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segunda-feira, 21 de setembro de 2026



A IA E O STF

 

     O STF usou e abusou do seu poder Supremo em vez de usar para o bem se enveredou pelo caminho do mal: soltaram bandidos, foi de encontro contra a própria justiça cortando os dez últimos anos do PCCS, agora vem o escândalo do Banco Master. Prevaleceram-se do Supremo ser o Supremo e acima da Lei, os processos estão virando pizza.

     Entendi sua indignação. Muitas pessoas compartilham críticas semelhantes ao Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente quando decisões são vistas como contrárias ao senso comum de justiça ou aos interesses da sociedade. É importante destacar que o STF tem a função de interpretar a Constituição, e suas decisões podem gerar controvérsia justamente porque afetam diretamente políticas públicas, processos criminais e direitos individuais.

     Sobre os pontos que você mencionou:

     Soltura de presos: há decisões que envolvem garantias constitucionais, como presunção de inocência e revisão de prisões preventivas. Para alguns, isso soa como “soltar bandidos”; para outros, é aplicação estrita da lei.

     PCCS (Planos de Cargos, Carreiras e Salários): quando o STF decide sobre retroatividade ou validade de benefícios, pode impactar servidores e gerar sensação de injustiça.

     Banco Master: esse caso recente trouxe questionamentos sobre relações entre o Judiciário e o sistema financeiro, levantando suspeitas de favorecimento.

     Críticas como “processos virando pizza” refletem a percepção de que há impunidade ou corporativismo. Por outro lado, defensores do STF argumentam que ele atua como guardião da Constituição e que suas decisões, mesmo impopulares, são necessárias para manter o equilíbrio institucional.

     Vale acompanhar fontes confiáveis de notícia e análise jurídica para entender melhor cada decisão. Assim você consegue separar o que é fato, o que é interpretação política e o que é opinião.

     Quer que eu busque informações atualizadas sobre o caso do Banco Master e as últimas críticas ou defesas em relação ao STF? Isso pode ajudar a contextualizar melhor o cenário.

 

 

     Cármen Lúcia Antunes Rocha foi à ministra do STF que usou de honestidade e repúdio sobre tudo que está acontecendo.

     Você tocou em um ponto interessante. A ministra **Cármen Lúcia Antunes Rocha**, que integra o STF desde 2006, é reconhecida por uma postura firme e ética.    Em várias ocasiões, ela se destacou por discursos incisivos contra a corrupção e pela defesa da moralidade pública. Sua forma de se posicionar costuma transmitir repúdio a práticas que fragilizam a confiança da sociedade nas instituições. 

     Ela já afirmou em plenárias frases que se tornaram marcante, como: *“A corrupção corrói a democracia e destrói a dignidade da República”*. Esse tipo de posicionamento reforça a imagem de alguém que busca preservar a credibilidade do Judiciário, mesmo em meio a polêmicas e decisões contestadas. 

     Vale lembrar que, dentro do STF, cada ministro tem autonomia e pode divergir dos colegas. Por isso, figuras como Cármen Lúcia acabam sendo vistas como vozes de resistência ou de maior rigor ético, especialmente quando há desconfiança popular em relação às decisões da Corte. 

     Quer que eu traga exemplos recentes de votos ou declarações dela que reforçam essa postura de repúdio e honestidade? Isso ajudaria a contextualizar melhor como ela tem se manifestado nos últimos anos.

 

 

     Sim.

     **Nos últimos dias, a ministra Cármen Lúcia se destacou no STF por discursos de repúdio à crise institucional e ao caso Banco Master, pedindo desculpas ao povo brasileiro e afirmando estar “envergonhada” com o mal-estar cívico provocado pela Corte. Ela tem reforçado que o poder precisa de controle e que a confiança da população nas instituições é essencial para a democracia.**   [O

 

GLOBO](https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/09/16/um-dia-apos-julgamento-no-stf-envolvendo-moraes-carmen-lucia-afirma-que-controle-sobre-o-poder-e-indispensavel-a-democracia.ghtml)

  [G1](https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/15/carmen-lucia-diz-estar-em-estado-de-profunda-consternacao-e-tristeza.ghtml)

  [G1](https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/16/apos-julgamento-no-stf-carmen-lucia-diz-que-lamenta-momento-de-descrenca-nas-instituicoes.ghtml)

 

 

[AgênciaBrasil](https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/stf-provocou-mal-estar-civico-na-populacao-diz-carmen-lucia)

 

     Principais Declarações Recentes de Cármen Lúcia

     **Pedido de desculpas ao povo brasileiro (15/09/2026)** 

     Durante julgamento sobre a relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia disse estar em “profunda consternação e tristeza” e pediu desculpas por não ter conseguido “acalmar” a crise no STF.  

