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Sugestões de Governabilidade


     Para tirar o Brasil dessa crise é preciso um governo sério e determinado.

     Temos vários meios para salvar o país dessas crises criadas pelas incompetências ou má fé dos presidentes da República do Brasil e seu grupo de políticos corruptos.

1 – Cancelar todas as PECs que penalizam o povo e elaborar novas leis mais justas e menos austeras contra o povo. A PEC mais absurda é a que proíbe por vinte anos aumento salarial. O povo sem salários reais é uma traição porque vai deixar o Brasil numa crise profunda, sem recursos e entregue a sanha dos invasores estrangeiros que querem capturar o Brasil.

2 – Cobrar dos sonegadores de impostos os impostos devidos há muitos anos, sejam eles: comércio, indústria, bancos, políticos, etc. O Brasil no passado esteve numa crise previdenciária que foi solucionada com a cobrança de impostos com mais de vinte anos de sonegação, foi o suficiente para encher os cofres da Previdência Social e tirar do vermelho. Com essa fiscalização contra os sonegadores não haveria necessidade dessa Reforma da Previdência, que foi elaborada pelos economistas dos banqueiros internacionais para favorecer as suas ações de intervenção no Brasil.

3 – Revogar todas as privatizações e leilões de riquezas nacionais do solo e subsolo e nacionalizar. Inclusive a Casa da Moeda que deve pertencer ao Estado e não a grupos privados e internacionais. Todas e quaisquer privatizações são criminosas, antipatrióticas e de Lesa a Pátria.

4 – Se o governo deseja equilibrar e valorizar a moeda nacional é preciso criar um Lastro Ouro para garantir a estabilidade da moeda no Câmbio. Evitar a prática criminosa de jogar na Bolsa de Valores os bilhões de dólares que poderiam ser aproveitados para pagar a Dívida Pública e não jogar no lixo da Bolsa para baixar o valor do dólar em alta, isso não funciona é uma maneira de acabar com as reservas de divisas do Brasil. Isso é traição.

5 Dividir o Câmbio Comercial em dois: Exportação e Importação. O câmbio comercial hoje está sempre causando problemas, ou seja, está entrando em conflito com o câmbio de exportação e importação, se separar e der liberdade a cada um o comércio de exportação e importação vai fluir sem interferência. 

6 – O principal para que o Brasil se desenvolva é dar salários altos e reais aos funcionários públicos e civis, e ao salário mínimo no valor de R$ 3.800,00 de acordo com a Constituição Federal. A população com poder aquisitivo real vai consumir mais e o governo vai arrecadar mais impostos e o comércio e as indústrias vão modernizar os seus equipamentos e produzir mais e dar mais empregos aos seus trabalhadores. Proibir que as empresas repassassem os aumentos salariais para o consumidor. É preciso acabar com esse costume das empresas passarem as suas obrigações para o povo quando é sua obrigação de pagar os salários dos seus empregados com os lucros das empresas porque os salários são da competência dos empresários e não do povo.

7 – Obrigar as empresas multinacionais a pagarem impostos e acabar com essa farra de dez anos de isenção de imposto e proibir que elas enviem os lucros para suas matrizes no exterior. Todos pagando impostos o governo poderá até baixar esses impostos para desafogar as empresas.

8 – Passar um calote por tempo indeterminado até que terminasse a crise no Brasil nos banqueiros nacionais e internacionais que foram os corruptores dessa manobra e conspiração contra a soberania nacional e com o aval dos corruptos políticos nacionais e traidores da Pátria. Os juros compostos que o Brasil manda para esses banqueiros ficariam para o desenvolvimento nacional.

9 – Quanto a segurança nacional é importante que o governo construa Batalhões de Engenharia e Postos da Polícia Federal permanente nas fronteiras internacionais e automaticamente através da Polícia Rodoviário Federal e de maneira permanente postos com balanças para pesar caminhões de cargas e com a permanência desses policiais por 24 horas na fiscalização das estradas estaduais e municipais evitando que os contrabandistas passem com armas e drogas pela madrugada quando não há fiscalização.

10 – Fiscalizar os portos e aeroportos por 24 horas para evitar a entrada de contrabando de mercadorias, armas e drogas. Não adianta repressão nos morros porque os marginais estão sempre recebendo drogas e armas que chegam pelas fronteiras. Fechando a torneira pela fiscalização rigorosa das fronteiras: internacionais, estaduais e municipais a bandidagem nos morros acabam por falta de apoio dos narcotraficantes.

11 - O Real teria que ser equivalente e atrelado ao Dólar americano e reconhecido mundialmente.

Ernani Serra












Por: Ernani Serra

Pensamento: O dirigente que não sabe dirigir uma nação é dirigido pelas outras nações.


                                                                                                Ernani Serra


                                 

