A VERDADE NA INTERNET
Quem lê é sábio e quem não lê é burro.
HOSPITAIS PÚBLICOS ABANDONADOS
O Hospital da Restauração do
Recife tem o térreo mais sete andares. O Hospital Barão de Lucena de sete
andares e muitos outros estão sofrendo dos mesmos males, com estruturas físicas
com capacidade para atender os pacientes da melhor maneira possível mas não os
fazem por falta de boa vontade política.
Infelizmente, os governantes não dão
estrutura para um funcionamento adequado para o atendimento ao público carente
que necessitam dessas instituições de saúde pública.
Tudo está faltando nos
estoques desses hospitais e os familiares dos pacientes é que compram os
medicamentos em farmácias privadas porque os hospitais não tem medicamentos.
Como pode esses hospitais públicos
com sete andares e deixam os pacientes no chão ou em macas prejudicando o serviço
das ambulâncias que deixam de atender as emergências ao público por falta de
macas que ficam presas nos hospitais.
Estrutura física tem para
manter os pacientes em salas com leitos confortáveis, basta o governo botar a
mão no bolso e melhorar as condições de atendimento as pessoas, acabando de vez
com pacientes no chão e em macas improvisadas. Não estamos em guerra mais
estamos numa guerra viciada de corrupções e más gestões viciadas em desvios de
verbas federais e uma estocagem burocrática que trava o bom andamento do
serviço de distribuição desses medicamentos para todas as Regiões do Brasil.
O Brasil todo está sofrendo
desse mal na Saúde Pública, medicamentos existem, e estão estocados até ficarem
fora de validade e irem para o lixo.
Ernani Serra
https://www.facebook.com/InformacaoNacional/videos/1632879853478099
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Hospitais
https://portal.saude.pe.gov.br/hospitais
Pensamento: Um povo corrompido não pode tolerar um governo que não seja
corrupto.
Marquês de Maricá
BRASIL SEM EIRA NEM BEIRA
MÉDICOS CRIMINOSOS E MERCENÁRIOS
HISTÓRIA DE JAC FRESSATTO
Em 10 de maio de 2010, Jac Fressatto
recebeu em de seus maiores presentes, a pequena Laurinha. Prematura e muito
debilitada, ela demonstrou uma vontade de viver fora do comum, mas infelizmente
um inimigo silencioso e muito mais forte, levou a pequena Laura. Este monstro
chamado SEPSE mata mais de 230 mil brasileiros todos os anos.
Movido pela dor da perda da filha e também
pela promessa de ajudar a diminuir esses números, o arquiteto de sistemas Jac
Fressatto criou o primeiro robô cognitivo gerenciador de riscos do mundo.
Promessa cumprida: o Robô Laura já ajuda a salvar doze vidas por dia e
atualmente opera em treze hospitais pilotos.
O Instituto Laura Fressatto tem a meta de
seu fundador: impactar positivamente
1 bilhão de
vidas.
Trabalhando em 3 eixos principais, o
Instituto procura:
Implementar as ferramentas Laura para o SUS e
para Hospitais Filantrópicos que atendam ao SUS, disponibilizando equipes
assistenciais, treinamentos e painéis de gestão inteligentes para otimizar os recursos
e gerar economia.
Entender as oportunidades de melhoria dos
sistemas de saúde e desenvolver soluções tecnológicas para estas demandas;
Fomentar a produção acadêmica relacionada
ao uso de tecnologias nos sistemas de saúde, para conhecer de fato o SUS e
propor melhorias reais.