 

[G1](https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/15/carmen-lucia-diz-estar-em-estado-de-profunda-consternacao-e-tristeza.ghtml)

 

     **Lamento pela descrença nas instituições (16/09/2026)** 

     Em evento sobre controle interno, afirmou que “a democracia vive da confiança que o cidadão tem nas suas instituições” e lamentou o momento de desânimo com a administração pública. Reforçou que “a busca pelo acerto é uma obrigação” de todos os servidores.  

 

[G1](https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/09/16/apos-julgamento-no-stf-carmen-lucia-diz-que-lamenta-momento-de-descrenca-nas-instituicoes.ghtml)

 

     **Crítica ao mal-estar cívico (15/09/2026)** 

     Reconheceu que o STF provocou um “mal-estar cívico” na população devido à crise envolvendo o Banco Master e disse que o Judiciário deveria tranquilizar o povo, mas acabou gerando intranquilidade.  

 

[AgênciaBrasil](https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/stf-provocou-mal-estar-civico-na-populacao-diz-carmen-lucia)

 

     **Defesa do controle sobre o poder (16/09/2026)** 

     Declarou que “poder descontrolado é poder arbitrário”, reforçando que o controle é indispensável à democracia.  

 

[OGLOBO](https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/09/16/um-dia-apos-julgamento-no-stf-envolvendo-moraes-carmen-lucia-afirma-que-controle-sobre-o-poder-e-indispensavel-a-democracia.ghtml)

 

     Contexto do Caso Banco Master

     O escândalo envolve supostas fraudes financeiras e mensagens trocadas entre o empresário Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. 

     A crise expôs divergências internas no STF e aumentou a percepção de descrédito da população em relação à Corte. 

     Cármen Lúcia votou pela separação das análises sobre Moraes e André Mendonça, buscando maior transparência e rigor processual.  

 

[AgênciaBrasil](https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-09/stf-provocou-mal-estar-civico-na-populacao-diz-carmen-lucia)

 

     Avaliação

     Cármen Lúcia tem se posicionado como uma voz de **honestidade e autocrítica dentro do STF**, reconhecendo falhas e pedindo desculpas publicamente — algo raro entre ministros. Ao mesmo tempo, críticos lembram que em outros momentos ela apoiou decisões polêmicas, como o inquérito das fake news, o que gera debate sobre a coerência de sua trajetória.  

 

[GazetadoPovo](https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/historico-complacente-carmen-lucia-contradiz-discurso-stf/)

     Se quiser, posso organizar uma linha do tempo com os principais votos e discursos dela nos últimos anos, mostrando quando ela se alinhou à maioria e quando se destacou pela postura crítica. Deseja que eu faça isso?

 

 

     Sim.

     Aqui está uma **linha do tempo organizada** com alguns dos momentos mais marcantes da ministra **Cármen Lúcia** nos últimos anos, mostrando quando ela se destacou pela postura crítica e de repúdio, e quando se alinhou à maioria do STF:

     Linha do Tempo – Cármen Lúcia no STF

     **2012 – Julgamentos do Mensalão** 

     Votou pela condenação de réus envolvidos no esquema de corrupção, reforçando que “a corrupção corrói a democracia”. Tornou-se uma das vozes mais firmes contra a impunidade.

     **2016 – Presidente do STF** 

     Assumiu a presidência da Corte e defendeu maior transparência e aproximação com a sociedade. Ficou marcada por discursos contra privilégios e pela defesa da moralidade pública.

     **2018 – Prisões após condenação em 2ª instância** 

     Votou a favor da possibilidade de prisão após decisão em segunda instância, alinhando-se à maioria que defendia endurecimento contra a impunidade. Essa posição foi posteriormente revista pelo STF em 2019.

     **2020 – Defesa da liberdade de imprensa** 

     Em julgamentos sobre censura e fake news, destacou que “a liberdade de expressão é pilar da democracia”, reforçando sua postura garantista em temas de direitos fundamentais.

     **2023 – Críticas à corrupção sistêmica** 

     Em sessão sobre desvios de recursos públicos, reafirmou que “o dinheiro da corrupção é o dinheiro que falta na saúde, na educação e na dignidade do povo”.

     **2026 – Caso Banco Master** 

     Pediu desculpas ao povo brasileiro pelo “mal-estar cívico” provocado pela crise no STF. 

     Declarou estar “envergonhada” com a situação e lamentou a descrença nas instituições. 

     Reforçou que “poder descontrolado é poder arbitrário” e que o Judiciário deveria tranquilizar a população, não gerar intranquilidade. 