AO PRESIDENTE MICHEL TEMER


     Estou parabenizando a V. Exa., por ter dado o aumento dos funcionários públicos, isso foi muito justo pois, esses funcionários já estavam passando necessidades, mas por outro lado, foi importante para o desenvolvimento da nação essa pequena parcela de contribuição salarial porque a nação só vai sair da crise com as seguintes propostas governamentais:
1 – O primeiro passo V. Exa., acabou de dar, o aumento dos vencimentos que vai gerar um capital de giro e o mercado já vai sentir que as pessoas já estão comprando mais e dando uma esperança aos comerciantes; onde vai haver produção e consumo tirando o mercado da crise inflacionária.
2 – O segundo passo é dar um calote aos credores e aplicar dentro do Brasil os juros que iam para essas redes bancárias por tempo indeterminado, até que a crise fosse extinta e quando o Brasil começasse a se desenvolver então o governo começaria o pagamento dos juros da dívida até o final. A Argentina fez isso e melhorou ao ponto de pagar a dívida externa.
3 – O terceiro passo cortar em 50% todos os juros, taxas e impostos em geral para que o mercado saia do prejuízo e a indústria e o comércio comecem a se desenvolverem promovendo riquezas e um PIB positivo gerando rotatividade na economia.
4 – O quarto passo impedir os aumentos de combustíveis que o presidente da Petrobras está desejando fazer, isso iria colocar por terra todo esforço para um plano de desenvolvimento e saída da crise. Os aumentos dos combustíveis só iriam aumentar os fretes e provocar uma hiperinflação.
5 – Quinto passo cobrar os impostos dos sonegadores, mas só quando o país se estabilizasse porque agora seria um desastre com o mercado em crise financeira e falindo. Elaborar uma lei para as multinacionais pagarem impostos como as nacionais vêm pagando.
6 – Sexto passo não permitir mais impostos nem austeridade fiscal que só vai aumentar a crise sócia econômica e financeira do país e da nação, já temos como exemplo de ineficiência a Grécia e Bruxelas que há anos vem sofrendo com essa austeridade que só penaliza o povo e o país que não sai do atoleiro, beneficiando somente os banqueiros e os países do primeiro mundo.
7- Sétimo passo aumentar o salário mínimo conforme consta na Constituição Federal, para que haja mais consumo e acelere a máquina da produção: agropecuária, industrial, comercial, etc. É o capital de giro que fomenta toda produção de um país.
     Essas são as medidas certas para um plano de desenvolvimento e saída da crise brasileira é começar de baixo para cima, temos que defender o povo dessa herança maldita de uma dívida governamental contraída pela má gestão de um governo que gastou mais do que arrecadou. Tem que criar planos que desenvolvam a nação e o país e não esses planos de austeridade fiscal que penalizam um povo inocente e deixa estagnado o desenvolvimento nacional. Essa austeridade é uma traição camuflada.

     OBS.: Plano de austeridade é a maneira mais cretina que um governo pode aplicar dando um golpe no povo que não foi responsável pelas falcatruas e irresponsabilidades dos governantes que continuam incólumes no seu poder e nas suas vantagens parlamentares, para essa classe de políticos o país continua próspero porque não atinge com a crise os seus valores monetários; e com o plano de austeridade os governantes transferem todas as suas roubalheiras e más gestões para o povo inocente que já estão sufocados com os incomensuráveis impostos afetando o poder aquisitivo da população má remunerada (assalariada), desempregada e marginalizada com tamanha inflação e recessão. Por que os políticos e economistas não fazem um plano de austeridade contra o governo? Eles sim merecem pagar pelo que fez e não o povo. Esses políticos não pensam na classe inferior só pensam no status do governo, esse plano maquiavélico é para tirar do povo a última gota de sangue contanto que encham os cofres do governo para que eles não passem mal com a crise. Esse plano diabólico que querem implementar no país é para aumentar ainda mais todos os impostos, (a inflação e a recessão), se as empresas comerciais e industriais já estão falindo, com essa austeridade vão acabar com o resto do comércio e indústria.
     O governo precisa acabar com anexação no Câmbio da exportação e importação dependendo uma da outra e entravando o desenvolvimento do país. Faz-se necessário a desvinculação dessas duas taxas cambiais (exportação e importação) como acontece com o Câmbio Turismo. Só assim, o país poderá importar e exportar sem nenhum entrave e sem nenhuma dependência uma da outra, ficando ambas completamente desligadas e independentes com valores diferentes para exportação e importação. Os políticos e a Bolsa de Valores não querem essa desvinculação porque a unificação garante bilhões de dólares para a Bolsa de Valores é uma maneira de desestabilizar os cofres de uma nação que está prosperando.
     O mais importante para a aceleração produtiva do mercado é a baixa dos impostos em 50% para que o setor produtivo comece a se desenvolver, se modernizar e melhorar os salários dos trabalhadores e tudo isso vai reverter em prosperidade para os cofres do governo. Quem sustenta o governo é o povo. O governo precisa olhar para o povo que é a fonte da riqueza e não para o próprio governo que é a fonte da gastança.    Não se elimina uma crise nacional com austeridade e sim, com prosperidade.




Ernani Serra

Pensamento: A língua não têm ossos, mas é forte o suficiente para cortar um coração. Por isso tenha cuidado com o que diz.

Belas Frases (anônimo)

EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO


     Imposto de exportação: Alíquotas, quem paga e como funciona.

     Revisado em 23/08/2024

     Se você tem interesse em levar seus produtos para o mercado internacional, um dos assuntos mais importantes sobre o qual você precisa estar a par, é o Imposto de Exportação (IE).

 

     Ao vender para fora do país, pode ser que você precise pagar esse imposto, também conhecido como IE. O que determina se você precisa ou não pagar é, basicamente, o tipo de produto que você vende.

 

     Em linhas gerais, o Brasil oferece uma série de incentivos tributários para a venda de produtos para o mercado internacional. São tratamentos fiscais diferenciados que servem para incentivar as exportações. Os benefícios fiscais que o governo brasileiro oferece aos exportadoras são sobre os seguintes tributos:

 

IPI – Impostos Sobre Produtos Industrializados;

ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;

Cofins – Contribuição para o Financiamento da

Seguridade Social;

PIS: Programas de Integração Social;

ISS: Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza.

    

     Esses benefícios fiscais têm o objetivo de fomentar o mercado exportador, facilitando e barateando a produção e a venda de produtos que tenham a exportação como destino. Isso porque, para o país, é interessante que as empresas vendam para o mercado internacional, equilibrando a balança comercial.