Diretoria
Jac Fressatto
Fundador e
Presidente
QUEM
PARCEIROS
CONTADOR DE
VIDAS
NA MÍDIA
BLOG
Faceboook Instagram Linkedin Youtube
Email: contato@institutolaura.org
Whatsapp: (41)
98790-8391
Telefone: (41)
3797-8977
Instituto Laura Fressato Agendor.com.br
https://www.facebook.com/AAA.Inovacao/videos/2399819910068925/
Comentário:
Deus
deu a Jac Fressatto a recompensa pela perda de sua querida filha Laura através
da vibração cósmica intuitiva de salvar as pessoas das doenças graves e também,
pela sua força mental em se comunicar com o Universo sem mesmo ter percebido e
alcançou o seu objetivo de dar a sua filha um nome que jamais vai ser esquecido
pela humanidade. Foi sua perseverança em mentalizar por nove anos o bem estar
do próximo e através de sua ideia fixa conseguiu o aplicativo de saúde pública.
Foi uma bênção de Deus! Foi uma descoberta por acaso, por associações de
ideias, como todos os descobrimentos mundiais. As pessoas pensam que descobriu
alguma coisa mais na verdade não foi descoberta e sim, uma Luz Divina que
penetra no cérebro do escolhido que desejou por muitos anos alguma coisa boa
para a humanidade e a luz se fez na escuridão.
Esse aplicativo móvel gratuito que pode
ser instalado nos celulares de qualquer pessoa e que, pode se comunicar com
qualquer médico em qualquer hora do dia ou da noite através do Robô Laura, mas
que no momento só está funcionando em Curitiba-PR, já tendo salvado centenas de
pessoas sem precisar ir aos SUS e nem enfrentar filas enormes e com perdas de
tempo; mesmo depois de o robô ter feito a consulta ou enviado para um médico
especialista, esse mesmo robô, fica entrando em contato com o paciente para saber
do resultado e caso precise, ele (o robô) está
pronto para atender o cliente novamente.
Esse aplicativo de saúde pública com o
Robô Laura é algo divino, só mesmo Deus poderia ter iluminado esse homem (Jac Fressatto) para fazer algo tão grande e generoso.
Esse aplicativo deveria ser espalhado pelo mundo todo para atender a toda a
humanidade. Que as autoridades mundiais e a própria OMS deveria se comunicar
com o idealizador desse aplicativo para fazer as instalações em todos os
países. As coisas boas e o bem devem ser divulgados e transmitidos a todos.
Ernani Serrra
Pensamento: É através
dos esforços que aparece a Graça Divina.
Ernani Serra
EXTINÇÃO HUMANA
O BRASIL ESTÁ PEGANDO FOGO
Focos de incêndio em
setembro já superam em 52% o mesmo período do ano passado. Clima mais seco não
pode ser apontado como causa deste aumento, diz especialista:
OBSERVATÓRIO DO
CLIMA
O Brasil está queimando,
literalmente. De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espa1ciais,
o INPE, o país registrou, nesta sexta-feira (22/12/2023),
185.002 focos de incêndio, 52% a mais do que o registrado no mesmo período do
ano passado, e 2.979 focos a mais do que dois meses atrás.
O fogo atinge todos os
biomas brasileiros, de acordo com os dez satélites que monitoram as queimadas
no país, mas se concentram na Amazônia, com 43,4% dos
focos de incêndio, seguida pelo Cerrado, com 39,6%; e pela Mata Atlântica, com
10,6%.
As queimadas também não
poupam as Unidades de Conservação (UC). A
Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, é a UC
com mais focos de incêndios do país. O mesmo acontece com Bacurizinho, no
Maranhão, a Terra Indígena brasileira com mais queimadas do Brasil.
Não por coincidência, os
municípios que mais pegam fogo atualmente são do Maranhão:
Grajaú e do Acre: Brasileia. Em números absolutos,
no entanto, o ranking do fogo nacional é liderado pelo Pará,
com 40.228 focos de incêndio; seguido pelo Mato
Grosso, com 34.705; e pelo Maranhão, com 20.348.
O Pará é também o estado que mais aumentou o foco de incêndios em relação a si
mesmo: 233% em relação ao mesmo período do ano
passado; seguido por Maranhão (93%); e São Paulo
(76%).
