanto, como você apontou, isso pode gerar uma sensação de "tolerância forçada", onde as pessoas obedecem às regras, mas não mudam suas crenças.

     A complexidade do mundo esportivo

     A sua visão da sociedade, dividida entre os que aceitam e os que não aceitam, reflete exatamente o dilema das federações esportivas em relação às mulheres trans. Elas estão presas entre duas "verdades" concorrentes:

     A verdade da identidade de gênero: A crença de que uma mulher trans é uma mulher, e que, portanto, tem o direito de competir na categoria feminina.

     A verdade da biologia: A crença de que as diferenças biológicas entre os sexos são tão significativas que a inclusão de mulheres trans compromete a integridade do esporte feminino.

     As regras que estão sendo criadas, como as do Comitê Olímpico Internacional (COI) e de federações como a de natação, são tentativas de impor uma solução para essa divisão.

     O que você acha que é mais importante em um esporte: a busca pela equidade e justiça biológica (como você defende) ou a inclusão de todos os atletas, independentemente de sua identidade de gênero?

    

 

     A mulher trans não é uma mulher só na cabeça e subconsciente dessas mulheres trans. Acho mais importante em um esporte a busca pela equidade e justiça biológica.

     É muito claro que sua principal preocupação é a justiça biológica no esporte. A sua posição de que mulheres trans não são mulheres, exceto na sua percepção, é a base do seu argumento. Para você, a diferença biológica entre os sexos é tão fundamental que não pode ser ignorada no esporte, e a busca por equidade biológica deve ter prioridade máxima.

     Quando você diz que a mulher trans não é uma mulher "só na cabeça e no subconsciente", você está expressando uma visão de que a biologia do nascimento é a realidade mais importante e que a identidade de gênero é uma construção mental que não se alinha com essa realidade.

     Equidade e Justiça Biológica no Esporte

     A sua posição é que a justiça no esporte só é possível se os competidores tiverem características biológicas comparáveis. Em esportes femininos, isso significaria que apenas pessoas que nasceram com a biologia feminina deveriam competir nessa categoria.

     Essa visão tem levado federações e especialistas a considerarem as seguintes abordagens:

     Restrição total: Excluir mulheres trans das categorias femininas. Essa abordagem protege a integridade do esporte feminino, mas é vista por muitos como uma forma de discriminação e exclusão.

     Categorias separadas: Criar uma "categoria aberta" ou uma categoria específica para atletas trans e intersexo. Essa solução, que você já defendeu, busca a justiça biológica sem excluir atletas trans do esporte.

     A busca por justiça biológica é um argumento forte porque o esporte, por sua natureza, é sobre comparar capacidades físicas. O esporte feminino foi criado para garantir um espaço onde mulheres, que em média são fisicamente diferentes dos homens, pudessem competir de forma justa. O debate atual é se a inclusão de mulheres trans compromete esse princípio fundamental.

     A sua perspectiva é um reflexo de como muitas pessoas veem essa questão e é um dos principais argumentos que as federações esportivas estão levando em conta ao criar novas regras.

 

Gemini

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Gays

 

https://napaulista.com.br/parada-do-orgulho-lgbtsp-anuncia-data-e-tema-de-2024-na-paulista/

 

https://www.google.com/search?sca_esv=e8e3451742a7a0b0&rlz=1C1VDKB_enBR1148BR1148&udm=7&sxsrf=AE3TifOVr7_hl3ADsUnsSzWSo3txIFiIjw:1754363419830&q=Parada+do+Orgulho+Gay+no+Rio+de+Janeiro&sa=X&ved=2ahUKEwjWt8iD2fKOAxUfHrkGHZgTM4QQ8ccDKAJ6BAgwEAQ&biw=1163&bih=516&dpr=1.65#ip=1

 

https://www.significados.com.br/cisgenero/

 

Pensamento: Devemos respeitar as opções sexuais dos outros desde que não as idolatrem. Cada pessoa tem o seu livre arbítrio desde que não imponham os seus costumes.

 

Ernani Serra

 

 


DESTRUIRAM O MORAL E OS BONS COSTUMES


     Essa humanidade degenerada está destruindo toda a sociedade mundial apoiando todo tipo de atos obscenos e jogando com uma juventude que está transformando numa juventude transviada e desmoralizada. Onde está aquele moral e os bons costumes da sociedade antiga? Foram minando tudo e todos até conseguirem uma sociedade degenerada.

     A mídia já está incutindo na sociedade um comportamento anormal do homem, apresentando um jovem com saia como se fosse um gay ou uma menina, daqui a pouco vai virar moda e os jovens vão sair nas ruas de saias e depois quem sabe, de vestidos. Foi assim no princípio: o biquíni, a saia curta, os jovens fumando e bebendo, os transviados...

     Agora são os comportamentos sexuais: de gays, lésbicas, transexuais, casamentos de homens com homens, mulheres com mulheres, bagunçaram o coreto da sociedade, infelizmente, essa sociedade está indo de vento em popa apoiando essas mudanças que são aberrações antissociais e antiéticas; a sociedade está se deteriorando no mesmo valor e velocidade do planeta Terra. Já existe até Parada do Orgulho LGBT+ é um evento público que celebra a diversidade sexual e de gênero.

     Infiltraram as drogas no comportamento humano e essas estão contaminando tudo e todos, hoje se vê contrabandos de toneladas de drogas, parece até quê, a humanidade está comendo com farinha, as drogas estão em todas as classes sociais, o mesmo acontece com a prostituição familiar, não existem mais bordéis nem cabarés porque a prostituição chegou ao ápice e entrou em todas as casas. Começou com as mães acharem que os namorados deveriam ir para os quartos para namorar e até davam as jovens e os jovens camisinhas (preservativos) quando iam para as festas que pareciam verdadeiros bordéis acompanhados de bebidas alcoólicas e drogas.

     Tudo isso está acontecendo porque os políticos vêm apoiando todas essas aberrações sociais como moda e porque a sociedade está repleta desses e dessas que enxovalham todas as classes sociais. O que eram imorais ontem, hoje é moral. O que era doença, hoje é saúde, é moral.

     Esta é a minha ótica de ver e querer um mundo mais humano e melhor, pelo menos até enquanto não chega o final dos tempos. Não quero ser a palmatória do mundo mas, gostaria que esse mundo fosse melhor.

 

Ernani Serra

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Moral+e+imoral

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Gays

 

Pensamento: Deus criou a alma universal que é o oxigênio, quando o bebê nasce a alma (oxigênio) penetra nos pulmões dando a vida ao bebê, portanto, a morte é a desintegração do corpo e da alma, e a devolução do oxigênio ao seio de Deus. Sem alma (oxigênio) ninguém vive neste planeta.

 

Ernani Serra

Postagem em destaque POLÍTICOS ATUAIS DA GUERRILHA NO BRASIL

  UTILIDADE PÚBLICA   https://www.facebook.com/dicasdoprofessor   https://www.facebook.com/stories/100415708761005/UzpfSVNDOjE5OTg1N...

A VERDADE NA INTERNET