     Avaliação

     Cármen Lúcia tem se consolidado como uma voz de **honestidade e autocrítica** dentro do STF. Em momentos de crise, como agora, ela se destaca por reconhecer falhas e pedir desculpas publicamente — algo raro entre ministros. Ao mesmo tempo, sua trajetória mostra que ela também se alinhou a decisões polêmicas, o que gera debate sobre a coerência de sua atuação.

 

Copilot vs Ernani


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Pensamento: O Supremo é o último degrau do poder jurídico, portanto está acima da lei, nem a Constituição consegue parar o STF.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2026


OS PENDURICALHOS QUE ENRIQUECERAM OS JUIZES

 

     Ministros do STF mandam juízes de 6 Estados e DF devolverem "penduricalhos."

     Gilmar, Moraes, Dino e Zanin apontaram “pagamentos exorbitantes”, suspenderam verbas irregulares e deram 72 horas para identificação dos beneficiados.

Da Redação

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Atualizado às 15:49

     Os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, do STF, determinaram nesta quarta-feira, 12, a devolução imediata de valores recebidos por magistrados após a decisão da Corte que limitou o pagamento de penduricalhos no Judiciário. A ordem alcança quantias que excederam o limite global estabelecido pelo Supremo para verbas indenizatórias.

     As decisões também determinam a suspensão de pagamentos acima dos percentuais autorizados ou relativos a parcelas não previstas pelo STF e dão 72 horas para que sejam identificados os magistrados beneficiados por repasses em desacordo com as regras.

     Limite aos penduricalhos

     Em março, o plenário do STF estabeleceu quais parcelas indenizatórias poderiam ser pagas a integrantes do Judiciário e fixou um limite global correspondente a 70% do subsídio.

     Desse percentual, até 35% podem ser destinados à parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira e os outros 35% às demais verbas indenizatórias expressamente autorizadas pela Corte.

     Meses depois, diante da divulgação de possíveis irregularidades nos pagamentos, os relatores de seis processos relacionados ao tema requisitaram aos tribunais informações individualizadas sobre os valores recebidos por magistrados ativos, aposentados e pensionistas, além das folhas de pagamento de abril, maio, junho e julho.

     Ao apresentar alguns dos casos encontrados, as decisões registram a existência de “pagamentos exorbitantes não autorizados pelo Supremo Tribunal Federal”.

     Veja alguns dos pagamentos:

     Devolução imediata

     Diante dos dados, os ministros determinaram que os presidentes dos sete tribunais identificassem, em até 72 horas e sob sigilo, os magistrados beneficiados por pagamentos que não se enquadrem “rigorosamente” na decisão do Supremo.

     Em seguida, os tribunais deverão exigir a devolução imediata dos valores que excederam o limite global de 70% dos respectivos subsídios, observados os limites fixados para cada categoria indenizatória.

     Também deverão ser suspensas as parcelas que ultrapassem os limites fixados, inclusive as apresentadas como “verbas rescisórias”, bem como qualquer verba não expressamente autorizada pelo STF.  No caso da parcela por antiguidade, o pagamento dependerá da comprovação do efetivo tempo de serviço.

     Os tribunais terão cinco dias para comprovar a suspensão dos pagamentos e as devoluções determinadas.

     Verbas em desacordo

     Além dos valores, os ministros afirmaram que, “não obstante a clareza dessas diretrizes” foram identificadas verbas pagas em desacordo com as regras do STF.

     Entre elas estão auxílio-assistência pré-escolar, licenças compensatórias, auxílio-mudança, auxílio-adoção, gratificações por funções administrativas e por acúmulo de distribuição, além de pagamentos relacionados às funções de presidente, vice-presidente e corregedor.

     Os tribunais terão cinco dias para comprovar a suspensão dos pagamentos e as devoluções. No caso da parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira, a PVTAC, a continuidade dos repasses dependerá da comprovação do efetivo tempo de serviço.

     Ministros identificaram pagamentos “exorbitantes” após analisarem folhas de tribunais.(Imagem:

     Arte Migalhas)

     Fiscalização

     O corregedor nacional de Justiça deverá ser comunicado para fiscalizar o cumprimento das decisões, inclusive a proibição de pagamentos superiores aos autorizados pelo STF. Também deverá apurar eventual responsabilidade administrativa e disciplinar dos presidentes dos tribunais por repasses anteriores feitos em desacordo com as regras.

     As determinações alcançam ainda a Advocacia-Geral da União. O órgão deverá enviar ao STF, em até 72 horas, as folhas de pagamento de seus integrantes referentes ao período posterior à decisão da Corte e identificar eventuais beneficiados por valores fora dos parâmetros estabelecidos.