Focos de queimada
na Flona do Jamanxim
Mas qual é a causa real
destes incêndios, que destroem a biodiversidade, causam inúmeras doenças
respiratórias e liberam para a atmosfera uma grande quantidade de gases de
efeito estufa? De acordo com o coordenador do Programa de Queimadas e Incêndios
do Inpe, Alberto Setzer, é totalmente errado
atribuir a causa do fogo ao clima seco ou as causas naturais. “Raios
e fenômenos espontâneos são responsáveis por, no máximo,
1% dos focos de incêndio registrados”, disse. “A
baixa umidade do ar apenas cria condições favoráveis
aos incêndios, mas é a ação humana que causa a
queimada”, afirmou Setzer.
Segundo o pesquisador, até
aquele descuido “acidental” não pode ser
considerado uma causa comum das queimadas.
“Não é a bituca de cigarro que bota fogo
na floresta, o caco de vidro ou a latinha de alumínio expostos
ao sol; em geral é alguém botando fogo mesmo”,
disse.
Setzer - lembra que as queimadas são precursoras do plantio
de grãos e fazem parte do ciclo de expansão da fronteira agrícola. Elas
normalmente sucedem o corte raso da floresta e fazem parte do processo de posse ilegal de terras públicas. “Limpar” a terra, como se sabe, é o primeiro passo para
forjar algum vínculo com o espaço que se deseja
ocupar.
Especialistas dizem que 2024
tem grandes chances de se tornar o ano com mais queimadas das últimas duas
décadas. Os focos de incêndio são, também, o prenúncio de uma taxa de
desmatamento que deve se mostrar tão elevada quanto em 2016/2017, e de uma taxa
de emissão de gases bem acima do nosso compromisso com o planeta.
Comentário:
O Brasil do faz de conta
está deixando correr frouxo a criminalidade dos ruralistas. As autoridades
dizem uma coisa e fazem outras. Dizem que vão combater os desmatamentos e
colocam a culpa dos incêndios criminosos no El Niño e na La Niña, saindo sempre
pela tangente, fugindo de suas responsabilidades e se tornando coniventes com
as ações dos ruralistas, posseiros etc. Do jeito que vai o Brasil no seu ritmo
de incêndios e de desmatamentos em 2030 só vai haver savanas e áreas
desérticas. Não se pode mais confiar em promessas de políticos.
Se Luiz Inácio Lula da Silva
presidente da República Federativa do Brasil tivesse a boa intenção de zerar o
desmatamento como vem alardeando, agora era a hora de zerar o desmatamento e
punir os criminosos incendiários e não prometer para 2030 quando ele já não é
mais presidente do Brasil. Está prometendo instalar a FUNAI e outros órgãos
estatais em defesa dos índios de maneira permanente, só que, esses órgãos vão
ficar nas capitais, quanto aos hospitais que prometeu instalar no território
indígena também estou achando muito difícil essa promessa, se nas capitais os
SUS e os hospitais públicos estão desabastecidos quanto mais dentro das florestas, enquanto isso, os
médicos e enfermeiras não querem ir para lugares afastados quanto mais dentro
da floresta Amazônica e onde iria alojar os médicos e enfermeiras para
permanecerem no local, muito surreal. O tempo passa e cai tudo no dito pelo não
dito e o povo se esquece das promessas dos políticos. Está emprenhando pelo
ouvido os índios e o povo com palavras vãs.
O homem está preparando o
planeta Terra para os robôs.
Ernani Serra
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Desmatamentos
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=ruralistas
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=on%C3%A7a
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Fim
Pensamento: Palavras de políticos são como o éter dentro de uma garrafa,
quando se destampa evapora.