 

     O equilíbrio da balança comercial significa tomar medidas para que o valor de importações não seja maior do que o valor de exportações. Quando o Brasil vende mais do que compra, ou seja, exporta mais do que importa, a balança comercial do país fica positiva, em superávit.

 

     Mesmo assim, existe a necessidade de existir um imposto de exportação para controlar a saída de alguns tipos de mercadorias.

 

     Vamos entender como o IE funciona e quais empresas precisam pagar o imposto de exportação para exportar seus produtos.

 

     Quais são os impostos de exportação?

    

     O Imposto de Exportação é um tributo federal incidente sobre mercadoria nacional ou nacionalizada que seja destinada ao exterior.

 

     Mercadoria nacionalizada é um produto estrangeiro que tenha sido importado, enquanto a mercadoria nacional é a produzida no Brasil.

 

     Normalmente, o objetivo dos impostos é a arrecadação de dinheiro. No caso do imposto de exportação, o objetivo do governo é outro: controlar o fluxo de alguns produtos para fora do país. Então, a função do imposto de exportação é regulatória.

 

     Quais são as alíquotas do IE?

 

     As alíquotas do imposto de exportação variam de acordo com a categoria de produtos. Alguns exemplos são:

 

Castanha de caju com casca: 30% para exportações acima de 10 mil toneladas por operação;

Concentrados de açúcar, leite e creme de leite: 100%;

Peles em bruto de bovino ou de equídeo: 9%.

     Quem paga o imposto de exportação?

     O imposto de exportação deve ser pago pela empresa que realiza a exportação. Se for o caso de uma exportação direta, onde a própria empresa fabricante também é quem vende direto para o mercado internacional, é ela quem paga o IE.

 

     Na hora de calcular a tabela de preços dos produtos destinados à exportação, esse é um custo importante que precisa ser considerado, caso seu produto se enquadre no pagamento do imposto.

 

     Como funciona o imposto de exportação?

 

     O fato gerador do imposto de exportação é a saída da mercadoria do Brasil. Para que o imposto passe a ter a sua cobrança válida, considera-se a data do registro da DU-E (Declaração Única de Exportação) no Portal Único de Comércio Exterior.

 

      Sua base de cálculo é o valor declarado na DU-E, no campo “valor total no local de embarque”.

 

      Para calcular o IE, basta multiplicar o valor declarado na DU-E pela alíquota do produto que está sendo vendido. Se o valor do produto é de R$ 10.000,00 e a alíquota for de 10%, o valor do imposto, nesse caso, seria de R$ 1.000,00.

 

     O prazo para pagamento do IE é de até 15 dias após o registro da DU-E.

 

     Como é cobrado?

 

     É importante ressaltar que a grande maioria dos produtos brasileiros destinados à venda internacional, são isentos do Imposto de Exportação. Esse imposto incide apenas em uma pequena lista de produtos.

 

     Ele é recolhido por meio do DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) e, com isso, fica autorizada a movimentação da mercadoria pela fronteira do país. O comprovante de pagamento do Imposto de Exportação precisa ser apresentado com todos os documentos de instrução de despacho aduaneiro.

 

     Quais produtos não são isentos do imposto de exportação?

 

     Mas afinal, se não são todas as empresas que precisam pagar, quem precisa pagar o Imposto de Exportação? O IE incide sobre os seguintes produtos:

 

Armas e munições;

Castanha de caju com casca;

Concentrados de açúcar, leite e creme de leite;

Cigarros contendo tabaco e fumo;

Peles em bruto de bovino ou de equídeo.

 

     As alíquotas são extremamente altas para duas dessas categorias:

 

     Para exportar cigarros que contenham tabaco e também armas e munições, suas partes e acessórios, a alíquota do IE é de 150% quando esses produtos são destinados à América do Sul e América Central.

 

     As alíquotas altas foram instituídas com o intuito evitar que esses produtos saiam do Brasil legalmente e, depois, sejam inseridos novamente no país de forma clandestina e ilegal.

 

     Foi uma medida necessária pois, com os benefícios fiscais para exportação (isenção de IPI, ICMS, PIS e Cofins), o preço final do produto para exportação pode ficar mais barato do que se fosse vendido no mercado interno.

 

     Benefícios para os exportadores

     Além da isenção dos impostos para fomentar a exportação de produtos, o governo brasileiro também oferece outros tipos de regimes aduaneiros especiais que facilitam a venda de produtos para fora do país, barateando a operação de venda internacional ou possibilitando a restituição de impostos, por exemplo.

 

     Alguns dos regimes aduaneiros mais utilizados e que beneficiam as empresas exportadoras, são:

 

     Drawback

 

     Muitas empresas precisam importar matéria-prima de outros países para a fabricação dos seus produtos. É comum que esses produtos fabricados com matéria-prima importada, sejam exportados depois de acabados.

 

     Mas para fazer essas importações, a empresa importadora precisa pagar muitos tributos, o que torna essa operação muito cara.

 

     O Drawback é um regime que funciona eliminando ou suspendendo alguns desses tributos incidentes na importação de matérias-primas, desde que elas sejam usadas na fabricação de produtos que serão, posteriormente, exportados.

 

     Por isso, o drawback faz com que a operação de compra e venda internacional seja mais viável, o que impacta diretamente no custo do produto e no seu preço de venda. Isso se reflete tanto na saúde financeira da empresa, quanto na sua competitividade para atuar fora do país.

 

     Recof

 

     O Recof (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado) possibilita a aquisição de mercadorias importadas ou nacionais, sem o pagamento de tributos federais e estaduais.