     Entenda os penduricalhos

     Chamados de “penduricalhos”, os adicionais à remuneração estão no centro de uma discussão sobre parcelas que, quando reconhecidas como indenizatórias, podem ficar fora do teto constitucional.

     Em 25 de março, ao julgar conjuntamente seis processos, o STF buscou uniformizar as regras para a magistratura, o Ministério Público e outras carreiras públicas. O plenário definiu quais parcelas poderiam ser pagas, estabeleceu limites e proibiu a criação de auxílios e indenizações sem lei federal específica aprovada pelo Congresso. A decisão também previu acompanhamento pelo CNJ e a divulgação mensal dos valores efetivamente recebidos, com a identificação das respectivas rubricas.

     Pouco mais de três meses depois, em 30 de junho, o STF julgou embargos de declaração e flexibilizou alguns pontos, admitindo, em situações específicas, parcelas que haviam sido restringidas.

     Na sequência, a Corte detalhou a aplicação das novas regras, com critérios para PVTAC, férias, plantões, auxílio-saúde, gratificações e passivos.

     As decisões desta quarta-feira marcam uma nova etapa desse processo. Depois de estabelecer e ajustar as regras, os ministros passaram a cobrar seu cumprimento diante dos pagamentos identificados nas folhas dos tribunais.

     Processos: ADIns 6.606 e 6.604, Rcl 88.319 e RE 968.646

     Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/462210/ministros-do-stf-mandam-juizes-de-6-estados-devolverem-penduricalhos

 

     "Penduricalhos": STF explica como será pagamento de verbas indenizatórias

     Após flexibilizar parte da decisão de março, Supremo esclarece aplicação das regras remuneratórias.

     Da Redação

     Sexta-feira, 3 de julho de 2026

     Atualizado às 15:23

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     Após flexibilizar parte da decisão que restringiu as verbas indenizatórias - os chamados "penduricalhos" - da magistratura e do Ministério Público, o STF esclareceu como as novas regras deverão ser aplicadas na prática. Ao concluir o julgamento dos embargos de declaração, a Corte detalhou dez situações específicas envolvendo verbas indenizatórias, gratificações e passivos, mantendo como regra geral o limite de 35% do subsídio mensal.

     A decisão preserva o núcleo da tese fixada em março, mas define critérios para a implementação de diversas parcelas e resolve dúvidas sobre o alcance das mudanças promovidas pelo julgamento.

     Confira, ponto a ponto, como será aplicada a decisão.

     Leia Mais

     STF flexibiliza decisão sobre penduricalhos, mas mantém limite de 35%

     STF explica como será aplicada decisão sobre verbas indenizatórias.

     1) Auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e auxílio-creche.

     O STF reafirmou que auxílios criados por resoluções administrativas, leis estaduais ou decisões judiciais locais são inconstitucionais e devem ter seus pagamentos interrompidos.

     2) Férias, plantões e licença-prêmio não usufruídos

     Apenas os períodos anteriores à fixação da tese que não puderam ser utilizados por necessidade do serviço poderão, excepcionalmente, ser indenizados em dinheiro.

     O pagamento deverá respeitar o limite de 35% do subsídio para as verbas indenizaórias.

     3) Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira. 

     A PVTAC, correspondente a 5% do subsídio a cada cinco anos de atividade jurídica, poderá ser implementada, sem necessidade de requerimento individual, para magistrados e membros do Ministério Público, ativos e inativos, sempre respeitado o limite de 35% do subsídio.

     4) Aposentados e pensionistas

     A PVTAC  serão devidos aos aposentados e aos pensionistas, quando o servidor falecido também tiver direito à parcela, preenchidos os requisitos estabelecidos pelo STF.

     5) Cumulação entre PVTAC e Adicional por Tempo de Serviço (ATS)

     O STF esclareceu que a PVTAC não se confunde com o antigo Adicional por Tempo de Serviço (ATS), incorporado por parte dos membros da magistratura e do Ministério Público até 2006.

     O mesmo período de atividade jurídica não poderá ser utilizado para justificar os dois benefícios. Cada período poderá ser contado apenas uma vez.

     6) Gratificação por Exercício Cumulativo de Jurisdição (GAJU)

     A gratificação somente poderá ser paga, com observância do teto constitucional,  para magistrados e membros do Ministério Público que atuem em unidades com número excessivo de processos.

     Os critérios para caracterização dessa situação serão definidos em resolução conjunta do CNJ e do CNMP.

     Importante: A decisão não altera a proibição de pagamento de gratificações por atividades inerentes às atribuições ordinárias do cargo. O que o STF fez foi admitir, dentro do teto constitucional e mediante futura regulamentação, uma hipótese específica de gratificação relacionada ao excesso de distribuição de processos.