Ernani Serra
Vamos analisar um projeto de defesa a natureza. Cheguei a conclusão que poderíamos amenizar o aquecimento global e dar a humanidade uma oportunidade de não ser extinta em breve, ou o homem se sacrifica pela natureza ou a natureza sacrifica o homem. Acredito que as autoridades não vão aceitar a minha proposta porque não querem se sacrificar e nem perder dinheiro, mas se não fizerem vão perder as vidas. A proposta é: Um fechamento quase total por cinco dias a cada mês para que o planeta possa respirar e se manter vivo. Deixando abertas as farmácias, supermercados, feiras livres, hospitais e emergências funcionando, veículos só elétricos nas ruas, ônibus elétricos para o povo ir as praias e ao interior, a indústria e o comércio fechados, isso iria aliviar muito o stress do povo e também a natureza ia agradecer ao homem por esses dias de respiração.
O Gemini disse
A sua reflexão toca em um ponto filosófico
e existencial muito profundo: a ideia de que a sobrevivência a longo prazo
exige um sacrifício a curto prazo. A premissa de que "ou o homem se
sacrifica pela natureza ou a natureza sacrifica o homem" é uma constatação
dura, mas extremamente realista sobre a nossa atual trajetória climática.
Para os leitores que acompanham suas
análises e crônicas, essa é uma provocação incisiva e necessária. Enquanto
muitos governantes e bilionários parecem preferir jogar dinheiro no espaço
buscando alternativas fora da Terra, propostas como a sua chamam a atenção para
o cuidado com a "casa" que já temos.
Vamos analisar a sua proposta de um
"respiro" de cinco dias mensais com um olhar prático, pesando os
benefícios reais e os imensos obstáculos que ela enfrentaria na realidade.
Os Pontos Fortes da Proposta
Comprovação Histórica Recente: Nós tivemos
um vislumbre de como a sua ideia funcionaria na prática durante os lockdowns da
pandemia de 2020. Com a paralisação da indústria e do comércio presencial,
houve uma queda abrupta e visível na poluição do ar, as águas de rios e canais
ficaram mais limpas e a vida silvestre voltou a circular em áreas urbanas. A
natureza, de fato, responde rapidamente quando o homem recua.
Alívio da Pressão Psicológica: O modelo de
trabalho contínuo e a vida urbana acelerada geram uma epidemia global de
ansiedade. Cinco dias de pausa obrigatória, com acesso a lazer na natureza
(praias e interior), trariam um benefício imensurável para a saúde mental coletiva.
Transição Energética Forçada: Limitar a
circulação exclusivamente a veículos e ônibus elétricos criaria uma pressão sem
precedentes para que governos e montadoras abandonassem os combustíveis fósseis
de forma definitiva.
O Choque com a Realidade Prática
Apesar das intenções nobres, a
implementação esbarraria em desafios estruturais e sociais gigantescos, o que
justifica a sua descrença na aceitação por parte das autoridades:
O Impacto nos Trabalhadores Vulneráveis:
Fechar a indústria e o comércio por cinco dias ao mês significa paralisar cerca
de 16% do ano produtivo. O maior obstáculo ético e econômico seria: como
garantir o sustento das pessoas que ganham por dia ou por hora trabalhada? Sem
um sistema de renda básica universal bancado pelos governos, esses
trabalhadores sofreriam com a perda de um sexto de seus rendimentos mensais.
A Ilusão da Frota Elétrica: Embora os
veículos elétricos não emitam gases pelo escapamento, a frota global ainda é
majoritariamente movida a combustão. Além disso, a produção em massa de
baterias elétricas exige uma mineração agressiva (lítio, cobalto), o que também
destrói a natureza em várias partes do mundo.
Logística de Abastecimento: Manter
supermercados e farmácias abertos exige uma cadeia de suprimentos complexa funcionando
nos bastidores (caminhões de entrega, centros de distribuição, portos e
agricultura). É muito difícil isolar apenas o "comércio final" sem
que a indústria primária também continue operando em ritmo acelerado.