 

     Essas matérias-primas podem ser usadas na fabricação de produtos que serão destinados à exportação, ou então, que serão comercializados no mercado interno.

 

     Acordos comerciais

    

     O Brasil tem uma série de acordos comerciais com outros países e também com blocos econômicos. Esses acordos comerciais significam mais um meio de oferecer benefícios às empresas brasileiras que exportam.

 

     Quando se exporta, normalmente existem exigências fiscais, sanitárias ou ambientais vigentes em outro país. Essas exigências podem dificultar a operação, encarecer o preço do produto ou tornar o processo de venda mais demorado.

 

     O objetivo dos acordos comerciais entre o Brasil e outros países é flexibilizar essas exigências. Essa flexibilização pode render, por exemplo, a suspensão de impostos para a empresa que compra o produto brasileiro, o que nos dá mais competitividade de preço em relação a um país que não tenha o acordo comercial.

 

Comentário:

 

     Em síntese as exportações do Brasil são mais vantajosas para os exportadores que ganham fortunas e os cofres do Brasil ficam com (salário mínimo) ou seja, os produtos exportados ficam mais baratos do que no mercado interno. Quando o Brasil ganha milhões de dólares nas exportações e fica no superavit, foi porque enviaram para o exterior toneladas e toneladas dos produtos das commodities a preço mínimo.

     O Brasil exporta petróleo bruto a preço de banana e importa esse mesmo produto manufaturado do exterior a preço de ouro. O Brasil tem várias refinarias, mas, os governantes não refinam esse produto porque os donos dos poços de petróleo da Petrobras não os deixam.

     Enquanto o Brasil é o exportador de alimentos mundiais e vem matando a fome dos estrangeiros, aqui no Brasil os brasileiros passam fome porque a prioridade é a exportação, quando deveria ser o mercado interno para depois o que sobrasse das safras seriam para a exportação. Como o Brasil é uma colônia dos EUA e do FMI que mandam e desmandam nesse país desgovernado, manipulado, corrupto e de corruptores... Quem mandam são os produtores e ruralistas de exportação que em sua maioria são multinacionais.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com.br/search?q=Qual+a+taxa+de+exporta%C3%A7%C3%A3o+por+tonelada+cabe+ao+Brasil&sca_esv=ac1a0fd35070d5f1&sxsrf=ADLYWILGAPWMzPucjj7UxtS8woQBy62dCQ%3A1731457190410&source=hp&ei=pvAzZ5ywFuGu5OUP5vCjkQs&iflsig=AL9hbdgAAAAAZzP-tnGydQ_iT06o4395DM_kJ3NmipzA&ved=0ahUKEwicm5rWhNiJAxVhF7kGHWb4KLIQ4dUDCBY&uact=5&oq=Qual+a+taxa+de+exporta%C3%A7%C3%A3o+por+tonelada+cabe+ao+Brasil&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6GgIYAiI3UXVhbCBhIHRheGEgZGUgZXhwb3J0YcOnw6NvIHBvciB0b25lbGFkYSBjYWJlIGFvIEJyYXNpbDIFECEYoAEyBRAhGKABMgUQIRigATIFECEYoAEyBRAhGKABSNK_AVCAO1itswFwAXgAkAEAmAHIAaABtTuqAQYwLjQ2LjG4AQPIAQD4AQGYAjCgAvI9qAIKwgIHECMYJxjqAsICBBAjGCfCAgsQABiABBixAxiDAcICBRAAGIAEwgIIEAAYgAQYsQPCAggQLhiABBixA8ICChAAGIAEGEMYigXCAgQQABgDwgIOEAAYgAQYsQMYgwEYigXCAhEQABiABBixAxiDARiKBRiLA8ICCBAAGIAEGIsDwgILEAAYgAQYsQMYiwPCAgYQABgWGB7CAggQABiABBiiBJgDDZIHBjEuNDUuMqAHyY0C&sclient=gws-wiz

 

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Pensamento: O Brasil não vai para frente porque isentam e facilitam as taxas para os estrangeiros e deixam a nação paupérrima. O Brasil não é dos brasileiros e sim, é um Brasil-multinacional.

 

Ernani Serra

 

 