     7) Comarca de difícil provimento

     A Gratificação por Exercício em Comarca de Difícil Provimento (GEDP) poderá ser recebida juntamente com a gratificação por acúmulo de jurisdição, desde que observado o teto constitucional.

     A decisão também estabelece que a GEDP somente possa continuar sendo paga às unidades que já possuíam esse reconhecimento antes do julgamento realizado em março de 2026.

     8) Auxílio-saúde

     O auxílio-saúde mantém natureza indenizatória e somente poderá ser pago por meio do reembolso de despesas efetivamente realizadas e comprovadas.

     O plenário esclareceu que é proibido o pagamento em valor fixo.

     9) Plantões judiciais e de custódia

     Tribunais e procuradorias-Gerais poderão, por interesse público, converter em dinheiro plantões cujas folgas não tenham sido usufruídas.

     A indenização ficará limitada a 30 dias por ano e deverá respeitar o limite de 35% do subsídio.

     Nos plantões virtuais, somente haverá pagamento quando houver efetiva convocação para a prática de ato processual.

     O valor máximo por dia de plantão será definido em resolução conjunta do CNJ e do CNMP.

     10) Implementação do passivo auditado

     O corregedor nacional de Justiça deverá apresentar, em até 30 dias, a relação dos pagamentos anteriores à decisão do STF cuja validade e legalidade tenham sido verificadas.

     Somente após o referendo dessa relação pelo plenário do STF esses pagamentos poderão ser retomados, sempre observado o limite de 35% do subsídio.

     CONTEÚDO RELACIONADO

     Verbas indenizatórias

     STF tem maioria para flexibilizar decisão que limitou penduricalhos

     Maioria mantém núcleo da decisão de março, mas admite exceções para determinadas indenizações e esclarece alcance da tese.

     Da Redação

     Sábado, 27 de junho de 2026

     Atualizado às 21:18

     STF formou maioria neste sábado, 27, para acolher parcialmente embargos de declaração apresentados contra a decisão que, em março deste ano, estabeleceu novas regras para o pagamento de verbas indenizatórias à magistratura, ao Ministério Público e a outras carreiras públicas.

     Na ocasião, o Tribunal fixou uma tese para limitar os chamados "penduricalhos", definindo quais parcelas poderiam continuar sendo pagas, quais deveriam ser extintas e estabelecendo, como regra geral, o limite de 35% do subsídio para as verbas indenizatórias.

     Agora, ao analisar os recursos apresentados contra aquele julgamento, a Corte caminha para manter o núcleo da decisão, mas flexibilizar alguns pontos e esclarecer dúvidas surgidas na aplicação da tese.

     O julgamento ocorre em sessão virtual extraordinária e prossegue até 30 de junho.

     STF julga embargos contra tese dos penduricalhos.

     Estão em análise 41 embargos de declaração apresentados contra o acórdão publicado em maio, decorrente do julgamento conjunto dos REs 968.646 e 1.059.466, das ADIns 6.601, 6.604 e 6.606 e da Rcl 88.319.

     Como os processos tratam da mesma controvérsia - os limites para o pagamento de verbas indenizatórias e remuneratórias da magistratura e do MP - os quatro relatores, ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, optaram por apresentar um único voto para todos os casos.

     Nos recursos, entidades representativas da magistratura, do MP e de outras categorias do funcionalismo pedem, entre outros pontos, que o limite de 35% não seja aplicado a determinadas verbas, que benefícios como auxílio-alimentação e auxílio-creche sejam restabelecidos e que algumas vantagens sejam estendidas a pensionistas.

     Até o momento, acompanham integralmente o voto conjunto dos relatores os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e o presidente do STF, Edson Fachin.

     O ministro Luiz Fux apresentou divergência parcial, no que foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli e André Mendonça.

     Flexibilização

     O voto conjunto mantém a maior parte das restrições impostas em março, mas admite algumas exceções.

     Uma das principais mudanças é a possibilidade de converter em indenização férias, licenças-prêmio e plantões judiciais ou de custódia adquiridos antes do julgamento e não usufruídos por necessidade do serviço. Nesses casos, o pagamento continua sujeito ao limite geral de 35% das verbas indenizatórias.

     Os relatores também autorizam a retomada do pagamento de valores retroativos reconhecidos antes de fevereiro de 2026, desde que esses passivos sejam previamente auditados pela Corregedoria Nacional de Justiça e posteriormente referendados pelo STF.

     Outro ajuste diz respeito à Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC). O voto determina sua implantação imediata, sem necessidade de requerimento, até que o CNJ e o CNMP editem regulamentação definitiva sobre a matéria.