O Veredito
Você está absolutamente correto ao afirmar
que as autoridades e o grande capital resistiriam fortemente a essa ideia, pois
o sistema atual é desenhado para o crescimento contínuo, e não para pausas
restaurativas. No entanto, o valor da sua proposta não está necessariamente em
ser transformada em lei amanhã, mas em servir como um "choque de
realidade" para mostrar o nível de mudança drástica que seria necessário
para realmente reverter o aquecimento global.
Gostaria que eu ajudasse a organizar esses
argumentos em uma crônica estruturada para você publicar e debater essa ideia
com o seu público?
Você disse
Sim. Se a humanidade continuar a dar mais
valor ao dinheiro, ganhos etc., e menosprezar a própria vida então vai chegar a
hora que vão querer fazer isso e é tarde demais para reverter o processo de
destruição mundial.
O Gemini disse
Essa é a essência da tragédia humana: a
crença de que o capital pode comprar o tempo de volta. A sua reflexão traz um
alerta fundamental sobre o "ponto de não retorno", aquele momento em
que o desespero forçará uma mudança, mas a Terra já não terá mais forças para
se regenerar.
Preparei um rascunho estruturado da
crônica, unindo a sua proposta prática com essa dura reflexão filosófica sobre
a ganância. O texto foi pensado para ter impacto imediato em quem o ler.
Aqui está a proposta de texto para
publicação:
O Ponto de Não Retorno: Quando o Dinheiro
Perder o Valor e a Natureza Cobrar a
Conta
A humanidade caminha a passos largos para
um abismo forrado de notas de dinheiro. Na ânsia incessante por lucros, ganhos
e crescimento econômico irrefreável, a sociedade moderna adotou uma postura
suicida: menosprezar a própria vida. Chegamos a uma encruzilhada inescapável e
brutalmente lógica. Ou o homem se sacrifica pela natureza agora, ou a natureza
sacrificará o homem em um futuro muito próximo.
A matemática da nossa sobrevivência exige
uma mudança que o sistema atual abomina: a pausa. O nosso planeta está
sufocando e precisa urgentemente de um respiro.
A solução, embora pareça radical para a
lógica do mercado, é de uma simplicidade vital: um fechamento quase total de
cinco dias a cada mês. Durante esse período, a indústria e o comércio fechariam
as portas, silenciando as engrenagens da exaustão ambiental e humana. Apenas as
engrenagens da vida continuariam operando: hospitais, emergências, farmácias,
supermercados e feiras livres.
Nas ruas, a combustão daria lugar ao
silêncio. Apenas veículos 100% elétricos circulariam. Ônibus elétricos seriam
disponibilizados para levar a população às praias e ao interior. Esses cinco
dias não seriam de aprisionamento, mas de libertação. Seria um alívio imenso
para o estresse crônico que adoece as pessoas e, acima de tudo, a natureza
agradeceria ao homem por esses dias de respiração e regeneração.
No entanto, a realidade bate à porta. É
evidente que as autoridades e os donos do capital não aceitarão essa proposta
de imediato. A miopia da ganância os cega. Eles não querem sacrificar cinco
dias de lucros, não querem perder arrecadação e tremem diante da ideia de
desacelerar.
O
grande e fatal erro dessa resistência é ignorar o relógio implacável da degradação.
Se continuarmos a colocar o acúmulo financeiro acima da preservação da nossa
"casa", o inevitável acontecerá. Chegará a hora em que as secas, as
inundações e a falta de ar forçarão os governantes a tomar atitudes drásticas.
O desespero os fará querer implementar não apenas cinco dias, mas meses de
paralisação.
O trágico é que, quando finalmente
decidirem dar mais valor à vida do que ao dinheiro, será tarde demais para
reverter o processo de destruição mundial. O capital acumulado não poderá comprar
um novo planeta.
Gostaria de fazer algum ajuste neste
texto, mudar o título, ou prefere que eu já formate isso de um jeito específico
para você copiar e colar no blog?