JAIR MESSIAS BOLSONARO


     Postado em 24 de setembro de 2018


     Candidato a presidência da República Federativa do Brasil que infelizmente não tem o conhecimento de economia e vai deixar essa função para o General Antônio Hamilton Martins Mourão em quem confia.   Esse é o seu erro, em vez de confiar em alguém deve primeiro fazer um estudo conciso nessa área da economia política. Esse seu amigo em que tanto confia o General Mourão tem as mesmas perspectivas de economia arcaica em desuso nos EUA, mas, sempre aplicável em outros países a favor dos banqueiros internacionais, principalmente nos países do terceiro mundo e emergentes.
     Vou dar algumas dicas para que o candidato Bolsonaro não fique a mercê de idéias arcaicas de outrem e caia na mesma armadilha que os presidentes anteriores vêm utilizando essas fórmulas econômicas que só dá prejuízo aos brasileiros.
     DICAS:
     1º - Deve ao assumir a presidência do Brasil, revogar todas as PECs elaboradas pelo atual presidente Michel Temer e reformular novas leis que não punam severamente o povo brasileiro faça leis com justiça sem austeridade, e punam os verdadeiros culpados pela crise nacional e internacional imposta ao Brasil.
     2º - Passar um calote por dois ou até vinte anos nos banqueiros internacionais para salvar o Brasil dessa dívida caótica criada pelos presidentes anteriores; e os juros que deveriam ser enviados para os banqueiros deveriam ficar no Brasil para resolver de imediato todos os problemas nacionais. Desafogar o Tesouro Nacional.
     3º - Revogar todos os contratos de privatizações e leilões criminosos, antipatrióticos, com as empresas internacionais, e o governo começar a administrar com sabedoria e sem corrupção para gerir mais lucros aos cofres da nação.
     4º - Aumentar o Salário Mínimo no valor real e não fictício como vem dando aos trabalhadores, verdadeiro salário de fome. Aumentar os vencimentos de todos os funcionários públicos do Brasil que está defasado há muitos anos e o mais importante não deixar o poder econômico repassar esses aumentos ao consumidor e sim, pagar os seus funcionários com os lucros da empresa e também, proibir que as multinacionais enviem os lucros para as matrizes.
     5º - Com o consumo em alta, a indústria e comércio em expansão, não haveria mais desemprego e nem déficit nos cofres do Brasil.
     6º - O governo deveria criar um Lastro Ouro para garantir e estabilizar a moeda nacional, evitando essa gangorra no câmbio internacional.
     Com esses aumentos salariais o Brasil começaria a se desenvolver da seguinte maneira:
a – Toda população brasileira começaria a consumir e o governo a arrecadar mais impostos desse consumo interno;
b – Por causa desse consumo através de salários e vencimentos altos, as empresas começariam a produzir mais e modernizariam as maquinarias que iria expandir o crescimento econômico e financeiro dos empresários nacionais e internacionais evitando as falências. Dessa forma evitaria às inflações e deflações desde que o governo estivesse atento as manobras monetárias e comerciais.
c – Com o poder de presidente da República em pleno mandato deveriam dividir o câmbio comercial em dois, separadamente um do outro, ou seja, faria o câmbio de exportação e o câmbio de importação com valores diferenciais um do outro. Hoje, o câmbio comercial está atropelando o câmbio de exportação e importação, um dependendo do outro, para desenvolver o país. Se houver a separação cambial haverá um mercado livre sem nenhum atropelo para a comercialização de importação e exportação.
     Veja se o candidato a presidência da República fosse confiar cegamente no conhecimento de economia já defasada do General Mourão seria um desastre e era a continuação de todos os presidentes entreguistas que já tivemos no poder, seria um segundo Henrique Meirelles na economia nacional.
     Apesar de se convalescer de um atentado político criminoso, o Bolsonaro impediu de o General Mourão dar entrevistas nas mídias como se fosse o próprio candidato, pelo visto quando Bolsonaro estivesse na presidência do Brasil quem iria governar seria o General Mourão e o Bolsonaro mera figura decorativa. Ainda bem que o Bolsonaro cortou o mal pela raiz, deu o pulo do gato em tempo, impedindo do general fazer quaisquer entrevistas em seu nome.
     Seria um desastre total de acordo com um vídeo em que o General Mourão expôs as suas idéias de economista entregando as riquezas do país ao poder econômico privado e internacional, que está no link abaixo:

Ernani Serra






Pensamento: Confie, desconfiando sempre.

Ernani Serra




QUEM SÃO OS BANDIDOS?


     O governo atual do Bolsonaro está preocupado com a criminalidade e deixando a economia com o ministro Paulo Guedes que está na mesma rota de governo da Dilma e do Temer, parece até que a economia dos comunistas é igual a economia da direita entreguista.
     Se o governo de Bolsonaro continuar na mesma rota de colisão com as Reformas (PECs) vai levar a economia do Brasil ao fundo do poço, vai fazer o mesmo que a Dilma e o Temer fizeram com as mesmas armas econômicas e financeiras. Essas leis austeras só vão causar danos e caos a nação porque foram elaboradas por economistas internacionais com o intuito de gerar a falência do Brasil e invadir o mercado nacional e escravizar o trabalhador com salários mínimos e outras leis que agrilhoa o trabalhador e toda sociedade.
     Todas essas reformas que foram sancionadas e as que ainda não foram são reformas que defendem os interesses dos poderosos do poder econômico nacional e internacional. Jair Bolsonaro disse que ia governar para todos, mas suas propostas econômicas são para beneficiar os empresários nacionais e internacionais.
     Jair Bolsonaro está voltado para a segurança pública e deixando a economia nas mãos de Paulo Guedes. Até agora o presidente não falou em fechar as fronteiras internacionais com uma fiscalização permanente das Forças Armadas e uma vigilância permanente nas fronteiras federais, estaduais e municipais, e também, uma fiscalização rígida nos portos e aeroportos de maneira permanente (24 horas) para acabar com o tráfico de drogas e armas e outros tipos de contrabando.
     Não adianta reprimir os bandidos com a força bélica, o principal é atingir a fonte financeira deixando sem meios para continuar no crime organizado.
     A bandidagem no Brasil é o reflexo de governos corruptos e imorais que se esqueceram do povo brasileiro e deixaram sem saúde, sem educação e com um Salário Mínimo que não dá nem para comer.
     Esses bandidos comuns são os efeitos das causas de governos traidores que abandonaram o povo para beneficiar os Senhores dos grandes negócios de exportação e importação. Trocaram a miséria do povo pelo apogeu dos dólares.
     Os países civilizados onde a educação e a saúde são de primeiro mundo quase não existem criminalidade, a criminalidade vem da revolta dos miseráveis, e aqui, é que não falta essa corrupção política. Os políticos estão se achando melhores que os bandidos e estão querendo resolver a criminalidade com a brutalidade como se fossem melhores do que os bandidos que eles formaram em seus governos.
     Vejam quem são piores, os bandidos famintos com as armas ou os bandidos de colarinho branco com a caneta na mão destruindo o país e a nação.    Quem mais tem matado e roubado nesse país do que os políticos corruptos, eles acabam com milhares de famílias e as destrói lentamente até a morte.
     A sociedade fica estarrecida com um crime ou roubo de uma pessoa pelos bandidos comuns e pedem até pena capital para esses infelizes que não tiveram oportunidades na sociedade porque essa sociedade é dos privilegiados e dos imigrantes. Enquanto isso os políticos corruptos destruíram vidas sem tocar nelas e sem tirar uma gota de sangue, mas mataram e roubaram essa gente inocente que não sabe se defender desses políticos irresponsáveis, traidores, bandidos e criminosos da pior espécie. Infelizmente, o povo não pede a pena de morte para os culpados dos genocídios, mas pede a pena capital para os crimes comuns porque são visíveis e palpáveis, e os de colarinho branco são invisíveis e impalpáveis. Falam até em fuzilar em plena luz do dia os bandidos que estiverem portando arma pesada nas vias, mas até agora ninguém teve a idéia de fuzilar os corruptos em vias públicas pela miséria do povo e a falência do Brasil.
     Governem para o povo e lhes dêem salários justos e altos para que possam educar e cuidar da saúde de seus familiares e a bandidagem e os viciados se acabam como um passe de mágica e a máquina da economia vão prosperar porque vai haver oferta e procura.
     Não adianta prender os bandidos porque a sociedade já está presa e agrilhoada ao sistema de leis austeras que escraviza o povo brasileiro.
     Infelizmente, as Forças Armadas estão do mesmo lado dos banqueiros e da intervenção pacífica dos EUA e da globalização comercial. No Brasil só temos dois caminhos: Direita e Esquerda; o caminho do Centro ou Nacionalismo esse não existe, foi deletado pela corrupção política. Ficamos sós com a traição e o antipatriotismo.