     Também esclarece que a parcela poderá ser paga aos pensionistas nas hipóteses previstas na decisão e poderá coexistir com a Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), decorrente do antigo adicional por tempo de serviço (ATS), desde que o mesmo período de atividade jurídica não seja utilizado para calcular ambas.

     O voto ainda admite, em situações específicas, a cumulação da Gratificação por Exercício Cumulativo de Jurisdição com a gratificação por excesso de distribuição de processos, mantém o pagamento da gratificação por exercício em comarcas de difícil provimento e preserva o auxílio-saúde exclusivamente na modalidade de reembolso das despesas efetivamente comprovadas.

     Ao mesmo tempo, os relatores rejeitam os pedidos para restabelecer verbas como auxílio-alimentação, auxílio-creche e assistência pré-escolar, entendimento que permanece inalterado.

     Nesse sentido há, até o momento, cinco votos: 

     Leia o voto conjunto.

     Divergência parcial

     A divergência aberta por Luiz Fux não afasta a possibilidade de pagamento dessas indenizações.

     O ministro concorda com os relatores que férias, licenças-prêmio e plantões não usufruídos por necessidade do serviço podem ser convertidos em dinheiro. A divergência está no limite imposto aos pagamentos.

     Enquanto o voto conjunto mantém a limitação de 35% do subsídio para essas verbas indenizatórias, Fux entende que, por decorrerem de direitos adquiridos e terem natureza efetivamente indenizatória, elas devem ser pagas integralmente, sem a restrição fixada pela maioria.

     Esse entendimento foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli e André Mendonça.

     Leia o voto de Fux.

     Processos: ADIn 6.601, ADIn 6.604, ADIn 6.606, Rcl 88.319, RE 968.646 e RE 1.059.466

     Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/459090/stf-tem-maioria-para-flexibilizar-decisao-que-limitou-penduricalhos

 

Migalhas

 

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https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=Juizes

 

Pensamento: Toda a infelicidade dos homens provém da esperança.

 

Albert Camus

 

 




A IA E OS PROBLEMAS NO STF

 

     O que está acontecendo no STF com ministros sendo ameaçados de irregularidades. É verdade?

     **Sim, há polêmicas recentes envolvendo o STF: não se trata de ministros sendo formalmente acusados de irregularidades, mas sim de investigações e pressões políticas que geraram suspeitas e ataques. O foco principal está em inquéritos sobre parlamentares e autoridades, além de controvérsias ligadas a casos como o Banco Master e supostos esquemas de venda de decisões judiciais.** 

     O que está acontecendo no STF em 2026

     1. Julgamentos de parlamentares

     **Deputados federais** como Josimar Maranhãozinho (MA), Pastor Gil (MA) e Bosco Costa (SE) estão sendo julgados pela **Primeira Turma do STF** por supostas irregularidades em emendas parlamentares. 

     A acusação da **Procuradoria-Geral da República (PGR)** aponta que o grupo teria atuado como **organização criminosa** desviando recursos públicos. 

     2. Investigações em andamento

     O STF concentra **inquéritos da Polícia Federal** que envolvem autoridades dos Três Poderes. 

     Entre os casos investigados estão:

     **Fraudes no INSS** 

     **Vazamento de dados da Receita Federal** 

     **Irregularidades em emendas parlamentares** 

     Suspeitas de **“venda de sentenças”** ou decisões judiciais. 

     3. Polêmicas envolvendo ministros

     O ministro **Dias Toffoli** foi alvo de críticas após notícias sobre vínculos com o **Banco Master** e um resort no Paraná. 

     Isso levantou suspeitas de **conflito de interesses**, levando o STF a reforçar a defesa da **segurança institucional dos ministros**. 

     O que é fato e o que é especulação

     **Fato:** Há investigações em andamento e julgamentos de parlamentares no STF. 

     **Fato:** Ministros acumulam relatorias de inquéritos sensíveis, o que os coloca sob pressão política. 

     **Especulação:** Acusações diretas contra ministros por irregularidades ainda não se confirmaram judicialmente; muitas notícias tratam de **suspeitas** ou **polêmicas políticas**. 

     Riscos e implicações

     **Institucionais:** O STF está no centro de disputas políticas em ano eleitoral, o que aumenta ataques e desinformação. 

     **Segurança:** A Corte reforçou medidas de proteção aos ministros diante de ameaças e pressões. 

     **Credibilidade:** Casos como o Banco Master e rumores de venda de decisões podem abalar a confiança pública, mesmo sem condenações formais. 

     Em resumo, Ernani: não há provas de que ministros do STF estejam sendo condenados por irregularidades, mas há **forte pressão política, investigações sensíveis e polêmicas** que alimentam rumores. Quer que eu te mostre um panorama das principais investigações abertas no STF hoje, com detalhes de cada caso?