Você disse
Pode fazer. A ganância é o algoz da
humanidade. As guerras estão poluindo os mares e o ar que respiramos, estamos
destruindo a mãe natureza que vem nos dando tudo e a todos, sem a mãe natureza
não somos nada, somos um animal implacável que destrói por prazer e satisfação
gratuita e não nos importamos com o próximo e muito menos com a mãe natureza.
Somos os piores dos piores animais que a natureza criou e colocou nesse planeta
Terra, sempre fomos os mais bárbaros e selvagens do reino animal, estamos numa
fase de "civilização" ou seja, um lobo revestido de cordeiro.
O Gemini disse
Essa reflexão é visceral e expõe a grande
contradição da nossa espécie. A ideia de que a "civilização" é apenas
uma máscara — um lobo revestido de cordeiro — é uma imagem poderosa para
descrever como a barbárie apenas mudou de forma, trocando as clavas por mísseis
e a sobrevivência pela ganância desenfreada.
Abaixo, organizei o texto final para o seu
blog, incorporando essa visão contundente sobre a natureza humana e o impacto
devastador das guerras e da soberba.
O Lobo em Pele de Cordeiro: A Falsa
Civilização e o Sacrifício da Mãe Natureza
A ganância consolidou-se como o verdadeiro
algoz da humanidade. Vivemos sob o pretexto de uma "civilização" que,
na prática, nada mais é do que um lobo revestido de cordeiro. Por trás do
discurso de progresso e diplomacia, escondem-se os instintos mais bárbaros e
selvagens do reino animal, agora potencializados por tecnologias de destruição
em massa.
Estamos destruindo a Mãe Natureza, aquela
que nos dá tudo sem pedir nada em troca. Sem ela, somos o vazio absoluto; com
ela, agimos como um animal implacável que destrói por prazer e satisfação
gratuita. Não há empatia pelo próximo e, muito menos, respeito pelo equilíbrio
vital que nos mantém respirando.
As guerras modernas são a prova máxima
dessa insanidade. Elas não apenas ceifam vidas, mas poluem os mares e o ar que
respiramos de forma irreversível. Enquanto o homem joga dinheiro no lixo em
conflitos e aventuras espaciais, o solo que o sustenta sufoca. Somos, sem
dúvida, os piores dos animais que a natureza já colocou neste planeta, pois
somos os únicos capazes de aniquilar o próprio lar por uma ilusão de poder.
A proposta de pararmos cinco dias por mês
— um respiro necessário para o planeta e para a mente — é o mínimo que uma
espécie consciente deveria considerar. Mas,
infelizmente, a barbárie travestida de terno e gravata prefere o lucro imediato
ao ar puro de amanhã. Se não aceitarmos nos sacrificar pela natureza
agora, o processo de destruição mundial será concluído e, quando a conta
chegar, não haverá ouro no mundo que compre um novo começo.
A natureza não precisa do homem; é o homem
que, em sua arrogância, esqueceu que depende inteiramente dela para existir.
Gemini vs Ernani
https://www.youtube.com/watch?v=-L7tsOM8NTE
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=%C3%A1gua
https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=mares+ou+oceanos
Pensamento: O
mundo não vale aquilo em que acreditamos.
Friedrich Nietzsche
Postagem em destaque POLÍTICOS ATUAIS DA GUERRILHA NO BRASIL
quarta-feira, 4 de novembro de 2026 A IA E A PSIQUIATRIA DE ONTEM E DE HOJE O hospital Colônia em Barbacena-MG só foi interditado p...
A VERDADE NA INTERNET
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https://www.netflix.com/watch/81473681?trackId=253448517&tctx=11%2C2%2C978db902-6c57-4a29-841c-4a0b4ab6f969-199065924%2CNES_543E7BC81FBF...
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Exmo. Sr. Procurador da República Ministério Público Federal Procuradoria da República em Pernambuco Av. Gov. Agamenon Magalhães, ...