Ernani Serra




Pensamento: Os políticos participam do banquete e o povo come as migalhas desse banquete.

Ernani Serra



A IA E A DESERTIFICAÇÃO DAS AMÉRICAS

 

     Com a aprovação e assinatura dos membros da União Europeia e os do Mercosul a Amárica do Sul no futuro será um deserto. O Peru já começou a tocar fogo na floresta para aumentar a produção de exportação para alimentar milhões de pessoas de outros países.

     Entendo perfeitamente a sua preocupação. O acordo entre a União Europeia e o Mercosul é um dos temas mais sensíveis da geopolítica atual, justamente porque toca na ferida do equilíbrio entre o crescimento econômico e a preservação ambiental.

     A sua preocupação com a "desertificação" e o aumento das queimadas reflete um medo real de que a pressão por exportações (como carne e soja) acabe por sacrificar biomas vitais como a Amazônia.

     Aqui estão alguns pontos importantes para analisarmos essa situação complexa:

     1. O Dilema do Peru e da Amazônia

     Embora o Peru não faça parte do Mercosul (ele é um Estado Associado), a pressão sobre suas florestas é real.   O aumento de queimadas na região amazônica peruana muitas vezes está ligado à expansão da fronteira agrícola e à extração de madeira. O receio é que grandes acordos internacionais aumentem a demanda por commodities, incentivando produtores a "limparem" a terra com fogo para plantar ou criar gado.

     2. As "Cláusulas Verdes" do Acordo  

     Um dos maiores motivos de o acordo UE-Mercosul ter demorado décadas para ser ratificado foi justamente a exigência europeia de garantias ambientais.

     Protocolo Adicional: A UE incluiu exigências para que os países do Mercosul cumpram as metas do Acordo de Paris.

     Lei Anti-Desmatamento da UE: Recentemente, a Europa aprovou leis que proíbem a importação de produtos oriundos de áreas desmatadas. Isso significa que, teoricamente, se o Brasil ou o Paraguai desmatarem para exportar, a Europa não poderá comprar esses produtos.

     3. O Risco da Desertificação

     Cientistas alertam para o "ponto de não retorno" da Amazônia. Se o desmatamento atingir um certo limite (estimado entre 20% e 25%), a floresta pode perder a capacidade de gerar sua própria chuva, transformando partes da América do Sul em uma savana árida ou deserto. Isso afetaria drasticamente o regime de chuvas em todo o continente, prejudicando a própria agricultura que o acordo visa promover.

     O Contraponto

     Muitos defensores do acordo argumentam que ele é a única forma de salvar a floresta, pois traz o Brasil e seus vizinhos para a mesa de negociações sob regras rígidas. Sem o acordo, esses países poderiam continuar produzindo e vendendo para mercados menos exigentes com o meio ambiente, como partes da Ásia.

     Qual a sua visão sobre isso? Você acredita que as sanções econômicas europeias serão suficientes para impedir a destruição da floresta, ou acha que o lucro imediato sempre falará mais alto para os governos locais?

     Gostaria que eu pesquisasse os dados mais recentes sobre o índice de desmatamento no Peru ou os detalhes das cláusulas ambientais do acordo?

 

 

     Ambos. O lucro falará mais alto do que as sanções econômicas europeias.

     Essa é uma visão realista e compartilhada por muitos especialistas: a ideia de que o "dinheiro rápido" muitas vezes atropela leis e tratados de longo prazo. Quando o preço das commodities sobe, o incentivo para desmatar e expandir a produção torna-se quase irresistível para o agronegócio local.

     Para entender por que esse cenário é tão perigoso e por que as sanções podem não ser suficientes, precisamos olhar para o mecanismo que sustenta o ecossistema da América do Sul.

     O Ciclo da Água e o Risco de Desertificação

     A Amazônia não é apenas "o pulmão do mundo"; ela é, na verdade, uma bomba de água. Se o lucro continuar incentivando o fogo, o processo de desertificação que você mencionou acontece através do corte de uma linha de suprimento vital:

     Rios Voadores: A floresta lança na atmosfera trilhões de litros de água por dia através da evapotranspiração.   Essa umidade viaja pelo ar e se transforma em chuva no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do continente.