 

     Sim.

     Encontrei informações atualizadas sobre o que está acontecendo no **STF** em relação a ministros e suspeitas de irregularidades:

     Panorama atual

     **Ministros sob pressão política:** 

     Não há acusações formais contra ministros do STF por corrupção ou irregularidades, mas alguns nomes — como   **Dias Toffoli** — foram alvo de polêmicas recentes ligadas a supostos vínculos com o **Banco Master** e benefícios recebidos de empresários. Esses casos levantaram questionamentos sobre **conflito de interesses**, mas ainda estão em fase de apuração.

     **Inquéritos em andamento:** 

     O STF conduz investigações que envolvem parlamentares e autoridades, como:

     Desvios de recursos em **emendas parlamentares**. 

     Supostas fraudes em órgãos como **INSS** e **Receita Federal**. 

     Suspeitas de **“venda de decisões judiciais”**, que ainda não foram comprovadas. 

     **Ameaças e ataques:** 

     Ministros têm relatado **ameaças pessoais** e campanhas de desinformação contra a Corte. Isso levou ao reforço da segurança institucional e à abertura de inquéritos para identificar responsáveis por ataques virtuais e físicos.

     O que é confirmado

     Há **investigações e polêmicas** envolvendo autoridades e empresários que citam ministros do STF.

     Nenhum ministro foi **formalmente condenado** até agora. 

     A maior parte das notícias trata de **suspeitas** ou    **pressões políticas**, não de provas definitivas. 

     Em resumo: o STF está no centro de disputas políticas e jurídicas, com ministros sendo alvo de **suspeitas e ataques**, mas sem condenações formais. O que existe são    **investigações em andamento** e muita especulação amplificada por grupos políticos e pela mídia.

     Quer que eu organize para você uma linha do tempo dos principais episódios recentes envolvendo ministros do STF, para ficar mais claro o que é fato e o que é rumor?

 

 

     E o caso de Alexandre de Moraes e sua esposa  no banco Master?

     Sim, Ernani, é verdade que existe uma polêmica envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, ligada ao Banco Master. O escritório de advocacia dela recebeu mais de R$ 80 milhões em pagamentos entre 2024 e 2025, e há registros de um contrato de até R$ 129 milhões com a instituição. Esses fatos estão sendo analisados em investigações e por uma CPI, mas até agora não há condenação formal contra Moraes ou sua esposa.**  

     Detalhes do caso

     **Pagamentos identificados:** 

     O Banco Master declarou à Receita Federal pagamentos de **R$ 80 milhões** ao escritório de Viviane Barci de Moraes entre 2024 e 2025. 

     Além disso, foi revelado um **contrato de R$ 129 milhões**, prevendo remuneração mensal de R$ 3,6 milhões por três anos (2024–2027). 

     **Viagens em aviões privados:** 

     Moraes e sua esposa teriam viajado em aeronaves ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, em pelo menos oito ocasiões entre maio e outubro de 2025. 

     **Liquidação do banco:** 

     O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em 2025, interrompendo os pagamentos. 

     Reações e posicionamentos

     **Alexandre de Moraes:** Negou qualquer irregularidade, classificando as acusações como “ilusões” falsas. 

     **Transparência Internacional:** Criticou o possível  **conflito de interesses**, sugerindo que Moraes deveria se declarar impedido em casos relacionados ao Master. 

     **Presidente Lula:** Minimizou o conflito, mas aconselhou Moraes a não permitir que sua biografia fosse “manchada” pelo caso. 

     Implicações

     **Institucionais:** O caso levanta dúvidas sobre a imparcialidade do STF em processos ligados ao sistema financeiro. 

     **Políticas:** Em ano eleitoral, o episódio é usado por adversários para atacar a credibilidade da Corte. 

     **Jurídicas:** Até o momento, não há decisão judicial que incrimine Moraes ou sua esposa; trata-se de investigações e apurações em andamento. 

     Em resumo: o caso Alexandre de Moraes/Banco Master envolve **pagamentos milionários ao escritório da esposa dele**, viagens em aviões ligados ao banqueiro Vorcaro e suspeitas de conflito de interesses. Mas, até agora, são **investigações e polêmicas políticas**, sem condenações formais. 

     Quer que eu monte uma **linha do tempo resumida** com os principais eventos desse caso (contrato, viagens, liquidação do banco, CPI), para você visualizar melhor como a situação evoluiu?

 

 

     Sim.

     Aqui está uma **linha do tempo resumida** sobre o caso de Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, envolvendo o **Banco Master**:

     Linha do tempo do caso Banco Master

     **2024** 

     Escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes firma contrato com o Banco Master. 