     O Ponto de Ruptura: Sem as árvores, o ciclo se quebra.   Menos chuva significa que a terra seca, o calor aumenta e o solo perde nutrientes. O que era floresta vira savana e, eventualmente, deserto.

     Por que o lucro pode vencer as sanções?

     Triangulação de Mercados: Se a União Europeia barrar a carne ou a soja de áreas desmatadas, os produtores podem simplesmente redirecionar esses produtos para países com exigências ambientais menores ou nulas.

     Lavagem de Gado e Grãos: É comum o uso de "fazendas de fachada". O gado é criado em terra desmatada ilegalmente (lucro alto e baixo custo), mas depois é transferido para uma fazenda "limpa" apenas para ser vendido com selo de legalidade.

     Soberania e Fiscalização: As sanções europeias são aplicadas na fronteira deles. Dentro dos países como Peru, Brasil e Bolívia, a fiscalização depende da vontade política e de verbas governamentais, que muitas vezes sofrem pressão de lobbies poderosos para serem reduzidas.

     O Custo Econômico do Deserto

     O paradoxo é que, ao "tocar fogo para aumentar a produção", os produtores estão destruindo o próprio futuro. Sem as chuvas da Amazônia, a produtividade agrícola da América do Sul vai despencar. No fim, o lucro imediato gerará uma quebra econômica massiva em poucas décadas.

     "A agricultura é a primeira vítima do desmatamento que ela mesma provoca."

     Você gostaria que eu analisasse como o desmatamento no Peru se compara ao do Brasil em termos de velocidade e impacto nas chuvas do continente?

 

 

     Sim.

     Sua percepção de que o lucro imediato pode ignorar as sanções europeias toca em um ponto nevrálgico: a economia muitas vezes funciona em uma escala de tempo muito mais curta do que a natureza.

     Ao compararmos o desmatamento no Peru e no Brasil, vemos duas dinâmicas diferentes que, juntas, estrangulam o ciclo de chuvas da América do Sul.

     1. Comparação: Brasil vs. Peru (Dados 2025/2026)

     Embora o Brasil desmate uma área total muito maior em termos absolutos, o Peru tem apresentado uma tendência preocupante de aceleração e "pulverização" do crime ambiental.

     Característica     Brasil (Amazônia)  Peru (Amazônia)

     Situação Atual (2025)         Queda de aproximadamente 11% (menor índice em 11 anos).         Aumento da pressão em regiões de fronteira e novas áreas agrícolas.

Perfil do Desmate  Grandes áreas de pastagem e soja (foco em commodities).         Pequenas e médias clareiras, muitas vezes ligadas à mineração ilegal e plantios de coca/café/cacau.

     Papel no Clima   Funciona como o "motor" que lança a água para cima.         Funciona como a "parede" final que redireciona essa água para o Sul.

     2. O Peru e a "Parede" dos Andes

     O desmatamento no Peru é estrategicamente desastroso para o clima continental por um motivo geográfico: a Cordilheira dos Andes.

     A umidade que sai da Amazônia brasileira viaja para o Oeste.

     Ela bate nos Andes (no Peru e na Bolívia).

     Essa "parede" de montanhas força a umidade a descer, criando os Rios Voadores que alimentam o Sudeste do Brasil, o Paraguai e a Argentina.

     O impacto: Quando o Peru queima sua floresta na base dos Andes, ele destrói o "funil" que direciona a chuva.  Sem a floresta peruana para manter o ar úmido e frio nessa barreira, a umidade se dispersa ou se transforma em tempestades isoladas e destrutivas, em vez de chuvas agrícolas constantes para o resto do continente.

     3. Por que o lucro ignora as sanções?

     Você mencionou que o lucro falará mais alto, e a lógica econômica atual sustenta seu argumento:

     Mercados Alternativos: Se a União Europeia parar de comprar por causa das sanções, o mercado asiático (que exige menos garantias ambientais) absorve a produção.

     Apostas no Curto Prazo: Muitos produtores acreditam que podem lucrar o máximo possível nos próximos 10 anos e, quando a terra secar e virar deserto, eles terão capital suficiente para investir em tecnologia ou mudar de setor, deixando o prejuízo ambiental para a sociedade.

      O "Custo da Multa": Em muitos casos, o lucro obtido com a venda da madeira ilegal e a primeira safra em terra nova paga com sobras as multas aplicadas pelos governos, que muitas vezes nem chegam a ser cobradas.

     O Resultado: A desertificação é um "suicídio econômico"

     O cenário que você descreve — a América do Sul se tornando um deserto — é o que a ciência chama de Savannização. No momento em que o lucro vencer a floresta, o agronegócio (que hoje move o Mercosul) será o primeiro a quebrar, pois não haverá água para irrigação nem para as hidrelétricas.

     Gostaria que eu mapeasse quais regiões do Brasil e do Mercosul seriam as primeiras a secar completamente se o desmatamento no Peru e no Brasil não parar?

 

 

      Sim. Com o Brasil produzindo em escala mundial para manter o abastecimento mundial vai prejudicar o mercado interno, onde as mercadorias vão ser vendidas com baixa qualidade e maior preços nas praças e aumentando a inflação.

     Você tocou no ponto central da segurança alimentar e econômica: o conflito entre o lucro da exportação e a sobrevivência do mercado interno.

     Quando um país foca exclusivamente em ser o "celeiro do mundo", ele muitas vezes esquece de alimentar o seu próprio povo com qualidade. Se somarmos a isso a destruição ambiental que discutimos, o cenário para o consumidor comum é alarmante.

     Aqui está o mapeamento de como isso vai afetar o seu bolso e as regiões que primeiro sentirão o impacto:

     1. As Regiões que Secarão Primeiro

     Se o desmatamento no Peru e no Brasil continuar destruindo os "Rios Voadores", a seca não atingirá o país de forma uniforme. As regiões mais produtivas serão as primeiras vítimas:

     Centro-Oeste (Mato Grosso e Goiás): Embora sejam os maiores produtores de grãos, são regiões extremamente dependentes da umidade amazônica. Sem a floresta, o período de seca será prolongado, inviabilizando a "safrinha" (segunda safra).

     Sudeste e Sul (Bacia do Rio Paraná): Esta é a região que mais depende da "curva" que a umidade faz nos Andes peruanos. É onde estão os principais reservatórios para geração de energia e abastecimento das grandes metrópoles. A desertificação aqui significa crise energética e falta de água potável.

     2. A "Inflação do Prato Vazio"

     Você tem razão: quando o foco é a exportação para a União Europeia ou Ásia, ocorre um fenômeno chamado "Dolarização dos Alimentos".

     Preços Altos: O produtor prefere vender em dólar ou euro para fora. Para manter o produto no Brasil, o preço interno precisa subir para igualar o lucro da exportação.

     Baixa Qualidade: O que chamamos de "tipo exportação" (os melhores grãos, as melhores carnes) sai do país. O que sobra nas feiras e supermercados locais são produtos de menor calibre, menor valor nutricional ou que não passaram nos rigorosos testes de qualidade internacionais.

     O Ciclo da Inflação: Com a seca (causada pelo desmatamento), a produção diminui. Com menos oferta e alta demanda externa, o preço do arroz, do feijão e da carne dispara, alimentando a inflação e diminuindo o poder de compra das famílias brasileiras.

     3. O Paradoxo do Mercosul

     O acordo com a União Europeia pode agravar isso. Se o acordo abrir as portas para exportar ainda mais sem mecanismos de estoques reguladores (reservas que o governo guarda para o povo), o mercado interno ficará totalmente desprotegido.

     Efeito no Mercado Interno        Consequência Direta

Prioridade de Exportação      Desabastecimento local e prateleiras vazias ou caras.

     Uso de Agrotóxicos   Para produzir em escala mundial em terras cada vez mais secas, usa-se mais química, que acaba no prato do brasileiro.

     Custos de Energia       Sem chuva na Amazônia, as hidrelétricas param e a conta de luz sobe, encarecendo toda a produção industrial.

     Conclusão: O Lucro de Poucos, a Conta de Todos

     O cenário que você descreve é o de um país que "exporta água e solo" (na forma de grãos e carne) e importa inflação e seca. O lucro fica concentrado em um pequeno grupo de grandes exportadores, enquanto a classe média e os pobres pagam por alimentos caros e de baixa qualidade em um ambiente cada vez mais hostil.

     Você gostaria que eu detalhasse quais alimentos básicos são os mais ameaçados por essa "exportação desenfreada" ou como outros países tentaram proteger seu mercado interno nessas situações?

 

 

     Para encerrar sim.

     Para encerrar nossa análise, vamos focar no que mais dói no dia a dia: a mesa do cidadão e as possíveis saídas para evitar o colapso do mercado interno.

     1. Alimentos Básicos sob Ameaça

     Quando o foco é a exportação de commodities (produtos brutos), o Brasil e seus vizinhos passam a produzir o que o mundo quer comprar, e não o que o seu povo precisa comer.

     Arroz e Feijão: Embora não sejam os principais focos da União Europeia, eles perdem espaço de plantio para a soja e o milho (que são exportados para virar ração na Europa e China). Resultado: menos área plantada, menor oferta e preços recordes.

     Proteína Animal (Carne e Frango): Com o acordo UE-Mercosul, as melhores fatias são enviadas para o exterior. O consumidor interno fica com os cortes de "segunda" ou com subprodutos (como o aumento da venda de ossos e carcaças visto em crises recentes), pagando preços indexados ao dólar.

     Óleo de Soja e Derivados: Como a soja é a "rainha" da exportação, o preço do óleo de cozinha no mercado interno flutua conforme o mercado de Chicago, ignorando a realidade salarial do brasileiro.

     2. Exemplos de Proteção (O que poderia ser feito?)

     Alguns países tentam equilibrar o lucro da exportação com a segurança do seu povo, mas isso exige coragem política contra o lobby do agronegócio:

     Estoques Estratégicos: O governo compra parte da produção quando está barata para soltar no mercado quando o preço sobe (o Brasil reduziu drasticamente esses estoques nos últimos anos).

     Impostos de Exportação: Alguns países taxam o produto que sai para garantir que seja mais vantajoso vender uma parte dentro do país (a Argentina faz isso, embora seja um tema de enorme conflito interno).

     Cotas de Abastecimento: Exigir que uma porcentagem da produção de alta qualidade permaneça obrigatoriamente no mercado nacional.

     Reflexão Final

     O cenário que você desenhou é um alerta sobre a insustentabilidade: um modelo econômico que queima o futuro (a floresta) e esvazia o prato do presente para gerar lucro em moeda estrangeira que não circula na mão da maioria da população. Sem uma mudança radical na fiscalização e na priorização do mercado interno, o risco é de fato nos tornarmos um exportador rico de um país ambientalmente e socialmente empobrecido.

 

Gemini vs Ernani

 

Pensamento: O espírito egoísta do comércio não conhece países e não sente paixão ou princípio excepto o do lucro.

 

Thomas Jefferson

 

 

 

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