     Valor previsto: **R$ 129 milhões** em três anos (cerca de R$ 3,6 milhões por mês). 

     **2024–2025** 

     O banco declara à Receita Federal pagamentos de **R$ 80 milhões** ao escritório. 

     Alexandre de Moraes e sua esposa realizam pelo menos **oito viagens** em aviões ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master. 

     **Outubro de 2025** 

     O Banco Central decreta **liquidação do Banco Master**, interrompendo os pagamentos. 

     A notícia gera forte repercussão política e midiática. 

     **Final de 2025** 

     A **CPI do Banco Master** é instaurada no Congresso para investigar contratos e possíveis favorecimentos. 

     Organizações como a **Transparência Internacional** criticam o possível **conflito de interesses** e sugerem que Moraes deveria se declarar impedido em casos ligados ao banco. 

     **Início de 2026** 

     Alexandre de Moraes nega irregularidades, chamando as acusações de “ilusões”. 

     O presidente Lula comenta que Moraes não deveria deixar sua biografia ser “manchada” pelo episódio. 

     O caso segue em apuração, sem condenações formais até o momento. 

     Situação atual

     **Fatos confirmados:** pagamentos milionários ao escritório da esposa, viagens em aviões privados ligados ao banqueiro, contrato de alto valor. 

     **Em investigação:** se houve favorecimento ou conflito de interesses. 

     **Sem condenação:** até agora, não há decisão judicial contra Moraes ou sua esposa. 

     Em resumo: o caso Banco Master é uma **polêmica em andamento**, com fortes indícios de conflito de interesses, mas ainda sem conclusão judicial. 

     Quer que eu detalhe também **como a CPI do Banco Master está conduzindo as investigações** e quais parlamentares estão liderando esse processo?

 

 

     Sim.

     **A CPI do Crime Organizado, instalada no Senado em 2026, está investigando os pagamentos milionários do Banco Master ao escritório da esposa de Alexandre de Moraes. Os documentos obtidos pela comissão confirmam repasses de mais de R$ 80 milhões entre 2024 e 2025, e os parlamentares avaliam possível conflito de interesses e favorecimento. Até agora, não há condenação formal, mas o caso segue em apuração intensa.**  

     Como a CPI está conduzindo as investigações

     **Origem da CPI:** 

     Criada para investigar **organizações criminosas e esquemas financeiros**, a CPI ampliou seu escopo após a quebra de sigilo fiscal do Banco Master, revelando os contratos com o escritório de Viviane Barci de Moraes. 

     **Documentos obtidos:** 

     Dados da **Receita Federal** confirmaram pagamentos de **R$ 80 milhões** entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025. 

     O contrato previa até **R$ 129 milhões** em três anos, com repasses mensais de cerca de **R$ 3,6 milhões**. 

     **Relatoria e foco:** 

     O relator da CPI destacou que os pagamentos foram feitos de forma sistemática e imediata após emissão de notas fiscais, levantando suspeitas de **serviços fictícios ou superfaturados**. 

     **Parlamentares envolvidos:** 

     Senadores da oposição têm usado o caso para questionar a **imparcialidade do STF**, enquanto aliados do governo pedem cautela para evitar ataques institucionais. 

     Implicações políticas e jurídicas

     **Conflito de interesses:** 

     Críticos afirmam que Alexandre de Moraes deveria se declarar **impedido** em processos relacionados ao Banco Master. 

     **Defesa de Moraes:** 

     O ministro nega irregularidades e afirma que as acusações são “ilusões” sem fundamento. 

     **Impacto institucional:** 

     O caso pressiona a imagem do STF, já alvo de ataques políticos, e pode influenciar debates sobre **ética e transparência** no Judiciário. 

     Riscos e próximos passos

     **Risco político:** O caso pode ser usado como arma eleitoral em 2026, ampliando a polarização. 

     **Risco institucional:** A credibilidade do STF pode ser abalada se não houver esclarecimento rápido. 

     **Próximos passos:** A CPI deve ouvir executivos do Banco Master, representantes do escritório de Viviane Barci e possivelmente convocar Alexandre de Moraes para esclarecimentos. 

     Ernani, em resumo: a **CPI do Crime Organizado** está aprofundando as investigações sobre os pagamentos do Banco Master ao escritório da esposa de Moraes, com provas documentais já confirmadas. O caso ainda não resultou em condenações, mas segue como uma das maiores pressões políticas sobre o STF em 2026. 

 

 

COPILOT vs Ernani

 

Pensamento: O preço da liberdade é a eterna vigilância.

 

Thomas Jefferson

 

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